Notas iniciais
Estava correndo pelos canais de águas subterrâneas da cidade. Estava cansada. Sentia na pele o que era ser uma presa. Um alvo fácil. Quando parou, decidiu que já estava longe o suficiente para sair, e ver a luz do sol de novo. Estava nas docas da cidade. Saiu mas se surpreendeu com algo.- Pensei que você não fosse aparecer?- O QUE???Ao olhar para cima de uma caixa, percebeu que: o mordomo de cabelos negros, olhos vinho e boa aparência, olhava as horas no relógio. Ela estava assustada e não parava de se perguntar, como ele a havia achado. Ele desceu de onde estava e ficou a alguns metros de distancia de Meryl. Não sabia por que. Mas havia algo nele que fazia o pânico crescer dentro de si. - Necessito que a senhorita venha comigo. Por favor.O pânico crescia dentro dela. Ele a olhava com um ar sedutor, mas não deixava de expressar perigo. Seus olhos vinho penetravam na sua alma, como se lessem todos os seus pensamentos

Estava correndo pelos canais de águas subterrâneas da cidade. Estava cansada. Sentia na pele o que era ser uma presa. Um alvo fácil. Quando parou, decidiu que já estava longe o suficiente para sair, e ver a luz do sol de novo. Estava nas docas da cidade. Saiu mas se surpreendeu com algo.- Pensei que você não fosse aparecer?- O QUE???Ao olhar para cima de uma caixa, percebeu que: o mordomo de cabelos negros, olhos vinho e boa aparência, olhava as horas no relógio. Ela estava assustada e não parava de se perguntar, como ele a havia achado. Ele desceu de onde estava e ficou a alguns metros de distancia de Meryl. Não sabia porque. Mas havia algo nele que fazia o pânico crescer dentro de si. — Necessito que a senhorita venha comigo. Por favor.O pânico crescia dentro dela. Ele a olhava com um ar sedutor, mas não deixava de expressar perigo. Seus olhos vinho penetravam na sua alma, como se lessem todos os seus pensamentos. Sentiu certa atração por ele. O perigo a atraia de alguma forma. O seu caminhar era firme. Seu sorriso era de um caçador que havia encurralado a sua presa. “merda, eu tenho que fugir desse cara!” pensou. Mas seus pés não se moviam.- Venha comigo!Sua voz era muito suave como um sussurro. Ele estava se aproximando, mais e mais. O pânico crescia mais e mais. Ele ficou cara a cara com ela. Ela olhou para o seu rosto, ele sorriu gentilmente.- Está sujo aquiGentilmente ele tirou uma sujeira de seu rosto. Silencio. Podia ouvir o seu coração batendo acelerado. O mordomo passou uma das mãos pela cintura da garota, aproximando seus corpos. Estava atônita. — Quem... Quem... Quem é você?Ao pé do ouvido ele lhe disse- Sou apenas um mordomo e tanto.O que aconteceu depois, ela não sabe. Só sabe que, quando acordou, estava no colo do mordomo, indo em direção ao uma mansão.

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Não sabia o que havia acontecido. Não se lembrava de como aconteceu. Apenas uma voz ao pé do ouvido ressoava em sua mente: “Sou apenas um mordomo e tanto”. Enquanto estava desmaiada sonhou. Sonhou com um campo de belas rosas: azuis e brancas. Estava no centro, vestindo um vestido branco. Era um tomara-que-caia, onde uma renda cobria o seu colo, pescoço e braços. Ia justo até os quadris e a saia ficava em camadas. Em sua cabeça estava uma coroa de flores brancas e azuis. Sua aparência era a de uma noiva pronta para se casar. Estava feliz por estar ali, aquele lugar lhe trazia paz e serenidade. Se sentou e ficou a observar o jardim, as borboletas e pássaros que passeavam por ali. Fechou os olhos e sentiu a brisa no rosto. Mas tudo escureceu. O que poderia ser? Ao abrir os olhos, o dia havia se transformado em noite. O sol dado espaço a lua, e o jardim dado espaço a uma floresta. Levantou-se e caminhou por alguns minutos. Chegou as ruínas de uma casa. Parte da parede que continha a porta e as janelas ainda estavam de pé. Mas uma parte da vegetação invadira. Entrou pela porta. A lua iluminava tudo claramente. Ainda podia ver o piso, mas a grama havia crescido em algumas partes. Havia um banco de pedra onde havia uma flor. Se aproximou e pegou-as nas mãos. Uma rosa... NEGRA? Sim, a rosa era mais negra que a noite. Estranhou. Sentiu algo. Sentiu que alguém a observara. Ouviu um barulho. Era um corvo que se encontrava no muro. Por um momento se sentiu aliviada.- (suspiro)Era apenas um corvo... Mas sentiu mais alguém ali. O pânico mais uma vez se apoderou de si.- Está com medo?Ao se virar viu quem era. Era o seu caçador. Ele estava parado sorrindo gentilmente para ela. Era o mordomo do menino que salvara. Ela sentou no banco de pedra, sem largar à rosa negra. Havia sido pega mais uma vez. Nunca antes em sua vida alguém a havia capturado. Mas agora estava na frente de alguém superior. Ele continuou com um sorriso gentil e se aproximou de Meryl. Ficou parado na frente da garota. Por mais medo que sentia daquele ser, sentia uma atração muito forte. A beleza de Sebastian a prendia de um modo que não sabia explicar. Nunca, ninguém havia perturbado os seus sentidos quanto aquele homem. O mordomo se abaixou, e ao pé do ouvido, disse:- Acorde, nos chegamos.Foi abrindo os olhos devagar. E devagar...- Acorde- disse o mordomoAo abrir os olhos, viu uma mansão. Não sabia onde estava. Só sabia que era dia e que estava sendo carregada por alguém. — Onde... Onde eu estou?- Logo você saberá.Estava muito tonta com tudo o que acontecera recentemente. Flashes passavam na sua cabeça, como um filme. Se lembrava do festival. Do anel azul. De ter salvado um menino. De ter se encontrado com um mordomo perigoso e sedutor. E de ter desmaiado. Estavam atravessando o jardim da frente. O mordomo estava carregando a menina para a mansão Phantonhive. Ela não sabia disso ainda. Sebastian bateu na porta, e quem atendeu foi Tanaka, o antigo mordomo Phantonhive. Ficou surpreso com a garota que estava domada em seu colo. O mordomo negro entrou e disse ao senhor:- Encontrei uma nova empregada para o trabalho. Onde está o boccham?- Ele se encontra em seu escritório. Irei chamá-lo imediatamente. A senhorita deseja alguma coisa? – perguntou a senhor a Meryl- Apenas que me coloquem no chão!- Como queira!- disse SebyFeito. O mordomo deixou a menina cair de seu colo, o que causou a sua fúria.- COMO OUSA!!Tanaka saiu em direção ao escritório do conde, para avisar da chegada de seu mordomo. Enquanto andava, não deixou de dar uma risada do que acontecia. Meryl realmente estava muito furiosa com o que havia acontecido.- Ai... Ai... – passava as mãos nas costas- — VOCÊ PODIA SER MAIS CUIDADOSO COM UMA GAROTA!!Ele a ignorou. — RESPONDA!!!Tranquilamente ele tirou seu relógio de prata de seu bolso. Eram quinze para as quatro da tarde. Apenas deu um suspiro e disse guardando o relógio de novo.- Como prometido. Voltei a tempo para a hora do chá!Ela estava ficando vermelha de raiva. Cerrando os punhos. O mordomo saiu andando em direção a escadaria do hall central da mansão. Ao fazer isso Meryl explodiu.- NÃO ME IGNORE!!! Você me caça, me encurrala, me seqüestra, e agora ME IGNORA!!!- rapidamente retirou um canivete que havia achado no lixo quando criança, e que escondia em sua bota. Indo para o ataque gritou – MORRE DIABO!Ao ouvir essas palavras, e ver que seria atacado, retirou de dentro de seu fraque três facas de prata e jogou para cima da menina, que as desviou com o canivete. Sim, ficou surpreso com o que vira. Não imaginava que aquele rostinho fazia coisas incríveis. Os dois se olharam por um instante. E nenhum se atreveu a fazer um movimento sequer. Ele levantou as mãos, em sinal que não queria lutar com ela ali. Mas a garota se manteve firme olhando feroz mente para ele. Sebastian fez um cara de tristeza e disse de uma forma doce:- Você ousaria me machucar??Estava completamente desnorteada com aquele olhar desolado. Começou a tremer. — Nã... Não... – ela olhou para baixo. Continuava tremandoEle sorriu aliviado. Mas ela parou de tremer e levantou a cabeça, o olhou com mais fúria que o normal.- NÃO VOU CAIR NO SEU TRUQUE DUAS VEZES!!Ele fechou a cara vendo que ela ia ao seu encontro com uma arma branca em suas mãos. Ela tentou desferir um golpe, mas ele desviou com muita facilidade se distanciando da menina. Não perceberam, mas os outros três empregados da casa estavam vendo a luta de trás de uma pilastra.- Ahhhhhhhhhhhh... Ela vai... Ela vai.... ELA VAI MATÁ-LO!!!- disse Meylene com as mãos no rosto.- Duvido que isso ocorra – Brad retirou o cigarro que tinha na boca para falar melhor – Esse cara é incomum. Não vai ser tão fácil- Ela é tão bonita... – Finny estava encantado com a beleza de Maryl – AIIIIIIIBrad e Meylene haviam socado a sua cabeça.- Não fale mais besteiras! Ela deve estar aqui para matar o nosso boccham!- falou Brad- Nosso dever é proteger nosso boccham a todo custo!! – disse Meylene com entusiasmo!- SIM!!!Os três foram avisar Ciel que o hall de entrada da sua mansão, havia se transformado em um ringue. Os três corriam apelo corredor que levava ao escritório do conde. Chegaram ofegantes e cansados. Praticamente arrombaram a porta. O que não deixou o menino muito contente. Estava pronto para sair, e Tanaka estava atrás o acompanhando. Caídos no chão, Ciel pergunta o porque de tudo aquilo. — Mas o que vocês estão fazendo?- Bo... Boccham! Tem... – começou Meylene- Tem uma garota... Lutado com Sebastian no hall de entrada da mansão! – completou Finny- Você tem que sair daqui! – Brad se levantou rapidamente e pegou Ciel no colo – É uma assassina que veio te matar!-PAREM COM ISSO VOCÊS TRES!!!Ciel deu um grito que fez com que Meylene e Finny, se levantassem rapidamente. O cozinheiro colocou Ciel no chão do escritório. E os três ficaram um do lado do outro imaginando o tipo de atitude que o conde poderia ter. O menino não estava contente com a atitude de seus empregados, mas sabia que se eles estavam ali, seria porque o seu mordomo estava tendo dificuldades em controlar a menina. Se ajeitando, falou tranquilamente sem esboçar reação.- Então... Está havendo uma luta no hall? Hum... Quero ver pessoalmente. O menino se dirigiu a porta calmamente, mas os empregados o param, ficando em sua passagem- Não podemos deixar que o boccham se machuque!- disse Meylene- É! Não sabemos o que pode acontecer! Pode ser atingido sem nenhuma intenção! – Disse Finny preocupado com seu mestre. Mas Ciel apenas os empurrou com sua bengala, e tranquilamente foi em direção ao hall de entrada- O que vocês estão fazendo ai parados! Temos que protegê-lo! –falou Brad com entusiasmo – Afinal... Como empregados da família Phantonhive o que faríamos se não pudéssemos fazer isso!Usando a frase de Sebastian, os outros dois se sentiram motivados e acompanharam o menino. Tanaka voltara ao seu estado pequeno com sua xícara de chá.- O ho ho ho!!! Na parte de baixo da mansão, Meryl e Sebastian continuavam lutando exaustivamente. Ela estava ofegante. As forças que possuía estavam quase se esgotando por completo. “Quem? Quem? Quem é esse mordomo!” se perguntava a todo instante. “Não pode ser humano. Não aparenta cansaço. Não possui expressão! O que ele é? Quem ele é?”. Sebastian observou que Meryl estava nas ultimas de suas forças. Pensou que ela poderia ser uma akuma. Mas se fosse não já teria percebido? Ela caiu de joelhos e ficou com o olhar vazio. Lembrou das inúmeras vezes que havia brigado no orfanato. Das vezes que roubava comida e nunca era pega. Das vezes que saia vencedora de uma briga. Mas por quê? Porque ela não conseguia vencer aquele homem? Sentiu algumas lágrimas. Estava chorando. Não costumava chorar. Não sabia o que eram lágrimas. Às vezes... Achava que o ódio que sentia era para pessoa que a havia abandonado para morrer nas ruas. Nunca teve família, amigos, alguém que se importasse. No final era uma criança desesperada que só queria ser amada. Queria saber da onde vinha. Saber porque fora abandonada. Havia muitas perguntas, mais nenhuma resposta. Só a rosa azul talvez respondesse. Mas isso com o tempo. Ela largou o canivete e pela primeira vez, se deu por vencida.- Parece que a luta terminou.Eles olharam para a escada e viram Ciel. Ele descia os degraus com seus empregados atrás, prontos para morrer por seu mestre. O menino fez um sinal, pedindo para que parassem. E eles acataram ficando no pé da escada. Ele foi andando em direção aos dois, percebendo que a menina tinha se dado por vencida. Quando ele parou, ela olhou para cima e perguntou ao conde:- QUEM SÃO VOCÊS? E O QUE QUEREM COMIGO?- Eu quero que você seja uma de meus empregados.Nessa hora, Meylene, Finny e Brad se espantaram com o que o seu amo havia dito.- Boccham! E se ela for uma assassina?- Perguntou Brad- Não questionem minhas ordens – Ele olhou com ser ar superior para a menina que ainda estava de joelhos – Você aceita?Ela rapidamente se levantou. Olhou para a porta da mansão e disse.- Não irei obedecer a ordens suas – começou a andar para trás em direção a saída – Não sei que nobre você é. Não sei quem é, ou o que é o seu mordomo... Terão que encontrar outra pessoa.Ela se virou e saiu correndo em direção a saída. Queria sair dali. Queria ficar o mais longe possível daquele mordomo e de seu amo. — SEBASTIAN!-SimEla continuava correndo, mas olhou para trás para ver se alguém a seguia. Todos estavam parados. Todos menos um. Olhou para frente e viu Sebastian parado. Também parou. Ficou impressionada. Aquele mordomo realmente não podia ser humano. Em seus segundos de distração, Sebby se aproximou por traz e a segurou com força. Ela lutava em vão tentar se libertar, mas ele era muito mais forte.- Me solta! Me larga!- ela se debatiaEle a levou para frente do conde que percebeu a medalha que ela carregava no pescoço. Ele a retirou da menina, que gritou tentando se libertar.- Devolva seu moleque inútil!Ciel olhou a jóia com cautela e viu que era feita de prata com uma rosa azul encravada nela. Pensou que já havia visto aquela rosa em algum lugar, e olhou a parte de trás. Havia um nome ali. Olhou para a garota, que havia desistido de lutar e agora estava de cabeça baixa. Ele olhou nos olhos de Meryl e disse:- Esse é seu nome? Meryl.Ela não respondeu- Ou isso foi mais um de seus furtos?Ainda não havia resposta-Bem... Acho que posso jogá-lo no lixo, não me tem serventia alguma. Ou melhor... Façam de pingente para a coleira do Pluto.Ao ouvir que iriam se livrar da única coisa que a ligava ao seu passado; olhou para o conde, que dera as costas e saíra andando em direção os outros empregados que assistiam a cena. — NÃO! ESPERA!!!Ele voltou a olhá-la com cara de superioridade, mas continuou em silencio- É uma peça para desvendar da onde eu venho. Uma chave que me liga ao passado. Quero descobrir quem me transformou nesse ser miserável e que todos fogem. — Então não se importa de ser minha empregada?- O que?- Sebastian... Largue-a!- ordenou Ciel- SimEle a largou fazendo-a cair no chão. Ciel se aproximou de Meryl. Ela o olhou de baixo. Sentia que estava diante de um jogador de xadrez em que sabiamente sabia mexer seus peões para alcançar seus objetivos. — Posso lhe oferecer ajuda para descobrir de onde você veio. Mas isso terá um preço. Será minha empregada. Trabalhará para mim dia e noite.- Como acreditarei em uma criança como você?- Sou conhecido como o cão de guarda da rainha. Não há nada que eu não possa fazer.Ela apenas ficou olhando para aquele reizinho. Não havia outra opção a não ser fazer as suas vontades. Pela primeira vez, iria abaixar a cabeça para alguém. Apenas resolveu confiar naquele pequeno conde. Ele lhe deu as costas e saiu andando.- Ficarei com isto por enquanto, para ter a certeza de que você não irá a lugar algum. Sebastian também ficará de vigia. Ela olhou para cima e o mordomo apenas sorriu. O conde andou um pouco e parou no primeiro andar da escada. Ele apenas virou a cabeça, e ordenou aos seus empregados. — Dêem a Meryl uma roupa de empregada e lhes ensinem as regras da mansão. E também lhe dêem um lugar para poder ficar!- SIM! BOCCHAM!! – disseram os três juntosAgora, virava uma empregada. Teria que obedecer a ordens e servir. Sebastian tirou o relógio do bolso. Passaram das cinco horas. O chá havia atrasado com aquele imprevisto, então... Teria que agilizar tudo. Saiu andando em direção a cozinha. Mas antes de continuar, se voltou a para a menina e a ajudou a se levantar. Não disse uma palavra, e voltou para seus afazeres. Meryl ficou parada olhando para o mordomo, mas quando se deu por si, viu que os três empregados que acompanhavam tudo de longe, agora estava perto. O primeiro a falar foi Brad.- Hum... Bem vinda à mansão! Espero que não quebre tantos pratos quanto essa aqui!!- O.. O QUÊ BRAD!!!!-Meylene estava furiosa- Ela parece que tem o mesmo tipo de corpo que você. Poderia dar um de seus uniformes – Disse FinnyMeylene observou bem Meryl. Viu que ela não era tudo aquilo que estavam pensando quando viram a sua briga com o mordomo. Mas não deixava de sentir ciúmes. Não era para menos. Havia visto as habilidades da menina. Viu que havia dado trabalho a Sebastian. Pensou que poderia ser uma empregada muito melhor que ela. Meryl percebeu o que supostamente estava se passando na cabeça da moça, que a analisava de cima a baixo, e disse.- Eu não estou aqui para roubar o lugar de ninguém nessa mansão. — O que?... O que está falando?- gaguejou a empregada- Eu sei que posso te intimidar. Mas saiba que se não fosse o fato de seu patrão ter me oferecido um ponto final para todas as minhas duvidas, não estaria aqui. Aliás... Ele está com algo importante para mim. E isso me faz ficar presa. Eles a olharam com uma cara de pena. Para eles era uma honra seguir a Ciel Phantonhive. Mas para conseguir o que queria aquela jovem havia aberto mão de toda a sua liberdade e orgulho. — Você não tem nada haver com isso... Me perdoe.- Bem... Temos que te arranjar uma roupa limpa e um lugar para ficar... – Disse Meylene — VAMOS!!!!-gritou Finny- ESPERA FINNI! DE... DEIXA ISSO COMIGO!!!Finny a puxou com muita força e os outros dois foram correndo atrás. Agora ela fazia parte deles. Era oficialmente uma empregada Phantonhive. Sabia que não seria fácil obedecer algumas regras, mas sabia muito bem a se adequar a qualquer situação que surgisse. O que a intimidava era a presença do mordomo negro. Este, que estava levando o chá para seu senhor, olhou rapidamente para a moça, mas desviou o olhar. Agora era só colocar o vestido, o avental e... Começar a trabalhar.