The Celestial Reign

17 XVII- Bittersweet Tragedy


Notas iniciais
Anódino: “pouco eficaz; sem importância ou interesse; banal, insignificante, medíocre”

—Então nunca me amou? Eu não passava de um passatempo anódino?

—Claro que amei, Morrigan. Não teria aceitado o acordo da Estrela se não fosse você.

—Mentiroso!

—Ela ofereceu um desejo, e eu queria cumprir todas as juras que fiz. Desejei que fôssemos Rei e Rainha, assim te daria tudo que prometi.

—Você deveria saber que ela estava te enganando. Que te queria para si.

—Ela cumpriu o acordo, sou o Rei dela, agora. Sinto muito, mas não posso voltar com você.

—Não pode ou não quer?

A falta de uma resposta disse tudo, e a Estrela sorriu:

—Bom Garoto.

Notas finais
Sim, o nome de verdade da Donzela é Morrigan. Não é tão relevante para a narrativa, mas achei apropriado que o Garoto fosse a primeira pessoa a chamá-la pelo nome. E se o Garoto era um ser celestial? Não, ele nasceu humano. Mas ele se tornou um? Provavelmente sim. Agora que é o Rei da Estrela, ele é quase igual a ela. Quase. Talvez ele realmente pretendesse voltar para a Donzela no início. Talvez ele realmente a amasse. Mas ele pediu para ser Rei, e não o Rei dela, então agora ele é o Rei de outra pessoa. A Estrela soube explorar muito bem essa brecha semântica. Espero que tenham gostado, até a próxima!