The Beautiful Girl.

23 Capítulo 23 – Ela dormiu comigo e Aqui tem um Lago?!


Notas iniciais
Oieee! Eba chegou a sexta, dia de capítulo de The Beautiful Girl.! o/ Agradeço os lindos comentários, amei cada um! Gente eu me apaixonei por esse capítulo, e espero que vocês gostem tanto quanto eu. Foi feito com amor! Fantasminhas apareçam meus amores, eu não mordo. Kkkkk Briks Esse capítulo é dedicado a MaduGauze, pela perfeita recomendação!!! Muuuito obrigada! Beijooooooooooooos minha linda! Agora respirem, se concentrem e boa leitura!

POV Ally

Pânico. Isso é o que eu tenho de trovões, e sinceramente não sei o porquê, mas tenho e muito. Saí em disparada para o quarto do Austin atrás dele. E depois que ele aceitou ficar comigo, o que eu menos esperava que fosse acontecer, aconteceu.

Meu coração mal cabia no peito de tanta felicidade. Ele me ama.

Ele me ama.

‘’Amo, amo como nunca pensei que fosse amar ninguém. Ally você sempre foi a pessoa mais importante e especial para mim, e descobrir esse sentimento por você foi inevitável. Eu te amo.’’

Quando eu o ouvi dizer isso, meu pulmão esqueceu que eu precisava respirar. Eu não acreditava! Ele me amava. E que ele finalmente amava e que essa pessoa era eu.

Minha reação? Beijá-lo instantaneamente. Nem cogitei a possibilidade de não ter aquela boca na minha naquele momento. Eu estava nas nuvens.

O beijo dele é: P-E-R-F-E-I-T-O. Só assim posso definir.

Pensei no que dizer a ele. Mas ele me conhece tanto, que não me obrigou a dizer nada.

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Acordei ainda atordoada e sem forças de abrir os olhos, a luz que me atingia era muito forte. Me mexi um pouco, mas percebi que eu tinha pouco espaço, abri os olhos lentamente e um par de olhos castanhos me encaravam com ternura. De repente lembrei, eu não estava no meu quarto e sim na cama de Austin. Quando eu o olhei o sorriso dele apareceu brilhando junto com a forte luz do sol que irradiava o quarto.

–Bom dia. –Ele falou com a voz rouca me fazendo respirar pesadamente, Deus como ele é lindo! Aquele cabelo loiro todo bagunçado caído em cima dos olhos, Ai.

–Bom dia, dormiu bem? – Perguntei e ele riu desviando o olhar e depois me olhando de novo

–Pode ter certeza que eu nunca dormi tão bem em toda a minha vida. – Ele falou me olhando daquele jeito. Sabe aquele? Que me paralisa? Que me hipnotiza e me faz não pensar em mais nada e só nele? Pronto foi esse aí mesmo.

Aos poucos minha respiração foi falhando e a dele também, ele passou o braço direito por cima da minha cintura me puxando um pouco para mais perto, mas lembrei que eu tinha acabado de acordar, instantaneamente lembrei do meu hálito pulei da cama e Austin me olhou assustado.

–O que foi? – Ele perguntou confuso e se sentou.

–Nada – Fiquei com vergonha – É que eu acabei de acordar Austin, meu hálito não deve estar um dos melhores. – Ele gargalhou

–E quem disse que eu me importo? – Ele falou ainda rindo e se levantou.

–Mas eu sim, agora com licença vou escovar meus dentes. – Ele tentou me puxar pela cintura, mas eu fui mais rápida e desviei saindo correndo para o quarto da frente fechando a porta assim que entrei. Ainda rindo, respirei fundo e segui para o banheiro.

POV Austin

Abrir os olhos e logo ver em minha frente aquele anjo me deu um choque de felicidade, não me lembrei de imediato que ela estava comigo, que ela dormiu comigo.

O sol forte brilhava deixando seu cabelo castanho encaracolado mais brilhante. Sua feição era serena, calma, totalmente ao contrário de ontem, quando ela estava com medo e assustada.

Sorri. Como ela conseguia ficar mais meiga e linda do que já é? Foi à melhor noite que eu já tive. De madrugada, ela ainda se mexia um pouco por conta do barulho da tempestade, mas eu acordava e a trazia mais para perto de mim, e ela voltava a dormir tranquilamente de novo.

Os seus lindos olhos castanhos finalmente se abriram, depois de eu ter ficado alguns minutos a admirando. O jeito que ela fugiu de mim, alegando que estava com mau hálito, me fez gargalhar. Fazia tempos que eu não me sentia tão feliz. Isso porque eu agora a amo, e isso eu nunca fiz antes.

Ela saiu correndo e posso dizer que me surpreendi com a sua rapidez logo pela manhã, mas apenas ri. Abri a janela do quarto para sentir a brisa e admirei o lugar. O sol estava muito forte, apesar de ser apenas 8h da manhã, mas a aparência mostrava que uma chuva muito forte tinha acontecido. Me espreguicei e não posso explicar o porque de não conseguir tirar aquele sorriso bobo do rosto. Decidir tomar banho.

A tempestade me trouxe uma noite perfeita, e algo me dizia que o sol lindo e brilhante lá fora me trazia um dia maravilhoso.

Tomei meu banho e vesti uma bermuda branca, e calcei minhas sandálias. O calor estava muito forte por isso não vesti uma camisa, baguncei meu cabelo como o de costume quando tomava banho e sai. O quarto de Ally estava vazio, então rapidamente desci.

Encontrei uma morena com o cabelo feito naquele penteado que eu acho sexy, isso porque seu longo e elegante pescoço ficava bem a mostra. Ela vestia um short minúsculo de cintura alta, e uma blusa, não espera um top. Porque a altura da blusa dela ficava antes do cós do short. Parei no mesmo momento, ela estava de costas e na ponta dos pés descalços, tentava pegar alguma coisa no armário. (Roupa da Ally: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=137080425&.locale=pt-br )

–Vai ficar só olhando ou vai me ajudar? – Ela falou sem virar.

–Ahn? – Indaguei tentando recobrar a consciência.

– Vai ficar só olhando ou vai me ajudar? – Ela repetiu rindo e virou, mas quando me viu parou também, eu tive vontade de rir, mas me contive.

–E você? Vai ficar só olhando ou vai dizer o que quer que eu pegue? – Encruzei os braços e ela parecia analisar cada parte do meu corpo – All?

–Sim? – Ela balançou a cabeça despertando e ficando corada, eu ri e caminhei para perto do armário. – Tô procurando o que a gente vai fazer para comer. – Ela falou tímida se balançando como uma garotinha, eu ri.

–Não temos muita opção não é? – Perguntei triste

–Temos uma que talvez você goste, — ela falou fazendo pouco caso – Que tal panquecas? – Ela me olhou de soslaio, e riu depois da minha provável cara de criança.

–Talvez eu goste? Isso deixaria meu dia mais incrível, vamos eu te ajudo. – A peguei pela mão puxando para a bancada e ela sorriu – Mas espera um pouco. – Ela franziu o cenho.

–O quê? — Ela indagou confusa encostando-se à bancada.

–Você já escovou os dentes. – Eu falei escondendo o riso e ela corou rapidamente.

–O-que? Ah isso – Ela riu notavelmente nervosa e se virou pegando uma panela vazia da bancada tentando fugir de mim de novo – Sim, eu... – A interrompi quando a girei pela cintura e colei seu corpo ao meu, deixando ela com a respiração acelerada.

–Você não vai fugir de mim de novo. – Falei sério e agarrei sua nuca, puxando a morena colando minha boca na sua, escutei o barulho da panela caindo no chão. Ela pareceu um pouco assustada no primeiro segundo, mas no segundo seguinte estava puxando meu cabelo com as duas mãos me fazendo suspirar durante o beijo voraz. Era uma sensação diferente. Nem precisei pedir passagem com a língua, porque ela mesma fez isso e cedi sem hesitar. Percebi que ela estava um pouco afastada e puxei sua cintura com as duas mãos, e rapidamente colei nossos corpos e dessa vez, ela que suspirou.

–Aus... – Ela tentou falar meu nome ainda com a boca na minha, mas eu soltei seu cabelo continuei a beijando, eu precisava ter ela comigo mais do que qualquer coisa.

Não me pergunte como aconteceu, mas quando percebi Ally estava com as pernas em volta da minha cintura e sentada na bancada da cozinha. E eu tinha colocado ela lá. Distribuí beijos por toda a extensão do seu cheiroso pescoço, e ela suspirava com os olhos fechados com uma mão em minha nuca e outra segurando meu cabelo, pressionei levemente suas coxas, eu estava ficando louco.

Eu precisava parar agora, ou não ia conseguir me controlar mais. Com um esforço que eu não sei onde eu consegui, eu me afastei rapidamente me encostando na pia, com a respiração totalmente irregular. Olhei para Ally, ela estava ofegante assim como eu.

–D-desculpe. – Eu falei voltando a respirar e retornando ao meu autocontrole.

–Não peça desculpas depois que me beija, sabe que eu não gosto disso. – Ela falou fazendo nós dois sorrir.

Eu a ajudei a descer e ela estava totalmente corada. Peguei a panela do chão e algumas coisas que eu tinha derrubado da bancada, e em silêncio começamos a cozinhar.

POV Ally

Eu não sabia mais no que pensar. Que beijo foi aquele!

Eu não hesitei quando as mãos dele levantaram minhas pernas e ele me sentou na bancada, pelo contrário, eu mesma enlacei sua cintura com elas.

Minha consciência e a razão tinham sido extintas. Eu só queria ele, só ele. Confesso que tive vontade de choramingar quando ele afastou o seu corpo do meu, mas me contive, pelo menos Austin ainda pensava.

Comemos em total silêncio e eu estava um pouco envergonhada, sempre fui a melhor amiga dele e agora nós ficamos desse jeito? Isso deixa minha mente meio embaraçada. Terminamos de tomar café e fomos lavar a louça, o meu celular tocou. A cara de Austin não foi uma das melhores, mas graças a Deus era a minha mãe na ligação, e não Elliot.

–Oi mãe. – Falei o olhando e ele sorriu vitorioso – Vocês estão bem? – Perguntei preocupada

–Claro filha, nós estamos, mas e vocês? Nós estamos muito preocupados. – Ela disse aflita

–Nós estamos – olhei para Austin – ótimos. – Terminei a frase o fazendo sorrir – Acabamos de tomar café.

–Filha o caminho para casa só vai estar livre no fim da tarde, os bombeiros vão demorar a tirar aquela árvore enorme de lá. Escute, no pomar tem algumas frutas, vocês podem ir lá pegar. – Franzi o cenho

–Aqui tem um pomar? – Perguntei confusa

–Claro que sim, é perto do lago. – Ela falou, e eu arregalei os olhos.

–AQUI TEM UM LAGO?! – Eu gritei e ela riu

–Ally se você decidisse sair conosco quando nós vamos você saberia disso. Tem uma estrada de pedra atrás da casa, siga ela que no fim é o lago, mas não vá sozinha, chame Austin. Se cuidem tá? Beijos meu amor, até a noite. –E ela desligou

–O que foi? – Austin perguntou desligando a torneira e secando as mãos com um pano.

–Você sabia que aqui tem um lago? – Ele me olhou surpreso entregando o fato de que ele também não sabia – Minha mãe falou que lá tem frutas para nós dois. Quer ir agora? – perguntei e ele assentiu

–Claro vamos. – Ele falou, Calcei minhas sandálias e ele continuou sem camisa, nós fechamos a porta e fomos caminhando um ao lado do outro em silêncio.

O caminho era perfeito. O cheiro da grama molhada depois da chuva. O barulho dos pássaros nas grandes e muito verdes árvores. Tudo era maravilhoso, caminhamos por uns 2 minutos e quando eu pensei que não podia melhorar, estava enganada.

O tal lago surgiu por entre as árvores, e ele era incrível, a água cristalina que brilhava com a luz do sol refletida nela. A grama fofa e verde ao redor, e árvores por todo lugar. Aquela casa de campo era realmente incrível. Austin parecia mais surpreso do que eu. Ele apontou para o pomar.

–Olha ali. – Caminhamos para lá, lá tinha laranjeiras, tinha maças, e pêra. Austin foi logo para as laranjeiras e pegou duas. – Aqui. – e me estendeu, ele sabia que a única fruta que eu gostava era laranja. Ele pegou duas maças e nós caminhamos para o lago.

–Olha Austin eles deixaram uma toalha aqui. – Falei apontando para uma toalha de piquenique que estava debaixo de uma grande árvore que fornecia uma sombra maravilhosa. Nós nos sentamos e eu admirei a vista. Olhei pro lado e Austin estava me olhando e sorrindo.

–O que foi? – perguntei e ele riu, dando mais uma mordida na sua maça.

–Nada. – ele falou e o vento balançava seu cabelo, seu olhar se perdeu por um momento no lago. – Ally... – ele começou, mas parou – não, não é nada.

–Você ia me perguntar o que nós estamos fazendo não é? – eu o olhei e ele arregalou os olhos e depois sorriu

–Você ser a única pessoa que me conhece totalmente tem seus lados negativos, eu nunca consigo esconder nada de você. – Ele protestou e eu ri.

–Você também faz a mesma coisa Moon, estamos quites. — ele sorriu – Mas então não era isso? – ele meneou a cabeça e desconversou.

–Não quero te pressionar, não hoje e não agora. Não quero estragar tudo isso. – ele falou e sua voz soou triste enquanto ele fitava o lago a nossa frente.

–E quem te disse que eu vou estragar alguma coisa? – ele me olhou de soslaio e depois me encarou confuso – Eu nunca fui tão feliz em minha vida como eu estou sendo de ontem para hoje. – um brilho se acendeu em seu olhar – Eu também te amo Austin. – falei sorrindo e ele parecia não acreditar no que ouvia, seu sorriso era irradiante.

–V-você o quê? – Ele indagou

–Eu te amo. –Falei me aproximando e ele permaneceu imóvel, com uma expressão séria inerte em meu olhar. Me sentei em sua frente e o fitei, ele analisava cada movimento meu. Com a ponta dos dedos contornei seu rosto e afastei alguns fios loiros que insistiam em cair em seus olhos. O olhei com ternura.

–Eu te amo. – Falei novamente e o beijei, e ele sorria durante o beijo que era mais calmo que o anterior. Mas a sensação que eu tinha era a mesma, ele só apoiou as mãos em minha cintura e eu me arrepiei. Ele me puxava aos poucos e eu cedia totalmente. Até que nossas línguas se cruzaram e o beijo foi se tornando mais intenso, porém ainda calmo. Ele continuava me puxando levemente e eu acabei que sentada em cima das suas pernas, digamos que encaixada em seu colo, com os joelhos dobrados cada um lado a lado de seu corpo. Seu braço esquerdo rodeava minha cintura totalmente e pude perceber o quanto eu aparentava ser menor que ele. Sua mão esquerda estava entre os meus cabelos onde uma vez ou outra ele os puxava levemente me fazendo arfar. Meus braços voaram rodeando seu pescoço e eu brincava com o seu cabelo macio. Nós nos separamos por falta de ar, mas continuamos com as testas coladas de olhos fechados, retomando a respiração. Quando me acalmei senti ele me puxar novamente. Aquilo era tão bom! Eu estava me sentindo completa. Depois de alguns segundos ele parou o beijo rapidamente e me soltou, mas eu continuei no mesmo lugar.

–Acho melhor a gente parar. – Ele falou com os olhos fechados e respirando fundo.

–Por favor, não... – Eu implorei e ele me encarou.

–Eu não posso! Se continuar eu não vou conseguir parar All... – ele falava desviando o olhar de mim.

–Eu não quero que pare. – Ele me encarou por uns segundos processando o que eu tinha dito.

–Você tem certeza disso? – Ele perguntou com cuidado, mas ainda ofegante.

–Como nunca tive em toda minha vida. – Falei fazendo ele sorrir e em menos de 2 segundos seus braços e rodeavam firmemente, e sentia sua boca quente colada na minha.

Notas finais
E aí??? Quero só ver os comentários! Gente amo vocês, e até o próximo! Beijos, quem puder comentar, favoritar e recomendar, eu agradeço, é muito importante para mim. Eu criei um Twitter e quem tiver sigam lá que eu sigo de volta, @monteironatalha e o meu instagram é @natalhamonteiro. Quem quiser entrar no grupo do Whatts me mande o número ok? Ah e esse capítulo é dedicado a Lolarayne, ela não tem conta no nyah, mas me pediu. Espero que tenha gostado! Milhões de beijos! Bye Peopple!