POV'S Luu Fiore

.Acordei as 10:30, caindo da cama. Noite passa dormi tão desajeitada que acabei caindo .

Acho que perdi a noção do espaço da cama. Acordei assustada e dolorida. Com o barulho, que foi gigantesco por sinal, Austin veio até o quarto perguntar o que havia acontecido :

– Você tá bem ? Ouvi um barulho do meu quarto . — Perguntou ele com os olhos arregalados, ele parecia assustado .

– Tô. Eu só tomei, um leve tombo matinal . — O respondi, ainda sentada no chão, com a mão na cabeça. Com uma espressão mais calma, entrou no quarto e me ofereceu a mão para me ajudar a levantar . Ainda precocupado, ele torna a perguntar :

– Tem certeza que está bem ? Fez um som bem alto. — Dessa vez mais descontraído, como se tivesse querendo me que eu me sentisse menos envergonhada. Sorri e o dei um leve empurram, de igual pra igual .

- Tô. Não me machuquei . — Ok, flertei para não preocupar. Mas foi uma queda feia e hilária .

- Ok, a mãe, chamou para o café. Você vem? — Perguntou ele, já saindo do quarto .

– Claro, só vou tomar um banho . — Disse ainda tonta, enquanto ele fechava a porta do quarto . Sai em seguida, a caminho do banheiro. Tomei uma ducha, e foi bom pra. Era relaxante. Apesar de ter sido um banho rápido .

Escorri os cabelos com as mãos, e com eles ainda umidos peguei o secador e os desleixadamente. Fui pro meu quarto e enquanto procurava uma roupa, me deparei com o meu celular, em cima da estante, totalmente sem batéria . Coloquei ele pra carregar enquano me vestia. (http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_73/set?id=54045754) Ainda com o celular carregando, mandei uma mensagem as preças pra Lili. Estava preocupada com ela, não tive contato com ela desde de noite.

( Lili, tour pela cidade. Te encontro ai em 15 minutos . Lu, xx )


Desci para o café, e a família toda estava lá em baixo . Sentei me na mesa, e me servi um pouco das torradas e um copo de suco. E deu pra perceber que Nathalie, queria falar muito mais do que conseguia . Enfim consegui me perguntar :

– O que aconteceu com você hoje de manhã ? Austin, comentou que você caiu da cama . — Austin, deu uma gargalhada abafada, enquanto tomava seu suco. O encarei antes de responder, e ele contiunuou.

– Hm... — exitei a responder — sou meio desastrada. Mas não é um costume eu cair da cama, não precisa se preocupar. — A respondi, com um sorriso ironico.

Austin abafou outra gargalha, enquanto Nathalie e os demais deram uma leve risada. Ele de fato era o irmão chato que eu não estava acostumada a ter. Mas ainda sim a situação em si era emgraçada . O celular vibrou com a confirmação, que não era fora de tempo, da Lili.

– Vão ter que me desculpar, mas vou fazer um tour, pela cidade com a Lili. — Disse enquanto engolia a torrada.

– Mas tão cedo ? — Disse Joseph, calmamente enquanto lia o jornal.

– É, nova cidade, animos a flor da pele. Não queremos perder nada. — O respondia, já virnado o suco. Ainda tentando parecer educada.

– Esses jovens, tem preça pra tudo. — Ele ria consigo, de alguma graça que ele via na situação.

Confusa, sacudi a cabeça positivamente, com o olhar aperta e a sombracelha levantada .

– Me desculpem mais uma vez. — Enquanto pedia lincença pra deixar a mesa .

– Tudo bem, vai lá . — Disse Nathalie com um sorriso simpatico no rosto.Sai com o passo vagaroso.

Quando passei da porta do apartamento, sai correndo, e entrei no elevador. Quando cheguei lá em baixo, Lili estava me esperando do outro lado da rua, me esperando. Atravessei, ela parecia feliz por me ver, e também com raiva, era uma mistura de sentimentos. Quando cheguei até ela. Sem exitar questionou :

– Onde você tava ? — Perguntou furiosa, soltando fogo pela boca . — Fiquei preocupada, não me ligou e nem mandou uma mensagem a manhã toda. — Pensei duas vezes antes de responde-la.

– É meu... meu celular tava sem batéria, foi mal . — A respondi encolhida de medo .

– É bom mesmo . — Rebateu com marra, e ironia .

Fomos caminhando pela rua. Enfim, pegamos um daqueles tipicos onibos londrinos, vermenlhos de dois andares. Fomos para o andar de cima, onde uma guia turistica, falava rapidamente sobre a historia de cada monumento. Nos sentamos no fundo. Lili parecia animada, e ainda com raiva. Então puxei assunto pra descontrair .

Sabia que ela podia estar com raiva de mim, mas ela não perderia a chance de contar os detalhes da noite .

– Então como foi com a nova família ?

– Eles são incrivéis, me trataram como se de fato eu fosse da família . Foi incrivel. Até me aproximeu do meu " irmãozinho" . — Sorriu, fitando a paísagem, enquando falava.- E você ?

Achei melhor não comentar meu incidente, com o chão esta manhã . E só de lembra o Austin e a situação ri abafadamente.

– Hãa, me dei bem com eles, apesar de não ter tido tempo de interagir melhor com eles . Além da Kim, que eu já conhecia. — Sempre fui tímida, tenho uma dificuldade enorme de até mesmo puxar assunto com uma pessoa que não conheço . Mudei de assunto ao perceber que continuariamos nosso tour a pé .

– Vem. — Puxei, a Lili antes que ela pudesse, cogitar em dizer não .

– Mas pra onde ? — Questionava ela, enquanto eu a puxava, sem lhe deixa outra escolha a não ser vir .

– Vem, cê vai ver . Ainda a puxando, descemos do onibos, e quando ela avistou a Starbucks que eu queria que fossemos ela apressou o passo .

Atravessamos a rua entramos lá tão animadas. Nos mantivemos . Fizemos nosso pedido, e saimos de lá animadas e fomos andando pela cidade e tirando diversas fotos, para recordar .

Andavamos descontraídas quando, passou um rapaz destribuindo panfletos da inalguração de uma boate ali por perto. Na mesma hora, que olhei pra Lili, ela já me olhava com o mesmo sorriso e o mesmo pensamento .

Compramos entradas antecipadas, e vimos que no panfleto dizia o horário e tudo. Estavamos lá mesmo, porque não ir em uma festinha básica, pra abrir nossa chegada em Londres. Continuamos,andando pela cidade e tirando diversas fotos em vários, lugares diferentes. Foi divertido . E entre as risadas não tão isageradas, como as de costume , o celular vibrou , era professora.

– Alô. — Atendi o celular .

– Hello . — Disse nossa teacher entre uma risada e outra .

– Onde estão meninas ? Lhe informei o restaurante que estavamos, enquanto Lili, fazia caras e bocas ao meu lado querendo saber quem era no telefone . A professora , comentou que havia alugado um carro que deixaria conosco, para melhor acesso, aos pontos turisco e etc.

Vibrei ao receber a noticía, interrompendo a professora que logo proseguia dizendo que estava ali por perto, e nos levaria o carro lá . Quando contei a Lili, ela deixou escapar um grito de felicida que foi logo incoberto por sua cara invergonhada, quando notará que um casal, da mesa ao lado estava olhando fixamente pra nos .

–Sentimos muito . — Disse com um sorriso desajeitado .

Como prometido, alguns minutos depois a professora chegou, e deu algumas recomendações sobre o carro. Assim que ela acabou, Lili tomou a direção , e a deixou no apê de uma amiga na qual estava hospeda. Em seguida relutantemente, fomos pra casa. Lili subiu, e disse que estaria me esperando as 21 hrs para sairmos .

Fitei impaciente os andares subindo vagarosamente, enquanto procurava um número na agenda de contatos. Ao chegar no meu andar, fui arrastando os pés desatenta olhando pro celular . Abri a porta delicadamente, estava entrando e me deparei com Nathalie preparando o jantar.

Ela não percebeu minha chegada, pois estava com a atenção fixa no que fazia na cozinha. Tirei a camisa xadrez e a deixei de lada na poltrona .

– Precisa de ajuda ? — Disse enquanto me aproximava lentamente da cozinha .

– Oh, — Deu um grito abafado, ao notar minha presença. — Não tinha notado que já estava ai . — disse ela com a respiração aliviada.

– Não precisa.

– Eu insisto, tem alguma coisa que eu possa fazer pra te ajudar ? — Persisti .

– Hm, ok me ajude com a sobremesa. Pode até fazer algo, Brasileiro, pra experimentarmos .- Deu uma ideia .

– Hm, ok . — Respondi, ainda pensando no que faria. Decidi fazer, mostrar agilidade na cozinha, ao fazer um simples pudim . Peguei uns ingrediantes e os misturei . Despois de pronto fiz uma calda e coloquei na geladeira .

Eram, umas 7 hrs . Fui andando pro meu quarto ainda arrastando os pés, passei pelo quarto da Kimberly, e pude notar, que o som estava estupidamente alto .

E talvez passase despercibido, mas exitei, e voltei . Dei batidas na porta, ( talvez ela não tenha ouvido) então fui abrindo a porta devarinho, até que pudesse ver o que se passava lá dentro . Ela estava dançando e cantando, igual uma louca uma música que me suava familiar . Talvez eu não quisesse ver isso e quando estava prestes a fechar a porta. Ela gritou desnecessáriamente :

– Eeei, Luuisaaaa, chegou cedo ! Eaai curti essa banda ?? — Me assustei parecia que ela havia tomado umas 10 chicarás de um café bem forte.

– Hã... talvez não sei .- O som estava tão alto que era difícil ouvir a música em si .

– OMG ! São a One Directinon, vai dizer que nunca ouviu falar ? — Me encara fixamente como se eu fosse de outro mundo .

– Ahh, claro já ouvi falar . — Tentei parecer que entendia mais do que o de fato .

– Eles não são tudo ? Não são fofos, adoravéis, perfeitos ... — Não consegui ouvir muito mais do que isso.

– Hm.. claro — Apresentei um sorriso meio ironico . — Bom, eu tenho vou deixa você ouvir seu ... amados . — Sai de cautelosamente antes que ela pudesse notar , e talvez ela fosse falar algo, mas uma música que ela adorava começou a tocar.

Continuei andando, e fui pro meu quarto . Coloquei uma roupa mais aconchegante, e desci pra ajudar a colocar a mesa , do jantar . Eram 20 hrs e estavam todos na mesa pro jantar .

Eu não estava acostumada com isso, em casa eu estava acostumada a jantar, comida congelada enquanto via tv . Mas era bom ter uma família pra vária . Depois do jantar , eles estavam ansiosos pra provarem o que eu havia feito . Peguei os pratos de sobremesa e os servi .

Era inacreditável, eles adoraram . E olha que eu não eram tão boa assim na cozinha . Não estva acostumada com essas coisas de família, mas eu não me importaria de me acostumar . Eles me elogiaram e tudo . E antes que eu pudesse me oferecer pra lavar a louça, meu celular vibrou .

( Luu, vou me arrumar agora, não se atrase estarei te espernado as 21 hrs . Lili xx )

–Nathalie, hoje vou pra uma festa com a Lili, tudo bem ? — De alguma forma ela era minha mãe, e lhe pedi permissão como se de fato fosse .

– Mas é claro . — Ela respondeu com a maior naturalidade. — Olha aqui está uma copia das chaves, pra poder entrar sem tocar o interfone lá em baixo.

– Puxa valeu ! — Agradeci . Sabei cogitei em abraça-la, mas ficou só no pensamento . A fitei por alguns segundos, com um sorriso agradecido no rosto.

– Bom, então eu vou me arrumar . — Ok querida. Respondi a mensagem da Lili :

( Ok, vou me arrumar e já desço . Luu xx. )

Decidi, trocar a capa do Iphone, coloquei a preta, foi a unica que achei . Tomei um banho rápido, e me vesti, (http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_74/set?.locale=pt-br&id=54046633) em menos de 20 minutos estva pronta.

Soltei o cabelo, e mandei outra mensagem pra Lili, avisando que estava descendo . Tentei passar pela sala, sem ser notada, mas fracassei . E pude ouvir a voz da Kim :

– Uau, você tá linda. — Que chamou a atenção de todos pra mim.

Nunca me senti confortável com as pessoas olhando pra mim. É estranho eu sei, mas sempre tive esse certo medo, não acho que começou na 4º série quando a professora pediu que eu fosse a frente da sala e lesse um poema . Todo mundo me olhando, e sei lá, eu travei . E acho que desde de então me sinto um tanto desconfortável quando sou o " Centro das atenções " . Ainda sim tentei responder

– Puxa, obrigada. Bom eu tô de saida, vou tentar não volta muito tarde . — Falei olhando pro Joseph .

– Não, tudo bem. Aproveite a cidade. — Disse ele, tentando me deixar confortavel.

– Ok, obrigado . — Sai, toda envergonhada. Quando chegei lá em baixo, Lili estava me esperando, linda em um vestido azul e preto .

Pegamos o carro , e fomos para boate . Ainda no carro deixei as chaves lá dentro .Chegando lá, tinha uma fila enorme, que quase dava a volta no na esquina. Procuramos um lugar pra estacionar . Fomos ao começo da fila, nos haviamos comprado antecipado e então podiamos entrar direto .

O seguraça que, era uma rapaz forte e alto , que eu admito me deu um pouco de medo , colocou uma pulseira no meu braço e no da Lili. Entramos. Era um lugar enorme, e tinha muitas pessoas . Tinha um bar ali, um local que vendia bebidas diversas e um barman jogava as garafas pro alto enquanto fazia a bebida, a mesa do Dj que se encontrava no centro e uma parte mais ao fundo com algumas mesas. Fomos para pista de dança e começamos a dançar.

Tocaram várias músicas super legais . Não posso dizer que eu estava exatamente dançando, apenas arriscando alguns passo, mas ainda sim nem me importei.

– Eu vou comprar alguma coisa pra mim beber, vai querer algo ? — Disse Lili proxima de mim por causa do som .

– Não. — Me fiz entender, dizendo enquanto balançava a cabeça negativamente. Ela foi passando entre as pessoas que dançavam até chegar ao bar .

E eu fiquei lá dançando . Foi quando um rapaz embreago esbarrou com força em mim . Ele se equilibra pra não cair, e parece querer dizer algo, porém não pronuncia nada que pudesse ser entendido .

– Eii, você tá bem ?? — Pergunto enquanto o seguro, quando ele ameaça cair novamente .

– Melhor agora ... — Diz ele com dificuldade e logo sobe um cheiro insuportável de alcool.

Quando ouvi, ele fez peso e meu braço automaticamente o soltou, e ele foi pro chão . Tentando se erger e falar ao mesmo tempo dá pra ouvir ele dizendo " O que ? ... por... porque ... você me soltou gata ?

"Com uma expressão assustada eu tentei levanta-lo . Lili chegou e tentou entender a situação . Ao não entender nada, com um drink na mão, me ajudou a levanta-lo, com a mão livre o puxou pelo braço.

– Quem é esse ? — Perguntou ela .

– Nem desconfio .

– Sou seu futuro namorado . — Disse ele passando o braço em volta os ombros da Lili, que deu um sorriso desajeitado .

Tentei explicar com um sinal de bebida que ele não estava sóbrio . E antes que ela pudesse pensar em responder, ele saiu andando todo desengonçado .

Olhei pra Lili que estava com uma expressão assustada olhando pra mim . E sincronizadamente gargalhamos da situação .

Continuamos lá dançando e conversando . Eram aproximadamente umas 2:30 hrs, quando o mesmo rapaz embragado esbarrou na gente novamente.

– Docinho ! Por onde andou estava te procura... — Tentou terminar fracassadamente a frase se dirigindo pra Lili novamente .

E antes que ela pudesse pensar em responder, um dos seguranças nos abordaram .Os seguranças estavam atrás dele, aparentemente ele havia arranjado briga com alguém.

– Com liçença, esse rapaz esta incomodando vocês ? — Perguntou o segurança, que era gigantesco, pronto para dar uma surra no rapaz.

– Bom é que ele ... — Interrompi a Lili antes que ela pudesse terminar .

– Ele tá com a gente. Estavámos o procurando, mas já estamos o levando embora . — O rapaz me encarou sem enteder nada. Pude ouvir o guarda resmungando " Desta vez você teve sorte, mas na proxima... " Quando o guarda se virou, o rapaz ainda deu a lingua.

Parecia uma criança de 5 anos de birra. Quando notei, Lili com o rapaz ainda com o braço em volta a seu ombro, estava me encarando com uma expessão confusa.

– Como assim, " Ele tá com a gente" ? — Questionou ela.

– Qual é, ele ia levar uma surra. — Fui piedosa. — O que custa, a gente já tá de saida, vamos leva-lo pra casa.

– Mas como vamos saber onde ele mora ? — Perguntou ela, enquanto tentava desapoiar o braço do rapaz de seu ombro .

– Olha, vou compra uma água, me encontra lá fora . — Falei enquanto ia até o bar, sem entender nada ela o levou lá pra fora.

A encontrei perto do carro. Ele ainda estava bastante bêbado.

– Porque comprou aguá gelada ? — Perguntou ela.

– Me diziam que ajuda, quando a pessoa tá bêbada .- E antes que ele pudesse parar com sua dança maluca que estava fazendo perto do carro, abri a garrafa de água, e joguei no seu rosto pra que acordaçe . Assustado e desnorteado ele nem sabia o que falar. Lili não consigui conter a gargalhada.

– Por que você fez isso ? — Disse ele enquanto passava a mão no rosto .

– Pra ver se você acorda. — Disse firme . — Aliais, qual é seu nome ? — Aproveitei a oportunidade .

– Josh... — Respondeu ainda atordoado por causa da água .

– E vocês ? — Um pouco mais sóbrio .

– Meu nome Luisa e essa é a Lili. — Respondi enquanto abria a porta do carro pra que entrasse .

– Você ao menos lembra onde mora ? — Perguntei já dentro do carro .

– Na minha casa. — Riu da própria piada enquanto reviravamos os olhos.

– Especificamente, você sabe o indereço ? — Persisti .

– Não, mas ... — Lili o interrompeu antes que pudesse concluir .

– Qual é o seu prazer em ajudar bêbados ? — Questionou Lili com um sorriso irônico no rosto.

– Ui, a gatinha está mostrando as garras ... — Rebateu com os olhos fechado apontando o dedo pra cima.

– Não lembro onde eu moro, mas tenho o indereço gravado no gps do celular. — Continuou .

– E cadê seu celular ? — Já impaciente com sua voz embreagada .

– Ele costuma a ficar no meu bolso .- Sorriu maliciosamentes .

– Então então pega, ué .- Ordenei .

– Estou bêbado demais pra isso . — Se referiu a Lili. Que o deu um sorriso debochado.

Fitei sua face por alguns segundos e me refiri a Lili :

– Hum... ok, Lili pega ai . — Ela que estava a ponto de agredi-lo virou pra mim com uma cara de como quisesse dizer " Como é que é ?"

– O bêbado é seu, tal função também. Pega você. — Repondeu calma .

Mais um sorriso irônico . Me inclinei por cima do banco pra procura o celular. Josh levantou a mão como sinal que não tentaria nada . Procurei no bolso de tras, com dificulde, pois ele se manteu imovél.

Não estava no bolso de traz, e antes que eu pudesse checar o dá frente, ele mais uma vez apresentou um sorriso malicioso . Resmunguei " Isso só pode ser carma." sem que ele pudesse ouvir ou entender.

O encarei com uma expressam firme, e o sorrisinho pretencioso sumiu de seu rosto . Consegui pegar o celular.

E voltei ao banco . Chequei no gps, e a casa dele não era tão longe, o ajustei pra nos levar lá . Coloquei o celular no adaptador .

Estranhei o silêncio, mas antes que pudesse dizer algo, notei que Josh estava quase pegando no sono . Lili notou e susurrou pra que eu pudesse ouvir.

– Só falta a gente ter que carrega-lo pra casa .

– Ei, acorda ! — Falei em um tom que o despertou assustado . — Não vamos te carregar até em casa não, ok ? — Quis parecer ironica, mas acho que acabei parecendo autoritária

.- Poxa, e quem vai me botar na cama. — Não pude evitar de sorrir, enquanto ele mais uma vez se dirigia a Lili. Já se paciência revirou os olhos :

– Você tem pernas, use-as . — Disse seca, o observando pelo retrovisor. Ele pensou em rebater mas se conteve.Pegei meu celular, pra checar a hora.

Estavamos chegando na casa dele, quando um carro com o som alto e correndo nos fechou. Lili freio brutalmente, o meu celular caiu escorregou da minha mão e foi inevitavémente pro chão, junto com o que estava no adaptador . Virei pra Lili que estava com uma espressão apavorada, Josh com os olhos esbugalhados. Lili respirou e peguntou :

– Tá todo mundo bem ?

– Eu tô . — Respondi a tranquilizando .

– Eu não, quase que meu estomago saiu pela boca. — Disse Josh, ainda arrastando as letras.

Lili continuou, entramos na rua de Josh, que mostrou onde era sua casa. Ele estava saindo do carro quando, o lembrei do seu celular, que ainda estava no chão junto com o meu . Pus minha mão no chão do carro e peguei o celular que encontrei, o lembrando a ele.

– Eiii, seu celular .

– Ah, valeu . — Disse ele. Enquanto saiu do carro e se inclinou na janela da frente pra falar com Lili.

– Olha, eu sei que vai sentir minha falta, mas aguenta tá ? A gente se esbarra por ai. — Mais uma piadinha.

E antes que Lili pudesse responder ele saiu, andando todo desengonçado até a casa.

Onde um amigo, talvez seu colega de moradia o esperava. Não deu pra ver direito como era o outro rapaz. Me certifiquei que ele entrou e fomos embora.

– Que noite ! — Lili resmungou, mas com um sorriso dessa vez, mais tranquilo e sereno .

Soltei um riso, que eu descreveria, malefico . Enquanto pegava meu celular do chão.

–Temos que repitir a dose. — Disse querendo ver sua reação .

– HAHAHA, — gargalho ironicamente.- Nem pensar, o que somos ? Babás de bêbados ? — Brincou .

Fomos o caminho inteiro zoando o Josh e como a noite tinha sido. E deu pra notar que Lili relaxou mais quando o Josh foi embora. Ele a irritava de forma incomun, e dava pra notar por sua expressão perto dele. Enfim talvez ainda esbarrasemos nele por ai. Pra o azar da Lili.