The Crystal Princess
10 Pontinho Preto no Horizonte
Notas iniciais
Ancoramos num lugar que parecia ser uma cidade. Lá era estranho... cheio de ruínas, coisas gigantes de metal..., alguns corpos se decompondo, estradas estanhas mas bem arrumas(de certa forma, mas estavam destruídas) além de... coisas MMMUUUIIITTTOOO altas destruídas... não sei o que era.
(Jake) — Que show!
(Katara) – Por que estamos aqui?
(Finn) — Tava no mapa que deveríamos passar aqui. – era estranho o mapa falar isso... — Não sei o porque, mas devemos ficar aqui. Não fico nem mais um dia seguido naquele navio. – verdade já estava enjoada.
(Katara) – Depois teremos que retornar a viagem sabia?
(Finn) — Sim, mas vamos dar um tempo dele.
– Katara... o que são essas coisas? – aponto para as coisas gigantes de metal.
(Katara) – São carros Marcela.- carros são estranhos... seguimos andando. Estávamos todos quietos e isso me assustava um pouco. — O que estamos procurando mesmo?
(Jake) — Um abrigo!
(Katara) – Que tal ali? – ela aponta para um lugar gigante e vazio mas que poderia servir como abrigo.
(Jake) — Podemos nos abrigar ali e contar histórias de terror hehehe.
– Eu topo! – parecia interessante.
(Finn) — Ebaaaaaaa! – achei estranho ele se empolgar, afinal ele e Jake ficaram chorando diante de um Kraken.
Mesmo eu tendo topado, aquilo me assustava. Entramos no ´´ abrigo ``. Jake iluminou com sua lanterna o caminho(lá era escuro).
(Katara) – Vou fazer uma fogueira.
Depois de Katara fazer a fogueira com uns pedaços de madeira que havia ali no fundo do lugar.
(Jake) — Vou contar a história do tesoureiro assassino!Tamtamtaaaaaamm!
Para minha surpresa a história não era assustadora, era engraçada! Quase morro de rir com Finn e Katara. Não havia nada mais engraçado que isso! Parece que rio até agora.
Depois da história ´´ assustadora `` de Jake fomos dormir. De noite não sonhei, tive lembranças, bem vagas.
Desse dia, não gosto nem de me lembrar. Estava no castelo, em cima de minha cama, com minha querida e amada mãe. Até que papai me chama.
(Papai) – Vamos Marcela! Vamos passear! Tem lindas flores no jardim!
Desci da cama e falei a minha mãe que já voltava. Fui acompanhada de meu pai até o jardim do palácio. Segundo meu pai, mamãe tinha coisas a fazer.
Colhíamos flores até que ouso um grito:
(???) – Socorro!!!
– Papai, essa voz não é da moça que limpa o nosso palácio?
(Papai) – Sim. Vamos!
Saímos correndo em direção ao meu quarto e a cena que via era... a camareira chorando diante do corpo de minha mãe. O mesmo estava ensanguentado cheio de cortes.
Mas de repente a ´´ cena `` simplesmente muda! Para o dia do enterro de minha mãe. Todos do Reino chorando e se lamentando pela morte dela. Sobre seu caixão rosas brancas. Meu irmãosinho em meu colo com 1 ano de idade.
A cena muda novamente e começa a aparecer imagens de um monstro horrível, azul e com orelhas pontudas e ele diz:
(Mostro) – Você é minha... agora eu te encontrei... meu amor...
Acordo gritando com Finn do meu lado assustado:
(Finn) – Você ta bem?
– Agora que acordei estou... que horas são?
(Finn) – 03:00h da manhã. Cedo não é?
– É... acordei mais alguém?
(Finn) – Não... só eu... Ta tudo bem mesmo?
– Ta tudo bem sim... volta a dormir. Temos que seguir viagem amanhã.
(Finn) – Ta. Boa Noite! – Finn foi para um canto e se deitou.
Vi um papel dobrado no meu tênis. Estiquei a mão, desdobrei e estava escrito:
Não se iluda, com quem parece amigo
No fundo é seu inimigo
Confie em mim
Que tudo, perfeito e estará
Caso contrário, meu coração você partirá
Assinado seu Amor...
Aquelas mensagens me confundiam! No começo mensagens de amor, agora: um aviso! Como assim? Mesmo com perguntas a mente voltei a dormir.
No dia seguinte saímos, andando novamente para o navio, mas no caminho Katara esbarrou numa caixa estranha com botões que começou a tocar:
"Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa, coração do meu Brasiluuuu..."
A voz no som começou a ficar grossa e baixa até sumir, com o final da palavra"Brasil", Brasil... o que será Brasil?
Logo entramos no navio, e a Cidade de Coisas Gigantes de Metal e Pessoas Apodrecendo foi ficando para trás(Graças a Deus!) , até se tornar um ponto escuro no horizonte.
Continua...
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