Notas iniciais
Ainda não tenho um dia definido pra atualizar a fic.
Espero que gostem!

Perceba no mundo que vivemos, um mundo em que não sabemos se vamos morrer agora ou mais tarde. Mas há criaturas que sabem e cuidam de nosso destino. Elas sabem que chegou nossa hora, ou se ainda temos muito pra viver.

Há uma lenda sobre elas. Você provavelmente está pensando “lendas são história inventadas, elas não existem”. É aí que você se engana, meu caro. Lendas são histórias você esta certo, mas por mais estranho que seja, elas são tão verdadeiras quanto o ar que respiramos.

As tais criaturas que cruzam nossos caminhos, sabendo se vamos morrer ou viver, são conhecidas como Vida e Morte. Há uma história, passada em geração em geração, que conta como estas duas forças se apaixonaram.

A Vida, uma força tão poderosa, ela por onde passar semeia calor e alegria, tão radiante como o sol, e tão viva quando qualquer coisa. O que não sabiam é que a Vida era uma mulher tão bela que até mesmo Afrodite a invejava. Tinha cabelos loiros, rosto rosado e olhos cinzentos, e sempre por toda a idade da terra mantinha um sorriso estampado em seu rosto, asas tão brancas como nuvens e tão grandes que, quando andava, se arrastavam no chão. Ela era sempre vista como símbolo de paz e prosperidade.

A Morte, assim como a Vida, era muito poderosa, mas o oposto dela. Por onde andava espalhava frio e infelicidade, era tão misteriosa como a lua, e tão fria que em seu rosto estava estampada uma única expressão – ela não demonstrava alegria nem tristeza. Você provavelmente imagina a Morte com uma capa negra escondendo-lhe a face e carregando uma foice. Devo dizer-lhe que está errado, pois a Morte é tão bela quanto qualquer Deus do Olímpio, ou ate mesmo mais bonito que qualquer ator. Porém, esta, tinha o negro como um mantra. Tinha cabelos negros, usava roupas negras para se representar, suas asas, também negras e tão grandes como as da Vida. Era considerada o símbolo da tristeza e infelicidade.

O que ninguém esperava era que um dia elas se encontrassem, "tão diferentes, mas tão iguais". A Vida enviava dádivas à Morte, que não recusava uma, pelo contrário, ela às guardava para sempre.

Por mais diferentes que fossem, caíram no amor uma com a outra, e pela primeira vez a Morte havia sorriu.

Para controlar todas essas forças, havia outra, chamada Equilíbrio. Ela não esperava tal encontro entre forças opostas.

As forças guardiãs, que haviam banido o mal para que ele não incomodar outras forças e o mundo. Um mal, que há muito tempo fora destruído por lembrança; esperança; sonhos e paz, acabou por escapar por uma fenda do calabouço do reino da Morte. Havia sido trancado lá por uma única razão: mentira para espalhar o mal que todos odiavam, a escuridão reinou antes dos guardiões. Equilíbrio, por mais que achasse aquilo errado, permitiu. O mal, por vingança e cego pelo ódio, começou a sussurrar coisas para Equilíbrio, fazendo com que ele desencadeasse uma discussão entre a Vida e a Morte. Por essa discussão, elas se separaram e decidiram que seus povos jamais iram interagir ou falar uns com os outros novamente. Pela primeira vez a Vida chorou. Pela primeira vez, a Morte ficou triste.

Anos se passaram e eles nunca se esqueceram um do outro. Um milênio passou-se, e haviam entrado em uma nova era, uma era de meditação. As forças teriam de escolher um anjo para tomar seu lugar, até o terceiro alinhamento dos planetas. A Vida escolhera uma menina; a Morte, um menino. Eles não foram escolhidos por sua força ou grandeza, como alguém normal faria. Não, eles foram escolhidos porque estavam destinados a fazer parte de um grande futuro, juntamente com outros dois.

E aqui começa sua história, a história entre a vida e a morte.

Quando alguém contar uma lenda, por favor...

Ouça.

Notas finais
Comentem o que acharam!