The Dance Of My Life
86 Capitulo 22
Notas iniciais
Acordei mais cedo no outro dia com o resmungado do Gabriel, no meio da noite tive flash de cenas, não eram nítidas não permitindo fazer pergunta para o Nicholas, ah deus Nicholas, esse homem não me deixou dormir a noite inteira, ai que você se engana que ele passou a noite comigo para não me deixar dormir vou realmente ao contrario, ele não me deixou dormir por que ele não estava lá, ele conseguiu me beijar, coisa que eu geralmente não faço no segundo dia que eu conheço o menino. Ok claro nos já nos conhecíamos , e bem, porém eu tive um acidente e Puff sumiu tudo da minha memoria, e bem eu tinha que começar a conhecer ele aso poucos, para depois beija-lo, mais a minha atração mutua por ele ultrapassava barreiras invisíveis, deus aquele homem era um perigo. O resmungado do Gabriel me acordou dos meus devaneios, abri a porta, ainda estava com a blusona que eu tinha achado que ia até o meio da minha coxa o que tampava o shorts, sai do meu quarto e fui para o quarto da Gabriel, ele estava balançando de uma lado para o outro e rindo, aquilo me fez rir.
–Oi coisinha gostosa-disse me aproximando e ele sorriu e ergueu os bracinhos e começou a abrir e fechar as mãozinha me chamando, eu sorri e o peguei, eu percebi que ele tinha a mania e enterrar o rostinho no meu pescoço e respirar fundo, enquanto os dedinhos brincavam com os fios de cabelo que caiam do meu coque mau feito, eu sorri e alisei o rostinho dele com o polegar, ele era o bebê mais doce que eu tinha conhecido, deitei ele e o troquei e limpei, eu percebi que não tinha mais leite, eu devia ter secado, me perguntei se ele já comia papinha, sai com ele e fui para a cozinha que era enorme, deus era enorme mesmo e aquilo me deixou aliviada odeio lugares pequeno me sinto claustrofóbica, coloquei o Gah no carrinho e fiquei encarando , os armários, onde será que tinha café? Onde estava as coisas para principio de conversa.
–O pó de café fica no armário com a portinha de vidro-disse e eu dei um gritinho- desculpa-disse o Nicholas sorrindo e eu sorri
–Não foi nada-disse- como sabia que eu queria café?-perguntei
–É a primeira coisa que você toda manhã, se não tiver uma dose de cafeína no seu sangues-disse ele passando por mim e abrindo a portinha e tirando o pó de café- você fica insuportável-disse e eu sorri de canto e ele me entregou.
–Fico mesmo-concordei, e ele sorriu.
–Dormiu bem?-pude notar o sarcasmo na voz dele e eu corei.
–Ah, claro tive algumas flash de memoria na minha mente mais nada que possa te explicar agora, mais tirando o resto o sono foi ótimo-disse e ele assentiu e eu estava corando cada vez mais, se tem uma coisa no mundo que eu odeio é a pessoa que eu gosto ficar me encarando, droga ele tinha que lembrar que eu sou tímida- e sua noite foi boa?-perguntei tentando desviar sua atenção.
–Não, passei a maior parte do tempo resistindo à ideia de entrar no seu quarto de terminar o que eu comecei-disse e eu arregalei os olhos e o rubor no meu rosto se espalhou mais fazendo ele sorrir de um jeito sexy e então aquele silencio constrangedor reinou.
–Bem, eu tenho que fazer café-disse olhando para baixo, mordi o canto da boca e fui para a cafeteira e senti os dedos dele na curva do meu braço ligando ao meu antebraço, eu inclinei minha cabeça para trás e vi que ele estava próximo demais, a ponto de quase me beijar.
–Alguém não me deu um beijo de bom dia-disse ele sorrindo.
–Vai contra meus princípios beijar um menino que mal conheço antes do 5 encontro, é as regras-disse para ele
–Pelo que viu ontem a noite já percebeu que eu não curto muito essa carretagem de regras, elas foram criadas para ser desobedecidas-disse e eu o olhei e sorri de canto.
–Acho que estou começando a entender por eu me apaixonei por você-disse e o sorriso dele se abriu mais ainda, sem aviso ele me puxou e me deu um beijo calmo, eu estava com as mãos apoiadas no seu peito e ele segurava minha cintura, ele sorriu no meio do beijo o que me deixou meio tonta, ele mordeu de leve meu lábio inferior e eu arfei, ouvi umas palmas meios desajeitadas e abafadas olhamos na direção do Gah e ele estava batendo palmas e sorrindo o que nos fez rir.
–Temos plateia-disse o Nicholas e eu corei
–Como se não fosse constrangedor a sós-disse e ele sorriu
–Se ficar sem graça toda vez que eu te beijar, você vai acumular muito sangue no rosto-disse e eu ri- vou dar comida para o comilão ali, faz café, eu adoro seus cafés-disse e eu sorri e ele sorriu e me deu um selinho longo e pegou o Gabriel e foi para sala, terminei o café e levei duas xicaras de café, o Nicholas tinha acabo de dar papinha para o Gabriel que estava todo sujo, eu ri e dei um xicara para ele e a outra eu deixei do meu lado, com calam eu fui limpando o gah.
–Você sempre teve mais jeito do que eu-disse ele sorrindo
–São instintos da natureza-disse sorrindo e ele sorriu, levei o Gabriel para o chiqueiro e voltei a me sentar o lado do Nicholas e ele passou os braços em volta do meu obro, eu sorri, gostei, o calor dele sobre mim era reconfortante, era como se ele fosse minha casa, sua mão era macia, e alisava minha nuca do jeito que eu gostava- golpe baixo-disse e ele sorriu.
–Isso te relaxa-disse ele
–Uhum-disse fechando os olhos- você tem um apelido?-perguntei e ele sorriu
–Bem todos me chamam De Nick, mais você adora me chamar de Nih, é a única que me chama assim, e as vezes nico também mais eu prefiro quando você me chama de Nih-disse ele sorrindo e eu sorri
–Eu estou falando de apelidos de casal, tipos aqueles bem bobos sabe-disse e ele riu.
–Bem como eu disse eu te chamo de Cah e você me chama de Nih-disse ele e eu peguei uma bolacha que estava ali perto e enfiei na boca
–Mais esses apelidos são comuns-falei de boca cheia e ele riu.
–Ok o que sugere?-perguntou.
–Não sei tem que ser algo criativo e fofo-disse e ele sorriu.
–Ah ok, que tal .... Docinho de limão?-perguntou
–Por q eu sou docinho de limão?-perguntei
–Por que apesar de ser um doce em pessoa é azedinha as vezes- disse rindo e eu ri batendo no braço dele.
–Okay isso foi fofo e engraçado aceito esse apelido-disse e ele sorriu.
–Sua vez-disse ele e eu sorri de canto.
–Ah não tenho vergonha-disse e ele olhou travesso começou a fazer cosquinha no meu pé e eu comecei a rir igual uma idiota-ta ta eu falo-disse e ele parou- Moby-disse e ele olhou confuso.
–Que bixiga é isso?-perguntou e eu ri.
–É a junção de Monster Com baby-disse e ele riu.
–A vc me chamou de bebe monstro em outra lingua-disse e eu ri.
–A é que vc é todo grandão assustador mais é todo meigo e bonzinho parece um bebe mostro mesmo-disse e ele sorriu.
–Estou com uma vontade enorme de te morder-disse e eu ri-Gostei docinho de limão e Moby-disse e eu ri-santo deus como vc é fofa-disse ele me abraçando e enchendo meu rosto de beijos e eu so sorria, adorava quando ele fazia isso.
–Nih-disse e ele sorriu
–Moby por favor-disse e eu ri
–Moby... hum, a gente sempre ficava de pega antes de ficarmos serio?-perguntei ele sorriu
–Uhum-disse ele
–Era bom?-perguntei
–Muito-disse e eu sorri e fiquei quieta- virgens curiosas-disse ele e eu ri
–Eu sou virgem mentalmente ok?-perguntei ele riu
–Essa sua ingenuidade é linda sabia-disse e eu sorri.
–Só está falando assim para me levar para cama-disse e ele riu
–Ok me pegou-disse ele e eu ri o que fez ele rir, ficamos nos olhando e eu sorri.
–Posso fazer uma coisa?-perguntei
–Uhum-disse e eu estiquei minha mão e toquei o abdômen dele e fiquei cutucando, ok me julguem eu estava louca para saber se era durinho mesmo- ual isso é duro mesmo-disse ele começou a rir e se afastou e tirou a blusa, exibindo um pelo peitoral com um perfeito abdômen se ele tava a impressão de grande agora ele parecia maior ainda, e aquela vontade irritante de deitar sobre o peito nu dele não saia da minha cabeça.
–Vou deitar eles ficam mais rígidos-disse e se deitou, eu fiquei fascinada com a beleza e sedução que o corpo dele , me inclinei comecei a passar a mão pelo peitoral dele que era completamente firme, ele fechou os olhos e abriu um pouco os lábios, meu deus aquilo foi sexy, subi a mão pela lateral do pescoço onde tinha uma caroço pequeno de musculo, eu arfou e prendeu minha mão ali, arfei também, e ele abriu os olhos e me olhou, por um instantes ficamos nos olhando até que ele puxou meu pulso para trás me fazendo para sobre ele, meus lábios ficaram centímetros de distancia dos deles, me inclinei e comecei a passar meus lábios sobre o dele ensaiando um beijo, até que eu não aguentei mais e o beijei, ele segurou minha nuca e eu fiz o mesmo, arranhava de leve a lateral do pescoço dele de forma carinhosa, ele gemia na minha boca de forma gostosa, subi mais meu corpo para uma posição mais confortável, cada coxa preá a um lado do quadril dele, me inclinei mais para cima e que foi um erro, pois sentir roçar sua parte intima na minha e ele já estava excitação, eu gemi forte na boca dele e ele fez o mesmo, ele prendeu meu naquela posição, o beijo ficou intenso, de alguma forma meu corpo correspondia todas as provocações, ele apertava minha coxa e eu gemia, aquilo era ótimo, os lábios deles escorregaram para o meu pescoço, e eu arfei, ah que lábios macios- ah docinho, você me excita-disse ele no meu ouvido e eu gemi.
–Não faz isso-implorei no seu ouvido.
–Sei muito bem que você quer que eu faça isso-disse ele em um sussurro sexy que me fez gemer mais ainda- olha o que você faz comigo-disse pegando a minha mão e levando para o seu membro e fazendo com que minha mão apertasse ali, deus era grande, eu devia retirar a mão dali, mais o que fiz foi massagear e morder os lábios, como isso era bom, ouvi o gemido dele rouco e os quadris dele se moverem conforme eu massageava- ah camila, sim-disse e eu sorri, me senti muito mulher, mais uma mulher sexy, senti ele beijar meu pescoço outra vez e eu fechei os olhos, isso era uma sensação única de prazer- ah Docinho, assim eu vou gozar-arfou no meu ouvido e eu gemi.
–Não consigo parar é bom-devolvi e ele gemeu
–Docinho-gemeu ele de novo e eu fechei os olhos, não resisti ao impulso de enfiar minha mão dentro da calça dele para ter contato direto, QUE MERDA ESTAVA ACONTECENDO COMIGO? Era isso que eu pensei, mais algo dentro de mim falou que aquilo era bom e eu devia experimentar , eu parei e ele me olhou eu sorri e passei a minha mão por dentro da calça dele e senti aquela textura macia e roliça, ele gemeu mais alto ainda, comecei a toca-lo e aquilo me deixava mais louca de tesão por ele- Ah deus-gemeu ele estou louco para te ter docinho-gemeu e eu sorri.
–É tão macio-disse ele arfou
–Ah deus quero te levar para o quarto –disse e eu gemi com a possibilidade, senti a mão dele descer pela minha garganta e parar em cima do meu decote, ele alisou ali e em seguida sem aviso prévio me virou com tudo para baixo, minha mão ainda estava no seu calção, ele tirou gentilmente e sorriu- minha vez-disse e senti suas mãos passando por cima da minha parte intima e eu gemi.
–Ah Moby-arfei e ele sorriu e ficou fazendo movimento circulatórios, meu shorts era de pano largo, e com facilidade ele entrou em contanto facilmente.
–Está tão molhadinha-disse ele e eu gemi- você me quer não quer?-perguntou
–Eu quero-disse sem pestanejar, ele sorriu e penetrou o dedo, e eu dei um gritinho de prazer, ele começou a enfiar a tirar e eu movimentava os quadris conforme o dedo dele me penetrava.
–Sexo é quase isso docinho, mais com meu amigo aqui dentro é melhor, ele vai pulsar dentro de você-disse e eu gemei
–Ah Moby, isso é bom-disse mordendo os lábios
–Você me mata de desejo-disse ele no meu ouvido e eu agarrei seu pescoço, ele aumentou o ritmo e eu gemi.
–Eu vou gozar-disse desesperada
–Goza para mim-disse com a boca colada do meu ouvido, quando eu ia dizer que queria ter um orgasmo com ele dentro de mim, alguém começa a bater na porta e ele arfou- merda-disse ele
–Deixa bater-responde arfando
–É a Samanta veio pegar o pagamento dela não vai parar até eu atender-disse eu suspirei ele saiu de cima de mim e eu fiquei lá, completamente doida, já era, eu queria o Nicholas, de todas as formas possíveis não importa se “nos conhecemos a dois dias” eu o amava e não tinha duvidas disso.
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