The End Is Coming

15 Capítulo 15 - Noites quentes


Notas iniciais
Resolvi dar umas apimentadas no capítulo. Desculpem a demora!!
Beijinhos.
-Máh

- Ai! – Gritava Melanie enquanto Michael tocava em seu ferimento.

— Calma, não se mexa. – Michael se virou para ela.

Molly chegou ao quarto com um sorriso na cara.

— Vamos ver como ficou. – Ela acendeu uma lanterna perto da coxa de Melanie. – Hum, vamos ter que retirar a bala. Michael, você me ajuda?

Michael assentiu com a cabeça e eles foram cuidar da perna de Melanie.

[...]

Juliana ainda chorava, já haviam se passado dois dias e nada dos dois. Ela ainda se lamentava. Gaspar não falava com ninguém. Mas, eles não podiam fazer nada, os caras não tinham um local próprio. Todo dia, um grupo saía em busca deles, mas, não os achavam.

Noah estava preocupado. Ele estava sentado em sua cama. Mary apareceu no quarto.

— Tudo bem? – Ela estava calma e doce, como sempre.

— Não, ainda não os acharam. – Noah olhava fixo para o chão.

— Eles vão aparecer. Eu sinto! – Mary se sentou do lado dele.

Noah a agarrou e lhe lançou um beijo profundo, que envolvia os braços. Mary não se manifestou para parar, pelo contrário, ela seguiu o beijo fazendo o ficar cada vez mais profundo.

Ethan veio à cabeça e Mary interrompeu o beijo.

— O que foi? – Noah perguntou.

— Nada, apenas tire a camisa. – Noah fez o que foi pedido.

[...]

A bala foi removida da perna de Melanie, ela estava descansando.

— Eaí! – Disse Michael, entrando no quarto.

— Ei! – Disse Melanie, tentando se levantar da cama. – Valeu por me salvar.

— Nada de mais. – Michael se virou.

— Nada de mais? Eu podia ter morrido! – Melanie segurou as mãos dele. Ela sorriu e logo se beijaram.

O beijo se aprofundou e logo os dois estavam seminus.

-Mas e sua perna? – Michael interrompeu o beijo.

— Minha perna não vai me impedir de fazer isso. – Disse Melanie, tirando o cinto da calça dele.

[...]

Soap saiu para caminhar, muita gente estava na rua. Algo se moveu atrás dele.

— Ei! – Ele saiu correndo.

Ele viu que era alguém, sabia que era uma pessoa. Talvez Sofia ou Harry?

Logo, ele viu um menino de cabelos morenos e olhos verdes profundos. Ele o reconheceu, esse menino era do grupo da caminhonete.

— Por favor, não me mate! – O garoto implorava.

— Onde eles estão?

— Eu não sei, fui deixado para trás. – O menino chorava.

— Tudo bem, mas se você trair nosso grupo vai morrer! – Soap cruzou os braços. – Tá com fome?

— Muita.

Soap levou o garoto até sua casa, mas não havia muita comida, então ele foi à casa vizinha, a casa de Mikke e Louise.

— Sim? – Mikke atendeu a porta.

— Encontrei um novo sobrevivente. Ele está com fome, e eu não tenho comida para oferecer. – Soap falou. – Será que você teria algo?

— Claro, fale com a Lou, ela está na cozinha.

Soap e o menino entraram. Os dois seguiram até a cozinha.

— Olá Soap. – Louise estava alegre, como sempre. – Temos um novo sobrevivente?

— Meu nome é Kevin. – O garoto sorriu.

— Está com fome Kevin? – Louise perguntou delicadamente.

— Sim. – Kevin era de poucas palavras.

— Temos atum e arroz, você gosta de atum? – Louise se apoiou no balcão, deixando seus cabelos escuros caírem.

— Adoro. – Kevin sorriu, deixando a mostra seus perfeitos dentes.

[...]

— Uau. – Mary disse, enxugando o rosto com o lençol.

— Foi muito bom. – Noah disse, começando outro beijo. Mas que dessa vez, envolvia as línguas.

Alguém bateu na porta. Era Jake.

— Ei cara, tu tá aí?

— Sim, só um minuto! E já abro pra você! – Noah fez um sinal para Mary se esconder no armário.

— Tô entrando e... Desculpa, não sabia que você estava dormindo! – Jake sorriu e foi saindo.

— Tranquilo. – Noah sorriu e Jake foi embora.

Mary fez um sinal para Noah, ela já havia vestido uma camisa dele. Ela já estava da saída.

[...]

Juliana estava sentada em uma poltrona, apoiada sobre os joelhos. Ela chorava muito, seu rosto estava inchado e seus olhos, vermelhos.

Ela não sabia o que fazer, e como fazer.

Logo, ela ouviu alguém entrar na casa.

Era Gaspar.

— Licença. – Ele abriu a porta lentamente.

— Pode entrar. – Juliana enxugou as lágrimas com um lenço.

— Sei como se sente, também estou assim. – Ele tocou no ombro dela.

— Como alguém pode ser tão cruel? – Juliana voltou a chorar.

Logo, Gaspar a abraçou. E eles ficaram assim por horas.

O abraço foi interrompido por um barulho de carro lá fora.

Eram eles?

Gaspar não perdeu a oportunidade e saiu correndo em direção ao carro.

Ele atirou algumas pedras, mas os caras continuaram a dirigir.

Uma pedra fez com que a parte traseira da caminhonete abrisse.

Logo, caíram dois sacos de batatas no chão, e foram rolando.

Os caras nem se importaram em voltar para pegar os sacos, apenas foram embora.

— Ei! – Gaspar gritava. – Alguém me ajude com esses sacos.

Soap e Noah foram correndo para o local. Cada um pegou um saco e levou para o parque.

Os sacos estavam pesados.

Gaspar e Noah abriram.

— Ai não... – Noah fez uma expressão de problema.

— Minha nossa... – Gaspar gritou.

Dentro do saco, estavam as duas crianças, mas elas não estavam mortas.

Apenas desacordadas.

Notas finais
Espero que tenham gostado!!
Deixem comentários.