The Best Job

18 Situações complicadas


Notas iniciais
Hello, peoples! (´・ω・)っ Saudades de vcs! ♥ Etto... Quem estranhou esse meu sumiço, talvez tenha ido no meu perfil e já está sabendo, mas quem não fez isso, explicarei agora! Bem, basicamente, eu viajei nessas férias, e levei meu note, pra pode escrever e aproveitar as férias né. Só que o maldito ficou ruim logo assim que cheguei, então só quando voltei aqui pro Rio que foi pro conserto, e demorou bastaaante tempo lá. Se eu não podia ter escrito em outro computador? Não (ಠ⌣ಠ) Porque eu tenho um irmão mesquinho, que se eu ficar mais de 3 minutos no computador dele escrevendo ele desliga o pc na minha cara sem eu ter salvo nada (sério, ele já fez isso -_-) Mas enfim, vamos parar de papo furado e aproveitar o capítulo! Não tá tão grande, mas era só isso mesmo que eu precisava. Então, boa leitura! ~(˘▾˘~) PS: Peço perdão a todos que comentarem em minhas fanfics esses tempos, mas, como podem ver, não tive como responder, mas daqui em diante me esforçarei para responder todos! Partiu!

P.O.V Padomi

Eu estava acordada desde cedo, nem havia dormido ainda, já que estava ocupada pensando nas ideias de testes para as crianças. Precisava averiguar se eles estavam prontos para atirar com precisão em situações perigosas.

Enfim, fui levar os papéis com as ideias para o meu quarto, pois antes estava na sala de treinamento.

Para minha surpresa, Mahara estava andando bem devagar, como se não quisesse ser notado. Pensei que estava seguindo alguém, e acertei, já que eles estava seguindo Sabo-san.

Sabo-san?! Me surpreendi ao vê-lo ali.

— "Sabo-san acordado? Será que é o mesmo problema de novo? Dessa vez durou pouco..." — pensei, logo decidindo ir atrás dos dois.

Sabo-san foi até a cobertura. O segui até lá, tomando cuidado para não ser notada. Entretanto, perdi Mahara de vista logo assim que cheguei na cobertura. Mas tudo bem, não faria diferença, afinal o que importava era ver o que o Sabo-san estava fazendo.

Foi aí que me senti sem chão. Eles estavam se beijando.

Phascorlactos e Sabo-san... Se beijando.

Como ela conseguiu? Eu nunca consegui roubar sequer um beijo dele!

O beijo não era um simples selinho. Eles estavam bem calmos no inicio, mas então começaram a colocar a lígua e a coisa começou a se desenvolver...

A raiva me consumiu. Estava me sentindo traída. Eu o conheço há quatro anos, e essa comedora de eucalipto chega assim e já consegue? De jeito nenhum. Eu não vou deixar.

Eu vou parar isso agora mesmo.

— O qu-

...

Senti algo me segurar, e pôr a mão na minha boca, impedindo que eu falasse. Logo comecei a me debater. O que era aquilo? Um estuprador?

Ele me virou, ainda com a mão em minha boca, e pude ver quem era.

— Fique quietinha. — Mahara disse. — não vamos querer atrapalhá-los, não é mesmo?

Fiquei com mais raiva ainda. Quem ele pensava que era? Mordi sua mão e ele logo me soltou.

— Eu atrapalho quem eu quiser! — retruquei.

— Que coisa feia... Uma menina tão jovem como você deveria jogar limpo. — não entendi o que Mahara quis dizer. Ele pareceu ler minha mente, e continuou, com um tom de voz calmo e sutil: — pense só, qual você acha que é a guerra mais justa? Aquela que você ganha com esforço e inteligência, ou aquela que você ganha buscando métodos mais fáceis e atrapalhando o inimigo? E pense bem... Será que um rei orgulhoso aceitaria ganhar dessa forma?

Ele tocou dois dedos em minha testa, e eu adormeci.

Koala P.O.V

Não sabia descrever bem o que estava acontecendo. Sabo-kun me beijara de repente, e logo um branco surgiu em minha mente. Não pensava. O único motivo pelo qual eu mexia os lábios era um desejo interior que gritava para que eu não o soltasse.

Mas por que? Por que ele me beijou? Sabo-kun nunca demonstrou interesse por mim... Não interesses desse tipo.

Desejo? É, provavelmente era isso. Ele tinha quase vinte anos, e aparentemente não tinha namorada, estava sedento de desejo.

Nos separamos, apenas por culpa da falta de ar. Ambos olhávamos um para o outro, enquanto ofegávamos.

— Sabo-kun... — corei. Foi aí que me toquei. Eu havia beijado o Sabo-kun! Que vergonha!

— A-Ah! — ele percebeu minha vergonha, e abaixou a cabeça. Parecia ter ficado mais envergonhado ainda. — Koala, eu... Ahh, me desculpa! — ele juntou as mãos e se curvou. — eu não deveria ter feito isso do nada!

Me acalmei. Ou pelo menos tentei, já que não era fácil com esse coração acelerado. Depois de inspirar e expirar, voltei a olhar em seus olhos. Eles me encaravam, preocupados.

— Não precisa se preocupar assim, eu não estou... Irritada. — falei baixo. — eu correspondi, não foi?

— Hum. — ele concordou com a cabeça, no mesmo tom que eu.

— Então... Eu... Gostei. Foi bom.

Ah... Eu disse. Estava cada vez mais difícil falar. Entretanto, imaginava que se não fosse sincera ali, nada mais aconteceria em muito tempo. E eu sentia, dentro de mim, uma tristeza grande só de pensar nisso acontecendo. Eu queria repetir aquilo. Poderia não ser ali, novamente, naquele momento... Mas queria repetir a dose.

Não conseguia decifrar exatamente o que os olhos de Sabo-kun diziam. Ele me olhava com uma certa admiração, ou surpresa... Talvez tenha ficado feliz por eu ter dito que foi bom. É o mesmo que dizer que ele beija bem, não é? Homens gostam de saber disso.

— Que bom que gostou. — ele finalmente falou, ainda bastante corado. Ele olhou pro lado, encarando o nada, como se quisesse esconder o rosto. — eu te beijei porque... Bem... — ele virou o rosto, e colocou as mãos nos olhos. — você estava muito, muito bonita...

Sabo-kun...

Porque sinto uma flechada cada vez que diz coisas assim?

(...)

— Eu queria um quimono rosa! — dizia uma das crianças, mas eu estava tão distraídas que nem prestei atenção quem era. Provavelmente, Nina, já que a mesma adorava essa cor.

— Termine de se aquecer, Nina. — ouvi a voz de Tora, e suspirei.

Já era de manhã, e era hora de dar a aula das crianças. Estive muito ansiosa por isso, mas agora meus pensamentos estavam tão distantes que não sabia se conseguiria dar a aula espetacular que tanto imaginei...

Mas eu tinha que tentar me concentrar, afinal, eu era a sensei ali.

Haviam num total de seis crianças: Nina e Aurora, com cinco anos. Tora com quase sete, Shin com dez e um outro menino que eu não havia visto ainda, mas pelo jeito o nome dele era Rock, e parecia ter uns oito ou nove anos.

Olhei para os lados, procurando por Marion. Eu havia o visto antes de todos irem colocar os quimonos. Fui até o vestiário e entrei, sem me importar com o fato de ser o masculino. Olhei para os lados, e não vi nada, a não ser um pézinho branco debaixo do banco.

Me abaixei para vê-lo, e lá estava Marion.

— Marion, por que está entocado aí? — perguntei calmamente, tentando ver seu rosto. Mas não dava, ele estava de cabeça baixa com as mãos na cabeça. — você está me ouvindo?

Ele assentiu apenas. Suspirei. Me senti uma professora de creche no primeiro dia de aula, quando as crianças não querem entrar.

— Qual é o problema? Está com medo? — perguntei. — não precisa se preocupar, é só o primeiro dia... Ninguém vai te machucar.

Ele ficou em silêncio por uns segundos, até que resolveu sair dali de baixo. Foi então que me surpreendi: ele estava vestindo o quimono, e não o enorme casaco que sempre usava, tapando sua cabeça.

— Você ficou um gato nesse qui...-

Não terminei a frase, pois me surpreendi ao ver um par de orelhas iguais as que Nina e Tora usam no dia a dia.

— Ah, então era só isso! — ri levemente. — você pode usar esse arco com orelhas se quiser. A Nina e a Tora sempre usam, não vai te atrapalhar!

— Odeio.

Arregalei os olhos. Ele quase nunca falava.

— Odeia o que?

— Orelhas.

Fiquei ainda mais confusa.

— Se não gosta de usá-las, é só tirar. — estiquei minha mão até elas, mas assim que encostei, ele as abaixou com a mão, como uma defesa. Logo depois disso, ele correu em direção ao dojo.

Aquilo era tudo tão estranho...

(...)

Sabo P.O.V

Eu estava acordado há uns dez minuto, e tudo que fiz nesse tempo foi encarar o teto. Eu não conseguia tirar essa madrugada da cabeça de jeito nenhum.

Não conseguia tirar ela da cabeça.

Exatamente o porquê de eu tê-la beijado eu não sei. A única coisa que sei foi que a visão que tive dela me deu coragem para dar o primeiro passo.

"- Então... Eu... Gostei. Foi bom."

Sorri todo bobo no mesmo instante. Gostei tanto do que ela disse... Gostei tanto daquele beijo... Os lábios dela eram muito macios...

Olhei para minhas partes baixas, e notei um certo volume no short. Isso que dava pensar nesse tipo de coisa... Levantei e fui em direção ao banheiro, precisava de uma ducha gelada.

Depois do banho, enquanto vestia minhas roupas, alguém bateu na porta. Coloquei apenas a cueca e a calça e abri. Era Tamura.

— B-Bom dia, Sabo-san! — ele disse, carregado de papéis. Peguei metade para aliviar o peso, e ele pareceu agradecido. — desculpe vir tão cedo, mas é que voc- quer dizer, o senhor precisa ler e assinar esses papéis. Liam-san disse que são extremamente importantes.

Liam... Precisava conversar com ele. Ainda não o vi desde que cheguei.
— Pode colocá-los na escrivaninha. — expliquei, fitando um canto qualquer.

Ele o fez, e acho que até perguntou algo para mim, mas estava tão entretido em meus pensamentos que nem percebi. Logo que ele foi embora, coloquei minha blusa, calcei minha botas e fui em direção ao antigo quarto de solteiro de Liam, determinado a saber o que havia acontecido no tempo em que estive fora.

(...)

N/A P.O.V

— Não tá doendo! Eu já disse! — gritava Rock, o menino que Koala havia acabado de conhecer.

Koala havia descoberto que Rock tinha oito anos. O menino tinha cabelos escarlates e olhos verdes. Ele parecia ser um menino bem rebelde, tinha até um brinco na orelha esquerda.

Durante um dos ensinamentos que Koala fazia, o pequeno se empolgou demais e acabou machucando o pé.

— Me parece que está doendo sim. — dizia Koala, já que o menino parecia estar se segurando para não chorar. — muito bem crianças, já podem ir. A aula acabou. Vou levar o Rock-kun pra enfermaria.

Todos se foram, e disseram que depois iriam visitar o colega. A única que ficou foi Tora, com um olhar preocupado, dizendo que iria guiar Koala — que estava com Rock emburrado no colo — até a enfermaria.

— Koala-san. — Tora disse, enquanto andavam. — pode deixar que Mahara-san cuidará bem dele.

— Mahara? — Koala estranhou.

— É. Mahara-san. — Tora repetiu. Ela parou, e abriu a porta da enfermaria. — é aqui.

— Obrigada, Tora-chan. — Koala sorriu. — agora vá tomar banho e se trocar. Deixe que eu assumo daqui. — Tora assentiu, e se foi, dando um tchau com a mão para Rock.

Koala entrou, e colocou Rock sentado na primeira maka vazia que viu, já que ele era grandinha e estava pesando.

— Quem é você?

Koala levou um sustou ao ouvir uma voz repentina. Olhou para o chão e viu uma mulher de cabelos pretos pegando uma caneta no chão.

A mulher se levantou, e olhou para Rock.

— De novo? — perguntou séria, olhando para Rock. O menino, irritado, apenas olhou para ela e virou a cara.

— Ahh... Desculpe, meu nome é Koala. — ela disse devagar, com um pouco de receio. — eu sou professora de karatê do tritão do Rock-kun, e acho que ele machucou o pé.

A mulher foi até o menino, pegou seu pé esquerdo e o analisou por uns dez segundos, até que o largou.

— Não é nada demais. Amanhã já vai estar bom. Vou pegar o remédio.

Ela se virou, pegou um remédio no armário, e deu para Koala. Assim que a professora se virou para falar com Rock, ele não estava mais lá.

— Ele já foi?!

— Não estava ruim. Ele podia andar.

Koala se virou novamente, olhando para a mulher. Ela era baixinha como Koala, tinha cabelos pretos, lisos e bem longos, e tinha os olhos mais pretos que Koala viu em toda sua vida.

— Tora me disse que Mahara-san iria cuidar do Rock-kun. — disse a professora, olhando curiosa para a enfermeira. — você por acaso é esposa dele?

A morena a olhou com raiva.

— Meu nome é Iennifer. E não sou mais esposa de ninguém. Revolucionários não tem tempo para casar.

Foi aí que Koala conseguiu entender. Provavelmente, aquela mulher cujo nome era Ieniffer, era esposa de Liam, e por algum motivo, eles acabaram se separando durante o tempo que Sabo esteve fora, já que Tora não sabia disso ainda.

— Eu sinto muito... — disse Koala, sentindo-se triste por ela. — mas por que não? Não o conheço bem, mas Liam-san é tão educado, parece ser uma pessoa tão boa...

Iennifer apertou os pulsos fortemente, cabisbaixa. Odiava aquilo. Odiava quando o elogiavam. Odiava lembrar dele.

Koala se arrependeu de ter dito aquilo. A moça que acabara de conhecer parecia estar morrendo de ódio dela. Koala abriu a boca para pedir desculpas, mas Iennifer a interrompeu.

— Quer saber o por que? — perguntou com a voz trêmula.
Koala não disse nada, apenas observou-a levantar o rosto e...

— Porque ele me traiu.

...percebeu que, de seus olhos, desciam lágrimas grossas.

Notas finais
Wow! Koala e Sabo apaixonados? Marion agindo estranho? Será que Liam é um fingido? Fiquei curiosa agora! (<一_一)> O que vocês acham? Deixem aí nos comentários o que acharam, fico muito feliz quando recebo um (⊙ω⊙)