Notas iniciais
Boa leitura ^^!

Ela se abaixou, e observou a destruição da cidade.

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• Nome: Ryan Silverchain.
• Idade: 12.
• Personalidade: é um garoto autista realmente amável. Seu rosto é sempre sério e sua voz sempre baixa e monótona. Vive roendo suas unhas e tem um apego excessivo ao seu tapa-olho. Aliás, ele usa um porque acha que seu olho direito tem algum problema, mesmo estando completamente normal, e se recusa à abri-lo. Gesticula muito enquanto fala e sempre se refere à si mesmo em terceira pessoa. Embora tenha um coração de ouro, prefere ficar isolado. O único sentimento que parece expressar é a raiva.
• História: teve uma vida infeliz. Sua mãe morreu quando tinha 8 meses, e ficou à mercê de seu pai. Não que ele o torturava ou fosse ruim, o problema estava nele. Não sorria, não se alegrava. Não brincava com os outros. Seu comportamento continuou assim até hoje, e nem ele mesmo sabe como sobreviveu à guerra. Deve ser o humano mais novo vivo. Era, originalmente, suíço. Não aprendeu inglês funcionalmente ainda.
• Habilidades: é um visionário. Nos dois sentidos.
• Imagem: é um garoto baixinho, mesmo para sua idade, com cabelos loiros e um tapa-olho no estilo pirata no olho direito.

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Um garoto chegou no terraço. Ele olhou para os lados. Parecia que não tinha me visto. Continuo escondida, mirando na cabeça da garota.

A garota viu algo e se levanto, se virando para ir embora. Só agora que ela viu o garoto baixinho, ela tirou uma faca do seu cinto.

O garoto parecia que não reparou nela. Ele estava observando a cidade.

— Ataque ele que eu atiro em você. — falo, me referindo a garota.

O garoto olhou para a faca e para a garota.

— Quê?

A garota finalmente me viu.

— Vai defender o irmãozinho, querida? — ela disse, me provocando.

O garoto balançou a cabeça.

— Ele não está entendendo nada.

Ignoro o que a garota disse. Atiro e erro propositalmente, a bala passa raspando pelo seu ouvido.

Logo em seguida, vou em direção ao garoto.

— Você está bem, criança?

Ele acenou com a cabeça.

A garota continuou no mesmo lugar. E com a sua outra mão, ela pegou um revólver do seu cinto e guardou a faca. Mirou na cabeça do garoto.

— Se você me matar, ele vai junto.

— Que? — falou o garoto.

Apenas a ignorei novamente. Não iria matá-la ou algo do tipo.

O garoto aparentemente tinha algum problema, mas não me importava ao todo. Meu objetivo é tirá-lo deste lugar.

— Aqui não está divertido. — dou um empurrãozinho em suas costas. — Vamos ir para outro lugar!

— Você pode falar normal comigo. Ele não é retardado.

O garoto desceu as escadas.

— É muito inteligente da sua parte gastar balas para ameaçar alguém, não acha?

Suspiro. Não tinha tato algum para falar com as pessoas, então fiquei aliviada ao ver ele descendo as escadas.

Já estava cansada de ignorar a garota, mas continuei fazendo. Peguei meus materiais e observei a rua.

A garota guardou a sua arma, mas ficou com a mão sobre ela. Ela continuou parada, me observando.

Notas finais
O que acharam das personagens?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.