The Darkness Heiress
9 Capitulo 8 – Escapando de uma fria.
Notas iniciais
NO CAPITULO ANTERIOR:
“- Fiquei imaginando quanto tempo levaria para você descobrir tudo – falou uma voz masculina que eu não conhecia”
AGORA:
Virei lentamente para trás imaginando que seria um inimigo, o problema é que a Cortadora de Almas não está mais comigo! Por culpa daquela deusa irritante e que não sabe o que significa cortar o cabelo, porque ter tranças daquele tamanho não é normal! Não é nem um pouco normal!
Senti algo se prender no meu pulso e mirei-o, mirei o meu próprio pulso antes de olhar a alucinação louca que a deusa pirralha de tranças enormes colocará para me matar. Se é para morrer em uma alucinação, que eu morra com a minha loucura.
Arregalei os olhos ao notar a fita vermelho no meu pulso, como a cortadora de almas simplesmente aparecera no meu pulso? Isso não faz nenhum sentido! Que eu saiba eu estou em uma alucinação louca causada por uma deusa ainda mais louca que eu e ela não ia me presentear com uma arma tão foda quanto bem.. a minha.
- Você agora é a legitima dona da foice de Cronos – falou o cara e eu finalmente me virei para tentar descobrir quem era – se você realmente quiser, ela sempre dará um jeito de ir ao seu encontro.
Encarei a pessoa que falava comigo até aquele instante, ele devia ter uns 20 anos e pouco e era um pouco mais alto que eu. Devia ter a altura de Poseidon, mas era ai que acabavam as semelhanças entre os dois. Os cabelos do cara eram um pouco bagunçados, a barba estavam levemente por fazer, estava um pouco sem cor, os olhos eram acinzentados e usava como roupa um sobretudo negro sobre roupas também negras.
- Como sabe sobre a cortadora de almas e quem é você? – perguntei de forma áspera.
Invoquei a minha arma, a cortadora de almas, e apontei para aquele estranho. Não o conhecia e no momento tinha prioridades mais importantes do que simplesmente perder o meu tempo com essa ilusão. Ele deve ser uma armadilha, para me fazer morrer ou me fazer cair novamente nessa ilusão infernal.
- Eu me chamo Sealiah, ultimo arcanjo da casa Dragomir – ele falou sorrindo para mim e se aproximando – não se preocupe, não sou uma ameaça jovem dividida... Seus ideais são nobres, gostaria de poder ajudá-la, mas no mundo plano e real eu estou preso em uma lapide de Astrid e a chave a muito se perdeu com as damas do tempo.
Tudo bem tudo o que eu entendi foi que esse cara não é meu inimigo e que tem um nome estranho. Quer dizer quem da pro filho um nome como Sealiah! Da até para enrolar a língua, blerg! Ridículo.
- Ótimo meus idéias são nobres e coisa e tal, só que eu não posso fazer merda nenhuma nessa porra de lugar! – falei irritada.
Nem isso irritou aquele cara, isso só o fez sorrir um pouco mais. Esse cara deve ter algum problema mental, deve ter perdido algum neurônio de tanto ficar aqui nessa ilusão louca.
Para provar que esse cara tinha graves problemas ele pegou um sino do bolso! Pra começar quem anda por ai carregando um sino? Isso é algo tão bizarro! Ainda pior do que isso é o fato desse louco achar que um sino é a solução de todos os problemas do universo!
- Vou te ajudar a acordar, mas para acordar as suas amigas você vai ter que derrotar Icelus – ele falou.
Então ele começou a tocar o sino, tive vontade de rir daquele louco do século passado! Porque de verdade? Até eu sou mais normal que esse cara! E que nome ridículo é esse? Já entendi porque aquela deusa não corta os cabelos! Com um nome tão ridículo assim não é difícil ficar louco.
Foi quanto tudo começou a se afastar, como se eu estivesse em algum lugar elevado, como se eu estivesse me afastando dali! TA ME ZUANDO que esse sino vai funcionar, isso só pode ser uma brincadeira de muito mal gosto com a minha cara!
Abri os olhos e eu tinha voltado para a realidade, olhei para aquela deusa de nome bizarro... Qual era o nome mesmo? Acho que era Icelus, tanto faz! Ela é a deusa maníaca que está atrasando a minha missão.
- Como foi que...? – ela perguntou.
Dei um sorriso torno, não vou admitir que tive que ter ajuda de um louco... não vou mesmo, ainda tenho o meu próprio orgulho! Segurava a cortadora de almas firmemente, olhei as minhas amigas, elas ainda estavam presas na ilusão.
- Você não achou que eu ia ficar presa em uma coisa daquelas, não é mesmo sua vadia de quinta categoria? – falei com um sorriso torto – agora vamos ver se você sabe lutar de verdade ou só fica nas ilusões!
Vi a garotinha arregalar os olhos, ela tinha um olhar sádico, um jeito sádico e irritante. Começamos a andar em círculos, uma encarando a outra. Me pergunto se a garotas estarão no mesmo tipo de ilusão que eu, achando que nada do que vivemos é real... Talvez.
- Como se eu fosse ter medo de uma mortal como você – falou aquela deusa irritante.
Era incrível como todos ainda me subestimavam, como me achavam fraca, se eles soubessem! Jamais seria fraca, só por ser filha de um dos três grandes eu já era forte, mas além de tudo eu era uma dividi. Uma divida que controlava os elementos e odiava ver as amigas indefesas.
Um circulo de fogo se formou ao nosso redor, vi as orbes daquela deusa estúpida se arregalarem, ela não esperava por isso, ela simplesmente não esperava. Não sabia se poderia matar uma deusa, mas sabia que podia machucas e muito! Segurava a cortadora de almas com força, com muita força, mas muita força mesmo!
- Você tem duas escolhas sua vadia louca, libere as minhas amigas e vá embora... ou eu vou chutar tanto essa sua bunda de pirralha magrela que você vai aprender o que é dor – falei agora bem seria e com os olhos faiscando.
Tudo bem eu sou mortal, mas sou uma mortal bem do mal e sabia ser assustadora quando queria. Olhei para aquela deusa de nome estranho e vi a duvida passar por seus olhos. Sabia que ela tinha duvidas se devia tentar me jogar em uma ilusão de novo ou lutar, eu havia escapado uma vez e isso era muito além do que alguém já devia ter ido.
Vi ela empinar o nariz e estalar os dedos, minhas amigas começaram a se mexer devagar e acordar, eu havia conseguido! Eu finalmente estou conseguido ajudar as minhas amigas sem antes sair correndo na pancadaria, mesmo eu achando a idéia de correr na pancadaria bem mais interessante, só que a Beatrice gosta mais de conversar então ela vai gostar disso...
- Não pense que estou com medo de você dividida, apenas decidi lhe dar mais um tempo de vida... Caos vai vencer no final – aquela deusa metida falou de modo prepotente – eu estou sempre do lado vencedor.
Olhei para aquela deusa metida que já estava desaparecendo, eu sabia que devia segurar a minha língua e ficar quieta. Mas aquela putinha estava pedindo por uma resposta muito bem dada para falar a verdade.
- A guerra ainda não acabou, e Caos não vai ganhar... pode apostar mocreia – falei irritada.
Depois disso ela sumiu e eu fui acudir a Isabela e a Beatrice que pareciam completamente perdidas em toda aquela loucura que acontecera. O pior de tudo é que elas parecem cansadas, então vamos perder ainda mais tempo do nosso caminho sem rota definida.
Draco narrando
Era estranho, mas a presença da Layla me fazia bem, eu gostava de passar algum tempo com ela. Quer dizer tudo bem que ela é uma dividida com o sangue Lestrange (acho que ela é filha da Bellatrix, o que nunca é bom), ficar sentado ao lado dela no telhado é confortável.
Só que eu queria saber mais sobre ela, eu tinha tantas duvidas, tantas curiosidades. Abri a boca algumas vezes para tentar falar, mas a coragem me faltou, não sou um Grifinorio mesmo, sou um Sonserino.
- Você pode falar que quiser, sou uma divida, não um monstro de sete cabeças – ela falou.
Engoli em seco, eu definitivamente não sou discreto. Mordi o lábio inferior, era fácil falar com a Parkinson e a maioria do pessoal da Sonserina só fica concordando com o que eu falo porque sou rico e um Malfoy. Não vou dizer que não gosto deles pegando no meu pé o tempo inteiro.
Talvez tivesse sido melhor se eu não fosse tão mimado assim, não que eu reclame, só que agora eu saberia o que falar com ela. Minha única experiência com divididas é com a metida da Ivie Vance Addams e a cdf da Beatrice. Elas são insuportáveis.
- Porque você está sempre sozinha? Nunca te vejo falando com ninguém... – falei por fim.
Droga, eu estava a chamando de anti-social ou de excluída e nenhuma das opções era boa. Sou tão patético quanto o testa rachado do Potter que não tem nenhum talento com garotas e só está com a Addams loira porque ela é tão patética quanto ele.
Encarei a bela dividida loira na minha frente, ela piscou os olhos algumas vezes e depois deu um sorriso triste. Falei a coisa errada, era obvio que eu ia falar a coisa errada, ela deve estar me achando um boca. Eu não devia ter falado nada.
- Eu não tenho ninguém, sempre fui sozinha Draco e acho que eles não me querem por perto – ela deu um suspiro – não concordo com os idéias de Caos, mas este é o único lado que eu seria aceita... Queria saber como é Hogwarts e o acampamento meio sangue...
Abracei ela, foi um reflexo, mas gostei disso. O perfume dela era gostoso, muito gostoso mesmo. Queria a alegrar então eu comecei a contar sobre Hogwarts, sobre como eram as aulas e as casas eram divididas. Também contei que fiquei um tempo no acampamento e eu compartilhei as minhas experiências de lá. O que me incomodou foi a curiosidade que ela tinha nas Addmas, aparentemente as Addams são as heroínas dela. Layla não é uma garota normal.
Beatrice narrando
Ao menos a intervenção daquela deusa nos serviu para alguma coisa, nós temos uma rota, sei que a Ivie não vai gostar. Mas o anjo que ela viu.. ele pode ser a chave de absolutamente tudo.
- Você não pode estar falando serio! O cara era totalmente gay e louco! – falou a Ivie.
- Gay! Que máximo! Nós temos que ir, vai ser alguém para me ajudar nas compras! – falou a Isabela animada.
Notas finais
O que acharam do capitulo? E do anjo?
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