The Day War Ended

14 Capítulo XIV — Experience tranquility


Notas iniciais
Olha gente, eu não sou do tipo que reclama de comentários, não sou mesmo. Não vou pedir que comentem ou se não eu não posto, eu não faço isso. Eu quando não atualizo é porque eu arranjo um jeito de pensar bem no que vou postar e fazer com que isso lace todos. Essa capítulo tá saindo de mim num momento crítico, eu to mal, péssima e minha família tá prestes a acabar. Não sei de onde eu tirei forças para vir aqui e colocar mais um capítulo, mas posso realmente dizer é que aqui, a Merida ela praticamente sou eu narrando.

Merida

Uma semana! Uma torturante semana vendo na maior cara de pau a Rapunzel e o Soluço agarrados. Bem, pelo menos não era apenas eu que estava achando aquilo um absurdo, o albino do Jack não gostou nem um pouco, cada dia era uma frase ou uma ameaça. Mas quando ele pensou nos sentimentos dela, retirava cada ofensa feita ao Soluço.

Ciúmes mata, então... Por que o Jack estava vivo? Como eu estava viva?

Ontem mesmo eu podia jurar que ia cair dura no chão apenas com uma noticia, além dele estar com a Punz daquele jeito, tinha uma outra garota, uma tal de Heather. Durante essa semana torturante eu ouvi coisas pela Astrid que os dois brigavam de uma forma que só de eu ouvir eu me lembrava de duas pessoas: eu e o Jack.

— Terra chamando Merida. Hello girl, será que dá para me ouvir? — Me virei para a pessoa. Violeta Parr.

— Desculpa, qual é o assunto? — Apoie-me na parede, enquanto ela via preços de livros e os comparava.

— Você vai comprar alguma coisa? Podia aproveitar e eu pagava para nós duas.

Alta. Violeta já podia sair de casa e a única pessoa que vinha em minha mente logo depois do Jack e da Rapunzel — lembrando nitidamente que ela já tem companhia e não é o professor de Ed. Física — eu podia passar boa parte do tempo com ela, ela me ouvia e opinava e quando ela falava... Bem, ai já é outro assunto.

A livraria para ela é um templo, o meu templo é o meu quarto, escuro ou montar livremente no meu cavalo no club de esportes no lado oeste da cidade. Cavalgar a vontade e não ter que ligar para regras da minha mãe ou a diplomacia imposta pela escola e ver principalmente as três pessoas da qual eu me importo se afastarem de mim, bem devagar e elas não notarem isso.

Quando eu e Vi pagamos metade da conta, andamos para o centro da cidade, no caminho sem muito transito porque o barulho dos carros e o ar horrendo deles.

— Bem vamos ver eu estou te devendo...

— Nada, vamos deixar quites. — Segurava a sacola enquanto ela levava em suas costa um cilindro.

— Quando você vai deixar de ser teimosa e admitir logo que está com ciúmes deles? Do três alias.

Nunca. Preferia morrer do que admitir isso para alguém.

— Não vamos falar desse assunto novamente. — Suspirei.

— Se você insiste...

— Ei você ai! — Vi e eu olhamos para trás. Heather.

— Desculpe, eu acho que alguém me chamou. — Olhei para os lados, procurando um rosto que não fosse da garota morena irritante. Eu só não sei o porque, mas eu não gostei dela logo de inicio.

— Há muito engraçadinha você, garota pálida será que eu poderia falar a sós com a ruiva? — Garota pálida? Será que ela ão tem um pingo de sensibilidade?

— Calma, Merida, tudo bem. — Ela me fez olhar em seus olhos. — Se precisar de mim é só gritar o.k?

Concordei deixando-a pegar a sacola da minha mão e sair de perto de mim e da Heather.

— O que você quer?

— Hum já to vendo que enrolar você com um discurso que ensaiei não vai funcionar. Então eu vim falar do Soluço.

Argh, essa posição dela, com a mão na cintura e o queixo empinado irrita pra caramba.

— Fala logo! — Mordi a lateral dos lábios, não tava gostando nem um pouco do rumo que a conversa ia chegar.

— Vocês tem um lance de volta e não volta, provocações e ciúmes e...

— Já vi que eu não devia ter vindo sem o bobalhão do Jack... — Falei irônica.

— E ele não gosta nem um pouco disso, muito menos eu. — Olhei para a cara dela. Seria e assassina. Curta e grossa.

— Ah não, vai me disser que ficaram amiguinhos e tá bancando a protetora. Agora só falta ele ter pedido para você vir aqui e...

— Não vou deixar ele para você! — Mas hein? O que ela disse?

— Isso foi um "ele não me mandou aqui" ou "te desafio a consegui-lo e o prêmio é a espinha de peixe do Soluço"? — Dei uma risada nervosa, já tava vendo onde isso ia para.

— A Astrid o deixou de lado só para não sofrer mais, e uma das coisas que ela teve de aceitar foi sua amizade. Mas eu não sou como ela, pelo contrario, eu luto até o fim. Ah e se eu fosse você, voltaria para o seu "Jack" — O tom de voz meloso quando mencionou o nome do babaca do Jack só me deixou com mais raiva daquela garota.

— Vou aceitar isso como as duas questões. — Ri novamente, só que dessa vez com graça.

Poderia ser colocado em câmera lenta o que ela tinha acabado de tentar fazer. Tentar me acertar um tapa no rosto, mas eu segurei se pulso antes de chegar ao meu rosto.

— Não pense que me dando um tapa de princesa vai me machucar. — Falei a encarando com meu pior olhar. Ninguém tenta me dar um tapa sem sair ileso.

Soltei ela e me virei para frente, caminhando até notar ela se movimentar, movi meu corpo para o lado desviando assim de um murro que acertariam em cheio meu rosto. Virei novamente para ela e segurando seu punho e braço, aproximei mais dela e sussurrei em seu ouvido.

— Pensei que as opções de me enfrentar cara a cara estavam de pé. Não seja tá baixa a ponto de acertar uma pessoa pelas costas.

— Você não vai ficar com ele.

— Ah é? Pois é, tenho uma triste novidade, você também não.

— Você já tem o albino e quer mais? — Ela riu com desdém.

— Não quero mais, só estou protegendo o que é meu. — Finalizei com um empurrão seguido com uma rasteira nela.

— Você não sabe a inimiga que fez DunBronch! — Ela gritou se levantando enquanto eu, corria para longe dela.

"Você também não tem noção, Heather, minha paciência passou do limite com você e minhas maneiras da qual eu te imaginava só se confirmaram."

Notas finais
Espero que me desculpem pelo que aconteceu nas notas inicias... Mas o que está lá é verdade, cada ponta digitada... Espero que tenham gostado e perdoem a tia por te atrasado o capítulo e pelo capítulo ser curto, o próximo vai ser maior eu garanto! Edit.: Na época eu realmente estava bem ruim... Me expus muito falando isso, mas não menti pra sentirem pena de mim, escrever fics e ocupar minha mente era a melhor saída quando não era a escola. Me perdoe por isso.