The End Is Coming
7 Capítulo 7 - Adeus família
Notas iniciais
Os personagens são de:
Jessica Herlain (Louise/Lou)
Laly04Pixie (Molly)
Boa leitura p/ vcs!
Nova York, 22h12min, Domingo
Louise estava no supermercado com sua família. Eles gostavam de ir tarde, pois era mais vazio.
Desta vez, praticamente havia apenas eles.
Lá fora, estava trovejando e ouviam-se gritos. Seus irmãos estavam na sessão de doces, e seus pais, nos laticínios. Lou estava entre a padaria e as massas.
Logo, as luzes apagam e todos gritam. Lou foi correndo em direção de seus irmãos.
– Kate, Leonardo – Ela gritou – Vocês estão bem?
– Relaxa Lou – Leonardo parecia uma criança mesmo com 19 anos. – Foi só a luz.
– Cadê o by safesaver\">pai e mãe? – Ela se desesperou.
– Nos laticínios – Leonardo sentou-se no banco.
Louise era muito apegada aos pais, e logo saiu em disparada à sessão dos laticínios.
Ao chegar lá, havia sangue no chão, o braço de sua mãe estava sendo engolido por uma pessoa. Seu pai batia no homem que devorava a mulher, com uma placa.
Aquela cena ficaria para sempre na mente dela.
Os irmãos ouviram os gritos e logo foram correndo para lá também.
Lou estava paralisada. A fera vinha em direção dela. Logo o pai bateu com a placa, matando, a “coisa”.
Louise caiu e começou a chorar. Todos se preocuparam com ela. Mikke, o pai dela a carregou até o by safesaver\">carro, para fugir de tudo.
O by safesaver\">carro ligou e morreu umas cinco vezes. Ele tinha quebrado.
Mikke fez um sinal para ficar em silêncio. Ele colocou Lou no chão, e ela foi andando com passos curtos para não atrair mais “coisas”. Eles estavam esquivando-se no estacionamento. Logo em frente havia um prédio. Eles foram correndo para lá.
O porteiro não estava, e eles ficaram na sala de estar do pequeno prédio.
– Pai, tô com medo! – Kate falou.
– Calma filha, vai ficar tudo bem – Mikke a abraçou – Estamos seguros aqui.
Bem... Eles não estavam.
Um errante entrou na sala, e mordeu a perna delicada de Kate.
– Nããããão – Gritaram Lou e Leonardo ao mesmo tempo.
Mikke começou a socar a cabeça do errante, a ponto de mata-lo.
O errante caiu morto. Literalmente.
– Dói muito pai, me ajuda! – Soluçava Kate. Ela estava olhando para a ferida.
– Aguenta firme Kate, tudo ficará bem! – Mikke segurou o rosto vermelho dela.
Louise murmurou algo enquanto chorava que parecia: minha vida acabou
Kate era sua irmã mais nova, tinha apenas cinco anos. Ela viraria um deles em pouco tempo.
Leonardo achou um canivete e deu ao pai.
– Caso você precise. – Ele chorava pouco.
O pai carregou Kate e puxou todos até o 2° by safesaver\">andar, havia um apartamento com a porta aberta.
Eles invadiram o apartamento, havia um casal morto no chão. Mikke colocou Kate no sofá e junto de Leonardo, jogou os corpos pela janela.
A tristeza predominava o local.
Mikke sacou o canivete e enfiou no olho de Kate.
Leonardo e Louise gritaram.
– Mas que porra... – Leonardo estava louco. – Ela era sua filha, seu desgraçado.
– Pai... – Louise estava com a voz falhando.
– Eu não podia deixar ela virar um deles. – O pai parecia confiante. – Ela não podia...
Leonardo socou Mikke, e saiu do apartamento batendo a porta. Lou apenas observava.
Um helicóptero passou pela janela do apartamento, um megafone parecia dizer:
Vão para a cobertura, levaremos vocês ao Centro de Refugiados!
Eles não deram um pio, apenas seguiram a ordem.
Foram à cobertura e lá estava o helicóptero. Os dois entraram nele e foram levados ao CDR.
Leonardo continuou desaparecido.
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Nova York, 22h32min, Domingo
Molly estava trancada em seu apartamento, os rádios avisavam para ficar lá.
Ela apenas jogava um joguinho no seu smartphone.
Os helicópteros sobrevoavam seu prédio e vários tiros eram disparados lá fora.
Molly estava amedrontada.
Ela tinha apenas 23 anos e morava sozinha, em um pequeno prédio, perto de sua faculdade de medicina. Seus pais moravam mais para o centro da cidade.
Molly estava enjoada do tédio e saiu do apartamento, entrou no elevador e estava indo ao saguão.
Um pouco antes de chegar ao saguão, a força acabou. O elevador parou.
O elevador despencou, por sorte, estava a um andar do saguão.
Molly desmaiou e ficou assim por horas.
Ao acordar, estava escuro. Ela retirou o celular do bolso e usou a luz dele.
Ela forçou os braços contra a porta automática. Ela abriu um pouco. Molly era magra e conseguiu passar.
O saguão estava escuro. Não havia ninguém lá.
Molly pegou as escadas para o estacionamento. Ela ia até a casa de seus pais.
Ligou o carro e foi dirigindo até lá.
Ao chegar à casa de seus pais, ela viu uma criatura batendo fortemente na porta.
– Tá tudo bem, cara? – Ela chegou de mansinho.
O homem não respondeu, apenas caiu. Ele começou a ir em direção dela.
– Ei, responda!
Novamente ele não respondeu.
Ele pegou o calcanhar dela, fazendo com que ela caísse também.
Ela começou a engatinhar pelo jardim arrumado de seus pais, estragando algumas rosas.
Por sorte, ela achou algum pedaço de cerca e enfiou na cabeça do homem, sem medo.
Ela rapidamente se levantou e abriu a porta da casa.
Seus pais estavam mortos, e sua irmã não estava lá. Suzan era esperta, ela iria se virar nessa coisa toda.
Molly ajoelhou-se perto de seus pais, e segurou a mão dos dois.
– Eu matarei essas desgraças por vocês, eu juro.
Ela ouviu alguns megafones avisando tal de Centro de Refugiados.
Era no centro da cidade, e ela não pensou duas vezes.
Era lá que ela iria.
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