POV'S Lu Fiore

Não acredito que a Lili, armou pra mim sair com aquele playboyzinho. Estava muito irritada, apesar de não ter demonstrado. Fiquei na minha, enquanto tinha um plano, simples pra aquela noite.

Nunca fui o tipo de garota, que se importou muito com o que os outros diziam, e não me importava de parecer diferente ou fora dos padrões. E apesar de ser uma péssima mentirosa ainda sim pude ser educada, com o Harrold ... (sei lá qual o nome dele) quando ele marcou a hora. Alias a grande culpada foi a Lili.

Poxa, mas se ele acha que eu sou uma garota delicadinha, cheia de não me toque e obssecada por falar de garotos, acho que irá se supreender .

Enfim Lili, me deixou em casa, lembrando-me que estaria me esperando 10 pras 9 lá em baixo. Sorri ironicamente enquanto saia do carro.

Cheguei em casa e mais uma vez me deparei com o som gritanto. Resmunguei pra mim mesma " Aparentemente Kim está em casa."

Nathalie na sala assistindo um filme de comédia romantica. Sentei-me do lado dela. Que logo me cumprimentou.

- Como foi lá com o ... o tal rapaz ?

- Foi tudo muito bem. E nos tornamos até amigos. — Sorri, de forma que confiava a ela os meus segredos . Ela era tipo um super amiga, com as vantagens do colo de mãe. — E acabei arranjando um encontro pra hoje. — Não ha escondi, me abri come ela . Ela gostava de ouvir, Austin e Kim, não eram muito de falar de suas vidas sociais com ela.

- Hmm..- Ela se ajeitou no sofá virando pra mim, demonstrando atenção ao ouvir. — Eaai ? Como ele é ? Como é o nome dele ? Me conte tudo . — Nathalie era aquele tipo de mãe moderna que tentava se enturmar com os filhos, fracassadamente pelo visto. Mas eu não ligava, quis me abrir com ela. Me senti segura.

- Não sei muito dele, na verdade foi um encontro arranjado. Lili fez isso como vingança. — Expliquei, enquanto ela ouvia atentamente. — O nome dele é ...- puxei na mente — Harold eu acho, ou Harry. Não sei. Ele parece ser aquele tipo de playboyzinho tipico, sabe ?

- E você vai dar uma chance a ele ? — E um sorriso malicioso apareceu em seu rosto, estranhei mas prosegui .

- Não mesmo. Acho que nem vou.

- Como não vai ? — Perguntou ela indignada. — Você tem que ir, da uma chance pra ele, você pode se surpreender.

- Eu duvido muito. — Sorri como se ela estivesse contado uma piada .

- Amanhã quero saber todos os detalhes. — Ela, estava parcendo ter 15 anos outra vez. E gostei de ter conversado com ela.

- Ok. Não vai rolar nada demais .- Apostei tendo certeza. — Aliais, não vou jantar me casa, vamos em um restaurante e depois ele vai me levar pra dar uma olhada na cidade. — A previni .

- Ok. — Fitei o rélogio enquanto ela falava.

Estava cedo, entao subi pro quarto e me deitei na cama, descansando minha cabeça e meus pensamentos. Fitei incessantemente o teto até pegar no sono . Acordei com o celular tocando, eram 21:30. Eu havia dormido demais,

- Alô ? — Atendi com uma voz de sono .

- Estava dormindo ? — Perguntou Lili .

- Não, magina. Eu tava treinando pra morrer. — . Sorri comigo mesma

Ela deu uma risada antes de prosseguir .

- Eii, se acha que vai escapar desse encontro, não se iluda . — Pude sentir seu tom malefíco enquanto dizia.

- Notei . — Disse desanimada . — Olha eu vou me arrumar . Passo ai quando estiver pronta. Ok ?

- Tá. Não se atrase.

Ela não parecia tão desanimada com esse encotro . Ignorei os fatos, e fui para o banheiro, tomei uma ducha demorada, sem me importar com o resto . Me arrumei (http://www.polyvore.com/sem_t%C3%ADtulo_75/set?id=54581370), se é que posso dizer assim. Coloquei uma roupa qualquer, eu disse. Não sou muito fã de se emperequetar toda pra um encontro meio que forçado . Fiz um coque no cabelo desleixado, meio bagunçado. Peguei o celular e avisei que estava descendo . Saindo do quarto me deparei com Austin .

- Como estou ? — Perguntei, sabia que ele seria sincero, pois ele era o tipo que mentiria pra me agradar.

- Parecendo, uma garota desleixada. — Disse ele, soltando uma risada em seguida .

- Perfeito. — Respondi.

- Vai sair ? — Questionou ele .

- Sim. Um encontro .

- HAHAHA, vai ser o que um encontro as escuras ? -Não perdeu a chance.

- Obrigada pela parte que me toca . — Rebati, com um sorriso sinico. Enquanto me encaminhava até a cozinha pra falar com a Nathalie.

Ela me viu entrando, dei uma volta pra mostra o Look.

- Você não ia sair ? — Disse ela .

Antes de respondi, sorri .

- Sim, gostou do meu look ? — Fui ironica.

- Mas você não vai colocar nem um salto ? Nem um brinco ? Nada ? — Disse ela ainda sem acreditar .

Balancei a cabeça negativamente .

- Pelo menos solte o cabelo. — Dizia enquanto tirava o prendedor, e deixa os cabelos escuros e longos que vinham lisos e depois se ondulando nas pontas, por causa do prendedor . E ainda um pouco arrepiados, fui me dirigindo a porta.

- Olha tô indo . Não pretendo voltar tarde. — Sorri com meu plano . — Acho que ele não vai aguentar nem até a metade da noite.

- Luu, tadinho dele. — Ela me observava apreensiva enquanto, eu saia.

Desci vagarosamente. Encontrei Lili lá embaixo .

- Oque aconteceu com o não se atrase? — Disse é ela antes de me olhar bem .

- Oi pra você també Lili. — Respondi, entredida com um joguinho no celular.

- Oi, mas ... — Ela parou de falar, e me olhou de cima a baixo. — Que roupa é essa ? — Disse ela que estava elegante : (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54581853)

- Gostou ? — Fui ironica.

- Claro que não. — Irritando-se. — Sobe e troca de roupa.

- Poxa, agora não dá mais tempo. — Fui sinica. — Por que não me avisou, que eu deveira me vestir, formalmente ? — Fui ironica, eu sabia aonde iriamos, e que eu deveria me vestir no minimo mas emprequetada, aliais era um encontro . Mas me fingi de besta, eu não queria que ele gostasse de mim, digo . Não iria ser uma barbie, pro playboyzinho .

- Ok.- Ela trincou os dentes, enquanto entravamos no carro.

Já la dentro, dei uma boa olhada nela.

- Bom mas e você ?

- Eu o que? — Disse ela, com atenção no trânsito .

- Porque tá tão arrumadinha ? Nem parece que está indo pra um encontro arranjado. — A irritei .

- Não sei do que está falando. — Se fez de desentendida .- Vamos a um restaurante de classe. Não quero passar uma má impressão.

- Claro. — A fitei, sem acreditar em uma sequer palavra que saia da sua boca.

Ela pediu pra mim checa o endereço no que estava no celular. Chequei rapidamente e a apontei onde era. Chegamos ao restaurante. Com uma arquitetura sofisticada, demos a chave para o manobrista e entramos .

Fomos até a recepição, onde um atendete, nos atendeu com um sorriso simpatico.

- Posso ajuda-las ?

- Sim, estamos procurando a mesa reservada, por Zayn Malik ? — Lili falou de forma gentil . O antendente deu um sorriso .

- Me acompanhem, que as levarei lá. — Disse o atendente apresentando outro sorriso simpatico .

Fomos andando pelo restaurante, até a mesa onde estavam sentados Harry e Zayn . Que deram um sorriso simuntaneamente. Sorri de forma conformada, o quanto mais nos aproximavamos da mesa. Pensando " O que eu fiz pra merecer isso ?"

- Oi — Disse Zayn que não conseguia tirar os olhos de Lili, em meio o seu trase, a voz de Lili meio que o despertou .

- Oi . — Disse Lili com um sorriso tímido .

E não sei porque, mas quando Harry me viu, abriu um sorriso. Mas não um malicioso, um mais feliz e ainda indecifrável . Sorri de volta .

- Oi .

- Oi . — Falei em um baixo .

O jantar foi tranquilo. Os meninos conversaram bastante. Zayn e Lili, pareciam estar se dando bem . Enquanto eu me mantive mas fechada, o Harry tentava puxar assunto comigo, mas minhas respostas eram mais curtas . Ele pareceu notar minha timidez e parecia estar disposto a me fazer ficar mais a vontade .

- Bom, vamos ? — Se referiu a mim com um sorriso .

- Aonde ? — Disse, despersa.

- Ué, se quiser conhecer a cidade temos que ir . — Suou meio sarcastico .

- Claro . — Respondi enquanto fitei Lili como se quisesse mata-la. Ela respondeu com um sorriso, de " TÔ NUMA PIOR AMIGA" . Harry foi caminhando até saida, e o segui depois de me despedi do casal .

Esperamos o manobrista trazer o carro. E ele tomou a direção, me levando pra o tour pela cidade deixando Lili e Zayn, lá. Um tour, do qual eu não estava nem um pouco afim de participar .

Ele dirigiu tranquilamente, e dava pra notar que não sabia muito bem o que falar. Então puxou um assunto qualquer .

- Legal, as manobras de skate que você fez hoje. — Disse ele educadamente.

- Valeu.

- Onde aprendeu a fazer aquilo ? — Ele tentou puxar assunto .

- Com uns amigos . — Não estava muito interessada.

Ele não puxou mas assunto. Admito senti pena de sua expressão de fracasso.

- E você não anda ? — Mais uma vez sendo piedosa.

- Não. — Sorriu ao notar interesse. — Não sou muito bom com skates, mas me imprecionei com o fato de uma garota conseguir .

- É tão surpreendente assim ? — Perguntei, com um sorriso, meio indignado .

- Sim — Ele riu .

Achei a afirmação dele, machista. Mas apenas engoli a seco . Seria só aquela noite e depois disso, nunca mais precisaria ouvir falar em Harry Styles . Respirei fundo e tentei descobrir onde estavamos indo. Apertei os olhos e observei em volta, sem sucesso. Relutei ao pergunta-lo.

- Onde estamos indo ?

- Isso é uma surpresa . — Ele disse enquanto piscava pra mim .

Resmungei pra que ele não pudesse ouvir " Esse noite não acaba nunca ?"

Ainda dirigindo, ele estacionou o carro. Era um lugar bem claro, mas ainda sim não consguia ver muito. Sai do carro ainda confusa. Ele pegou minha mão e foi guiando até tal lugar. Estava pronta pra dizer algo, quando chegamos deu pra ver as luzes. Era a famosa roda gigante de Londres. Meus olhos ofuscaram , e involuntáriamente abri um sorriso .

- Ela é conhecida, como a '' Londo Eye. A roda gigante do milénio."- explicou ele. Fomos chegando perto . Ele continuou . — Tudo foi preparado pra ela ser inalgurada pelo primeiro ministro Tony Blair, na virada do ano de 1999. Porém naquele ano, as cabines não foram aprovadas no teste de segurança. — Eu o ouvia atentamente. — Levaria um mês pra que o povo pudesse desfrutar dela. O que não impediu que a roda girasse sem passageiros, o novo milénio havia chegado, e com ele a London Eye.

Fomos chegando, cada vez mais perto da roda gigante, e meus olhos brilhavam.

- Uau — Falei enquanto admirava ela explendida lá no alto . Meus pés voltaram pro chão, e me centrei. — E quando o povo, pode apreciar o "vôo" ?

- Em fevereiro de 2000. — Disse ele. — Eai, quer ter a mesma emoção que eles tiveram ? — Temi sua pergunta, já que eu tinha um terrível medo de altura.

- Acho melhor deixar pra outro dia. — Tentei parecer forte.

- Pra que? Estamos aqui agora, e alias já comprei as entradas. — Insitiu . — A vista de lá de cima, é incrivél , cê tem que ver .

- Não preciso não , é melhor eu ficar aqui, no chão onde é ...- exitei ao pensar na altura. — seguro .

Ele me olhou, tentando entender. E sorriu a notar.

- Você tem medo ? — Perguntou ele, como se fosse ridiculo.

- Claro que não . — Sou muito durona pra admitir meus medos.

- Então porque não quer ir ? — Ele sorriu de forma desafiante. Na hora, meu sangue meio que ferveu, e então disse:

- Ok, eu vou . Não sou uma medrosa. — Tomei a frente em direção a London Eye. Logo ele veio me seguindo .

Na pequena fila, para a roda gigante, eu ainda estava me sentido firme, e sem medo, só pra tirar aquele sorrisinho estupido de seu rosto . E essa raiva continuou até que entrei no brinquedo. Engoli a seco quando chegou nossa vez.

- Tem certeza ? Se quiser ficar aqui, eu fico com você .

Sem o responder, sentei lá dentro e fomos numa cabine só eu e ele . Ele sorriu e entrou em seguida. Vi o brinquedo subindo e tentei não olhar pra fora, mas quando vi que Harry me observava comecei a desfrutar da paisagem . Vi o brinquedo subindo, e minhas mão involuntáriamente começaram a tremer. No começo fechei o punho, pra que ele não percebesse. Ele puxou assunto ainda sem notar .

- Não falei que era lindo ? — Ele dizia, enquanto o "brinquedo" subia cada vez mais .

- É, você tinha razão. — Respondi com a voz tremula.

Estavamos nos aproximando do ponto mais alto. Sem me importar com o que ele diria, abaixei a cabeça e mais uma vez comecei a tremer involuntariamente. Foi quando a roda gigante parou. Com o olhar assustado, o olhei e perguntei em um tom deseperado :

- O que aconteceu ? — Senti, minha pele ficando fria.

- A roda para, pra adimirarmos a paisagem . Que sorte paramos no ponto mais alto.- Disse ele olhando em volta. — O que foi ? — Disse ele ao parar o olhar em mim, e ver minha cabeça abaixada .

- Nada . — Respondi, com a voz falhada.

- Se continuar olhando pro chão vai perder a paisagem . — Com os olhos fechados bem forte, deu pra sentir sua voz mudar.

- Não tem proble ... — Exitei, minha voz falhou de vez.

- Você tá bem ? — Perguntou pegando minha mão .

- Tô . — Disse em meio a respiração atrapalhada .

- Sua mão tá gelada. O que foi ? — Em um tom preocupado . — Você tem mesmo medo de altura ,né? — Foi uma pergunta, mas acabou servindo como resposta, quando ele me sentiu tremer.

Ele me puxou pra perto dele, e eu que estava afastada, não tive força pra lutar, nem tentei . Ele foi me envolvendo nos braços dele de forma que pudesse segurar minha mão, gelidas naquele momento. Fui o abraçando com um braço enquanto ele segurava minha outra mão gelidas naquele momento.

- Eii, calma . — Eu ainda olhava pra baixo. — Olha pra mim . — Pedindo .

Fui levantando a cabeça, até que pudesse encontrar seu olhos claros, que refletiam calma.

- Olha, eu sei que tá com medo mas ... — Ele se mateve firme com suas palavras. — eu não vou deixar nada acontecer com você, ok ? — Respondi positivamento com a cabeça . — Olha, o segredo é você olhar pra um ponto fixo, na paísagem. Quer tentar ?

- Po... pode ... pode ser. — Gaguejei de forma estupida e involuntáriamente.

Ele apontou pra uma estrela, no céu. E parecia que quase dava pra pega-la . Não era uma estrela comun, era uma que de fato muito brilhante.

- Olha ali, uma estrela, Olha pra ela. Quando começar a se acostumar, pode ir tentando a olhar pra outros pontos. Ok?

- Uhum .

Fui consguindo observar a paisagem, e então minha respiração se controlou um pouco . Não sei explicar, mas me senti de fato segura, nos braços dele. Uma segurança que quase ninguém me passava . Sem arricar muito meu olhar ia e volta lentamente, percorrrendo a paísagem.

- Você tem razão, é lindo aqui. — Minha voz foi se regulando e eu esqueci que estava tão alto . Falei e em seguida o fitei.

Notei que a um bom tempo ele estava me observando. Foi algo meio , clichê. O olhar que eu havia evitado, no começo estava frente a frente ao meu. E o transe do qual ele se encontrava me possuiu de forma supreendente. Fomos nos aproximando cada vez mais e fui sentido sua respiração, leve e calma se tornando mais pesada . Tentei acordar, e fugir, mas era em vão. O que eu estava fazendo, estava prestes a beija-lo . Foi quando a roda começou a se mexer novamente. Acordei e me afastei um pouco. Encostei minha cabeça em seu ombro, disfarçando aquele momento .

- Obrigado — Disse enquanto a roda descia cada vez mais. Ele apresentou um sorriso de sua coleção, aquele era uma de " Fiz o bem a humanidade hoje, salvei a donzela em pergio."

- De nada . — Ele conseguiria tirar uma frase mirabolante dali , mas opitou por isso .

Saimos da roda gigante e ele foi comprar um algodão doce, pra mim na saída . Já sem medo, comecei a ficar lucida, e noitei .

Ele tentou me beijar. Que tipo de garota ele pensa que eu sou? Só porque sai com ele, não significava que tinhamos que nos beijar. Ainda bem que a roda se mexeu. Ele acha que só porque me ajudou com meu medo, eu tenho que beija-lo ? Que ridiculo . As vezes acho que sou boazinha demais. Estava disposta a mostra-lo que não era a Barbie que ele tava procurando .

Fomos dividindo o algodão doce, enquanto andavamos até o carro .

- Então foi muito bom o passeio, mas vou pra casa. — E antes que eu pudesse sair, ele me segurou .

- Sou tão desagradável assim. — Foi uma pergunta retorica .

- Sim. — Gargalhei baixo .

- Ai, essa doeu . — Riu junto .

- Por quanto tempo mais, vai me prender ?- Perguntei em um tom mas irritante.

Ele estacionou o carro e descemos pra dar uma volta na cidade. Fomos caminhando sem muito rumo.

- Tenho certeza que a cinderela, não precisa voltar antes da meia noite .- Disse sinicamente .

Revirei os olhos e ele viu . Me imitando em seguida.

- Pra onde vamos agora ?

- Shiiu , só me segue, ok ? — Pegou minha mão me guiando .

Andei arrastando os passos. A noite parecia não acabar. Ainda caminhando. Antes de voltar pro carro, passamos por uma daquelas cabines fotograficas perto de uma loja. Harry me puxou e antes que eu pudesse rejeitar, já estavmos lá dentro . A primeira sorrimos normalmente, e nas outras duas fizemos caretas emgraçadas, até coloquei chifinhos com os dedos no Harry . Saimos da cabine, Harry, pegou uma copia pra si e me deu outra. Fomos andando até o carro. E pra passar o tempo ele puxou assunto .

- De onde você é ? — Perguntou ele interessado .

- Brasil. — Respondi atenta ao caminho .

- Puxa, e o que faz tão longe de casa ? — Tentei não ser tagalera. Mas ele estava me enchendo de perguntas.

- Estudando, vim pra cá fazer intercambio. Vou fazer faculdade aqui .- Expliquei enquanto ele ouvia atentamente . Eu já nem estava mais com vontade de faze-lo ficar mal , de uma forma ou de outra estava me divertindo. E ele foi bem simpatico, não tive motivo pra não retribuir .

- Faculdade de que ?

- Curioso você hein . — Brinquei antes de responder. — Medicina .

Na hora que respondi ele tirou o olhar do caminho e me fitou por uns segundos.

- Sério,- seu olhar voltou ao caminho . — Se eu não fosse cantor eu também seria médico .

Enfim chegamos, era um mirante. Ele estacionou perto de uma cerca que havia. Dava pra ver uma boa parte da cidade dali. Harry parecia querer impressionar . Ele abriu o porta malas e pegou, o que parecia uma canga. Fechou o porta malas em seguida. Estendeu a " canga ", e sentamos lado a lado. A vista era linda. E a pouca iluminação realsava o brilho das estrelas. Sorri e então puxei assunto, mais uma vez. Talvez eu estivesse começando a mudar minha opnião sobre o Harry.

- Qual o nome da sua banda mesmo ? — Perguntei sem o minimo interesse naquele assunto .

- One direction .

- Hm. — Ele esperava uma reação mais escandalosa, por isso se supreendeu quando eu olhei pro céu e apenas o irritei. — Não tinha um nome mais criativo não . — Sorri, e ele entendeu que era brincadeira.

Ele sorriu, e nesse momento ele notou que eu não seria, " só mais uma alice, em seu pais das maravilhas " . Ele deitou pra observar as estrela, colocando as mãos atrás da cabeça e em seguida fiz o mesmo. Apenas relaxei.

- Olha, aquela é a estrela que eu te mostrei, quando estavamos na London Eye. — Apontou .

- É ela mesma. — A fitei, brilhante e linda no céu .

- Essa vai ser nossa estrela...

- Nossa ? — Dei um sorriso ironico, quando o interrompi.

- É, pra toda vez que você olha pro céu, você lembrar de mim...- Fiquei sem graça, e então ele completou, caçoando de mim . Mudando um pouco de seu jeito e se tornando mais sarcastico. — E de quanto você me ama .

Gargalhei como se tivesse ouvido uma piada otima.

- Quem te enganou ?

- Não precisa esconder, eu sei que você me quer . — Ele disse convecidamente. — desde de hoje de manhã não tirava os olhos de mim. — Disse se sentando e poondo as mãos no joelho .

- Até parece. — O contrariei .- Você não faz meu estilo.

- Nem você. Que tipo de garota vai a um encontro de All star e jeans rasgado. Ainda por cima com o cabelo todo bagunçado. — Ele começou a me irritar .

- O tipo de garota que não esta muito afim de ir. — Retruquei.

- Me faz um favor. — Com uma expressão séria.

- O que ? — Ele tava provando que era apenas mais, um playboyzinho convecido. E eu que começará a pensar que ele era diferente. Mas nada muda, embalagem diferente, conteudo igual.

- Me ame menos. — Ele falou. Mas não era uma piada. Ele me provoucou .

- Amar ? hahaha, jamais ! Tô com cara de Barbie ? — Me levantei .

- O que te faz achar que eu gosto de Barbies ? — Se levantou me, se tornando maior que eu .

Sorri sem responde-lo . Continuei.

- Não me engana com essa carinha de santo, de santo você não tem nada . — Ele fechou os olhos, não acreditando .

- Olha, nenhuma garota jamais falou assim comigo ! — Ele se irritou .

- Não sou igual as outras garotas. — Falei enquanto sai andando .

- Ei pra onde você vai ? — Peguntou ele.

- Pra casa. Probelma? — Respondi , sem virar pra ele. Me mantive andando. Queria ficar longe dele.

- Eu te levo. — Me seguiu .

- Não precisa, eu pego um táxi. — Não queria que ficar mais um segundo perto dele.

- Ei, tá muito tarde pra pegar táxi, e alias é perigoso. Não é problema te deixar em casa. — Disse ele com um tom protetor .

- Já falei que não precisa. — Continuei andando, ele puxou minha mão nos deixando, perto um do outro. Olho no olho. Senti a respiração dele mais uma vez. — Eu insisto .

Acabei cedendo . Entrei no carro sem falar muito . Logo em seguida ele entrou . Fomos no caminho inteiro em meio ao silêncio. Ele parecia irritado com algumas coisas que eu disse, e eu também estava pelo fato dele provar ser o babaca convecido que eu suspeitei que ele era. Não falei muito , só fui o amostrando o caminho da minha casa. Não faltava muito. Foi quando ele me perguntou .

- Você não me repondeu. — Me mantive me silêncio . Ele insitiu. — Porque acha que eu gosto de Barbies ? — Depois de alguns minutos respondi, em um tom baixo e calmo.

- E vai dizer que se uma loira de olhos azuis, com o corpo de violão desenhado estivesse competindo por você com uma garota, normal , por você- não achei palavras exatas pra me expressar. — Você não ia querer a Barbie? — Ele se manteu em silêncio. — Caras como você não precisam de uma garota verdadeira, precisam de bonecas facilmente controlavéis pra, ser amostrado a midia.

Alguns segundos depois ele disse com uma expressão confusa.

- É claro que não. — Ele teve dificuldade de encontrar palavras. — Olha, não sou um bonequinho controlado pela midia, pouco me importo. Se eu gostar de uma garota, vai ser pelo o que ela é , e não pra favorecer minha imagem .

Ele disse olhado no fundo dos meus olhos, e ele não estava mentindo. Ele foi sincero. Mas não me rendi. Revirei os olhos e disse :

- Até parece. — Resmunguei baixo" Prove ao invés de ficar ai se gabando.", mas acho que ele ouviu .

Ele parou o carro na frente da minha casa. Abri a porta do carro, e ia descer. Antes que o fizesse, ele segurou o meu braço e disse :

- Além do mais eu prefiro as morenas, com cabelos bagunçados. — Vi um sorriso se formando no canto da sua boca. Enquanto sorri e olhei pra baixo. E antes que ele tentasse algo, me virei e sai do carro .

- Tchau, Harry. — Não o deixei dizer mais nada. Fechei a porta do carro, e pude ouvi-lo dizendo :

- Tchau, sonhe comigo. — Me virei e ele estava com um sorriso de criança ( mais um de sua coleção .) Não o respondi e entrei .

Chegando em casa, virei a chave com delicadeza pra não acordar ninguém. E como eu esperava estavam todos dormindo . Fui até meu quarto na ponta dos pés. Peguei um pijama qualquer (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54669578) e tomei um banha rápido .

Me deitei na cama, e as palvras do Harry não saiam da minha cabeça :" Além do mais eu prefiro as morenas, com cabelos bagunçados. " Sorri pra o vazio. E acordei do pesadelo " Harry", ele estava flertando comigo e eu me rendendo.

Ele não é cara pra mim. Com suas palavrinhas chicletes baratas. Não iam funcionar comigo . Ele que usasse seus truques de conquistar barato com outra. Peguei, meu celular e mandei uma mensagem pra Lili

" Você me paga ! Pior encontro arranjado da minha vida. Luu xx. "

Depois de um tempo revirando na cama, ouvi o celular vibrar. Pensei ser uma mensagem da Lili mas me enganei :

"Durma bem! Se não conseguir dormir pensando em mim... lembre da nossa estrela . Hazzan xx"

Sorri de como ele era convecido. E me perguntei como ele havia consguido meu número . Enfim, fiz o que ele disse, fiquei pensando na nossa... naquela estrala que vi. E acabou dando certo. Pegei no sono. Ele me ocupou a noite inteira e ainda é um convecido. Ainda bem que nunca mais vou ter outro encontro ou até mesmo dividir o espaço com Harry Styles.

POV'S LILI BERNARDI

Zayn mandou uma menssagem com o endereço do restaurante, e eu pedi para que Lu checasse o endereço que estava no celular. Ela checou rapidamente e apontou onde era. Chegamos ao restaurante. Com uma arquitetura sofisticada, demos a chave para o manobrista e entramos.

Fomos até a recepição, onde um atendete, nos atendeu com um sorriso simpatico.

- Posso ajuda-las ?

- Sim, estamos procurando a mesa reservada, por Zayn Malik ? — Eu tentei falar da forma mais gentil possível. O antendente deu um sorriso e disse .

- Me acompanhem, que as levarei lá.

Fomos andando pelo restaurante, até a mesa onde estavam sentados Harry e Zayn . Que deram um sorriso simuntaneamente.

- Oi — Disse Zayn que não conseguia tirar os olhos de mim, me fazendo sentir extremamente incomodada com aquela situação

- Oi . — Eu disse com um sorriso tímido .

Harry e Luisa se cumprimentaram e nós nos sentamos.

- Você está Linda. — Disse Zayn apresentando um sorriso bem fofo.

- Ahn.. obrigada. — Eu disse e sorri sem graça.

- Oque quer comer Lili? ahn.. quer dizer.. eu posso te chamar assim? — Ele falou sendo super educado, oque me fez ter vontade de me esforçar mais na minha educação para com ele.

- Claro Zayn, me chame como quiser. — Eu disse e sorri.

- Ok, oque quer comer princesa? — Ele disse pegando o cardápio.

- É.. agente podia primeiro pedir algo para beber enquando decide oque comer.

- É, tem razão linda. — Ele fez sinal para o garçon e pediu um vinho que parecia realmente bem caro, mais antes que o garçon fosse eu interrompi o pedido.

- Ahn... Zayn, não acha melhor pedir um Champagne?

- Não gosta de vinhos Lili?

- Ér.. na verdade não. — Eu fiquei meio sem jeito de falar aquilo, mais acabei falando.

- Ok, então me traga um bom champagne. — Ele disse ao garçon, que anotou o pedido e logo se retirou.

- Então, além do vinho e de mim.. do que mais você não gosta?

- OQUE? — Não consegui disfarçar, me assustei com aquela pergunta.

- Ah vamos lá Lili, eu sei que você me odiou desde o primeiro momento em que me viu, apesar de eu ter gostado muito de você.

- Imprenção sua, é que não faço o seu tipo sabe. Não sou a patricinha fofa, e super ligada em modinhas que conbina com o seu estilo.

- E quem disse que eu sou assim? — Ele disse dando um sorrisinho de canto.

- Ah não..? então como você é Sr. Malik ?

- Hum.. não é que a princesa tem boa memória.. pelo visto não esqueceu meu sobre nome.

- Haha, é . Tenho uma ótima memória.

- Viu, temos alguma coisa em comum.

- Aé? então quer dizer que se eu te disser algo agora e te perguntar daqui a uma semana você vai lembrar !? — Deve ter sido engraçado, porque ele sorriu quando eu falei aquilo.

- Ahan..

- Então chega aqui.- Eu disse puxando ele pela gola da camisa e susurrei em seu ouvido. — Você não é tão chato quanto eu pensava.

-Hahaha.- Ele deu um sorriso lindo, parecendo ter realmente gostado do que ouviu. — Obrigada Lili, agora é minha vez... vem cá. — Ele disse e eu me aproximei. — Você é ainda mais encantadora do que parece, estou adorando essa noite.- Senti minhas bochechas queimarem, e eu arrepiei com aquela voz doce no meu ouvido. Mais só dei um sorrisinho de canto e ele retribuiu.

Eu fiquei sem palavras, e acho que ele percebeu. Logo chegou o nosso champagne, e o garçom nos serviu. Harry e Lu pareciam totalmente sem assunto, ela parecia estar fazendo ele de palhaço.. ou sei lá, o menino tentava puxar assunto e tudo que ganhava eram respostas super curtas, eu parei por um momento e fiquei observando aqueles dois. Nós jantamos e ao fim Harry a chamou para fazer algo que eu não sei oque era, eles se despediram de nós e eu fiquei lá paradinha olhando enquanto eles saiam.

- Bom.. acho que é melhor eu ir.- Eu disse observando ainda enquando eles saiam.

- Nem pensar.. — Zayn disse e eu me virei rapidamente, um pouco surpresa com aquela resposta.

- Oque?

- Eu ainda quero te levar em um lugar.

- Tudo bem. — Eu disse, até gostando um pouco da idéia. — Onde?

- Você vai ver.. — Ele respondeu misterioso e logo em seguida pediu a conta. O garçom trouxe a conta, e ele pagou.

Saímos e ele me levou ao Big ben, aquilo foi bem surpreendente, mais ao mesmo tempo fiquei apavorada, já que eu morria de medo de altura. Acho que ele notou pela minha cara da apavorada assim que chegamos lá em cima.

- Ta tudo bem Lili?

- Ahn.. mais ou menos.

- Oque ouve?

- Eu tenho medo de altura. — Eu disse trincando os dentes.

- Nossa, desculpa.. eu..é..- Eu o interrompi.

- Tudo bem Zayn, você não sabia. — Eu disse, agarrando com força o braço dele. Aquela altura realmente estava me apavorando, apesar da lindíssima vista.

- Vem cá Lili. — Ele disse me puxando para perto dele, e em seguida me abraçando. Pode parecer estranho, mais aos poucos aquilo foi me acalmando, eu me sentia confortável ali nos braços dele. Argh.. oque eu to dizendo? tenho que me soltar dele, o larguei na mesma hora. Percebendo a burrada que eu estava fazendo, "me entregando para ele" do jeitinho que ele queria.

Ele me olhou como se estivesse surpreso com minha atitude de sair dos braços dele. E eu o ignorei, ainda olhando lá para baixo. Eu conseguia ver a cidade inteirinha dali e aquilo parecia perfeito de mais.

Zayn se aproximou novamente, envolvendo os braços em minha cintura e susurrando no meu ouvido em seguida. — Oque ouve Lili?

- Nada.. — Eu disse arrastando a palavra.

- Tem certeza? — Ele me olhava como se soubesse exatamente oque estava acontecendo, mais quisesse que eu falasse em voz alta.

- Porque me pergunta se sabe a resposta? — Eu disse o encarando.

- Você esta com medo... isso eu sei. — Ele parou um pouco, e depois concluiu. — Eu só não sei se é de mim, da altura mesmo ou do que eu posso fazer estando só eu e você aqui em cima. — Ele disse sem me encarar, e eu fiquei sem resposta. Talvez porque ele tinha razão.

- Lili, eu não vou fazer nada contra sua vontade. E se você achar que eu to me apressando ou indo longe de mais é só me falar. — Eu não consegui responder, apenas o encarei. E ele fez o mesmo se aproximando mais de mim.

Em poucos segundos eu já conseguia sentir sua respiração se misturando com a minha. Mais eu não conseguia me mover , eu estava completamente perdida em seu olhar, ele parecia indecifrável. Eu senti seus lábios levemente tocarem os meus, e no começo resisti, mais ele segurava minha cintura puxando meu corpo para colar ao seu, e em poucos minutos eu já não conseguia mais ‘resistir’. Aquela era simplesmente uma das melhores sensações que já senti, sentia como se fogos de artifício estourassem dentro de mim, aquilo era incrível. Minha mente dizia não, mais meu corpo parecia querer bem mais.

Meus batimentos cardíacos foram ficando cada vez mais fortes, e de certa forma eu não queria parar . Estava sendo forte a noite toda, e ele também não facilitou. Era um mar de pensamentos. Queria empurra-lo e ao mesmo tempo me senti bem em seus braços. Minhas mãos involuntariamente foram acariciando seu rosto, leve e delicamente. Era um beijo calmo e agitado ao mesmo tempo. Me deixava calma, era como um ponto de paz e ao mesmo tempo mantia arrepiada até o ultimo fio de cabelo.

Eu não conseguia acreditar, no que ele estava fazendo e da forma que estava me redendo... Fui tomando consciência do meu ato. E vendo, que já havia me rendido ao seu papo e seu charme barato. Minha força não foi a suficiente pra sair sem lutar de seus braços forte e cauteloso. O empurrei e ele me encarou sem entender nada . Meu sangue começou a fever. Gritei:

- ME SOLTA, AGORA!!

- Quer mesmo que eu te solte ? — Perguntou ele, substituindo sua expressão confusa por um sorriso irônico e se aproximando novamente pra perto de meus lábios.

O empurrei com força o suficiente pra que conseguisse me libertar de seus braços. O encarei furiosa, quase soltando fogo pelos olhos. Me virei pra sair, andei de pressa e sem olhar pra trás.

Sem entender nada ele me fitou por alguns segundo e começou a correr atrás de mim:

- Lili, o que foi. — Não o respondi, me mantive andando.

- O que foi Lili ? — Insistiu ele.

- Já ouvi dá primeira vez, não precisa repetir. – Eu respondi sem parar de andar. Ele estava quase me alcançando.

Me alcançou segurando meu braço e me puxou pra perto dele, perguntando mais uma vez em um tom mais baixo;

- O que foi Lili ? — Evitei seu olhar. Fitei o chão, sem respondê-lo. — Sinto muito se fiz algo que... — O interrompi.

- Olha, eu não o tipo de garota que você tá acostumado a ganhar fácil, ok ? — Irritada, olhando pra cima mas sem encarar seus olhos fixamente. Virei-me e fui embora antes que ele pudesse dizer qualquer coisa.

Cheguei em casa completamente exausta, e inevitavelmente lembrei da cena que acabara de ocorrer, do beijo, do olhar confuso dele, e logo depois da minha correria de salto.

Tomei uma ducha quente, e coloquei meu pijama. Deitei-me na cama mais obviamente não conseguiria dormir. Eu ainda estava agitada, de sangue quente... Resolvi descer e me deitar no sofá, vi filmes e mais filmes na TV acabo. E sinceramente não me lembro de que horas eram quando eu finalmente preguei os olhos, mais lembro que dormi com um bebê e acordei me sentindo bem melhor na manhã seguinte.

Estranhei o fato de ao ter nenhumas ligação, nenhuma mensagem.. e resolvi conferir no celular se Luisa realmente havia me abandonado dessa forma. Mais foi ai que eu me dei conta, “ ONDE EU LARGUEI A DROGA DO CALULAR? “. Eu olhava de um canto ao outro desesperada atrás do meu lindo Iphone e nada dele.

Derrepente naquele desepero ouvi a campainha tocar, e como eu estava na sala, que era bem perto da porta. Senti ela me olhar com uma expressão de “ não vai atender a porta? “ e não respondi, apenas andei em direção a porta e assim fiz.

- Ah.. Oi Lili, era com você mesmo que eu queria falar! – Não pude acreditar que aquele cara de pau estava ali, e tem mais. Quem deixou ele subir até meu apartamento? Como ele sabia onde eu morava? Argh... oque ele queria em?

Tentei fechar a porta em sua cara, mais ele segurou ela impedindo que eu assim fizesse. – É falta de educação fechar a porta na cara das pessoas sabia? – Ele disse com um sorriso brincalhão no rosto e eu apenas revirei os olhos enquanto ele falava.

- O que você quer?

- Vim trazer isto. – Ele disse mostrando meu celular em suas mãos e também minha carteira. – Você esqueceu comigo quando saiu daquele jeito ontem.

- Ahn... Obrigada. – Eu disse me sentindo super sem graça. – Eu.. Eu.. Eu nem sei como te agradecer, eu estava louca atrás disso. – Eu disse sem o encarar.

- Mais eu sei como você pode me agradecer. – Ele falou e deu um sorrisinho.

- iiiiiiiiiih, lá vem coisa.

- Calma Lili, eu ainda nem falei nada.

- Ok Zayn, vou acreditar que você não vai me pedir nenhuma me besteira. – Eu disse brincando, e ele riu.

- Já tomou café?

- Não, na verdade como você pode ver.. – Eu disse mostrando que estava de pijama ainda. -... eu acabei de acordar.

- Ok, então para me agradecer você toma café comigo.. oque acha?

- Hum, não é má ideia.

- Viu sua bobinha, eu não ia pedir nada de mais. – Ele disse dando um sorriso irônico para variar.

- Sei.. sei... – Eu falei ainda desconfiada daquilo.

Ele entrou, e se sentou esperando enquanto eu me arrumava para irmos ao Starbucks. (http://www.polyvore.com/cgi/set?.locale=pt-br&id=54762848)

- Uau.. . isso tudo é só para ir tomar um café comigo? – Ele disse se gabando.

- Não, isso é para passear por Londres. – Eu disse sorrindo e dei uma piscadinha para ele.

- Passear? – Ele perguntou estranhando o que eu falei.

- É, já que você vai me levar para tomar café vai ter que me levar para passear depois. – Eu disse mandona, mais depois quis parecer mais gentil. – Ops... se não tiver nada para fazer depois, é claro.

- Haha, tudo bem vamos “passear” depois.

Fomos ao Starbucks, compramos o café e voltamos pro carro. Ele disse que me levaria para outro lugar para tomarmos o café e eu assenti. Era divertido sair com Zayn, ele sempre parecia se esforçar de mais para me surpreender a cada passo que dávamos. E eu gostava disso, digamos que eu me sentia “mimada”... Depois de nos divertimos bastante rodando pela cidade, ele recebeu uma ligação meio estranha;

- Ahan, eu já to indo Niall.

- Ok, mais vou ter que levar a Aline comigo.

- Sim ela está comigo.

- Não a Luisa não ta aqui.

- Estamos numa praça, tomando café.

- De carro ué, eu fui na casa dela e... depois eu te explico isso ok? – Ele disse me fitando por um segundo.

- Ok! Já estou chegando!

- beijos viado!

Eu fiquei olhando enquanto ele desligava a ligação, esperando que ele disse algo. Mais ele ficou calado. Então já que ele não falou, eu resolvi falar.

- O que ouve?

- Os meninos queriam saber se a gente vai almoçar junto hoje, como tínhamos combinado ontem.

- Hum...

- Eu disse que você ia também, ta?

- Não Zayn, nada disso... o almoço é de vocês! E eu vou pra casa!

- Que pena, porque eu já falei que você ia.. eles vão ficar tão chateados. – Ele disse fazendo manha, e eu bufei de raiva por que sabia que não tinha como fugir.

- Argh... Ta Zayn, já convenceu! – Eu falei revirando os olhos, e ele deu um sorriso vitorioso.

Ficamos até 11:30 mais ou menos conversando naquela pracinha, e depois entramos no carro para ir em borá para casa de um deles.

- O almoço é na casa de quem Zayn?

- De Harry, porque? – Ele tirou os olhos do trânsito por um segundo enquanto me respondia.

- hm... preciso passar em casa antes!

- Em casa? Mais porque?

- Vou trazer a Lu junto. – Eu disse piscando para ele, e ele sorriu malicioso entendendo o que eu queria fazer.

- Ok, agente passa lá.