Notas iniciais
Oie!

Era terça feira, segundo dia de aula. Mary chegou na escola e foi direto à sala da Sue. A treinadora havia pedido para ela ir até lá, já que tinha um assunto importante pra ser resolvido.

–Então senhora Sue?

–Pode me chamar de treinadora Sue, ou só Sue. Afinal, sua mãe é Jenifer Fox!

–Haha! Obrigada treinadora. Mas o que você tinha pra me dizer?

–Bom, depois de sua belíssima apresentação, pensei bem e você é a minha nova: cheerios chefe! Vai dividir o cargo com a Quinn, ok?

–Claro! Obrigada pela oportunidade!

Mary sorriu e saiu da sala. Quinn estava muito brava com ela, pensando que a qualquer momento ela poderia roubar seu lugar no topo. Rachel não tirava os olhos da morena, que mexia em seu locker recebendo cantadas do Puck.

–Eu realmente não sei se devo ficar com você... É um badboy, não sou fã de moicanos.

–Você não vai roubar meu namorado, viu novata?- disse Santana.

–Calma, não quero roubar ninguém. –disse Mary fechando o locker e dando um sorrisinho intimidador pro Puck, que ficou excitado.

Mary andou por mais um tempo até chegar no locker do Finn, que estava na frente conversando com Rachel.

–Rachel pode conversar?

Rachel fez que sim com a cabeça, porém desconfiada. Finn saiu de perto.

–Rachel, sobre ontem... Vou explicar por que eu fiz aquilo...

Rachel olhava impaciente, porém curiosa.

–Perdi uma aposta... Tinha que dizer isso a alguém, e já que você parecia ser legal, fiz com você, esperando seu perdão depois. Então, me perdoa?

Rachel pensou por um tempo. Era melhor perdoa- La, já que a veria todos os dias, sem contar que já que era uma aposta, não tinha valor algum.

–Ok.

–Obrigada!

Mary puxou Rachel para um abraço, e sem ninguém ver, revirou os olhos nos braços da “nova amiga”.

–Ah! Quase me esqueci! Estão te chamando na sala do coral.

–Ok. Nós nos vemos depois. Tchau!

Rachel saiu e Mary foi em direção ao Finn.

–Oi Finn.

–Oi Mary!

–A Rachel é uma menina legal...

–Eu sei... –disse Finn com um olhar apaixonado pra namorada que entrava na sala naquele momento.

–Você e ela estão namorando, né?

–É. Ela é uma menina incrível...

–É uma pena.

–Como assim?

–Eu gostei muito de você. Seu jeito, seu cabelo, sua voz...

–Desculpa, eu estou com Rachel.

–Eu sei. Mas... Podemos ser amigos, né?

–Claro.

–Nos vemos no coral?

–Sim!

Depois de alguns minutos, estavam todos na sala esperando o inicio da aula.

–Vamos tentar algo novo!- gritou o professor. — Mary, Finn! Palco! O resto pode ir também. Quero vocês dois no centro! Vamos treinar uma música que vocês conhecem bem. 3, 2, 1!

Just a small town girl Livin' in a lonely world She took the midnight train Goin' anywhere Just a city boy Born and raised in South Detroit He took the midnight train Goin' anywhere A singer in a smokey room A smell of wine and cheap perfume For a smile they can share the night It goes on and on and on and on

Eles andavam pelo palco animados, se abraçando, rindo, cheios de empolgação.

Strangers waiting Up and down the boulevard Their shadows searching in the night Streetlights, people Livin' just to find emotion Hidin', somewhere in the night Workin' hard to get my fill Everybody wants a thrill Payin' anything to roll the dice Just one more time Some will win, some will lose Some were born to sing the blues Oh, the movie never ends It goes on and on and on and on Strangers waiting Up and down the boulevard Their shadows searching in the night Streetlights, people Livin' just to find emotion Hidin', somewhere in the night Don't stop believin' Hold on to the feelin' Streetlights, people

Don’t Stop

A música terminou.

–Ficou ótimo! – disse Mary, já abraçando Finn.

–Parabéns! – gritou o professor. Os dois se soltaram. Mary olhou para Rachel, que estava furiosa no couro, bem atrás no palco.

“Essa música era minha, não dela!” pensou Rachel, já desconfiando se o que ela tinha dito no dia anterior era verdade. Antes de ter tempo pra pensar, Mary deu uma piscada e um sorriso pra ela. “E Guerra!” pensou Rachel.

Notas finais
Comentem! Por favor!