The End Is Coming
46 Capítulo 46 - 2° chance
Notas iniciais
Mari soltou Carl. Ele a olhava boquiaberto. Mari sorriu para as meninas e foi embora. Assim que ela entrou na Prisão, deu de cara com Maggie.
– Uau.
Mari riu.
– Você mexeu com o garoto!
– Não parece...
– Você não viu a cara dele?
– Vi, mas...
– Vocês deveriam voltar.
– Eu não sei se quero algo sério novamente.
Maggie sorriu, deu de ombros e saiu. Carl se aproximou de Mari.
– Esse beijo significou algo? – Ele sorria discretamente.
– Eu só queria ver a reação daquela ruiva.
– Vai dizer que não gostou?
– Eu... Ah, Carl, impossível não gostar! — Ela disse o puxando para si.
Os dois estavam a poucos centímetros um do outro. Carl não aguentou e a puxou o rosto da menina. O romance os envolvia com um beijo doce e longo. À medida que o beijo prolongava, tudo ao redor desaparecia. Carl envolveu a cintura da menina com suas mãos enquanto as mãos delicadas dela agarravam seu pescoço. Os lábios dos dois dançavam em uma sintonia perfeita. Os corpos quentes grudados aquecendo um ao outro. Assim que se separaram, notaram que tinham como público, uma grande parte da Prisão.
– Ahn... Então, tchau. – Ele falou meio desajeitado.
– Tchau. – Mari saiu com a cabeça baixa, ela estava muito envergonhada.
Enquanto Carl andava, ele podia ouvir palavras como “parabéns”, “campeão”, “bom trabalho” dos homens.
Ele sorriu para si mesmo e saiu andando.
[...]
Juliana estava com Melissa. As duas conversavam.
– O que está achando daqui?
– Muito bom. Ethan também está amando. – Melissa sorriu para Júuh.
– Gaspar tem raiva de Rick. Ele o acha muito mandão.
– Ele é o líder né? Tem que ser mandão.
– Pois é.
Harry e Jenn entram na cela.
– Oi Júuh. – Harry sorriu.
– Vocês já tiveram as aulas de tiro?
– Ainda não. – Jenn falou.
– Só começa daqui à uma hora. – Harry sorriu com o canto da boca.
Juliana sorriu também e os dois saíram da cela.
[...]
Ice andava um pouco. Ela sabia que havia muito mais pessoas agora. Ela trombou com um homem.
– Meu Deus, me desculpe. – Assim que ela o viu, ele parecia ter a mesma idade que ela.
– Desculpe eu. – Ele sorriu para ela.
– Qual seu nome? Você é novo, né?
– Sim, sou o Collin.
– Prazer, Giuliana.
– Que nome bonito.
– Me chame de Ice ou Black.
– Ainda gosto mais de Giuliana.
Ela sorriu timidamente.
[...]
Molly caminhava quando deu de cara com Beth. Ela segurava a barriga, Molly estranhou.
– Tudo bem? – Molly acenou com a cabeça para a barriga da menina.
– Ah... Tudo sim, só uma dor de estômago.
– Bebês dão dor no estômago?
Beth a olhou boquiaberta.
– Como você sabe?
– Eu consigo perceber as coisas.
– Não conte à ninguém, por favor.
– O pai já sabe?
– O meu ou o da criança?
– O da criança né?
– Ele sabe, estamos muito felizes.
Molly sorriu para ela.
– Eu posso te pedir algo?
– Claro.
– Teria como você pegar alguns testes de gravidez com meu pai?
Molly se espantou, o que Herschel pensaria se ela pegasse testes de gravidez?
– Mas como eu faço isso? Não posso ser pega catando aqueles testes.
– Eu finjo estar doente e peço para ele cuidar de mim. Enquanto isso, você pega os testes.
Molly concordou.
[...]
Duda caminhava. Ela queria conhecer cada espaço da Prisão. Ela viu alguém à sua frente. Ela reconheceu pela camisa xadrez.
– Mari! – Ela puxou a camisa.
– Oi.
– Eu te vi mais cedo... Ahn...
– Como todos viram? Meu Deus, onde tem um buraco para enfiar minha cabeça?
– Calma, todos amaram, foi um beijo de filme.
– Mas eu não queria que ninguém visse.
– Vá para a solitária na próxima vez.
– Ei, vamos mudar de assunto?
Duda sorriu para ela maliciosamente.
– E onde estão as suas amigas de Woodbury?
– Eu não faço ideia. Devem estar seguras, nenhum zumbi as aguentaria.
As duas riram.
[...]
Harry estava sem Jenn. Ele caminhava até esbarrar com Carl.
– Uau, cara.
– Que foi? – Carl o olhou.
– Eu vi seu beijo!
– Meu Deus. Todos viram, como isso?
– Relaxa.
– E você? Quantos anos?
– 13. – Harry não tinha oficialmente 13, mas faria daqui alguns dias. – E você?
– 14.
– Ei, qual o nome da sua namorada?
– Ela não é minha namorada. Nós só somos amigos.
– Huhum... Sei...
– É verdade. Ela só me beijou como... Amigos....
Harry riu. Ele sentia que podia ter um amigo agora.
– E você? Tem alguma garota?
– Sim. Jeniffer.
Carl olhou impressionado.
– Ei, Carl, que tal matar alguns errantes?
– Boa ideia.
Os dois foram para fora da prisão e começaram a atirar em alguns zumbis. Harry deu um tiro certeiro bem na cabeça de uma errante mulher. Ela parecia ter por volta de uns 20 anos e usava uma blusa vermelha de seda com uma calça social.
– Minha mãe ficaria orgulhosa de mim agora. – Harry comemorou.
– Sua mãe está aqui?
– Não, ela morreu no meu parto. Só tenho meu pai.
– Eu também. Mas minha mãe morreu há pouco tempo, no nascimento da minha irmã.
Harry olhou para Carl. Eles tinham quase a mesma história.
– Ei. Por que você não me esperou? – Jeniffer apareceu correndo.
– Eu esqueci, desculpe. – Harry falou. Carl se virou para ver com quem se tratava.
Jeniffer puxou Harry.
– Tchau Carl.
Carl deu tchau e voltou a matar errantes. Ele sentia falta de quando Mari o puxava daquele jeito.
My heart's a stereo
It beats for you, so listen close
Hear my thoughts in every note
Make me your radio
And turn me up when you feel low
This melody was meant for you
Just sing along to my stereo
Fale com o autor