The Case

36 Capítulo 35: Meu filho!


Notas iniciais
oooooooooi meus amores!
Eu ia vim ontem, mas não deu :xx
Tenho estudado demais, então peço paciência comigo! :(
Não quero de jeito nenhum vir postar só aos finais de semana e essas coisas, mas se for preciso eu farei isso :(
Boa leitura hunters! ;*

POV Dean Winchester

Sem opções, eu resolvi esperar. Mas por pior que parecia, o tempo não passava. Eu andava pela sala de espera de um lado para o outro esperando qualquer tipo de notícias que eles poderiam me dar, até que um médico apareceu.

– Doutor! – gritei. – Como eles estão? – perguntei, enquanto ele me dava um olhar sério.

– Senhor Winchester, precisa ficar calmo. Houve algumas complicações no parto da Melanie e depois que seu filho nasceu, a pressão arterial dela caiu demais, a levando a morte. – ele disse, como se fosse a coisa mais normal do mundo.

– A morte? Então a Melanie... – eu não conseguia nem dizer.

– Fique calmo senhor, ela está bem agora. Nós conseguimos reanimá-la, mas ela ainda respira com a ajuda de alguns aparelhos. Não sabemos o momento exato que ela vai acordar mas... – o médico tentava explicar quando o interrompi.

– Não sabem quando ela vai acordar? – perguntei, gritando.

– Senhor, fique calmo...

– Ficar calmo é o caramba! Como pode me pedir para ficar calmo? – gritei, enquanto andava de um lado para o outro.

– Você poderá ver seu filho, se quiser. – ele disse.

Na mesma hora eu parei e o encarei, ao menos o pequeno John estaria bem agora.

– Onde ele está? – perguntei, abaixando o tom de voz.

– Siga-me, por favor. – ele disse.

O médico passou pelo corredor e eu fui o seguindo, ele parou na frente de uma porta e a abriu, deixando que eu entrasse. Era um berçário, havia vários bebês lá. Seguimos até um em especial, vi em uma plaquinha e seu nome era "John". O médico deu dois tapinhas na minhas costas e se afastou, deixando que eu me aproximasse do meu filho.

Ele abria os olhos, que eram verdes, enquanto balançava as perninhas, eu o acariciei e depois o peguei no colo, enquanto o balançava devagar e ele me olhava com uma cara de assustado.

Por mais incrível que fosse, ele se tinha uns traços com a Melanie, o que me deixava mais encantado.

John foi fechando os olhos e eu percebi que ele foi dormindo nos meus braços, o deixei no bercinho de novo enquanto ele ainda continuava dormindo.

Sai do berçário e enquanto eu andava pelo corredor, encontrei um quarto que havia uma janela, olhei lá para dentro e vi Melanie, com os aparelhos em volta dela.

– Calma, ela vai sair dessa. – disse o médico ao meu lado.

– Eu só espero que sim. – disse, respirando fundo.

– Já avisou para a irmã dela? – perguntou.

– Conhecia Melanie? – perguntei.

– Oh, sim... é claro. Trabalhei com o pai dela durante anos, provavelmente toda a minha vida profissional. Eu fiz o parto de Ashley. – ele disse.

– Não brinca, sério? – perguntei, soltando um sorriso de lado.

– É verdade. – ele disse, olhando para Melanie.

– Vou ligar para Louise. – eu disse, me afastando e ele apenas sorriu.

Peguei meu telefone e disquei o número da minha cunhada.

Dean? – ela perguntou, com uma voz meio sonolenta. – Como vocês estão?

– Eu estou no hospital com a Melanie, é melhor você vim pra cá. – disse.

Ta, mas como ela está? Cadê o Sam? E o bebê? Ta tudo bem? – ela perguntou.

– Vem pra cá que a gente conversa. – eu disse, por fim e desliguei o telefone.

Voltei pra a sala de espera e Sam e Bobby estavam em pé, havia um corte no braço do meu irmão e outro na testa do Bobby. Corri para abraçá-los na mesma hora.

– Como a Melanie está? – perguntou Sammy, quando eu me soltei deles.

– Ela não está nada bem, mas vamos torcer para que ela acorde logo. – eu disse

– E John? – perguntou Bobby.

– Ele está bem. – eu disse, sorrindo. – Ele é um pequeno garotinho que logo logo vai caçar com a gente. – disse, batendo no braço dos dois, enquanto eles sorriam. – John puxou a mãe, vocês precisam ver. Quando eu o vi abrir os olhos e eram tão parecidos com o da mãe. – eu disse, sorrindo fraco. – Como foi com Crowley?

– Aquele filho da mãe nunca mais vai sair do inferno. – disse Bobby, com um sorriso divertido e nós rimos.

Me sentei na cadeira enquanto os dois me olhavam, encostei a cabeça na parede enquanto fui descansando.

[...]

Acordei e Louise estava sentada em uma cadeira na minha frente, com a cabeça abaixada enquanto batia os pés no chão.

– Cadê Bobby e Sam? – perguntei, chamando sua atenção e fazendo com que ela olhasse para mim.

– Eles foram para casa, os obriguei a ir. – ela disse, rindo.

– Por que? – perguntei, me levantando e indo até a máquina de café.

– Viu o estado dos dois? Precisavam de um banho. – ela disse, sorrindo. – Amanhã de manhã eles voltam e nós vamos dormir, descansar, tomar um banho! Ou seja, vamos ficar revezando – ela disse.

– Eu não vou sair daqui. – disse.

– Vai sim Dean, você tem que descansar. E quando eu falo descansar, não é em uma cadeira de hospital, acredite. – ela disse e eu sorri.

– Não vou deixar a Melanie, Louise. Quero estar aqui quando ela acordar.

– Você vai estar, mas quer mesmo que ela acorde e leve um susto de ver o quão sujo você vai estar? – perguntou e eu ri mais uma vez. – Ela vai sair dessa, não vai? – ela perguntou, séria.

– É claro que vai Louise. – eu disse, me sentando na sua frente de novo enquanto tomava um pouco do café. – Você vai ver, daqui a pouco ela vai para casa e começar a bagunçar tudo de novo do jeito dela e dizer que nos preocupamos a toa. – eu disse, sorrindo.

– É, ela vai ficar bem. – ela disse, sorrindo. – Sabe, eu vi John... Ele se parece demais com ela.

– Eu sei. – disse, sorrindo de lado. – No exato momento em que eu olhei para ele, flashes da Melanie se passava pela minha cabeça. – eu disse.

– Também. – ela falou. – É horrível vê-la nesse estado.

– E foi tudo a minha culpa. – eu disse.

– É claro que não Dean, não foi sua culpa. Para com isso. – ela disse.

– Claro que foi Louise, se eu não tivesse entrado na vida de vocês...

– Então nós estaríamos mortas agora. – ela disse, me interrompendo. – Pare de achar que tem culpa nas coisas que você faz de errado.

– Eu deveria ter a protegido mais.

– Você fez o que pode, como imaginaríamos que isso fosse acontecer?

– Nós sabíamos, apenas não estávamos querendo acreditar. – eu disse, falando baixo. Provavelmente Louise tinha ouvido.

– Só quero que ela acorde de uma vez para pular em cima de nós. – ela disse, rindo e eu só confirmei com a cabeça, até porque, era o que eu mais queria no mundo.

Notas finais
Triste? Será que o próximo vai ser mais alegre? :x
Quem sabe...
Espero que tenham gostado.
Beijos e até o próximo ♥