The End Is Coming

25 Capítulo 25 - A volta


Notas iniciais
Nossa, gente, a falta de criatividade me dominou enquanto eu escrevia a fic. De qualquer jeito, espero que gostem.

Woodbury

Juliana e Gaspar cuidavam das crianças. Juliana gostava de Gaspar. Mas Gaspar não queria admitir que sentia o mesmo.

Juliana sabia que ele sentia muitas coisas por ela.

– Licença. – Jeniffer entrou de cabeça baixa. – Vamos Harry?

Juliana sorriu para a garota.

– Tchau pai. – Harry sorriu para Gaspar.

Gaspar deitou-se no sofá e suspirou.

– Ele está crescendo né?

– Claro... Não sei se o quero saindo tão cedo.

– Ele vai fazer 13 anos, deveria aproveitar. – Juliana se sentou do lado de Gaspar.

– Ele só faz aniversário em Novembro. Eu tenho um calendário de bolso. Ainda faltam dois meses.

– E a garota tem quantos anos?

– 14.

Juliana riu um pouco.

Sofia não tirava o olho da boneca que o Governador havia lhe dado.

Juliana deitou-se ao lado de Gaspar.

Logo ela adormeceu.

[...]

Lana estava meio deprimida por conta de ter visto Melissa e Ethan juntos. Ela não fazia nada mais além de ler as mesmas revistas.

“Doença contagiosa se espalha”

“Mortes provocadas devido à nova espécie”

Lana se lembrou do dia do caos. De como ela bateu naquela mulher com um pedaço de tábua.

Alguém abriu a porta.

– Oi... – Era Ethan.

– O que você quer?

– Como tá seu tornozelo?

– Como tá a Melissa?

– Ah, entendi tudo agora, você tá com ciúmes!

– Não estou não.

– Eu vejo em seus olhos!

– Vê nada.

Ethan sorriu e começou a fazer cócegas em Lana. Ela estava se sentindo bem, principalmente com a presença de Ethan.

Ele esquecia Mary nesses momentos. Mas, ele também achava que valia a pena esquecê-la. Noah estava com ela agora e a vida dele prosseguiria.

[...]

Floresta

Mari acordou. Ela se virou de mansinho e viu as mãos de Carl envolta de sua cintura.

Ela sorriu e tentou sair do abraço. Ela precisava caçar algo para comer. Os enlatados haviam acabado.

Ela pegou uma faca e saiu da caverna.

Ela sorriu para Carl e saiu.

Pouco tempo depois, Carl acordou.

– Ah não... De novo não... – Ele torcia para não ser outro sonho em esperança de encontrar Mari.

Mas logo ele viu a mochila dela, e então sabia que aquilo não havia sido um sonho.

Mas onde ela estava?

Carl catou o chapéu e saiu da caverna. Ele viu Mari concentrada em algo.

Ele chegou mais perto dela e tocou em seu ombro.

– Droga, Carl. – Ela se virou e fez biquinho. – Eu quase peguei a coruja!

– Eu tenho sardinha, é melhor!

Por mais incrível que pareça, Mari não conseguia se zangar com Carl.

– Aqui. – Carl pegou um enlatado e mordeu com o dente canino a lata em uma tentativa de abri-la.

– Calma, assim vai quebrar o dente! – Mari sorriu para ele e da mochila ela retirou um chaveiro com um abridor de latas.

Ela deu para Carl calmamente. Ele abriu a lata e deu tudo para Mari.

– Você não vai comer? – Ela ofereceu a sardinha.

– Não, eu estou bem.

Mari fazia umas caras de felicidade enquanto engolia a sardinha. Fazia tempo que ela não comia tão bem.

Carl apenas continuou a sorrir para ela.

[...]

Prisão

Fazia um dia que Carl havia sumido. Muita gente achou que ele estava tentando se matar.

Mas ninguém realmente sabia onde ele estava.

Rick estava preocupado.

– Tiveram notícias dele? – Kelly estava segurando um lencinho.

– Ainda não. Ninguém sabe onde ele está. – Rick falou sério.

– Oh não... – Kelly chorava.

Carol apareceu no refeitório com Judith no colo.

– Ele apareceu?

– Ainda não... – Kelly respondeu e voltou a chorar.

[...]

Beth estava em sua cela. Ela viu uma revista sobre moda e estava lendo.

Kelly entrou na cela.

– Beth, preciso de ajuda.

– O que foi?

– Eu quero causar assim que Carl voltar.

– Você não sabe o que eu encontrei. Fui a uma cidadezinha com Glenn e Maggie hoje e encontrei um vestido azul maravilhoso. Use-o quando Carl entrar na sua cela!

Beth mostrou o vestido para Kelly.

Kelly o provou.

– Dá uma voltinha. – Beth estava sentada em uma cadeira, apoiada sobre os cotovelos.

Kelly girou e sorriu.

– Agora ele é meu.

[...]

Mari e Carl voltaram para a caverna.

– Carl, acho que nunca te perguntei do que mais sente falta. Algo que era seu antes dessa droga toda. – Mari sorriu.

– Eu... Eu acho que sinto falta do meu videogame.

– Eu sinto falta do meu celular, computador, etc. Eu sinto falta de ouvir músicas também. Dançar principalmente.

Maybe I didn't treat you,

Quite as good as I should have.

Maybe I didn't love you,

Quite as often as I could have.


Little things I should have said and done,


I just never took the time.

You were always on my mind.

You were always on my mind.


Maybe I didn't hold you,


All those lonely, lonely times.

And I guess I never told you,

I'm so happy that you're mine.


If I made you feel second best,


Girl I'm sorry, I was blind.

You were always on my mind.

You were always on my mind.


Tell me.


Tell me that your sweet love hasn't died.

Give me.

Give me one more chance to keep you satisfied.

Satisfied.

Carl se levantou. Ele estendeu a mão para Mari.

– Me conceda essa dança? – Ele sorriu.

– Sem música?

– Venha.

Mari se levantou. Ela deitou a cabeça no ombro de Carl e os dois dançavam sem música, sem nada. Apenas com o amor envolvendo os dois.

Sensações inexplicáveis.

– Carl? – Mari continuou com a cabeça no ombro dele. – Como estão as pessoas na Prisão?

– Todos estão ótimos. Meu pai nem pensa em mim, todos me tratam como se eu não fosse ninguém. Me tratam como um idiota que fica se lamentando pela morte de uma namorada. Meu pai tentou me arranjar com uma nova sobrevivente que é super fresquinha e chata.

– Uau. Me conte mais sobre essa garota.

– Ela chama Kelly e é uma chata, ela está dormindo na minha cela.

De repente, Mari se soltou de Carl.

– Ela está na sua cela?

– Não pense mal, Mari.

– Não é isso. É que eu fiquei meio... Sei lá.

Carl não podia contar a ela que havia beijado Kelly. Ela surtaria e ele a perderia novamente.

– Carl, melhor você voltar para a Prisão, todos devem estar preocupados.

– Preocupados? Eles não se importam comigo.

– Faça isso, por mim! – Mari sorriu.

[...]

POV – Soap

Eu estava caminhando por Woodbury. Não confiava muito nesse Governador.

Eu vi uma mulher bonita. Ela era de meu grupo. Acho que o nome dela era Laurie ou Laura, não sei.

Eu vi o Governador.

– Bom dia, meu caro. – O homem sorriu.

– Oi.

– O que faz aqui a esta hora da manhã?

– Eu acordo cedo.

– Ah, tá certo. Bom dia para você.

Esse cara me dá nojo. Não sei por que, mas ele me enoja.

[...]

Rick estava na vigia. Ele viu alguém chegando perto do portão.

– Carl!

Rick desceu da torre correndo e chamou Glenn para ajudar a abrir o portão.

Carl entrou pelo portão normalmente.

– Onde você estava?

– Procurando Mari.

– Carl, você sai sem avisar, todos ficaram preocupados!

– E quem se importa?

Carl foi andando normalmente para a sua cela.

Ao entrar lá, deu de cara com Kelly. A garota usava um vestido azul e jogou seus cabelos ao ar.

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– Carl, sabia que você voltaria! – Ela agia como se fosse a mulher dele.

– Sai fora, eu tenho namorada. – Carl falou para a garota.

– Mas ela morreu, agora, sou eu quem vai ocupar o espaço vazio em você.

A garota agarrou em Carl e se aproximou. Faltavam poucos centímetros para os dois se beijarem.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Acham que o Carl beijará a Kelly?
Qual o casal que vocês mais shippam?
Comentem, é importante.