The Daughter Renesmee

9 Capitulo 8° - Apaixonada?


Notas iniciais
Oláaa amores *-*, então eu nem ia postar hoje por quê a minha semana foi muito trágica e aconteceram muitas coisas com a minha família mais eu tenho um compromisso com vocês e pretendo cumpri-lo. Então aqui está mais um capítulo.

POV Cathe

Droga eu não acredito que havia chorado e ainda na frente de Kay, eu sou uma idiota mesmo, ou melhor, ele é um idiota por mais que ele esteja na minha vida desde o dia que eu conheci minha família ele não tem o direito de querer mandar em mim como se eu fosse um bichinho de estimação, que irônico ele é que deveria ser o bichinho de estimação.

Eu estava deitada em minha cama e acabei virando para o lado o que me fez ter a visão de um porta-retratos de quando eu tinha a aparência de uma criança de dez anos e Embry me apertava contra ele beijando meu rosto, engoli em seco, a imagem do dia na praia, da minha tristeza e do... Beijo se fixaram outra vez em minha mente eu quase podia sentir aquela mesma sensação dos lábios dele tocando os meus; eu deveria ter odiado aquilo mais não foi isso que aconteceu, droga! Eu deveria está o xingando e pensando em maneiras de mata-lo e não aqui pensando naquela droga de beijo, eu só podia está ficando louca.

– Toc, toc... Posso entrar? – Meu pai perguntou colocando a cabeça dentro de meu quarto tentei enxugar minhas lágrimas o mais rápido possível e assenti dando permissão. – Sua mãe queria vir aqui saber o que aconteceu, mais eu não deixei e pedi para ela matar o cachorro por mim. – Dei um pequeno sorriso e abracei meu pai. – Você quer me contar o que aconteceu? – Ele perguntou me aliando em seus braços, suspirei e assenti.

– Por que ele tem que ser tão idiota e cabeça dura? – Perguntei mais não dei tempo para meu pai responder. – Eu o odeio tanto argh, porque ele não me deixa fazer a minha própria vida você é meu pai e não ele, mais não, Embry tem de se meter e tentar acabar com a minha felicidade. – Meu pai sorria com tudo o que eu dizia sobre Embry. – Ele era tão legal quando eu era uma criança, eu lembro que adorávamos fazer bonecos de lama e lembro-me da tia Alice ficar com muita raiva de Embry por deixar com que eu me sujasse. – Ri com essa lembrança. – Como ele conseguiu mudar em tão pouco tempo ou será que fui eu quem mudou...

– Você não mudou minha princesinha, talvez tenha crescido um pouco. – Meu pai falou e eu dei um sorriso para ele. – Eu sei que sua mãe talvez irar me matar por eu está falando isso para você, mais não fique com raiva do cachorro, não que eu me preocupe ou esteja do lado dele é só que apenas não quero ver você sofrer quando se arrepender do que está fazendo, mais se você quiser pode dar uns bons socos nele. – Nos rimos e meu pai beijou minha testa. – Por mais que eu não quisesse ver é a verdade, Embry pode ser um idiota mais nunca saiu do meu lado principalmente nas horas em que eu precisava dele como na vez que eu acabei pegando um resfriado o que quase fez minha mãe ficar louca quer dizer não só ela mais Embry também. – Bom minha bonequinha, espero que eu tenha te ajudado um pouco, demore o tempo que for mais pense bem no que você ira fazer. – Meu pai falou enquanto se redirecionava até a porta de meu quarto.

– Obrigada pai, eu amo você. – Sorri mais amplamente enquanto falava, ele voltou em sua velocidade vampira e me apertou em um abraço de urso.

– Também amo você bonequinha. – Ele disse saindo de meu quarto, deite-me em minha cama novamente e abri a gaveta de minha mesinha de cabeceira pegando o cordão que Embry havia me presenteado no meu último aniversário, nele estavam gravados nossos nomes fora, e dentro tinha uma pequena foto de nos dois juntos em La Push, ás lágrimas começaram a rolar novamente em meu rosto quando me lembrei do que Embry me prometera:

“Eu sempre estarei ao seu lado, independente de tudo e sempre te amarei minha anjinha.”

A essa altura eu tentava abafar meu choro enterrando meu rosto em um travesseiro, porque eu tinha que sentir isso tudo por ele? Porque eu tinha que ama-ló?

De repente paralisei ao perceber a última frase, não isso não podia ser verdade, eu não posso está... Apaixonada por Embry, ele é o... Embry meu Deus meu melhor amigo isso é errado, como isso foi acontecer? Eu preciso fazer algo, ele não pode saber disso.

Tive uma ideia, eu sabia que isso tinha 90% de chance de não mudar nada em relação aos meus sentimentos por Embry mais eu tenho que tentar. Enxuguei as últimas lágrimas que restavam e fui até o banheiro tomei um banho tentando relaxar e pensar em um plano para me manter longe de Embry por toda a semana, quando terminei fui até meu closet e vesti uma das diversas roupas que se encontravam lá. Assim que desci para o primeiro andar todos me olhavam com curiosidade eu apenas revirei os olhos seguindo até á cozinha.

– Você está bem minha princesa? – Minha mãe perguntou me dando um abraço acolhedor, suspirei e há abracei de volta.

– Estou mãe – Afirmei sem nem uma convicção enquanto deitava minha cabeça em seu colo de mármore.

– A aquele cachorro não perdi por esperar, assim que eu o vir irei arrancar os membros dele um por um. – Fiz uma grande careta com as palavras de minha mãe.

– Não precisa mamãe, eu me encarrego de falar com ele. – Falei a olhando, mais a verdade é que eu queria me manter o mais longe de Embry o possível, eu não falaria com ele não agora.

– Tem certeza meu bem? – Ela perguntou e eu assenti dando um sorriso sem dentes.

– Cathe? – Alguém me chamou e olhei para a entrada da cozinha onde Kay se balança nos calcanhares, sorri para ela. – A gente pode conversar?

– Hum... Claro. – Falei e ela começou a andar em direção á porta dos fundos, eu a segui.

– Acho melhor conversarmos na floresta. – Ela me disse quando já estávamos fora da mansão.

– Tudo bem. – Concordei e voltamos a caminhar. Não demorou muito para nos distanciarmos de casa.

– Bom, eu sei que você não deve estar bem, mais a gente precisa conversa sobre isso eu sou sua melhor amiga e isso não serve só para as horas boas, melhores amigas são para todas as horas principalmente nas difíceis. – Kay falou e eu senti meus olhos marejarem.

– Obrigada por se preocupar comigo. – Falei e pulei por sobre ela a dando um abraço apertado.

– Só estou fazendo minha obrigação, agora preciso que você se abra para mim e me conte tudo. – Mordi o lábio enquanto a olhava.

– Eu não sei o que está acontecendo comigo Kay, acho que estou ficando completamente louca... Isso não era pra está acontecendo. – Falei a ultima frase mais para mim do que para ela, Kay estava com o cenho franzido enquanto me fitava. – Eu estou apaixonada por Embry. – Falei em forma de sussurro Kay me olhava com os olhos esbugalhados. Admitir aquilo em voz alta era ainda mais difícil do que só guardar para mim.

– Uou, Você tem certeza? – Ela falou ainda com os olhos arregalados e a boca aberta.

– Absoluta. – Afirmei com toda a certeza. Sentir tudo aquilo enquanto pensava em Embry não é algo normal, por mais que eu tenha que esconder.

– Então você tem que conta... – Não deixei ela termina.

– NÃO! Quer dizer... Eu não vou conta-lo e nem você. – falei a olhando com os olhos estreitos e Kay assentiu.

– Só não entendo o porquê, você o ama e deveria contar a ele. – Eu neguei veemente.

– Você não entende Kay, o que ele vai achar de mim a pirralha que ele conhece desde que tinha alguns anos e brincava de princesinha com ele. – Kay riu e eu a lancei um olhar repreendendo-a.

– Desculpe, mas lembrar disso é engraçado. – Ela disse dando de ombros e eu revirei os olhos. – Como você vai fazer? Quero dizer, quando o encontrar de novo, porque um dia isso vai acontecer mesmo você não querendo. – Ela me perguntou enquanto me olhava receosa, me encostei a uma árvore e fitei meus pés.

.

– Eu ainda não sei. – Falei em um fio de voz, já sentia meus olhos marejarem novamente. – Mais eu preciso ficar longe dele, o mais longe possível. – Limpei as lágrimas que escorriam com a manga da blusa que eu usava.

– Isso não vai te fazer bem Cathe, você nunca ficou longe do Embry. – Eu a olhei sem saber o que dizer de repente uma pontada de dor tomou o meu ser e pensar na possibilidade de não ter os sorrisos dele ou aqueles olhos castanhos me olhando parecia que meu mundo havia desabado, ouvi um solução e quando percebi ele havia saído de mim e eu chorava compulsivamente senti braços ao meu redor e percebi ser Kay, eu o queria aqui, eu precisava dele, como eu pude ser tão idiota e só perceber isso agora?

– Acho melhor eu te levar pra casa. – Kay falou ainda me abraçando eu não consegui responder apenas a segui.

Fiquei por tanto tempo pensando em Embry e em todas as vezes que ele me fazia sorri ou até nas nossas brigas sem sentido, que quando percebi eu já estava no meu quarto com Kay e minha mãe paradas a minha frente, me olhando com... Pena.

– Ele não está em casa e também não está transformado. – Seth apareceu em meu quarto me fazendo olha-lo e franzir o cenho.

– Acho que não será mais preciso. – Minha mãe falou ainda me olhando.

– Vou tomar um banho. – Anunciei já saindo da cama e minha mãe, Kay e Seth me olharam como se eu tivesse voltado de um coma.

Entrei dentro de meu banheiro e tirei minha roupa com a maior calma do mundo, logo eu já estava na banheira tentando apenas não pensar em nada o que era impossível já que toda vez que eu fechava os olhos o rosto dele vinha em minha mente como a droga de um filme antigo que continuava a rodar em minha memória, o beijo a sensação da minha cabeça rodando enquanto minha meus dedos se entrelaçava nos cabelos de Embry o puxando para mais perto e o gosto da boca dele que parecia a melhor coisa que eu havia provado na vida, oh céus como eu queria sentir aquela sensação novamente. Então abri os olhos tentando procurar clareza e raciocinar algo que não tivesse haver com Embry.

Tio Edward você poderia pedir para todos me deixarem só? Preciso de um tempo para pensar. – Pedi para tio Edward em forma de pensamento.

Quando voltei a meu quarto não havia ninguém. – Obrigada. – O agradeci.

– De nada querida. – Meu tio me respondeu do andar debaixo.

Coloquei meu pijama e deitei em minha cama me cobrindo até a cabeça, fechei meus olhos tentando fazer com que eu dormisse mais não funcionou, então peguei meu celular que estava ao meu lado na mesinha de cabeceira, olhei no visor e a coisa que eu mais queria não estava ali nenhuma ligação nem mesmo mensagem dele. Tentei ouvir música mais não funcionou muito já que Broken do Evanescence tocava e só me fazia pensar como ele está agora, só espero que ele não fique com muita raiva de mim, foi com esses pensamentos que dormi.

(...)

A semana passou devagar quase se arrastando, Embry não foi uma vez se quer á escola o que só me fez sofrer ainda mais, só que eu procurei não demonstrar já que na segunda eu chorei mais que qualquer outro dia de minha vida, hoje é sábado e aqui estou eu tentando escolher uma roupa para ir á festa do Naythan, bom esse era o meu plano ir até a festa e ficar com alguém nem que seja apenas para fazer com que todos acreditem que eu estou bem.

– Tia Alice, por favor, eu já disse que nos não iremos a nem um baile é apenas uma festa. – Kay falava pela segunda vez tentando convencer tia Alice a deixa-lá usa uma de suas roupas, mais com a minha tia baixinha não se tem dialogo quando se trata de roupas.

– Eu gostei do vestido. – Falei dando um sorriso amarelo para apenas fazer com que Kay me olhasse com incredulidade.

– Viu, Cathe gostou isso só mostra que ela puxou o lado estiloso da família. – Kay bufou e eu ri. – Ah já sei que roupa você usará. – Tia Alice falou desaparecendo de vista e Kay me olhou.

– Você deve me amar muito, pra concordar com as loucuras da tia Alice. – Ela falou se jogando na cama e eu virei para olha-la.

– Eu? Imagina. – Voltei a rir.

– Eu disse que tinha o vestido perfeito. – Tia Alice disse nos assustando.

– Tudo bem tia, mais precisa nos matar do coração? –Kay perguntou e tia Alice apenas deu um sorriso para ela.

– Que vestido lindo. – Falei correndo para o lado de tia Alice.

– Bom esse é da Kay mais eu tenho outro que também é perfeito para você. – Tia Alice falou dando seus famosos pulinhos, só ela e Kay para me distraírem mesmo.

Depois de quase o dia inteiro de preparação para uma pequena festa eu e Kay estávamos prontas e devo dizer que dessa vez tia Alice se superou totalmente, eu nunca havia me visto tão linda por mais que a pessoa pra quem eu mais queria me expor não estivesse aqui.

– Vamos? – Kay me perguntou me fazendo sair de meus devaneios.

– Claro. – A respondi e logo já estávamos no carro junto com meu pai, ele nos levaria á festa. Não foi nada difícil convencer meus pais a me deixarem ir á festa de algum modo minha mãe sabe que eu ainda estou mal e ela disse que eu precisava sair e me divertir e logo Nessie também concordou em deixar a Kay ir, por mais que Jacob tenha quase tido um surto por conta disso.

– Nossa, está realmente cheio. – Kay falou me fazendo olhar a casa com vários adolescentes a nossa frente, suspirei e depois saí do carro juntamente com Kay. Dei um aceno tímido para meu pai que logo tratou de desaparecer em meio á rua cheia de carros estacionados.

– Hora da diversão. – Kay falou enquanto seguíamos para dentro da casa, ela parecia realmente alegre com tudo.

– Com certeza. – Concordei com ela mais o que eu realmente queria era sair dali correndo a procura de Embry.

Quando entramos no lugar parecia que havia mais gente aqui dentro do que do lado de fora, Kay começou a me puxar e eu me perguntava mentalmente para onde ela estava me levando já que com o barulho daquela música alta era impossível ouvir até mesmo uma conversa. Kay parou me fazendo olha-la, ela fitava algum lugar sorrindo então olhei na mesma direção e vi Nay andando em nossa direção.

– Oi meninas, fico feliz que vocês tenham vindo. – Ele falou nos cumprimentando com um beijo na bochecha.

– Agradeça a tia Rose que fez meus pais mudarem de ideia. – Kay disse e logo depois bufou.

– Quando a encontrar eu agradeço, e a propósito vocês estão lindas. – Nay falou dando um olhar sugestivo a Kay que percebeu e corou, eu apenas revirei os olhos.

– Onde está o Derek? – Perguntei tentando ser o mais interessada possível mais acho que Kay percebeu que eu não estava tão interessada assim.

– Agora que você perguntou faz algum tempo que ele disse que ia pegar uma bebida e desapareceu. – Nay falou pensativo.

– Ah então deixa pra lá. – Falei fazendo uma careta.

– Hum... Que tal a gente ir dança? – Eu já ia negar mais Kay me puxou novamente me levando até a pista de dança juntamente com Nay.

Já havia passado quase meia hora que nos dançávamos e aquilo já estava me enjoando decide que sairia da pista mais ouvi Kay soltar um grito e olhei para onde ela corria, meu coração parou uma batida e voltou totalmente acelerado, eu sentia minhas pernas bambas, embora estivesse tudo escuro eu ainda podia ver aqueles olhos castanhos me fitando, a única pergunta que vinha em minha mente era: O que Embry está fazendo aqui?

FIM POV Cathe

Notas finais
Eu sei que o capítulo realmente não está bom, mais como eu já disse minha semana foi péssima o que acarretou em tudo. E acho que deu pra perceber que a Cathe está ainda mais bipolar nesse capítulo do que a Kay nos passados. Bom prometo que melhoro no capítulo que vem, até ele então ~chu ♥