The Daughter Renesmee
5 Capitulo 4° - O que aconteceu?
Notas iniciais
Assim que chegamos a casa avistei Seth sentado em um dos degraus da escadaria da entrada, juro que quase caí ao abri a porta e correr até ele para o abraça-lo.
– Solte-a Seth. – Ouvi a voz de meu pai logo atrás de nós e dei um salto dos braços de meu amigo.
– Pai! – Protestei mais ela olhava para mim com o olhar fulminante.
– Você não tem razão aqui mocinha e muito menos direitos. – Ele falou e percebi Seth começar a tremer a meu lado.
– Por que você está tratando ela assim Jake? Ela é sua filha. – Seth falou entre dentes.
– Cale-se Seth! E vá para casa. – Meu pai falou com seu tom alfa, eu fiquei totalmente parada.
– Jacob, eu e Cathe já estamos indo para casa. – Meu bisavô alertou, mas meu pai nem se quer esboçou uma reação, ele estava muito ocupado lançando um olhar furtivo á Seth que o encarava da mesma maneira.
– Eu não irei embora. – Seth disse.
– Sim você ira, por que eu estou mandando como seu alfa. – Olhei para Seth e pude jurar que ele estava fazendo uma força enorme para não obedecer meu pai, eu só me pergunto como ele consegue? O pedido de um alfa não deveria ser algo obrigatório.
– Seth acho melhor você ir. – Falei e ele me olhou como se pedisse desculpas, depois veio até mim e deu um beijo em minha testa, ainda pude ouvir meu pai rosna. E logo ele já estava a adentrar a floresta.
– Entre. – Meu pai ordenou assim que viu Seth desaparecer por entre as árvores.
Minha vontade era de gritar e saí correndo dali mais a única coisa que fiz foi obedecê-lo, mal cheguei á sala e vi minha mãe descer as escadas em sua velocidade meio vampira.
– O que aconteceu? – Ela perguntou enquanto vinha até mim e me olhava da cabeça aos pés.
– Sua filha não sabe se comportar como uma garota qualquer Renesmee, esse é o problema. – Meu pai falou enquanto olhava para mim.
– O que você quer dizer com isso Jacob? – Minha mãe parecia não entender nada.
– Que ela agrediu uma colega de escola, ela poderia ter matado a garota. – Ele falava como se eu realmente tivesse á matado, aquilo estava me deixando muito chateada.
– Você fez isso Kaytlin? – Ela me perguntou enquanto arqueava uma sobrancelha, eu não consegui dizer nada apenas afirmei com a cabeça. – Por quê?
– Por que ela é uma mal educada e sem limites. – Quando meu pai disse isso ás lágrimas se instalaram no canto de meus olhos, porque ele precisava ser tão duro?
– Jacob! – Minha mãe o repreendeu, mais eu não aguentava mais; então saí correndo escada a cima e me tranquei em meu quarto me jogando em minha cama. Eu não gosto de chorar principalmente na frente das pessoas, mais tem vezes que é preciso liberar as lágrimas um pouco e ser como qualquer outra adolescente que não vive em um mundo com vampiros e lobos.
– Querida abra a porta. – Minha mãe disse com uma voz preocupada.
– Não mãe, por favor, me deixe ficar sozinha. – Tudo o que eu menos precisava agora era alguém me dando mais sermões, eu só queria ficar só.
– Meu bem eu não irei discutir com você, só quero conversar. – Minha mãe realmente sabia ser persistente quando queria.
– Tudo bem. – Eu sabia que se eu não fosse abri a porta para ela, ela poderia até arromba-la se quisesse. Abri a porta. – Mãe é sério eu quero ficar isolada.
– Vamos conversar um pouco ai depois eu te deixo sozinha pode ser? – Apenas suspirei e assenti. – Então... Você que falar sobre o que aconteceu? – Neguei com a cabeça e ela suspirou. – O.K eu só quero que você saiba que apesar de eu não saber exatamente o que aconteceu estou do seu lado, e tente não ficar com raiva de seu pai, você sabe que ás vezes ele agi como se tudo pudesse desabar ou algo trágico acontecer a qualquer momento á você, mais ele só que te proteger, espero que você entenda.
– Odeio quando ele faz isso, ele sabe que eu nunca faria nada que nos botasse em encrenca e muito menos ao ponto de revelar o nosso segredo. – Minha mãe me olhou por alguns instantes e depois me abraçou.
– Eu sei meu amor, mais acho que o seu pai está ficando velho e um pouco ranzinza demais. – Ela falou me soltando e me fazendo rir das suas palavras.
– È, talvez seja isso, só acho que ele deveria para e descansar um pouco faz tempo que nem um vampiro além de nós se aproxima de Forks ou La Push.
– Você está certa, talvez eu deva fazer com que ele e eu tenhamos umas pequenas férias. – Ela falou com o olhar sonhador e eu rir.
– Eu poderia ficar na casa do biso enquanto vocês comemoram. – Falei dando de ombros.
– Comemoram? Como assim? – Ela disse não entendendo.
– Sabe... Se livrar de mim um pouco e sem o estresse de ver eu e Seth brigarmos por besteiras. – Falei revirando os olhos e ela me olhou desaprovando.
– Você sabe que eu não ligo para ás briginhas de vocês. – Ela falou e eu levantei uma sobrancelha. – Tá... Talvez um pouco, mais você é minha filha e eu tenho que aguentar isso, e Seth bom ele já faz parte da casa á bastante tempo. – Ela falou se corrigindo e eu gargalhei dá cara de “Não estou explicando bem.” Que ela fazia.
– Tudo bem eu entendi.
Depois disso passamos mais algum tempo conversando e assim que ela saiu de meu quarto eu me dirigi para meu banheiro e tomei um banho um pouco longo, quando terminei me joguei em minha cama e passei a tarde toda ouvindo musica e jogando vídeo game, nem vi o tempo passar, só percebi que já era noite quando minha mãe bateu na porta com uma bandeja de comida na mão, eu adoro quando ela faz isso é como se ela lê-se meus pensamentos e soubesse que eu não queria descer para jantar com meu pai me olhando seco por todo o tempo. Eu queria poder voltar no tempo e não ter feito aquilo, até que poderia existir uma maquina do tempo, não sei mais eu acho que deveria e foi com esses pensamentos absurdos que acabei pegando no sono.
(...)
Acordei com algo tocando e logo percebi ser o despertador eu apenas o arremessei na parede fazendo com que ele parasse de gritar, tentei voltar á dormi mais nada acontecia. Bufei, e decide abri meus olhos mais os fechei novamente por causa dá claridade do quarto, fiquei vários minutos deitada olhando para o teto depois de acordada; hoje era um daqueles dias que eu realmente não queria levantar da cama, mais eu tinha que o fazer, então me sentei na cama e passei as mãos em meu rosto, percebi que tinha algo me apertando então olhei para baixo...
– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH. – Eu não acreditava no que eu estava vendo.
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