The Daughter Renesmee
3 Capitulo 2° - Não Acredito...
Notas iniciais
Já estamos no quarto dela, e Cathe ficava andando para lá e para cá me deixando quase tonta.
– Dá pra parar com isso, você está me deixando tonta. – Falei e ela me olhou e depois se sentou ao meu lado na cama. – O que está acontecendo? – Ela levantou novamente e pegou um bloquinho de folhas que estava em sua mesinha de cabeceira e uma caneta que estava também lá. E começou a escrever. – O que é is... – Ela não me deixou terminar, colocou a folha com algo escrito em frente a meu rosto.
"Coloque seu escudo de som, envolta de nós."
Era o que dizia a mensagem no papel, eu claro não entendi nada, mais fiz como ela pediu.
– Pronto! – Falei. – E então o pra quê disto?
– Eu fiz uma burrada Kay, mais juro que não foi por que eu quis! – Ela falou aflita.
– Dá pra parar de me enrolar e contar logo o que aconteceu? – Cathe até parece que não me conhece, odeio quando alguém faz suspense sobre algo.
– Tudo bem...Hum...È...EubeijeioEmbry. – Ela falou e depois sorriu amarelo.
– O que? Eu não entendi.
–Eu Beijei O Embry. – Ela falou devagar como se eu fosse alguma demente.
– O QUE? EU NÃO ACREDITO COMO ISSO ACONTECEU? – Eu sei que eu estava fazendo uma tempestade em copo d’água, mais não era pra menos.
– Para de gritar eu não sou surda. – Ela falou e suspirou. – Nem eu sei como aconteceu, a gente tava conversando e ai eu comecei a lembrar do meu parto e lembrei-me da minha mãe morrendo e comecei a chorar, e quando vi eu estava beijando o Embry. – Ela falou tudo rapidamente, e eu estava chocada, com certeza as minhas feições não eram das melhores.
– Nossa, e como ele reagiu? E como tá o clima entre vocês agora? Você gostou?... – Ela me interrompeu me impedindo de fazer mais perguntas.
– Calma! Não sei, por que não fiquei lá por muito tempo, mais ele parecia ter ficado tão assustado quanto eu. Tá normal eu acho. Eu não sei dizer Kay... Sabe ele é meu melhor amigo homem eu não posso gostar dele de outra maneira sem ser amiga até por que o Embry pode até ter a aparência de um garoto de dezenove anos mais ele é bem mais velho que eu e sem contar no quanto a gente é diferente, e tenho certeza que meus pais não me deixariam namorar um lobo. – Pensando bem a Cathe está totalmente certa em todos os ângulos.
– Tudo bem, deu pra entender. E você tá certa acho que a tia Rose teria um ataque cardíaco ou não... – Falei e eu e Cathe rimos dá minha piada sem graça.
Depois disso o dia passou rápido e acabei não ficando muito tempo com Seth. No domingo o dia foi parado não pude ver meu amigo por que ele passaria o dia fazendo ronda pra recompensar os dias perdidos, eu sei meu pai é mau ás vezes. Agora estou aqui no meu quarto desenhando sabe se lá o que em meu caderno de desenhos.
– Oi minha pequena. – Quase caí da cadeira com o susto que Seth me deu.
– Quer me matar do coração Seth? – Falei, ou melhor, gritei, ele apenas fez uma carinha de cachorro abandonado na chuva.
– Desculpa Kay só queria fazer uma surpresa. – Me matando do coração. Pensei mentalmente. Suspirei.
– Tudo bem Seth, mais o que você tá fazendo aqui em uma hora dessas? – Perguntei e ele sorriu. – Ainda bem que estou com meu escudo sonoro em volta do quarto se não você já era.
– Eu passei o dia sem ver você, queria pelo menos te dá um abraço de boa noite. – Ele disse dando de ombros. Eu sorri, por mais que Seth fosse louquinho ás vezes, ele sempre estaria ali ao meu lado. Então sem nem pensar fui até ele e o abracei ele demorou um pouco pra retribuir mais logo já estava me apertando e eu podia sentir todo o calor dele e ouvir os batimentos cardíacos acelerados, aquilo me deixava calma.
– Acho que não consigo ficar muito tempo longe de você. – Falei levantando o rosto para fita-lo, ele sorriu e beijou minha testa.
– Eu também não pequena. – Então ele se inclinou por sobre meu ombro. – Você que desenhou? – Falou saindo do abraço e me mostrando meu desenho. Corei.
– Foi mais não era pra você ter visto este. – Falei pegando um desenho que eu fiz dele mais cedo.
– Mais por quê? Não sou eu ai? Por que pra mim parece ser eu. – Ele falou pegando o desenho de novo de minhas mãos.
– È claro que é você, mais ainda falta uns detalhes e era surpresa. – Falei fazendo um falso bico.
– Não fica tristinha vai, se falta detalhes, ele não estará da mesma maneira quando você me entregar novamente. – Ele falou dando um sorriso de lado. Até que isso fazia sentindo.
– Você é muito chato. – falei me jogando em minha cama.
– E você me ama. – Ele falou encostando-se a minha janela.
– E além de tudo ainda se acha. – Falei e ele riu.
– Então quer dizer que você não me ama. – Ele falou e eu olhei para ele. Ele estava fazendo um bico e eu ri.
– È claro que amo, você nunca deveria me fazer essa pergunta. – Ele me olhou com uma sobrancelha arqueada. – Até por que eu sempre direi sim.
– È bom saber disso. – Ele falou me dando um sorriso gigantesco. – Mais já que você me disse o quanto me ama eu vou embora.
– Se eu soubesse nem teria dito que te amo. – Falei e ele gargalhou.
– Não se preocupe pequena, amanhã eu volto. – Ele falou vindo até mim e dando-me um beijo em minha testa.
– Mais amanhã tem aula. – Reclamei lembrando-me do inferno que é a escola.
– Mais não será o primeiro dia de aula da Cathe? – Ele disse fazendo uma cara de quem não tava entendendo.
– È mais ela não vai ficar muito comigo lobinho, eu sou uma “criança” e ela já tem 17 anos. – Falei bufando.
– Haha você fala como se a Cathe realmente tivesse dezessete anos. – Ele disse gargalhando e eu fiquei olhando pra ele com uma cara de “Você tá bem?”. – Ah qual é Kay ás vezes ela tem uns pensamentos mais infantis do que os seus. – Isso era verdade, por isso que na maioria das vezes ela me pedia a opinião sobre algo.
– O.K Seth você ganhou, mas mesmo assim tudo acabara como eu disse. – Falei e ele revirou os olhos.
– Tá bom, mais agora eu realmente preciso ir para casa. – Suspirei.
– Tudo bem, Sue deve está preocupada. – Falei e fiquei na ponta dos pés para dá um beijo na bochecha dele. – Agora vá para casa lobinho.
– Está me expulsando? – Ele falou indignado.
– Seth! Vá logo.
A última coisa que ele fez antes de pular minha janela foi reclamar algo que eu não pude escutar, ri comigo mesma, ás vezes Seth era tão bobo. Depois disto não fiquei muito tempo acordada; como eu já disse amanhã é dia do anjo voltar ao inferno, tá isso foi convencido demais.
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