The Curse Of Blood
3 Piedade do Irmão
Notas iniciais
Capítulo — 1 Ato — III
Os cabos de sustentação do elevador se rompem e logo começa a despencar, Rubbert começa a chorar e solta seu crucifixo e abraça seu irmão de volta, Odionoko fecha os olhos e tem uma nova lembrança.
Alguém. Em meio há luz, e logo começa a se virar lentamente, prestes a mostra o rosto, a memória se perde em sua mente.
Quando Odionoko volta há si, ele estava com a testa cortada, Rubbert estava desmaiado deitado no chão, e Igor tentando abri a porta do elevador, sem pensar Odionoko foi ajudar Igor. Quando chegou perto de Igor viu se seu rosto estava com um corte em sua testa.
— NÃO!! Apenas fique com Rubbert!! Ele precisa de você!!
Odionoko nem deu ouvidos, apenas tentou abrir um dos lados da porta, vendo que seu sermão não ia dar em nada, Igor apenas tenta abrir o outro lado, uma fresta é criada, havia uma esperança! Igor coloca toda sua força em suas mãos e começa a empurrar com suas costas, Odionoko vê que sua ajuda não seria precisa, então tentou erguer Rubbert.
Igor pegou seu irmão e o levantou até acima do ombro, como um saco de batatas, e pegou Odionoko por debaixo de seus braços. O elevador havia parado no 3° andar. Igor pulou para fora, quando olhou para trás, o elevador soutou o último cabo e então o elevador caiu.
Cuidadosa mente Igor colocou ambos no chão, um de cada lado, e então deitou entre os dois.
— Ainda bem que isso passou…
Rubbert ainda estava desmaiado.
— Acho que agora vai ser apenas escadas, o que acha?
“ Sim… Sim… ” Odionoko acena com a cabeça
“ Igor… Sera que ele tem essas ataduras por conta de proteger Rubbert? ” Pensou seriamente Odionoko.
Então Odionoko deitou no chão junto de Igor e Rubbert, por alguns momentos eles ficaram ali parados pensando em nada apenas no fato de terem vivos. O tempo ainda estava chuvoso, porém a chuva começou a ficar maior e mais forte, e mais e mais o dia ia se fechando.
Com Rubbert em seu colo ao estilo “cavalinho”, Igor ia na frente indicando o caminho, Odionoko seguia em silêncio. A cada momento que se passava Odionoko ficava mais preocupado com um coisa, com suas memórias. Sua amnésia constante que lhe atormentava, que lhe segurava as costas como os pecados de um condenado. Sua curiosidade em saber quem era esse alguém, e porque sentia que ele ou ela estariam o esperando em um futuro mais à frente. Um sentimento tão profundo quanto qualquer sentimento de dor ou amor, felicidade ou solidão.
Algum tempo depois, e depois de alguns longos lances de escadas, todos chegaram ao 7°.
— Chegamos! Pelo menos no sétimo andar… — Anunciou tentando quebrar o clima frio e depressivo – Bem acho que depois de tudo isso, a melhor coisa seria tomar um banho… O que acha?
Odionoko acena com a cabeça, com um sorriso falso em seu rosto. Medo talvez?
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