The Demigod Search Squad (d.s.s)

6 Existe Uma Primeira Vez Para Tudo...


Notas iniciais
Pessoal, MUITO obrigado pelo seu apoio. Pedi seis comentarios, ai baixei para cinco e fui presenteado com oito num curto espaço de temo. Prometo que não vou tornar um habito essa chantagem por comentários, so quando for um momento que precisar de opiniões... kkkkk. Em fim, peço que continuem sempre comentando, coisas boas ou não, mesmo sem a chantagemzinha... kkkkkkk. Em fim, aproveitem e deem suas opiniões.

(Três meses antes de irem à Newport)

Percy estava no acampamento meio sangue, treinando com Jason num duelo de espadas. Cortava e defendia em movimentos rápidos e sucessivos, refletindo a melhor estratégia para desarmar o adversário... E Jason com certeza era um oponente digno. O garoto loiro bloqueava todas as suas investidas com rápidas manobras experientes. Estava acordado entre eles que não poderiam usar os demais poderes naquela batalha, apenas suas habilidades de espadachins. Mesmo assim a luta forjada estava mais travada que ele pensava que estaria.

As espadas de madeira se chocavam num som abafado. Percy sentia o suor escorrendo da testa para os olhos, dificultando um pouco a sua visão. Sentia a espada lutar para escapar de sua mão à cada ataque de Jason, porém a segurava com firmeza.

Depois conseguiu utilizar uma manobra ensinada a ele por Luke, na primeira vez que ele estivera no acampamento. Girou a espada ao redor da de Jason, entrelaçando-a com o seu punho e a puxou com força. Jason perdeu a arma de madeira, que caíra no gramado, mais à frente.

A primeira parte estava completa. Agora só faltava investir um ataque certeiro no garoto indefeso, a fim de derrubá-lo. O combinado havia sido que quem perdesse limparia o chalé do outro. Percy atacou Jason com a arma de madeira, mas esse abaixou e deu alguns passos para trás, se afastando do oponente.

–Vai fugir para sempre, Grace? –perguntou em deboche, tentando incentivá-lo a lutar, mesmo sem arma.

–Apenas o tempo necessário, Jackson.

Jason deu um passo para um lado, mas quando Percy seguiu seu trajetorio com a espada, este mudou de direção. O loiro foi rápido o suficiente para atacar Percy e agarrar a espada em sua mão. Os dois caíram no chão após o impacto, brigando pela arma. Nenhum deles estava disposto a soltar a arma, indecisa entre as duas mãos.

Percy conseguiu por o seu corpo por cima do de Jason, imprensando-o contra o chão da arena. A areia grudava no corpo dos dois, agoniando-os ainda mais. Mesmo assim, continuavam a se embolar na disputa pela espada. Para um semideus, uma luta, mesmo que uma de treinamento, era muito seria e jamais deveria ser entregue.

Ficaram por alguns minutos naquele impasse, os dois caídos no chão disputando uma única arma, capais de decidir quem limparia o aposento de quem. Finalmente, Percy decidiu tomar uma decisão arriscada, mas necessária. Quando percebeu que Jason estava quase o desarmando, preferiu empurrar a arma na direção que o oponente puxava com muito mais força, fazendo essa escapar das duas mãos e cair fora do alcance dos dois. Se ele não poderia tê-la, seu oponente também não a teria.

Os dois levantaram num salto. Ambos suados, sujos de areia e desarmados. Estavam em iguais condições. Muitos poderiam definir aquilo como um impasse, mas eles não o fariam. Percy estava decidido demais para arrumar o próprio quarto na manhã seguinte. Lutaria para fazer Jason perder. Além disso, haviam sido comparados por todo o tempo enquanto viajavam até Roma, lutavam contra os monstros e derrotavam os ajudantes de Gaia. Lutara lado à lado com Jason e reconhecia a grandiosidade do garoto, tendo o prazer de chamá-lo de amigo, mas a duvida sempre ficara no interior de ambos: Afinal, mesmo que grandiosos, qual era o melhor. Os dois estavam decididos a descobrir ali.

Percy colocou a mão no interior da bermuda e retirou a sua caneta. Jason fez o mesmo com a moeda. Em poucos segundos, o bronze celestial encarava o ouro romano prontos a duelarem.

Faíscas voaram quando as espadas se encontraram, Percy na defesa e Jason no ataque, depois o contrario. Atacavam e defendiam de forma alternada...

A luta já durara à tempos quando Percy notou um momento de hesitação em Jason, transpirando cansaço. Sem pensar duas vezes, atacou a espada dourada até que ela foi arremessada para longe e colocou a ponta de contracorrente no queixo de Jason.

Por um momento, apenas o som das respirações ofegantes dos garotos podia ser ouvido. Depois ambos sorriram e Percy falou.

–Amanha bem cedo, Grace. Pode levar seu próprio esfregão.

Jason concordou. Não parecia ofendido pela derrota, mas encarara na esportiva.

–Foi justo... Mas irei querer uma revanche em breve.

– A qualquer hora... – Percy aceitou.

Em sincronia perfeita, Annabeth apareceu segurando um livro em suas mãos.

– Pelos deuses... Estão se preparando para uma outra guerra ou o que? Jason, Pipper estava te procurando.

Jason se afastou, pegou sua espada no chão e correu para longe, provavelmente indo de encontro à namorada.

Percy se aproximou de Annabeth e sorriu.

– Nem pense em fazer isso... – falou ela.

Ele tampou contracorrente, guardou-a no bolso e abriu os braços.

– Percy... Não.

Deu outros passos na direção dela. Annabeth começou andar para trás para evitar o abraço do namorado imundo, mas logo ele começou a correr em sua direção. Quando a alcançou, esfregou os braços nos da namorada, passando para ele suor e areia.

– Percy! – ela tentou parecer brava, mas não conseguia prender a risada.

Ele a beijou e ela não resistiu.

– Eu tinha acabado de tomar banho, Cabeça de Alga.

– Toma outro... – ele tomou ela nos braços, encostando seu peito em suas costas.

Annabeth sorriu, virou o rosto em sua direção e o beijou de novo.

– Faço isso depois. Não conseguiu me sujar tanto assim.

Depois, foram de mãos dadas até o seu chalé. Ele começou a olhar as gavetas a fim de separar roupas limpas e ela se sentou à sua cama.

– Quíron quer falar conosco. – falou a garota.

–Tudo bem. Vou apenas tomar uma chuveirada...

– Não. – disse ela. – Ele falou que irá esperar até amanha, pois Hazel, Leo e Frank ainda não voltaram do Acampamento Júpiter...

– Parecia perigoso? O assunto? – ele perguntou.

– Parecia importante.

Percy retirou sua camisa encharcada de suor e Annabeth o olhou de uma forma diferente. Ele sentiu suas bochechas corarem...

–O que? – perguntou um pouco constrangido.

– Nada. – ela também estava vermelha e tentou disfarçar o olhar. – Preciso falar algo com a Pipper. Te encontro mais tarde, certo?

– Tudo bem. – ele concordou logo antes de a garota sair apressada.

Entrou no banheiro e se lavou. Depois vestiu uma calça jeans e outra camisa laranja e se dirigiu ao refeitório. Comeram, conversaram, festejaram e riram. Fizeram oferendas aos deuses, como de costume e finalmente se recolheram.

Percy estava deitado à sua cama, na solidão do chalé de Posseidon. Vestia apenas uma boxer azul marinho e contava o espaço de tempo entre duas gotas de água que pingavam do teto devido à chuva. Sentia falta de seu irmão Tyson, quem deveria estar no fundo do mar no momento, ajudando seu pai na fortaleza submersa. Antes de dormir era o momento em que ele mais lembrava do irmão, pois sentia falta de alguma companhia naquele quarto.

Bom, Annabeth também ocupava os seus pensamentos no meio da noite, mas de uma forma diferente. Ele se lembrou da forma como ela o olhara quando ele retirara a camisa. Ja tinham se visto meio despidos diversas vezes, quando iam à praia, por exemplo, mas aquele olhar era diferente. Já havia conversado com ela sobre quando iriam... dar um passo na relação, mas ela lhe falara que não estava pronta ainda. Além disso, com a vida movimentada que tinham era difícil parar para pensar no assunto.

Uma batida à porta interrompera seus pensamentos. Aquilo não era tão raro. Provavelmente era apenas Grover querendo “checar sua segurança”. Ele já falara ao amigo diversas vezes que aquilo não era necessário, mas o sátiro insistia que, como protetor, precisava sempre saber se estava tudo bem com ele.

Percy enrolou o lençol em volta da cintura e entreabriu a porta. Annabeth estava do outro lado, os cabelos loiros um pouco molhados de chuva e os olhos cinzentos fixos nos seus.

– Annabeth? O que está fazendo aqui? – Percy sentiu os pelos de sua nuca se arrepiarem.

– Preciso falar com você, Cabeça de Alga. – ela parecia nervosa. Não exatamente irritada, mas sim agitada. Os braços balançavam de um lado ao outro e sua respiração estava ofegante. Ve-la daquela forma também o deixava embaraçado.

Ele a deu espaço e ela entrou no quarto.

– Algo importante? – ele perguntou.

– Não... – falou ela. –Quer dizer... Sim. Para nós...

– Pode me dar licença um minuto? – Ele fez um gesto para demonstrar que estava sem roupa. Ela concordou com a cabeça, mas, diferente do que ele esperava, não se virou de costas.

Percy corou de novo. Retirou o lençol sob a vigia da garota e vestiu uma bermuda, depois uma camisa. Mais uma vez sentiu aquele olhar penetrante que a garota lhe lançara mais cedo.

– Então... – ele falou sem jeito. – O que queria falar?

Ela o fitou intensamente, respirando cada vez mais rápido. Depois ela andou em sua direção e o beijou. A velocidade dela foi suficiente para fazê-lo se desequilibrar e cair com tudo na cama, mas ela não parou de abraça-lo.

Sentia o gosto da namorada, suas línguas dançando juntas e trocando salivas. Ele contornava o corpo perfeito da garota com as mãos, tocando seus braços lisos e sentindo seus seios durinhos sobre a camisa. Ela fazia o mesmo, alisando suas costas e entrelaçando sua perna na dele.

– ... Tem... Tem certeza que está pronta? – ele perguntou ofegante, parando de beijá-la por apenas um instante.

– Sempre estive pronta para você, Percy. Só não sabia disso até o momento...

Voltaram a se beijar. Ele sentiu sua camisa sendo levantada e removida, depois atirada ao chão. Annabeth beijava e lambia seu peito, enquanto ele fazia o mesmo com o seu pescoço. Sentia a mão macia da namorada acariciando o volume que ficava cada vez maior sob a bermuda. O tesão ia aumentando exponencialmente.

Agarrou a blusa dela quase que descontrolado e a puxou para cima, revelando o sutiã branco que esta usava. Os peitos claros e lisos apareciam por trás do tecido de seda.

– Vamos fazer isso juntos... – disse ela. Ele assentiu e a namorada começou a desabotoar a bermuda que ele acabara de vestir. Depois desceu o zíper e em fim foi abaixando o jeans deslizando por suas pernas, deixando-o novamente apenas com a boxer.

Mais uma vez, Annabeth o masturbou por cima da cueca. Ele segurou sua coxa com firmeza, sentindo o calor de sua pele macia, depois subiu até a cintura e puxou o short dela para baixo. A visão que teve o fez delirar. Agora apenas de calcinha e sutiã, a garota estava quase completamente à mostra. Um simples tecido era a única coisa que protegia suas intimidades.

– Quero te ver... – ele falou delirando de prazer por causa das massagens que ela fazia em seu penes.

Annabeth usou uma mão para guiar a dele até a calcinha. Percy agarrou o fino cordão e a abaixou. Depois retirou seu sutiã.

Annabeth Chase era a garota mais bonita da face da terra. Sua intimidade era lisa e seus peitos redondos e no tamanho ideal. Ele levou a boca até seus mamilos e os lambeu, sentindo o gosto de seu corpo... E era delicioso.

Depois foi a vez dela de o despir. Pegou na borda da boxer e a puxou para baixo, revelando seu membro ereto. A expressão de espanto que ela fez o agradou e ambos deram uma risada.

– Você é perfeito...

– E você é linda...

Finalmente Percy sentiu a mão da namorada tocar diretamente seu penes e masturbá-lo. Ele não conseguiu evitar um gemido leve e abafado.

– A...Anna..Annabetth...

Ela parou os movimentos.

– Estou pronta. –falou. Ela retirou uma camisinha do bolso da bermuda jogada que ele vestira e vestiu o namorado.

Finalmente ele se posicionou em cima da garota, tomando todo o cuidado para não machucá-la. Seus olhos verdes fixos nos cinzas dela.

–Eu te amo. – falou.

–Eu também te amo muito, Percy Jackson.

E a penetrou. Uma onda de calor e prazer percorreu o corpo dos dois e ambos gemeram ofegantes. Percy foi fazendo o movimento de vai e vem, aumentando o ritmo periodicamente. Beijava aboca dela, revezando as vezes com os mamilos e o pescoço. Ela apertava suas costas com força, puxando suas nadegas em sua direção.

O suor de seus corpos se misturavam e escorriam até a cama quando finalmente Percy sentiu seu corpo extremecer.

– Eu... Eu vou...

E gozou. O látex da camisinha nem parecia existir, sentia apenas o calor da namorada. Saiu de dentro dela e se deitou ao seu lado.

Como a cama era de solteiro, tiveram que se abraçar bem para conseguirem dormir, mas isso não foi problema algum. Seus corpos já eram um, encaixados como um quebra cabeças...

...

Na manhã seguinte, Jason abriu a porta do quarto destrancado. Estava pronto para limpar o chalé como prometera, mas ao invés de encontrar um quarto vazio, viu Percy e Annabeth entrelaçados, ambos despidos na cama, porém cobertos por um lençol. Abriu a boca, um pouco constrangido e com medo de eles acordarem, deixou o quarto. Era melhor voltar mais tarde...

Notas finais
Concluindo, não sei se consegui explorar o capitulo da forma que eu queria, mas cabe a vcs avaliarem e me retornarem... Prometo postar o proximo assim que tiver tempo, mas, infelizmente, não posso ficar so escrevendo fics... Acho que so termino no fim de semana, mas fiquem de olho. Posso acabar antes.