The Captain and The Petal.

11 Tenth Chapter. - Trainee avenger is my butt... or not.


Notas iniciais
Ois! Tutupom? Nova fase na área! Boa leitura! PS: Ghost, eu espero não lhe desapontar! Obrigada pela recomendação, sua linda, eu ainda estou em choque com ela ♥3

Vingadora estagiária é a minha bunda... ou não.

Três meses se passaram desde a confusão com o Triskelion. Tudo parecia estar indo bem, à sua maneira...

A SHIELD – aka Fury – cadastrou-a como uma agente, e ela foi convidada pelo diretor him self para se tornar uma vingadora, o que ela aceitou de bom-grado, por já ter se identificado com o time. Contudo, ela também estaria à disposição da agência, para caso eles precisassem dela para uma missão.

Como a de desintoxicação da Hydra dentro do órgão, onde ela ajudou Hill e Hand a passar um pente fino nos agentes que ela havia reconhecido como pertencentes à organização nazista/soviética, os remanescentes que estavam criando confusão desnecessária.

A missão durara pelo menos um mês, Lynna se viu viajando de base em base, o que a fez se questionar quantas bases da SHIELD existiam pelo mundo, quase desistindo de tentar responder essa pergunta.

Ela estava exausta.

Quando um dos últimos agentes foi capturado e preso, ela finalmente pôde respirar aliviada, jogando-se no fundo do quinjet, enquanto olhava para o horizonte, vislumbrando nada em específico.

A maldita braçadeira que Stark a fizera usar coçava em seu braço esquerdo.

De onde diabos ele havia surgido com essa de vingadora estagiária?

Quando ela questionou-o, ele apenas deu de ombros e disse que ela a usaria apenas no período de “treinamento”, então quando ela finalmente estivesse pronta – com o aval de Steve –, a braçadeira seria removida após a sua “formatura”.

Lynna não conseguia ligar o que tinha a ver o cu com as calças, mas tinha quase certeza de que Stark estava zoando com a cara dela. Não tinha como ela não ficar sabendo disso através do vingador mais piadista e acreditar cegamente.

Quando a aeronave alcançou voo, ela se permitiu suspirar aliviadamente. Estava voltando para casa.

Na verdade, era estranho que ela não tivesse ainda nenhum lugar que pudesse chamar de casa. Definitivamente, a Hydra jamais fora a sua casa. Estar com Bucky relevava isso, mas agora que ele estava sumido, esse sentimento já não era tão constante. Ela poderia dizer que estar com o time a fazia se sentir em casa, o que era verdade, mas ainda faltava algo.

Sua mente se voltou para as suas memórias de infância, onde sua avó materna, a senhora Amber-Rose Angianova, lhe preparava uma sobremesa gostosa, com a sua sopa favorita para o jantar.

Aquela era a sua casa.

Céus. Como ela sentia falta de sua avó! Como ela queria voltar no tempo e abraçá-la mais uma vez... ela daria tudo o que tinha para rever o sorriso doce que a velha senhora tinha e o olhar cintilante que ela lhe dava todas as vezes que falava sobre a sua mãe...

Aleksanna Angianova, que por mais que ela nunca tivesse conhecido, era uma presença forte em sua vida. Ela se apaixonou por um estrangeiro e morreu dando à luz ao fruto desse amor juvenil. Lynna se perguntava por onde seu pai andara. Se ele ainda estava vivo... se ele sabia sobre ela...

Então, veio a Hydra, explodiu a sua casa e tudo na sua vida se tornou uma desgraça.

Ela respirou fundo, lutando para não reviver esses momentos terríveis, pois pelo menos, agora ela tinha algo para lutar por. Ela tinha uma nova perspectiva de família, que lhe acolhera no momento em que ela mais precisara, e era nisso que ela devia se enganchar.

*

A viagem não foi tão longa quanto ela esperava.

Em menos de uma hora, eles já estavam pousando no hangar da Torre, onde Natasha a esperava com os braços cruzados, sorrindo sarcasticamente para ela, seu sorriso de assinatura.

— Pensei que tivesse desaprendido o caminho daqui. — disse ironicamente.

— Sabe, eu nunca imaginei que caçar a Hydra era tão cansativo. — ela estalou os ossos das costas para evidenciar isso. — Acho que estou morta.

Natasha gargalhou.

— É nisso que dá, ser praticamente uma idosa. — respondeu sarcástica.

Lynna revirou os olhos, caminhando até ela com sua mala jogada nas costas.

— Ainda está usando isso? — a ruiva mais voltou a falar, apontando para a braçadeira amarela que gritava ESTAGIÁRIA em seu braço esquerdo, feita com um material que ela era provavelmente alérgica (se é que ela era alérgica a alguma coisa). — Você sabe que esse lance de estágio nos Vingadores não existe, não sabe?

Misericórdia, e eu ainda ousei confiar em Stark! Que burra!

LEZHASHCHIY SUKIN SYN!* — ela berrou descendo as escadas furiosamente, correndo até a sala de estar, onde provavelmente Stark estaria. Com toda sua fúria, Lynna jogou a braçadeira de estagiária em seus pés. — Eu não acredito que você me fez usar essa merda que pinica como uma peste em meu braço durante três meses, Anthony Stark!

O moreno arregalou os olhos, se engasgando com o uísque.

— Do que você está falando? — ele perguntou, assustado. — Eu não fiz nada! Sou praticamente um anjo!

— Não se faça de doido! Você me fez usar essa maldita braçadeira de estagiária por três meses! E eu caí na sua mentira! — ela disse irada.

— Que história é essa? — Steve perguntou, franzindo o cenho. — Nós não temos esse tipo de coisa no time.

Tony expôs seus trinta e dois dentes.

— Foi um trote. — disse amarelamente. — Bem-vinda ao time.

Sukin syn!* — ela rosnou, vendo o moreno sair correndo da sala.

Com raiva, ela não ouviu os protestos de Steve e dos outros, ela via vermelho e queria se vingar de Stark por ter feito seu braço esquerdo praticamente cair nesses últimos três meses.

É claro que ela não iria matá-lo. Ela não era louca a esse ponto, ele teria que fazer melhor para deixá-la no ápice de puta, mas ela precisava fazer algo em troca, então, sorriu maliciosamente, seguindo o Homem de Ferro até seu laboratório, preparando um soco.

— Faça o que for necessário, mas não soque a minha preciosa face. — ele disse encostando-se numa das armaduras, fechando os olhos com força. — Lynna foi uma brincadeirinha. Você deveria levar as coisas mais na esportiva.

Ela sorriu ainda mais maliciosa que antes.

— Ah, querido Stark, eu estou levando na esportiva. — ele semicerrou os olhos, antes que ela pudesse acertar o soco.

O grito que ele havia dado foi impagável.

Então, a armadura atrás dele se espatifou no chão, parcialmente derretida pelas toxinas presentes em seu gás. Tony deu um salto para longe dela, arregalando os olhos para a armadura perdida.

— Meu Mark 157!!! — ele gritou. — Você joga baixo, Lady Tóxica!

Ela arqueou a sobrancelha.

— Fique feliz que não é a sua cara derretida ali. — ela disse apontando o dedo para ele. — Agora, seja um bom menino, Stark.

Ela terminou a frase dando uma bitoquinha em sua bochecha, arrancando gargalhadas altas da turma que espreitava por trás da porta de vidro.

— Também te amo, Lady Tóxica! — ele gritou do laboratório. — Vocês viram? Essa garota me ama!

Ela revirou os olhos, rindo, aliviada ter se livrado do tecido incomodante, mas ainda puta por ter acreditado no trote do moreno.

*

­­­­­­­­­­­­— Você ainda está brava? — Tony deslizou sua cabeça para dentro do arsenal, onde ela limpava algumas armas que ela havia usado na missão, uma coisa para ocupar sua mente após o jantar.

Ela soltou um bufo divertido.

— Não, eu não estou brava. — disse.

— Sabe, é meio difícil de acreditar nisso quando você está ameaçadoramente limpando armas como uma profissional. — ele se aproximou segurando uma caneca de café, fazendo-a rir. — Olha... Natasha me disse que você teve uma reação alérgica com a braçadeira e...

Lynna jogou o cabelo para trás, depositando a pistola em seu devido lugar.

— Está tudo bem Tony. — ela suspirou. — De verdade. E eu já melhorei, olha. — mostrou o antebraço esquerdo, que só tinha uma suave circunferência, em comparação à ferida vermelha em carne viva que estava quando ela havia retirado a faixa. — Que tal seguirmos em frente e maneirar na zoeira? — estreitou os olhos no final.

O moreno arregalou os olhos, mas sorriu.

— Mas você não está aqui apenas para ver se eu estou mansa, está? — Lynna voltou a perguntar, arqueando a sobrancelha.

— Ah, não! — ele fez um gesto de descaso. — Eu vim aqui para te mostrar uma coisa. Depois de muitas pesquisas, seu uniforme está pronto!

Ela arregalou os olhos, pulando de pé.

— Isso é sério? — questionou energicamente.

— Mais sério do que a braçadeira, eu asseguro. — Lynna revirou os olhos. — Vamos, vamos. E não toque em nada com as suas mãozinhas venenosas!

Ela seguiu o Homem de Ferro até o seu laboratório, onde ele tinha sua armadura derretida em cima de uma mesa, o que a fez sorrir triunfantemente.

— Você sabe que não tem mais conserto, não sabe? — Lynna arqueou a sobrancelha. — Eu não preciso ser um gênio da engenharia para saber disso.

Ele fez uma falsa carranca de indignação.

— Fique quietinha, sim? Pensamento positivo. Eu ainda farei da Mark 157 uma nova armadura, escreva o que eu estou lhe dizendo! — a ruiva negou com a cabeça. — Agora... deixa-me ver... — ele abriu um armário de metal no fundo do cômodo, retirando uma caixa preta de lá. — Aqui.

Ela pegou a caixa, abrindo a tampa lentamente, vendo uma peça completa de kevlar roxo deslizar suavemente em suas mãos.

— Estudamos todos os seus exames que Natasha conseguiu encontrar vindos da Hydra. Você disse que conseguia ficar invisível quando se transformava em seu gás, então desenvolvemos um traje leve o suficiente para que você possa se desintegrar sem matar alguém do coração. — Tony piscou. — E é roxo. Disseram que era a sua cor favorita.

Ela largou a caixa em cima da mesa, pulando em cima dele num abraço de urso.

— Ah você é um amor quando não apronta com ninguém. — ela disse beliscando suas bochechas. — Obrigada.

— Ai mulher, isso é uma face! — ele disse esfregando as bochechas. — E você não tem que agradecer.

— É claro que tenho! — ela teimou, bicando sua bochecha. — Você é um anjinho, Tony. Só esqueceu-se de segurar as asas quando caiu do céu.

Ela ouviu alguns resmungos antes de fechar as portas de vidro do laboratório, caminhando calmamente para seu quarto com a caixa preta debaixo do braço esquerdo, que ainda coçava um pouco por causa do tecido da braçadeira, mas isso já havia se tornado um evento esquecido. A excitação de ter seu uniforme de vingadora nas mãos ofuscou tudo.

Agora era real oficial.

Ela estava prestes a chegar até o elevador, quando esbarrou na parede.

Misericórdia! Como ela não havia visto que tinha uma parede no meio do caminho? Ela ia tão desligada que nem percebeu? Onde estavam seus reflexos de espiã supertreinada? Seria ela uma vergonha para a sua categoria?

Rapidamente, Lynna procurou um ponto de apoio, enroscando sua mão direita na primeira coisa sólida que ela encontrou, apertando algo redondo e duro no meio do caminho, arrancando um som estrangulado sabe-se lá de onde, então, alguém envolveu ganchos ao redor de seu corpo.

— Lynna. — a voz de Steve vibrou contra ela. — Eu temo dizer, mas você está me apertando.

Ela arregalou os olhos, olhando para a posição que ela se encontrava, com a cabeça num ângulo desconfortável contra o peito do loiro, enquanto sua mão cegamente apertava uma bochecha da sua bunda.

A ruiva soltou um grito assustado, antes de pular para longe, quase torcendo o pé na tentativa de sair daquela coisa desconfortável.

Quando ela havia se tornado tão desligada?

Parece que sua mente entrou em pânico e agora seu rosto e pescoço se tornavam mais vermelhos que seus cabelos.

Cap não estava muito longe disso também, olhando para todas as direções, menos para ela.

— Eu... eu sinto muito! — ela guinchou. — Eu vinha distraída e esbarrei em você... e estava tentando me estabilizar...

Steve deu-lhe um sorriso envergonhado.

— Tudo bem, Lynna. — disse. — Eu... só... só tome cuidado, ok?

Parte dela ficou irritada por ter agido como uma adolescente que não sabia como agir perto da paixonite de escola, contudo, a parte vencedora foi a que ela se parecia literalmente com uma garota dessa idade, tanto na aparência, quanto em boa parte da mentalidade, apesar das coisas que ela havia passado.

Qualquer um que tivesse vivido o que ela viveu, com certeza teria amadurecido rapidamente, foi isso o que aconteceu com ela. Lynna fora obrigada a se tornar uma mulher mais cedo do que era esperado, então meio que não podia se culpar por agir assim. Ela não teve tempo para viver uma adolescência sadia.

— Você está bem? Se machucou? — ele perguntou por fim, aproximando-se os dois passos largos que ela havia colocado entre eles.

— Sim, eu estou bem. — Lynna abriu um sorriso largo. — Olha! Eu tenho um traje. — mostrou-lhe a caixa, não segurando seu sorriso sonhador. — Preciso ir. — disse. — Tenho que prová-lo antes da próxima missão.

Então ela saiu voada para o elevador, tudo para evitar ficar naquele ambiente constrangedor.

Ao chegar a seu andar, ela saiu correndo ofegantemente até seu quarto, quase esbarrando em Natasha, que encarou-a como se ela fosse o fantasma do natal passado.

— Ei, ei, ei! Que pressa é essa? Por que você está mais vermelha que um tomate? — a Viúva Negra questionou-a, com os braços cruzados, como uma mãe severa, o que a fez corar ainda mais.

— EupegueinabundadoCapitãoAmérica. — ela disse tudo rápido e embaralhado, o que fez a vergonha se alastrar por todo o seu corpo.

— Você o quê? — Natasha franziu o cenho, assustada.

— EupegueinabundadoCapitãoAmérica! — ela voltou a embolar a voz.

— Lyanna! Fale alguma coisa numa língua que eu possa entender! — a outra ruiva rosnou.

Lynna soltou um grunhido, empurrando Nat para dentro de seu quarto, jogando a caixa nos pés da cama antes de respirar fundo umas três vezes, acalmando a respiração, antes de tentar falar outra vez.

— Eu estava vindo do laboratório de Tony. Ele me deu o meu traje de vingadora, então eu estava nas nuvens, até que eu esbarrei em Steve, e quase caí. Para me firmar, eu peguei em sua bunda sem querer. Satisfeita? — ela disse num fôlego só, com o rosto pegando fogo.

Natasha arregalou os olhos jogando a cabeça para trás, gargalhando.

— Ah! Eu deveria ter visto isso! — ela disse.

Lynna encarou a amiga com uma expressão indignada.

— Sério?

A ruiva menor assentiu.

— E como era? Dura, mole? Redonda? Bem, se bem que redonda claramente dá para ver que ela é.

Natalia!

Nat gargalhou outra vez.

— Você precisa relaxar, Angianova. Você só pegou na bunda de alguém, não é como se você tivesse violado essa pessoa!

Lynna revirou os olhos.

— Mas eu peguei na bunda do Sr. Patriota! Ele é um puritano, Nat! Com que cara eu vou voltar a encará-lo quando eu o apalpei sem dó? — ela escorregou para a cama, com os olhos arregalados.

— Você fala como se fosse o ser mais devasso do mundo! Eu não acredito que ouvi isso! — Natasha negou com a cabeça, se segurando para não rir. — Você vai olhá-lo com a mesma cara de bonequinha soviética que você tem, querida. — piscou. — Agora, se me der licença, eu irei confiscar a filmagem do andar dos laboratórios. Para ontem.

Lynna abriu a boca para protestar, mas desistiu no meio do caminho, concentrando-se em revirar os olhos, apenas.

— E para a sua informação, não que isso seja da sua conta. Ela é redonda e dura! — disse antes que a placa de madeira cerrasse, deixando-a mortificada para trás.

E perfeita.

Resignada, ela se pôs a provar o traje.

*

Pela manhã, Lynna espreitou até ver o loiro ir para a sua corrida matinal, foi quando ela desceu pelas escadas da maneira mais lenta que conseguiu, abrindo a porta no exato momento em que ela viu os dois globos redondinhos sumirem na curva do elevador, então ela pisou na cozinha, onde milagrosamente Tony tomava café ao lado de Bruce e Natasha, que sorriu amplamente para ela assim que a viu.

Seu rosto pegou fogo e ela se enfiou no meio de seus cabelos, enquanto caminhava até o fogão para preparar seu café da manhã.

— Bom dia. — ela murmurou para todos.

— Bom dia. — eles responderam em coro.

Lentamente, ela preparou alguns ovos mexidos e algumas torradas, antes de colocar o leite para esquentar no microondas e adicionar o chocolate em pó, misturando suavemente, então voltou-se para a ilha, onde Bruce já havia se esgueirado para o laboratório, provavelmente.

— E o traje? — Tony questionou tomando seu uísque matinal.

— Ele serviu como uma luva. — ela deu-lhe um sorriso lento. — Obrigada.

Ele fez um gesto de descaso.

— Eu tentei fazer algo mais confortável que o traje que Romanoff te emprestou. Aquilo era matador demais. — ela riu.

— Bem, o zíper subiu perfeitamente, então ele já é um vencedor. — piscou.

— Eu preciso ir. — o moreno disse arrastando o copo consigo. — Fiquem bem, garotas. E não destruam a Torre numa briga.

Lynna franziu o cenho como se ele tivesse dito que a terra era plana, então deu de ombros.

— Respira, Lyanna! — Natasha disse. — Ninguém viu a sua apalpada violenta na...

— Natasha! — ela bradou, arregalando os olhos.

— Em mim não, sua apalpadora de nádegas alheias! — a outra revidou.

Trinta segundos depois, uma voz a assustou.

— Olá meninas. — Clint surgiu do elevador. — Eu interrompo algo?

— Sim/não! — elas gritaram em uníssono.

Lynna enfiou a cabeça no mármore do balcão.

— Não. — Nat disse divertidamente. — Coisa de garotas. — ela arrastou a cadeira. — Vamos Angianova, você tem que manter essa bunda em funcionamento, ou vai enferrujar.

A ruiva mais alta grunhiu.

— Você tinha que falar especificamente sobre bundas? — resmungou de maneira ranzinza, colocando o prato na pia e acompanhando os passos da Viúva negra. — Parece que você é fissurada por bundas.

Nat riu.

— Eu não sou, você é. — ela piscou, então Lynna congelou quando as portas do elevador se abriram.

Desde que ela havia se mudado para a torre, tanto quanto ela havia passado aquela temporada na Central da SHIELD, ela sabia que Steve saía obscenamente cedo para correr e voltava logo após ela terminar de tomar café da manhã, então hoje. Justo hoje, no dia após ela ter vergonhosamente dado um check na sua comissão de trás, ele tinha que voltar antes do “horário previsto”, justo na hora em que a criança irritante que era Natasha estava lhe provocando.

Qual a possibilidade da Pétala ser a regente do universo e resolver tirar uma com a sua cara, hein?

— Bom dia meninas. — ele disse polidamente, como sempre. Lynna deu-lhe um meio sorriso. — Acho que vocês conhecem a senhorita Carter, não é?

Então, ela finalmente pousou seus olhos na mulher loira que acompanhava o Cap. Ela meio que parecia outra pessoa sem as roupas de falsa enfermeira, ou o uniforme tático que ela costumava usar quando elas se viam na Central. Seus cabelos estavam alisados e caíam perfeitamente em seus ombros, milimetricamente alinhados.

Lentamente, Lynna tentou seu melhor sorriso amigável, o que provavelmente devia ter sido algo bem esquisito, pois Nat encarou-a com um olhar estranho.

— Nós nos conhecemos. — a ruiva mais alta disse. — No seu apartamento.

O loiro abriu aquele seu sorriso perfeito.

— Ah, sim. — ele coçou a nuca. — Bem, ela está aqui a mando de Fury. Ela passará uma temporada conosco.

Ótimo, era só o que me faltava!

Lynna abriu outro sorriso.

— Isto é ótimo! — disse. — Seja bem-vinda, Agente Carter.

A loira deu-lhe um sorriso que se assemelhava ao seu agora.

— Acredito que “Agente Carter” seja minha tia. Pode me chamar apenas de Sharon. — ela disse.

Ah, sim. A senhorita Carter. Lynna havia lido sobre ela no museu em D.C., ela é uma das fundadoras da SHIELD, uma dama e tanto, e segundo o que ela sorrateiramente havia descoberto, ela fora a primeira paixão de Steve, o que ela achara fofo, eles faziam um bonito par.

E aquela coisa era a sobrinha dela.

E misericórdia, que voz terrível ela tinha.

A ruiva assentiu, rebocando Natasha para o elevador.

— Então, seja bem-vinda, Sharon. — sorriu amplamente, antes que as portas se fechassem.

— Eu podia sentir a estática entre as duas. Há algo que eu perdi? — Natasha encarou-a com a sobrancelha arqueada.

Lynna deu de ombros.

— Eu não gosto daquela mulher, apenas. — declarou.

— E o que foi que ela te fez? — a mais baixa arqueou a sobrancelha.

— Nada. — Lynna respondeu incomodada. — Eu apenas não fui com a cara dela. Ela me parece ser bem falsa para o meu gosto.

Natasha jogou a cabeça para trás.

— Você está com ciúmes! — declarou como se tivesse feito a descoberta do século. — É claro que está! Bem, eu já havia desconfiado antes, mas agora eu tenho completa certeza!

— O que é Natalia? — ela resmungou.

Nat piscou seus olhos verdes cintilando em excitação.

— Você está apaixonada por Steve!

Notas finais
Todo mundo concorda que dona Lyanna tocou em lugares que nós temos vontade de tocar? Traduções (lembrando que eu não falo russo, então vem tudo do Google Tradutor, que é "ótimo"): 1 - LEZHASHCHIY SUKIN SYN! = filho da puta/bastardo mentiroso. 2 - Sukin syn! = filho da puta :)) Até quarta. PS: para a galerinha fora do nordeste, no caso é amanhã, mas eu ainda estou no meu prazo. *-*