The Boy And The Wolf

24 Capítulo XXIII – Spit It Out


Notas iniciais
Oi, gente? Alguém ainda se lembra de mim e da fic? Bem, vamos as desculpas: 1 - Semana retrasada eu estava em semana de prova, então eu não pude postar (sorry); 2 - A falta de criatividade durante essa semana abrangeu de forma avassaladora sobre mim (sorry); 3 - Quinta-feira voltou minha criatividade, só que não foi para essa fic e sim para outro projeto que eu acho que vai ficar legal e pequeno (sorry); 4 - Criatividade para essa fic: 10x0 (sorry).
PORÉM, eu não pretendo parar de escrever ESSA fic, gosto de desafios (até tive esses surtos com Anjos e Welcome, só que não foram graves).
Okay, vamos falar de música dessa fic: Spit It Out, do Slipknot (espero que vocês ouçam junto, porque não vai ter graça). Surpresas e mais surpresas (estou preparando um lemon, mas não pra agora e já estou planejando a 3° saga).
Boa leitura, desculpe o textão antes da estória, mas preciso esclarecer meu sumiço repentino.
almirapevas =) (sorry, de novo)

Capítulo XXIII – Spit It Out

Patas pesadas batiam no solo da úmida floresta. A correria era fora de ordem. Tudo cheirava a carne podre e vingança. Todos bufando e arfando por causa da corrida. Tudo por causa de um desacato com eles. Eles param e rosnam olhando para a parte escura da floresta.

O novo líder olha em volta e direciona seu olhar para o parceiro de guerra, bufando e ditando as ordens. Ele rosna e olha para trás, olhando para cada um de sua espécie, ele bufa e rosna novamente, sentindo o poder escuro. Ele volta a olhar para a parte escura e fareja, para ver se estão por perto. Ele fica de pé e olha para os lados, percebendo que algo está de errado, ele rosna e passa pelos companheiros, vendo a sombra maligna do ser de olhos vermelhos. Ele rosna e se transforma num humano de olhos castanhos e cabelos longos marrons, com um físico invejável.

— Ah, que surpresa, não é meu aniversário. – Fala o ser de olhos vermelhos com a ironia de sempre.

O resto de sua matilha sai da escuridão e riem, sentando-se nas rochas que tem espalhadas pela clareira.

— Quem disse que viemos lhe fazer uma surpresa? – Fala o líder com grosseria.

— Você sabe que não pode ser desse jeito comigo – o ser de olhos vermelhos olha para o filho de cabelos longos e olhos vermelhos. – Vocês sabem o que acontecem. – E dá um sorriso psicopata.

O líder sente o olhar do garoto em si e desliga as emoções rapidamente, olhando irritado para o garoto, que treme e estreita os olhos com desconfiança.

— Não adianta – diz o líder.

— Ah, então você é o famoso neto do Velho Ben que deseja vingança. Muito esperto você, com quem aprendeu? Com os inimigos? Que eu saiba, isso desrespeitas as ordens expressas das montanhas. – Fala Brutus irritado.

— Quem é você para falar de respeito? – Rebate o novo líder dos ursos.

— Quem é você para falar assim comigo, seu imprestável? – Urra.

— Sou o neto do Velho Ben, Oswald, acho que necessito ter respeito também. – Rebate, novamente.

Brutus ri ironicamente e olha para os filhos.

— Os subalternos pedindo para ter respeito – ri mais ainda, com os filhos, ele para e passa, teatralmente, o indicador por debaixo dos olhos, como se secasse as lágrimas. – Nossa você deveria ser comediante.

Oswald rosna, junto os companheiros, e chega mais perto de Brutus, que estreita os olhos.

— Um dia vocês vão perder tudo, aí sim, quero ver quem serão os subalternos. – Fala ameaçadoramente.

— E novamente eu digo: quem é você para falar assim comigo, seu imprestável? – Provoca.

— Seu ex–aliado. Estamos fora Brutus, conversamos com as montanhas, não queremos mais perder mais membros da nossa espécie, você nos gasta, como se fossemos borracha, depois de um tempo não seremos nada, seremos apenas um pó marrom na floresta. – Fala e se vira.

— E o que vocês vão fazer?! Vocês precisam de nós! Inúteis! – Urra.

Oswald para e se vira, rindo sarcasticamente, ele olha para Brutus e balança a cabeça.

— Quem disse que necessitamos da ajuda de vocês? Que necessitamos do oxigênio que você respira? Não vivemos de migalhas e sim sobrevivemos. Não queremos mais suas migalhas imundas e nojentas vindas de suas mãos. Acho que você entendeu o que quero dizer, Brutus. – Diz e fixa seu olhar em Brutus.

Brutus suspira, irritado, e cerra os punhos, contendo sua raiva. Ele olha para Kellan, que já estava com o sorriso gentil e o olhar mortífero, usando seu maquiavélico poder.

Todos os ursos continuaram intactos, olhando fixamente para Brutus. Oswald sorri maliciosamente e ri, como se tivesse contado uma piada.

— Vocês estão vendo o quanto eles são baixos? – Olha para seus companheiros, que riam pelo olhar. Ele volta o olhar para Brutus e balança a cabeça. – Eu que tenho pena de vocês – então se vira e se transforma em urso. Eles começam a correr em direção das montanhas, com as patas pesadas novamente batendo no chão úmido.

Brutus solta a respiração e rosna, ele desconta sua raiva na árvore mais próxima, socando-a e derrubando-a.

— Infelizes! Vão para o inferno! – Urra, tentando conter a fúria que sentia naquele momento.

Vanessa olha para Melanie, que balançava a cabeça.

— Não precisamos deles pai – diz a mais velha –, temos nossos poderes.

Brutus para e começa a ri, chacoalhando os ombros e jogando a cabeça para trás. Em seguida, para e respira, olhando para a filha.

— E vocês acham que seus poderes são o suficiente para matar os canídeos, felinos, ursos, o Clã Branco e o Protetor? Vocês acham mesmo? – Esnoba, sentindo o ódio tomar conta dele.

Os sete se olham e ficam de pé, revoltados.

— Não fale assim conosco, somos seus filhos! – Grita Vanessa.

— Não, se fossem meus filhos, seriam capazes de destruir tudo! Não terem os poderes interrompidos por uma puta que desapareceu sem deixar explicações! – Urra.

Os sete se olham.

— Ava desapareceu? – Pergunta James.

— Que Ava! Ava é só uma sub-líder! A verdadeira líder está escondida por aí! Rindo da minha cara! – Urra. – Estou chamando a atenção dela, quero que ela se mostre! Quero que ela fique de frente para mim, para matá-la como eu... – ele para abruptamente e sorri maliciosamente, como se tivesse uma ideia. – Kellan, tenho um trabalho para você.

Kellan olha para os irmãos e balança a cabeça.

— Dessa vez eu concordo com eles, você disse que sou imprestável mesmo com esses poderes. – Diz sério.

— Ah, vocês estão se rebelando! – Ri e coloca as mãos na cintura, então suspira e os olha como se fosse um psicopata. – Vocês estão sendo infantis, mais baixos do que já são, se querem impor algo nessa merda, então ajam como adultos e façam as porras que eu mandar, entenderam ou querem que eu represente isso daquela forma? – Diz num tom baixo e ameaçador, sem elevá-lo.

Lia engole em seco e olha para Vanessa, que suspira e olha para o irmão mais novo – que sofreria com as conseqüências.

— Faça Kellan – diz a segunda mais velha.

Kellan franze o cenho e olha para Brutus, que o olhava ameaçadoramente. O mais novo engole em seco e assente, entrando na floresta e correndo até as montanhas.

— Seria uma pena acontecer com ele o que aconteceu com vocês na última vez que se rebelaram, foi triste, né Carol? – Provoca.

A segunda mais nova se encolhe e treme, lembrando-se do que o pai fez. Ele sorri e suspira, já calmo.

— Eu espero que Kellan não sofra as conseqüências, senão vocês verão. – Diz com ameaça na voz e se vira, indo para longe dos filhos.

Os seis suspiram pesadamente e se entreolham, com o medo nos olhos.

***

Kellan chega a uma caverna ao pé das montanhas. Ele fareja o local e sente o cheiro de carne podre que ele e a pessoa têm. Ele olha em volta e suspira, sabendo que teria que entrar na grotesca caverna.

Ela é grande e cheia de estalactites e estalagmites, a água pingava lentamente pelas estalactites, fazendo um som ao chegar à poça de água no chão. O cheiro de enxofre se espalhava pelas paredes da estrutura.

Kellan respira fundo e balança a cabeça, começando a caminhar até a oficina. Seus pés se moviam mecanicamente e o cheiro de enxofre ficava mais forte. A cada passo que ele adentrava a caverna, ela ficava mais estranha. No chão, havia ossos, caveiras e cadáveres. Nas paredes, havia armas de guerra; e a iluminação é fraca pelas chamas das várias velas e tochas que tinham ali.

O rapaz para e olha em volta, sentindo a presença dele. Ele coloca as mãos na cintura e respira fundo. Ele ouve algo sendo derrubado e olha para trás, franzindo o cenho quando não vê nada. Ele se vira para frente e dá de cara com ele, tomando um susto e arregalando os olhos.

— Seu velho! – Arfa o rapaz, colocando a mão no peito.

O velho, barbudo de cabelos longos e grisalhos, de dentes estragados e pele enrugada, ri descontroladamente da cara do rapaz. Ele movimenta a mão e anda – ainda rindo – para seu ofício.

— Ah, Kellan, você se assusta facilmente, que nem sua mãe – diz com a voz rouca e gastada.

Kellan bufa e diz: — Você que é um velho assustador.

— E você nem agradeceu por aquela ajuda – diz sorrindo e mostrando os dentes podres.

Kellan o olha e suspira.

— Obrigado. – Murmura.

— Você sempre vem aqui quando quer algo. O que quer dessa vez? – Pergunta, procurando algo em uma das várias caixas que tinha ali.

Kellan suspira e morde o lábio quando vê as armas brutas que tinham ali.

— Brutus quer saber sobre a líder. – Diz com a voz trêmula.

— Sobre Ava? Todos sabem – fala, parando e voltando a procurar em outra caixa.

— Não, ele disse que Ava é uma sub-líder.

O velho derruba, propositalmente, uma caixa e olha para Kellan com um sorriso amarelo.

— Sério? – Indaga o velho, fingindo surpresa.

Kellan estreita os olhos, percebendo o nervosismo do velho. O rapaz busca em sua memória, histórias tristes e dolorosas do velho.

— Você é o mais velho sábio, logo deve saber sobre a verdadeira líder. – Kellan começa a mexer nas coisas do velho.

Verdadeira líder? – Murmura nervoso.

— Isso – diz numa voz fina. – Você sabe o que aconteceu com ela? – Pergunta, com a voz gentil enchendo o recinto.

O velho sente o poder maligno do rapaz e rapidamente desliga suas emoções.

— O que acontece se você não conseguir essa informação? – Questiona o velho, curioso.

— Brutus disse que haveria conseqüências – responde, respirando fundo.

O velho ri e anda até Kellan, tocando em seu ombro e olhando-o firmemente.

— Encare as conseqüências, então.

Kellan libera seu poder, porém é chicoteado com o do velho.

— Tudo o que eu te dei, eu posso tirar. – Fala num tom de ameaça.

Kellan treme e tenta acalmar sua respiração, pensando: Qual será a conseqüência?

***

Joseph olhava para o teto, enquanto mexia no cabelo de Nicholas, fazendo-o dormir. O rapaz suspira e fecha os olhos, vendo um mar vermelho. Ele rapidamente abre os olhos e respira fundo. Odiava ficar sem dormir, principalmente quando estava na forma humana.

Ele olha para o jovem, que dormia profundamente em seu peito. Joseph sorri e suspira, beijando a testa de Nicholas e lembrando-se do que Elisabeth disse naquele dia da batalha: “Nick-chan, eu preciso fazer isso de novo, você não está totalmente cheio”. Ele franze o cenho.

Como assim totalmente cheio? Pergunta-se. Então ele rapidamente se lembra do que Violet lhe disse um dia. Todo protetor tem sua essência, e essa faz com que ele libere seus poderes, fazendo-o ficar cheio de alguma forma. Joseph olha novamente para o teto, vendo olhos vermelhos...

***

Um ano atrás...

Suas patas batiam no tapete de neve que tinha no chão, ele para e olha para o lado, vendo Brutus. Ele rosna e se prepara para atacar o tio.

Fique calmo Joseph. – Pensa Brutus, com tom de deboche. – Tenho algo de importante para te dizer.

Que merda você vai dizer agora? – Rosna e bufa.

Brutus o rodeia, percebendo que ele ficava mais nervoso. Joseph o seguia com o olhar. Brutus bufa e o encara.

É uma pena sua mãe e seu pai estarem mentindo para você. – Pensa, percebendo que o lobo mestiço estreitou os olhos. – Sua mãe é muito medrosa. Eles te contaram o motivo para você ser... Mestiço?

Joseph bufa: Eles me disseram que foram as montanhas que me deixaram assim. – Responde o rapaz, sentindo o peso do poder de persuasão de Brutus.

O lobo negro bufa e balança a cabeça, sentando-se e o fitando.

É uma pena ninguém te dizer que você é filho de outro. – Ri no pensamento e balança, novamente a cabeça.

Joseph parece franzir o cenho, ele late e rosna.

Isso é mais uma de suas mentiras! – Rosna.

E você ainda defende Jonathan... Que nunca foi seu pai. – Joga e ri, rodeando novamente o lobo mestiço.

Joseph abaixa a cabeça, olhando para a neve.

Você é filho de sua mãe com um humano, por isso que você é assim. Um imprestável para as montanhas. – Começa a jogar e então ri. – E eles nunca te contaram isso, fico impressionado o tamanho das mentiras que contaram para você durante esses anos – ri e para, chegando perto dele e o encarando. – Tenho pena de você.

Joseph rosna e avança para cima de Brutus, mordendo o pescoço do lobo negro, que sai e vai para cima do lobo mestiço, que bate numa árvore. Brutus chega perto de Joseph e o pega pelo pescoço, jogando-o para o outro lado. Joseph rapidamente fica com os olhos prateados e joga um pedaço de tronco no tio, que desvia e tenta o atacar, porém um lobo branco parece e fica rosnando para o lobo negro.

Saia de perto do meu filho! – Urra Jonathan.

Brutus ri.

Seu filho? Acho que você tem que rever isso, Jonathan. – Brutus bufa e desaparece em meio à escuridão.

Jonathan olha para o filho, que o encarava. Joseph suspira e balança a cabeça saindo de perto.

Joseph...

Não fale comigo, nunca mais me procure! – Pensa e corre floresta adentro...

***

Joseph desperta da dolorosa lembrança, Nicholas se mexe e abre os olhos, vendo que o maior não estava bem. O jovem se senta e esfrega os olhos, vendo o horário – quatro da manhã.

— Você deveria voltar a dormir. – Diz Joseph, fitando o menor.

Nicholas se vira e olha para Joseph.

Não estou mais com sono. – Pensa, franzindo o cenho.

— O que você sonhou? – Pergunta o rapaz.

Nicholas suspira e se deita no peito do rapaz, que sorri e recomeça a acariciar os cabelos do menor – que cresceram nos últimos dias.

— F-foi muito estranho – murmura com a voz rouca.

Joseph franze o cenho e olha para o jovem, que estava o encarando.

— Eu acho que sonhei com Kellan... – sussurra. Joseph começa a ouvir atentamente. – Ele estava com Brutus e os dois sussurram, parecendo como se eu estivesse lá e eles não queriam que eu escutasse. Então Brutus pegou-o pelos cabelos e o jogou no chão, chamando-o de nomes feios e de incompetente... – Nicholas continua a olhar para Joseph, que desvia o olhar e franze o cenho. – Então Brutus o pegou novamente pelos cabelos e riu da cara dele, então... – Nicholas treme e sente sua bile subir pelo esôfago.

— É normal que Brutus chame seus filhos de incompetentes, mas pegar Kellan pelos cabelos e... – Joseph franze o cenho e olha para Nicholas, que fazia uma cara de nojo. – Kellan odeia quando alguém pega em seus cabelos, ele só deixava sua mãe pegar quando ela ainda era viva.

A mãe dele morreu também? – Pergunta Nicholas, curioso.

— Sim, um mês antes de minha mãe morrer. Sarah era uma pessoa gentil, não entendo porque se casou com Brutus. – Fala e beija o topo da cabeça do jovem.

Eles não são gentis. – Nicholas faz uma careta.

— Antes de Ayla morrer, eles eram. Eu brincava com Kellan. Todos tinham seus poderes, então Sarah morreu, deixando as coisas tentas e em seguida Ayla, foi ai que Brutus surtou e as montanhas o castigaram. – Joseph conta e suspira.

Então eles não eram assim?

— Não, foi só Ayla morrer que fudeu tudo. – Joseph suspira, lembrando-se das brincadeiras que ele fazia com seus primos. – Vivíamos juntos, todos os filhotes juntos. Lembro-me que um dia Sarah foi lá e ela brincou conosco até dizer chega. – Ele ri. – Por incrível que pareça, era tudo normal, éramos pequenos, não entendíamos nossos poderes, não entendíamos porque a importância do Clã Branco e Negro. Foram cinco longos anos de harmonia. Então Sarah morreu ninguém sabe quem a matou, só sabemos que seus filhotes viram-na morrer e Kellan usa isso para controlar seus irmãos. Brutus começou a culpar meu pai por tê-la matado e um mês depois minha mãe morreu... – Joseph suspira e franze o cenho. – Naquela época eu era apenas um filhote. Aro, que tinha seis anos na época, disse para ficarmos unidos, mas...

Você foi embora à procura de quem matou sua mãe. – Pensa, lembrando-se brevemente da lenda.

— É isso que a lenda diz, mas eu fui embora porque não agüentava mais meus irmãos tentando impor calmaria. Meu pai que estava desesperado para achar quem matou Ayla. Eu só queria paz, então fugi. – Explica, olhando para Nicholas.

Nicholas aperta os lábios e suspira, ele se estica e beija Joseph nos lábios.

Você era rebelde desde pequeno. – Pensa, sorrindo apaixonadamente.

Joseph ri e beija o jovem. Os dois se separam e ficam se olhando apaixonadamente. Joseph acaricia o rosto aveludado do menor, que sorri e fecha os olhos.

— Você parece um sonho – murmura o rapaz, sorrindo bobamente.

Nicholas cora e olha para o lado. Joseph ri e beija o rosto do jovem.

— Temos que voltar a dormir, amanhã quero nadar na lagoa com você. – Diz se acomodando na cama.

Nicholas sorri e beija o rapaz, assentindo e deitando-se no peito dele. Joseph sorri e fecha os olhos junto com Nicholas.

Notas finais
Gostaram? Reviews? Espero que vocês não estejam com raiva de mim, porque eu estou - sabe como é, tenho que fazer crianças (vocês) felizes =).
Bem, até mais,
almirapevas =3