The Chosen
4 A verdade nem sempre está no olhar!
Notas iniciais

[PDV LIZ]
Cheguei-me perto do caldeirão havia um líquido amarelo dentro com varias folhas secas. Havia visto um espelho lindo sua borda era feita com raízes de arvores e algumas flores velhas.
No entanto havia me perguntado. Aonde etária minha mãe?
No momento em que terminei a pergunta o espelho acendeu-se e mostrou a imagem de minha mãe em uma loja que eu nunca tinha visto na vida com vários livros na mão.
Achei aquilo tudo incrível. Comecei a procuras varias coisas relacionadas à magia e tal. Achei vários livros com o mesmo símbolo que havia na pedra.
Ouvi uma voz...
– Olá gostaria de saber o porquê de uma garota como você está perambulando pelo meu território. – Disse uma mulher velha cujos cabelos eram grisalhos, a pela muito enrugada, tinha unhas que meu Deus eram enorme, usava uma capa preta com o mesmo símbolo da pedra, mas a estrela era invertida.
– M-Me desculpe senhora... E-Eu me chamo Elizabeth Mason. – Disse com um pouco de medo.
– Espera ai. Você é a Liz? A Liz que é a escolhida? – Perguntou-me surpresa.
– Sou a Liz, mas não a escolhida! Pêra escolhida de quê? – perguntei-a em duvida.
– Oh meu bem... Você tem muito que aprender. Desculpe-me por agir mal educadamente contigo. – Ela disse reverenciando a mim.
(Isso é muito estranho... Sou a escolhida de que? Será que essa “veia” é maluca? Preciso encontrar minha mãe). – Pensei.
– “Veia” cadê a educação? – Ela perguntou-me insatisfeita.
– Ei pêra! Você escutou o que falei? V-Você lê mentes? – Perguntei endiguinada.
– Lógico né meu bem... Sou uma bruxa! Faço o que eu bem entendo. Alias você deveria saber você também é uma. – Ela disse piscando.
– (risos) até parece, eu? Bruxa? (risos).
– Sim porque não? – Ela perguntou-me sem entender o motivo da risada.
– Por quê? Por quê? Porque essas coisas NÃO existem... Nada disso existe este lugar que você se diz seu território deve ser só um cenário. – Disse.
– Você se acha muito esperta né? Elizabeth Mason. – Ela me perguntou com um jeito desafiador.
– Não! Eu só acredito naquilo que vejo, e posso tocar ou fazer.
– Querida me diz um nome de uma pessoa. – Ela puxou-me para frente do caldeirão.
– N-Não sei.
Ela começou a pegar vários livros e dizer um monte de palavras que eu não entendia, a única que consegui foi quando ela disse gritando “REVELION SECRET”.
Quando ela acabou de dizer as palavras uma luz vermelha surgiu em torno de mim e a mesma transformou em nevoa. Ai eu comecei a ver o que cada pessoa tinha como segredo.
– Então quer dizer que se eu não sou uma bruxa?... Então me explica como uma pessoa normal conseguiria fazer isso. – Ela perguntou-me.
– E-Eu não sei... – Disse.
– MAS QUE INCRÍVEL NÃO ACREDITO OH CÉUS VOCÊ É UMA BRUXA E AQUELA HISTÓRIA DE EU SER ESCOLHIDA OH CÉUS AHH SOCORRO. – Eu disse desesperadamente contente.
– Ei Liz acalme-se.
–M-Mãe? Virei-me e minha mãe havia saído da nevoa vestida com uma capa preta com o mesmo símbolo.
– Mãe, que saudade! – Abracei-a.
– Também estou minha filha. E ai gostou da surpresa? – Perguntou-me.
– Se eu gostei? Eu amei nossa! – Disse
– Então quer dizer que sou uma bruxa mesmo? – Perguntei.
– O que? Elizabeth eu não estou lhe ouvindo filha. – Minha mãe disse como se ela estivesse a quilômetros de distancia e sua voz dando eco.
Não conseguia a ouvir estava muito longe sua voz.
– Me desculpe filha, mas está muito cedo para saber. – Ela disse.
...
– Liz... Liiiiz? Acorde ira perder a aula. – Minha mãe dizia enquanto tentava me acordar.
–S-Sim? Mãe cadê aquela bruxa com as vestes pretas? – Perguntei-a.
– Qual bruxa? Que vestes? Do que você está falando? – Ela perguntou-me confusa.
– Ah nada deixa pra lá.
Fui-me para a escola chegando lá havia varias ambulâncias encontrei Petther viajando no tempo.
– Olá. O que ouve aqui?
– Olá Liz, Vectra uma das amigas de Jennie morreu enforcada, parece que ela está lá faz dois dias. Jennie está arrasada. Disseram que ela que se matou. – Disse Petther.
– Oh que horrível, mas já sabem o porquê descobriram algo? – Perguntei.
– Não nada ainda. – Falou.
– Ah sim. Irei ali conversar com a Jennie e já volto. –Disse.
Fui dar aos pêsames a Jennie, mas quando ela me viu ela foi gritando.
– O que você está fazendo aqui sua assassina? Ridícula some dá minha frente! – Disse me expulsando aos berros.
Petther veio correndo para me pegar eu estava só querendo ajudar, eu não queria me desculpa.
–Liz, Liz esquece a Jennie ela está muito mal melhor deixá-la sozinha. – Ele disse pegando em meu rosto.
Ficamos em silêncio. Nós estávamos sentados no mesmo banco olhando para a mesma lagoa e para as mesmas árvores.
– Liz... Você já teve namorado? – Ele havia me perguntando para quebrar o silêncio.
– E-Eu? Ah nunca tive não! Os meninos de onde eu morava sempre olhavam pra mim com aquele olhar de que não quer só amizade entende? Eu meio que não curto muito isso.
– Entendo... Porque não? — Perguntou-me.
– Você quer mesmo saber? – Havia perguntado com frieza.
– Sim eu quero! Se não for incomodar a ti. – Ele disse.
– Okay então. Perdoa-me se você não me entender... Presta atenção eu não entendo sabe, por exemplo: Há uma garota e um garoto eles começam a namorar ai eles namoram uns três a cinco meses e o garoto decide comprar uma aliança para garota. Só que em minha opinião para você dar uma aliança para alguém primeiro você tem que ter a certeza de que deseja viver o resto da vida com esta mulher. Para depois com está aliança de namoro trocar para uma de noivado e assim troca-lá novamente por a do casamento. Tem garotos por ai que namora igual trocam de roupa! Este e um dos motivos. – Disse explicando.
– Eu lhe entendo perfeitamente Liz. Também tenho esse pensamento estou feliz por encontrar uma pessoa assim como você. – Ele falou sorrindo.
(Sorri).
Nós havíamos ficado conversando os seis horários seguidos, pois não podíamos ir embora por causa da policia que estava investigando o acontecido.
Estava indo para casa quando Petther me gritou perguntando se eu queria conhecer sua casa. Aceitei e fomos. Chegando lá eu falei.
– Nossa não vejo a hora de conhecer seus pais! Irei falar para eles tudo o que você apronta. – Brinquei com ele.
Sua casa na entrada era cheia de flores, havia uma cerca separando a sua casa com a do visinho. A mesma tinha moveis antigos e eles tinham um quintal enorme. O carro dele era incrível.
– Hum... Bem vinda e não repara não ta? Meus pais não ficam muito em casa por isso é assim meio solitário. – Ele disse com um sorriso forçado.
– Oh sem problemas. Pensei que iria conhecê-los, mas não foi dessa vez. – Disse um pouco triste.
– Sente-se aqui irei contar para você algumas historias daqui. – Ele falou tentando mudar de assunto.
Falamos sobre a escola, onde eu morava, meus amigos da outra cidade, sobre minha mãe, sobre à casa nova, enfim sobre tudo.
Estava reparando... Ali estava quieto de mais. Pensei em puxar assunto com Petther sobre os pais.
– Runrun... Petther? Hum... Seus pais trabalham de que? – Perguntei a procura de repostas.
– Ah eles? Eles trabalham em... Em uma lojinha na cidade. – Ele falou forçando sorriso.
– Sei... Tá então vou ir embora já que não me quer aqui. – Falei peguei minha mochila e quando fui abrir a porta ele me puxou para dentro.
– Ei me solta! Eu vou embora. – Falei.
– Não vai não! Você quer conhecer meus pais? Então vamos então. – Ele saiu pegando no meu braço.
– Ei, ei Petther você está em machucando me larga! – Gritei com ele.
Ele havia me jogado dentro do carro. Confesso que fiquei com medo.
– Ponha o cinto e vamos logo. – Ele mandou em um tom nervoso.
Fomos para um lugar que na entrada havia um arco de pedra que dizia “Que su alma vivir en paz si te quedas aquí”.
Tradução: “Que a sua alma viva na paz se aqui permanecer”.
Eram puros galhos e folhas em volta do arco e havia muitas estatuas... E a rua era de pedra.
Ele estacionou o carro e me puxou.
Ele veio me arrastando e me empurrando até uma árvore com uma porta com vários espinhos e cadeados.
Ali era um Mausoléu! Petther me empurrou e eu caio nas raízes da arvore. Havia no meio dos espinhos uma lapide escrito: “Aquí se mantiene la familia Martins se vive en paz”
Tradução: “Aqui permanece a Família Martins que eles vivam em paz”.
– Esta satisfeita agora Elizabeth? – Ele perguntou-me havia raiva em sua voz.
– P-Pether... Desculpa-me não fazia idéia, por favor, me perdoa... – Disse chorando.
– Agora que já sabe a verdade vai lá sai contando para escola inteira vai.
– Petther eu nunca faria isso, o que aconteceu contigo? Você mudou derrepente... – Peguntei.
– Some daqui vá ande logo. – Ele gritou.
Sai dali fui a um canteiro peguei varias rosas, flores de todos os tipos peguei um galho e uma fita de meu cabelo. Enrolei a fita no galho e prendi as flores e as rosas na fita. Voutei-me para colocar o arco de flores no túmulo...
– O que você está fazendo aqui? Não mandei você sumir? – Ele perguntou-me irritado.
– Mandou! Mas quem disse que eu devo lhe obedecer a você seu ridículo. – Disse.
Deixei o arco na lapide e fui-me embora... Já era mais de 20h00 PM ainda não havia chegado em casa, minhas pernas estavam doendo, meus pés, meu corpo... Ouvi um barulho de carro e percebi que era Petther.
– Entra no carro! – Ordenou-o.
– Não! Estou bem deste jeito. – Falei.
– Entra logo nesta droga deste carro Elizabeth Mason! – Ele gritou em um tom de eu vou te matar.
– Não vou e ponto Petther! – Falei resmungando.
– Há não vai né. – Ele disse saiu do carro pegou em meus braços me puxou e me encostou-se ao carro.
– Ei me larga menino. Já perdi a conta de quantas vezes você já me machucou hoje nossa... – Falei irritada.
– Eu falei pra tu entrar teimosa. – Ele disse sorrindo.
– Agora você manda em mim é? – Resmunguei.
Ele me puxou pela blusa e me beijou. Sua boca era grande mais que o normal. Ele havia pedido passagem com a língua e eu cedi, tivemos um longo demorado beijo...
– Ei me larga o que está fazendo? – Eu perguntei fingindo que não havia deixado.
– Eu estava te beijando até você me empurrar. – Ele falou zombando da minha cara.
– Você primeiro me trata super educadamente depois me pega pelos braços e depois me joga em uma raiz de árvore (que alias machucou ta), me pega pelos braços, e assim por diante... E vem depois me beijar? Como se não tivesse acontecido nada? Tú pensa que eu sou o que em? – Perguntei nervosa.
– Oh sobre isso me desculpa... Havia ficado nervoso, me perdoa ta? Não farei de novo lhe prometo. Mas quanto ao beijo... Vem me dizer que você não gostou? – Ele disse se gabando.
– Perdôo sim que isso não se repita ruum. A-Ah o beijo você me agarrou... E-Eu não gostei ta. – Disse corando.
– Sei... Você gostou, pois eu sei ta Elizabeth Marrentinha. – Ele disse caçoando da minha cara.
– Marrentinha nada ruum. Você disse que aquilo foi um beijo? Vou lhe mostrar o que é um beijo de verdade seu convencido. – Disse com uma risada desafiadora.
Empurrei-o para o carro ele me pegou pela cintura e me sentou no capo comecei a morder o pescoço dele... Coloquei minha mão dentro de sua jaqueta e comecei a arranhá-lo. Nós nos beijamos, mas este beijo foi quente, foi desafiador, foi selvagem, foi bom, foi ótimo... Ele me olhou me deu um selinho e eu mordi os lábios dele.
– Marrentinha você me surpreendeu! – Ele disse me olhando nos olhos.
Eu senti seu hálito quente, sua voz tremula e teu corpo arrepiando.
Petther me deixou em casa assim que nós saímos do carro ele puxou minha mão e me deu outro selinho.
– Ei fique comigo hoje? – Ele perguntou-me com uma cara de cachorro sem dono.
– Petther não posso. Outro dia se quiser aceitarei sim, mas agora preciso ir. – Falei ofegante.
– Okay então... Liz? – Perguntou-me.
– Sim? – Perguntei.
– Ah deixa pra lá. – Ele sorriu. Havia me dado um beijo na testa e eu entrei.
Chegando a casa fui direto pra cama nem havia trocado de roupa.
[PDV PETTHER]
Ah está garota me tira do serio... Gostaria de ter falado algumas coisas pra ela, mas amanhã será um novo dia assim eu espero.
FIM DO CAPÍTULO QUATRO
Fale com o autor