Notas iniciais
Oi gente! Então, quem acertou onde eu estou morando foi a Thamires Mikaelson Petrova de novo! Eu estou morando em uma cidadezinha perto de Vancouver! Então o nome dela estará na minha próxima fanfic. Lembrando que eu não sei quando irei posta-la e a personagem pode não ter as mesmas características que você.
Voltando para a história, não sei se vou poder postar amanhã então decidi postar hoje!
Boa leitura!
PS: Alguém já viu o filme Instrumentos Mortais? Estou louca para ver!

— Então. – Jordan falou para mim quando faltavam cinco minutos para a aula acabar – Você quer sair hoje?

— Aham... – não estava prestando atenção no que ele dizia, estava olhando para o Jeremy, que estava encarando os pés.

— Sério? Onde você quer ir? – ele perguntou entrando na frente da minha visão do Jer.

— Ir aonde? – perguntei tentando me desviar para continuar olhando

— Ei! – ele seguiu o meu olhar e disse – Ah. Entendi. Você está afim dele.

— Dele quem?

— Alô?? Terra chamando Melanie! Você está aí? – disse enquanto dava tchauzinhos na minha cara

— Ai. Para! – empurrei a mão dele que havia me deixado tonta, rindo, assim como ele – Foi mal. O que você disse nos últimos 5 minutos?

— Primeiro eu perguntei se você quer sair hoje.

-Ah... – enrubesci – Hoje não dá. Foi mal. Prometi para a minha amiga que sairia com ela para achar um emprego e eu to meio que de castigo.

— De castigo? Por quê? O quê que a senhorita andou aprontando? – ele perguntou sorrindo

— Sabe a fogueira de ontem? – ele assentiu – Minha mãe não sabia que eu estava lá.

— Ahn. Entendi. Depois eu perguntei aonde você queria ir. Ai eu percebi que você não estava prestando atenção e que estava olhando para um outro lugar, então segui até ver que você estava olhando para aquele garoto, que não é seu amigo, de ontem. Então eu deduzi que você está afim dele. Acertei?

— Não. Eu não estou afim dele. Ou seja, você errou. – ele arqueou uma sobrancelha insinuando que queria saber o motivo de eu estar olhando para o Jeremy então – É que eu preciso falar com ele, mas normalmente quando toca o sinal... – o sinal tocou e Jeremy se levantou rapidamente e foi em direção a porta – Isso acontece. – falei rápido enquanto me levantava – Tenho que ir. A gente se fala amanhã. Tchau.

— Tchau. – eu escutei ele dizer enquanto passava pela porta. Já tinha muitas pessoas no corredor e vi que o Jeremy estava indo para fora.

— Da licença. – dizia para uma pessoa. – Da licença. – e para outra.

— Jeremy! – chamei ele, que já estava atravessando a rua.

Ele olhou para mim com uma expressão nervosa no rosto. Depois atravessou a rua.

— Espera. – sai correndo e levei uma buzinada ao passar na frente de um carro. Porém cheguei até ele. Agarrei seu braço e disse:

— Porque não parou? – eu estava arfando e ele não olhou para mim.

— Porque eu tenho coisas mais importantes para resolver do que parar para uma garota ridícula vir falar comigo de um assunto que já está encerrado.

— Eu não sou ridícula. Você que é! – falei mas me arrependi. Pois pareci uma ridícula falando isso. Ele deu uma risada e continuou andando. Já estávamos na praça. Enquanto apertava o passo para acompanha-lo olhei para trás e vi Ryan. Ela estava olhando para mim e apenas assentiu com a cabeça. Tinha entendido que eu precisava conversar com o Jeremy agora. Ela apontou com a cabeça em direção ao Grills e eu assenti. Encontraria ela lá depois.

— A questão é que esse assunto não foi resolvido.

— Foi sim. De inicio conversei com você, você pensou que seriamos amigos. Mas eu mudei de ideia e deixei isso bem claro. Ontem você estava com problemas e eu te ajudei. Como eu faria com qualquer outra pessoa.

— Então porque estava irritado quando fui agradecer?

— Porque eu tinha acabado de levar uma surra. Faz sentido não? Porque eu estaria contente?

— Faz sentido. Mas... Porque não quer ser meu amigo? – parei e ele fez o mesmo. Estava mais a minha frente e vi quando suas costas se esticaram quando ele suspirou pesadamente. Continuou parado assim até que disse:

— O problema não é você. Sou eu. – continuei em silêncio esperando que ele explicasse essa parada ridícula de que o problema é ele. Mas ele continuou parado em silêncio.

— Como assim? – resolvi perguntar

— Você... – ele se virou para mim e vi que seus olhos estavam sofridos – Você parece ter uma vida perfeita. Com seus pais por perto e tudo mais. Não queria estraga-la com a minha presença.

Pensei em rir e dizer “Você não está falando sério. Não é?”, mas percebi que ele estava sério até demais.

-Quem disse que os meus pais estão por perto?

— Você disse no primeiro dia que seu pai recebeu uma proposta de emprego aqui e não pode recusar, por isso que veio morar aqui. E outro dia eu vi você e um garoto que deduzi ser seu irmão entraram em um carro que tinha uma mulher parecida com você dentro. E deduzi que era sua mãe.

— Sim, era meu irmão e a minha mãe. Mas o meu pai não está aqui.

— Onde ele está então? E porque disse isso sobre o seu pai então?

- Meu pai está em uma base militar na África do Sul. Eu não sei por que disse isso. Acho que foi porque não queria repetir isso. Queria apagar isso da minha mente. E parecer uma garota normal que o pai mora em casa e que vê ele quase todo dia. – meus olhos se encheram de lágrimas e eu olhei para o céu, tentando segurá-las.

— Eu não sabia. – foi só o que ele disse

— E minha vida não é perfeita. Nunca foi.

— O quê quer dizer?

— É melhor a gente se sentar. – nos sentamos embaixo de uma árvore, na grama. – Bom...

E assim comecei a contar o meu maior segredo.

Notas finais
Uuuuuhhhh!
Finalmente o grande segredo!
Vou tentar postar o mais rápido possível mas as minhas aulas começam na terça. Então não sei...
Tchau!