The Beautiful Girl.
24 Capítulo 24 – Filmes nada interessantes e Confidências
Notas iniciais
POV Ally
Naquele momento uma sensação invadia cada centímetro do meu corpo. Gostaria que o tempo parasse e que tudo mais além de nós dois fosse tão perfeito como esse momento, sua boca quente buscando cada vez mais a minha e suas mãos acariciando meu corpo, e a brisa ficando cada vez mais forte balançando seu cabelo em meu rosto, eu não me contive e abri os olhos para poder acreditar que era ele mesmo ali comigo, que não era um sonho. Era só eu, ele e a natureza. Natureza essa que não começou a colaborar, pois começou a chover de repente, o que não atrapalhou muito, pois continuamos a nos beijar e agora mais colados pela chuva, e ele fica lindo até molhado, quer dizer, principalmente molhado, e sem camisa.
Tudo estava mais intenso e então um relâmpago clareou ainda mais o céu nublado. Tremi tirando a concentração dele. Então ele me olhou com carinho.
–Temos que voltar. – Ele disse buscando respirar assim como eu. Levantamos e ele correu para o pomar, pegando mais algumas laranjas e maças, e correndo nós dois voltamos para casa.
POV Austin
Eu posso dizer com toda a certeza do mundo que hoje absolutamente é o melhor dia da minha vida. Cara, ela me ama.
E não tenho palavras para decifrar o que eu senti com aquele beijo que ela me deu. Eu já não conseguia mais me controlar. Ainda tentei, mas depois que ela disse que não queria parar... Aquilo foi demais para mim. Ela queria aquilo tanto quando eu.
A minha sede dos seus beijos aumentou e eu a buscava como louco, eu sabia que a amava, mas não imaginava que era tanto assim. Seu corpo pequeno entre meus braços era tudo o que eu desejava, senti cada parte do meu corpo despertar, e então... A chuva deu sinal.
Ficamos encharcados em instantes e o seu corpo deslizava em minhas mãos. Tudo perfeito até o relâmpago vir como um flash e quebrar o encanto do momento.
Decidi levar ela para casa, eu não queria que ela ficasse doente. Corremos e chegamos molhados na cozinha no nosso silêncio confortável.
Ela subiu e eu fui guardar as frutas que tinha pegado e ver alguma coisa para comer, me assustei quando vi à hora, já era mais de meio dia. Ela voltou secando os cabelos com uma toalha.
Ela caminhou até mim e com a sua toalha se aproximou e começou a secar meu rosto e os meus cabelos. Eu a olhei admirado, e sem sobra de dúvidas eu a amo.
–Eu também te amo. – Ela falou lendo meus pensamentos e eu sorri. A chuva continuava firme do lado de fora. Fomos procurar algo para comer. – Austin o que tem dá pra fazer mais panquecas. – ela falou analisando a geladeira.
–Um dia com você e panquecas fazem eu nunca mais querer sair daqui. – Ela gargalhou e eu ri.
–Então tá, eu faço as panquecas e você o suco de laranja. – Ela falou
–Tá senhora. – eu falei em tom de deboche e ela estirou a língua para mim sorrindo.
Fizemos o almoço, comemos e depois limpamos a cozinha. Ela foi tomar banho, e depois de eu terminar de guardar a louça eu fui também. Qual é! Eu sou um dono de casa prendado ok?
Estava frio, porque a chuva continuava. Vesti uma bermuda jeans azul clara, e uma camisa de gola V preta e calcei minhas sandálias. Quando desci Ally já estava na sala, ela estava deitada no sofá com uma cara de tédio procurando algum filme na TV, eu ri. (Roupa da Ally: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=137404243&.locale=pt-br )
Ela ia se levantar para me dar espaço, mas eu sentei e coloquei uma almofada no meu colo onde ela apoiou a cabeça.
–Essa TV é um saco. – Ela reclamou irritada e eu gargalhei.
–A culpa não é a TV, são os canais que não colaboram. – ela revirou os olhos com raiva — Me dá, me deixa procurar. – Ela bufou me dando o controle. Realmente nada de interessante, mas coloquei num filme qualquer, até que o celular dela tocou. Ele estava do meu lado.
–Quem é? – Ela perguntou olhando para a TV.
–Tia Penny. – Falei aliviado vendo a tela do celular.
–Atende. – Ela disse.
–Oi Tia. – falei ouvindo o barulho no celular, lá também estava chovendo.
–Austin! Está tudo bem querido? – Ela perguntou
–Sim estamos bem, e vocês?
–Estamos bem meu amor. Escute Austin, essa chuva atrapalhou o trabalho dos bombeiros, a remoção da árvore está suspensa até parar de chover. Portanto, nós só voltaremos amanhã, meu Deus vocês estão com fome?! – Ela estava aflita do outro lado da linha.
–Não tia, nós não estamos. Olhe nós acabamos de comer, Ally fez panquecas! – Ela riu com a minha empolgação assim como a morena deitada em meu colo. – Nós pegamos a frutas e não acreditamos que aqui tem um lago. – Ela gargalhou.
–Isso é o que dá, ficam só em casa emburrados, perdem toda a diversão. Por falar nisso vocês não acabaram com a casa com as brigas de vocês não, não é? – Eu ri
–Não ainda, não.
–Que bom porque se não quando nós voltarmos vocês dois estarão encrencados, bom meu amor eu vou indo, Lester e seu pai estão aqui reclamando da cama da pensão. – Eu gargalhei alto – Lester falou que talvez seja mais fofo e confortável dormir no chão, eu e sua mãe já rimos tanto. – Ela começou a rir — Austin por favor, cuide da minha pequena. Tá? Beijos até amanhã.
–Até tia! – e Desliguei.
–Eles não vêm? – Ally perguntou com os grandes e redondos olhos castanhos me fitando.
–Não, parece que os bombeiros pararam de retirar a árvore por causa da chuva que voltou, sua mãe disse que eles só voltam amanhã. – eu expliquei
–Eles estão bem? – Ela indagou e eu gargalhei.
–Estão. Tia Penny disse que ela e minha mãe estão rindo horrores com nossos pais, segundo Tio Lester o chão é mais confortável que a cama da pensão que eles estão. – Ally riu voltando a vista para a televisão.
–Sempre o meu pai. – Ela riu — Olha parece que esse filme não é tão ruim, — olhei para a TV – É sobre... – Ela olhou para TV e semicerrou os olhos, depois os revirou – Quer saber não faço a menor ideia do sobre ele é. – Eu ri
–Isso mostra o quanto você presta atenção no filme. – Ela me encarou séria e depois olhou para TV.
–Apois agora eu vou prestar, e vou assistir até o final. – Ela disse me fazendo rir.
Passou-se meia hora de mais chuva, ela calada assistindo e eu inquieto. Eu não tava nem aí para a TV, mas e sim para ela. Eu a analisava discretamente: O Jeito que ela estava sentada ao meu lado, com as pernas nuas dobradas, e o cabelo cacheado posto de um lado só, que me dava a vista de seu chamativo pescoço. Eu estava praticamente deitado no sofá, ou seja, estava jogado nele. E realmente eu estava inquieto, tanto que ela olhou para mim, talvez só por olhar, e sorriu.
–O que foi? – Ela perguntou enquanto eu a fitava.
–Você é linda. – Falei a fazendo corar levemente, me sentei de frente para ela.
–Que história Austin. – ela retrucou
–Que história nada. — falei e me aproximei mais e ela ficou séria, como se já soubesse, não. Ela já sabia o que eu ia fazer.
Acariciei seu rosto que estava muito próximo ao meu e rocei nossos lábios, ela riu me deixando confuso.
–Tá rindo do quê? – perguntei
–Assim não tem como eu prestar atenção no filme. – Ela disse escondendo o riso.
–E eu não tô nem aí para isso. – Enquanto ela ria abertamente eu segurei sua nuca e a beijei. Ela passou seus braços pelo meu pescoço, e eu por acaso eu já falei o quanto eu gosto quando ela puxa meus cabelos? Pois é, eu gosto pra caramba.
O beijo começou calmo. Eu não sabia o quanto ela beijava bem, com as duas mãos afastei seus cabelos de seu rosto os segurando. Ela deixou uma mão em volta do meu pescoço e a outra em meu peito, eu estava nas nuvens. Mas ainda assim seu corpo estava longe do meu. Desci minha mão direita pelas suas costas até pousar em sua cintura.
O que me surpreende é esse desejo mútuo de nós dois. Nunca senti tanto desejo por alguém como eu tenho por ela, e eu não imaginava que ela tão meiga e tão tímida, demonstrasse o mesmo por mim.
Quando eu estou com ela é como se meu corpo não me obedecesse, é algo mais forte que eu. E com Ally é a mesma coisa, e sabe por que eu sei disso? Porque agora ela estava sentada no mesmo jeito que no lago. Não sei como, mas nós dois temos essa vontade de estar o mais perto possível. Não preciso puxá-la, ou induzi-la para mais perto de mim. Ela também sente o mesmo que eu.
O beijo continuava calmo, mas intenso. Sua respiração estava pesada, assim como a minha. Até que um grito na TV nos despertou, ela olhou para mim e olhou para trás.
–Quer assistir? – Perguntei arqueando uma sobrancelha, ela riu.
–Acho que vai passar depois, se bem que eu ainda não entendi do que ele se trata. – Eu ri, e ela me beijou.
Dessa vez eu pedi passagem com a língua e ela cedeu no mesmo instante. O beijo começou calmo, porém muito mais intenso que o anterior. Meus braços rodeavam sua cintura, e ela brincava com o meu cabelo. Me afastei dela e beijei seu pescoço, sabia que ela tinha muitas cócegas, mas isso só fez com que ela suspirasse e se arrepiasse. E eu novamente estava me entregando a ela. (Play na música)
–All... – Ela me olhou depois que a afastei. Ela franziu a testa recuperando o fôlego.
–O quê?
–Eu acho melhor parar. – eu disse
–E eu já disse que não quero que pare. – Ela me olhou séria, seu olhar me mostrava que ela estava totalmente convicta no que estava dizendo.
–Ally você tem certeza? Olha você pode se arrepender depois, você não tá pensando nas... — Ela me interrompeu.
–Eu não vou me arrepender Austin, eu te amo. – Ela falou sorrindo e passou as mãos em meus cabelos os afastando de meu rosto. – Eu tenho certeza do que quero. – ela disse e eu sorri.
A beijei novamente, na mesma intensidade de antes, escutei a TV sendo desligada e nós sorrimos entre o beijo. O filme não era nada interessante mesmo. Eu a peguei do jeito que ela estava sentada e me levantei, suas pernas enlaçaram minha cintura e eu subi as escadas com ela no colo, enquanto ela distribuía vários beijos em meu pescoço me fazendo perder a sanidade.
Abri a porta do meu quarto e deitei na cama sobre ela, a beijando novamente, tudo aquilo era bom. Seu perfume que me deixava embriagado, assim como o cheiro de morango do seu cabelo. Lentamente desci a alça de sua blusa enquanto a beijava do pescoço até o ombro. Ela mantia os olhos fechados.
Tirei sua blusa devagar, eu não tinha pressa. Eu a desejava, mas como sabia que era a primeira vez dela eu queria que fosse inesquecível. E ela continuava de olhos fechados com certeza com vergonha, o que me fez sorrir. Seu corpo era maravilhoso, já tinha visto, mas não daquele jeito, e não numa ocasião parecida. Ela também tirou minha camisa com a minha ajuda.
Vê-la exposta ali, me deixou extasiado. Ally com certeza era a garota mais linda que eu já tinha visto.
Tão tímida e tão vergonhosa, me deixou mais apaixonado ainda. Sua ingenuidade e o modo que ela estava nervosa me fizeram admirá-la ainda mais.
Em meios a beijos de tirar nossos fôlegos, e o modo que ela suspirava em meus braços me fez pegar o que precisava em minha gaveta.
–Ally você tem certeza mesmo? – Perguntei mais uma vez.
–Agora tenho mais do que nunca. – ela sorriu me beijando, depois alguns minutos perguntei.
–Está pronta amor? – Perguntei encruzando nossas mãos e ela assentiu. – Eu te amo Ally. –Vi que seus olhos marejaram de felicidade.
–Eu te amo Austin.
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POV Ally
Eu não tenho como decifrar o quão completa e feliz eu estou me sentindo. Minha primeira vez foi simplesmente perfeita, isso porque foi com o amor da minha vida. Eu não poderia pedir outra coisa.
O jeito que ele me respeitou, o jeito que me tratou com calma, amor e cuidado, tornou essa tarde inesquecível. Vergonha? Se existisse um nível de 0 a 100, eu estava em 1.000. Mas foi tudo foi tão perfeito, ele foi tão perfeito que eu não pensava em nada, nem em qualquer vergonha, dor ou medo que eu possa ter sentido, não conseguia pensar em nada além dele.
Estávamos agora olhando a chuva pela janela do quarto de Austin, enrolados no mesmo lençol. Eu estava deitada em seu peito nu brincando com seu cordão, e ele estava deitado um pouco mais alto que eu, brincando com as mechas do meu cabelo e fazendo cafuné.
–Você está bem? — Ele me encarou com um misto de preocupação e cuidado no olhar.
–Estou me sentindo ótima. – Ele sorriu
–Foi incrível para você também? — Ele perguntou um pouco envergonhado.
–Foi maravilhoso. – Respondi com mais vergonha ainda.
–Ally eu posso te perguntar uma coisa? – Seu tom estava mais sério, levantei a cabeça apoiando-a em minha mão com o cotovelo na cama.
–Claro que sim, o que foi?- Perguntei curiosa.
–Porque você nunca me contou que gostava de mim? – Ele me fitou ainda brincando com meu cabelo, respirei fundo.
–Porque eu não acreditava que você um dia pudesse corresponder o que eu sentia. Eu sempre te amei Austin, desde que eu me lembre que existo. Você não tem ideia o que eu passei quando te via com as outras garotas, ou quando você chegava perto de mim, o que era a todo o momento – eu sorri – Eu tinha a pura certeza que você não poderia me amar porque me via apenas como uma irmã, e eu tinha essa certeza principalmente por causa da minha aparência. — Ele me olhou incrédulo.
–Eu não acredito nisso. — ele parou com o cafuné – Allycia Dawson você pensava que eu não podia te amar por causa da sua aparência?! — ele parecia revoltado – Saiba você que eu te amo principalmente pelo o que você é não pela sua aparência. – Meu coração disparou ao ouvir aquilo.
–Mas era o que eu pensava Austin, tudo aconteceu entre a gente depois que eu voltei mudada de Los Angeles. – ele balançou a cabeça negativamente.
–Nada disso, está totalmente enganada. E o nosso quase beijo no meio da rua? – de repente o flash daquela noite me fez sorrir – E para a sua informação eu te beijei naquela noite. – Arregalei os olhos de boca aberta enquanto ele gargalhava.
–COMO É QUE É? — Eu exclamei totalmente confusa e surpresa, ele continuou a gargalhar.
–Sabe de nada inocente. – ele riu – É isso mesmo que você ouviu – ele falou me apertando e depois me soltou rindo — Eu te beijei naquela noite. Você acabou dormindo depois de arrumar as malas e eu meio que roubei um selinho seu. – Eu estava totalmente perplexa.
–Porque você não me contou? – Ele riu e eu gargalhei lembrando algo que eu também tinha feito – Eu também te beijei enquanto você dormia. – Ele franziu a testa confuso e eu ri. – Na manhã que sua mãe mandou eu te acordar para tomar café, você estava tão lindo que eu não resisti e também te roubei um selinho. – Ele semicerrou os olhos e riu.
–Cara eu deveria ter um sono menos pesado. – ele disse rindo
–Acho que eu também. – Nós rimos e eu voltei a apoiar a cabeça em seu peito, e ele voltou com os cafunés, ficamos alguns segundos em silêncio.
–Ally e quanto a nós? – Ele perguntou com o olhar inerte na chuva do lado de fora. Ele com certeza esperava uma resposta minha.
–Eu não sei você loiro, mas por mim eu ficaria com você para sempre. – Falei enquanto levantava a cabeça e o olhava de novo, seu olhar brilhou.
–Então você aceitou ser minha namorada? – Ele perguntou com um misto de esperança
–Não. – sua expressão mudou de feliz para triste e me deu dó, deitei a cabeça em seu peito e controlei o riso — Que eu saiba você não me pediu em namoro. – Eu falei rindo e senti-o respirar profundamente.
–Allycia Dawson, você aceita namorar com esse humilde e lindo loiro? – Eu gargalhei
–Humilde? — Ele riu — É claro que aceito. – ele me beijou como se tudo dependesse daquele beijo, enquanto nós dois riamos de felicidade. – Mas você tem que concordar que nós não podemos assumir agora. — Ele assentiu
– Mas isso nós tratamos depois. – Ele falou beijando minha testa, esse assunto com certeza nós conversaríamos depois, esse não era o momento.
Passaram-se alguns minutos com nos dois quietos olhando a chuva.
–Que horas são? – Eu perguntei, ele pegou seu celular em cima da mesinha e falou.
–São quase 20h. – Arregalei os olhos, o tempo passou que eu nem vi.
–Eu tenho que tomar um banho. – Falei me sentando puxando um pouco o lençol para me cobrir, Austin continuou me olhando como se nada tivesse acontecendo e depois que viu minha cara perguntou.
–O quê? – Ele indagou, o olhei óbvia e ele me olhou confuso.
–Se vira, eu tenho que me levantar. – Ele riu
–Ally tá falando sério? – ele riu
–Claro que estou. – Ele riu de novo – Tá rindo quê Moon?
–Mais uma informação para você, hoje foi à primeira vez que eu te vi assim, — ele apontou para mim – Mas só de lingerie não, já tinha visto antes. – Ele falou olhando pro lado e depois rindo.
–Como é que é? – Eu indaguei e ele gargalhou.
–Como eu já disse, eu já gostava de você a tempos, mas só não admitia, quando você fechava a porta para trocar de roupa à vontade de te espionar falava mais forte que eu. E digamos que aquela luz na cortina não colaborava em nada. – Ele riu
–Cara eu não acredito nisso. Tem mais alguma informação que eu precise saber? – Ele riu
–Não, não que eu me lembre no momento. – ele piscou
–Após agora se vire que eu quero me levantar, — ele riu – Anda Austin Moon. – Ele virou de barriga para baixo, colocando o rosto no travesseiro, corri para o meu quarto e fechei a porta. Escutei sua voz.
–All? – Ele me chamou
–Sim? – Perguntei encostada na porta.
–Eu te amo morena. – Sorri instantaneamente.
–Também te amo Loiro. – Respondi sorrindo, e depois ouvi a porta do seu banheiro sendo aberta.
Nunca pude pensar que eu poderia me sentir tão feliz, respirei fundo sorrindo e fui ao meu banheiro.
Esse dia sim para mim foi inesquecível.
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