A banheira já estava completamente cheia, quando o Nicholas voltou com vários pacotinhos de camisinhas na mão.

-Nossa que acabar comigo mesmo-disse rindo.

-Que foi só tem 10-disse ele- molambo de Motel devia ter uma 100 por aqui-disse ele olhando em volta.

-A só dez? filho eu só transei duas vezes não acha melhor ir devagar?-perguntei rindo e ele riu.

-Na segunda já melhora, na terceira nem se fala, e depois a gente perde a conta-disse e eu ri.

-Acho melhor esperar sua ressaca sair-disse para ele.

-Nem louco, já tomei dois energéticos ali, estou animadão-disse ele.

-Ah que bonito que acabar comigo de vez né-disse e ele se aproximou.

-E você nem gosta né sua safadinha-disse segurando na minha cintura.

-É eu gosto-disse sorrindo e ele sorriu.

-Segura a respiração-disse ele.

-O que?-perguntei e ele me jogou na banheira e eu ri.

-Isso foi broxante-disse rindo dentro da agua.

-Deixa que eu te animo rapidinho-disse ele entrando na agua e veio até a mim.

-Hum sexo de baixo da agua?-perguntei sorrindo e ele riu.

-Topa?-perguntou já em cima de mim beijando meu busto.

-Com você eu topo tudo-disse e ele sorriu.

-Tá aprendendo rápido-disse ele me colocando no colo dele, fiz um coque rápido no meu cabelo, enquanto ele me alisava por completo, ele colocou a camisinha e então, comecei a fazer movimentos perigosos em cima dele- adora me ver excitado né-disse ele de olhos fechados.

-Eu adoro ver você admitir que me quer-disse no ouvido dele enquanto rebolava em cima da sua cintura.

-Ah-gemeu ele- eu te quero-disse passando os lábios sobre meu ombro- quero essa pele lisa sobre a minha, seu corpo suado sobre o meu, seus lábios contra os meus lábios, eu te quero por completo-disse e senti ele sugando meu pescoço, com certeza ia ficar marcado ali, mas não estava nem ai, logo começamos a fazer tudo que tinha direito, no final acabamos usando todas as camisinhas e se tivesse mas, a gente teria usado, depois te tudo tomamos banho mesmo, e nos deitamos, meu corpo estava dolorido, e cheio de marcas, no pescoço do Nicholas esboços de roxões estavam ali, e suas costas inteiras arranhadas.

-Cáh-disse ele se virando para mim.

-Oi-disse disse o olhando.

-Se eu pedir uma coisa se não ri-disse ele todo fofo, eu quase fiz awn para ele.

-Fala-disse docemente.

-Faz carinho para eu dormir-disse ele e eu sorri.

-Faço sim vem cá-disse e ele deitou sua cabeça sobre meu peito e eu comecei a alisar seus cabelos- assim?-perguntei.

-Alisa meu corpo também-disse ele mas não tinha malicia na sua voz, eu desci os dedos pela sua costas e voltada, pude ver ele suspirar e fechar os olhos, fiquei admirando ele, parecia tão criança no meu colo, carente de carinho e qualquer amor, que me pedia socorro, que queria que alguém se importasse com ele, beijei o topo da sua cabeça.

-Te amo seu idiota-disse e continuei a fazer carinho e logo peguei no sono também.

Acordei com alguém fazendo carinho no meu rosto, abri os olhos lentamente e vi ele sorrir.

-Bom dia-disse ele

-Bom dia-sorri- que horas são?-perguntei

-13:00 da tarde-disse e eu arregalei os olhos.

-Nossa tarde assim?-perguntei me sentando.

-É parece que quando estamos juntos o tempo voa-disse sorrindo e eu sorri.

-Dor de cabeça?-perguntei.

-É e estou vomitando-disse ele.

-Por que não me acordou?-perguntei.

-Não queria te atrapalhar-disse parecendo envergonhado.

-Seu bobo, vem eu vou fazer um chá para você-disse pegando a mão dele e ele sorriu.

-Vai dizer que manja das culinárias-disse ele.

-Sim minha mãe me ensinou tudo-disse e ele se sentou na cadeira, e eu fui pegado as coisas- comeu alguma coisa?-perguntei.

-Não-disse ele- desde ontem-disse ele.

-Nicholas se for beber tem que comer alguma coisa, se não você não vive nem 50 anos-disse e ele riu.

-E quem se importa se eu morrer-disse ele.

-Eu-disse- eu me importo- disse o olhando e ele sorriu.

-Serio?-perguntou.

-Nicholas não é por que você é carente de amor de pai e mãe que todos vão te ignorar, olha só os meninos te amam, vivem enchendo seu saco, mas sempre que tem alguma confusão eles te ajudam sem pensar duas vezes-disse apoiado no balcão ao lado dele.

-E você?-perguntou segurando minha cintura e fazendo eu se sentar no colo dele.

-O que tem eu?-perguntei

-Me ama também?-perguntou olhando nos meus olhos.

-Amo-disse para ele- por mas que muitas vezes você me irrite, que eu tenho uma vontade de matar você na porrada, ou estrangula-disse e ele riu- você é a pessoa mas engraçada ,sensível ,amorosa , pervertida e sincera que eu conheço-disse e ele sorriu.

-Também gosto do seu jeito, apesar de muitas vezes eu querer te socar-disse e eu ri- você é tão diferente das outras, tem seu jeito macho que me encanta-disse e eu ri muito.

-Eu tenho jeito de macho?-perguntei rindo.

-Tem, gosta de futebol e sabe discutir sobre, ama vídeo games, não é mimada, e eu acabei de chamar você de macho e nem ligou está vendo-disse e eu ri.

-Gosto de sinceridade ué-disse sorrindo e ele ficou pálido- tudo bem?-perguntei.

-Tudo só está dando tonteira-disse ele.

-Vem-disse saindo do colo dele e o deitei na cama- fica quietinho que eu vou acertar as coisas do Motel e eu te levo embora-disse e ele concordou, sai paguei as coisas e voltei e ele estava vomitando.

-Nih tudo bem?-disse passando a mãos nas costas dele.

-Ai estou morrendo-disse ele se apoiando do lado dá privada.

-Por que homem é tão exagerado?-perguntei e levantei ele levando para o carro dele, chegamos no clube e entramos de fininho para ninguém ver mesmo, entrei no meu quarto e o deitei na cama.

-Por que me trouxe para cá?-perguntou

-Para mim cuidar de você-disse para ele.

-Pare com isso, me larga lá no quarto e logo passa-disse ele.

-Não-disse firme- vou ficar com você até melhor-disse pegando um pano molhado e passando sobre o rosto dele, ele sorriu e acariciou meu rosto.

-Obrigado-disse sorrindo e eu apoiei meu rosto na mão dele.

-Não tem por onde-disse sorrindo de leve, nunca o deixaria sozinho, principalmente quando estivesse adoecido, acho que partir do dia em que o suco de amora veio nas minhas costas era o destino já nos entrelaçando um ao outro.