The Bash Brothers
1 The Bash Brothers
Notas iniciais
a história não é sobre o cartoon, e sim sobre o FILME (interpretado por pessoas reais)
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- YEAH! – saímos correndo pelo ringue, levando a multidão à loucura. Era engraçado o modo como éramos levados tão na brincadeira e era divertido fazer isso. Eu jogava hóquei para ficar com meus amigos, e não para ser profissional. Eu me sentia bem quando fazia gols e quando eu quebrava tudo e todos com o Portman. Nos apelidaram de ‘Irmãos Bash’ pelo nosso comportamento ‘arteiro’.Me lembro como se fosse ontem do jogo que nos fez ser apelidados assim. “- Portman está com o disco, passa para Fulton que dribla Norvern e devolve para Portman, que joga Nicholas no chão e é arremessado contra a parede. Acho que isso vai gerar intrigas lá no meio.- Dito e feito não, Mike? Veja, Portman acabou de quebrar o taco no gol e ele deve mesmo ser tão forte quanto dizem, pois o taco se quebrou em dois.- E olhe! Fulton agora foi brigar com Norvern, que acabou de levar um SOCO! Meu Deus, esses dois são loucos! Portman e Fulton fazem uma dupla incrível! - Mas isso não é tudo! Eles acabaram de ir para a parte de punição, e estão fora do jogo por mal comportamento! – a platéia vai a loucura, mas ainda não estamos satisfeitos.- E OLHE AGORA! Eles estão sendo punidos por mal comportamento, mas continuam se comportando mal! Portman está tirando todo o uniforme e as proteções e Fulton está se pendurando na separação entre a platéia.
- Pois é Mike, esses dois sãos os novos Irmãos Bash.”
A partir daquele dia, onde Portman estava eu também estava e vice versa.Havíamos virado os Irmãos Bash, e irmãos não se separam por nada. ~x~ - Pronto para cair fora, Fulton? — estávamos planejando escapar aquela noite, e se tudo desse certo, ir direto para um bar ou uma pista de skate andar de patins.- Quase, Port. – ele ri quando eu o chamo assim e se aproxima de mim.- Obrigado por hoje mais cedo, Fulton. – ri e me abraça por trás. Eu coro violentamente, mas duvido que ele tenha notado. Minha maquiagem preta provavelmente está pintada no local onde minha bochecha coraria. - Nada, Port – me viro e o abraço, tentando conter aquelas borboletas que parecem não parar de voar dentro do meu estômago.- Ok, vamos. – me puxa ainda abraçado a ele.- Espera, me solta! – não consigo conter os risos e ele também não. É incrível o modo como somos tão iguais.- Não! – ri mais ainda e eu apenas fico confuso.- Sério Port, não vamos conseguir descer a janela assim! – ele ri mais ainda e eu fico mais confuso ainda.- Não vamos descer nada. Agora fique quieto e me siga. – ele me solta e ri mais ainda, gesticulando para que eu faça silêncio. Obedeço ainda confuso. Mas eu iria com ele onde quer que ele me levasse, contanto que meu segredo fique bem guardado, comigo. Ele me puxou pela mão e entramos em um corredor que eu nunca havia visto no estádio. Ah sim, nós moramos no estádio do ringue de Shensfield, onde existem alojamentos para nós — os Ducks — morarmos. É engraçado conviver com tantos garotos e apenas duas garotas. Por isso, talvez eu tenha tido uma grande ajuda desses fatos para gostar de quem eu atualmente gosto. Não é difícil adivinhar quem é. - Portman! – o chamei baixo, e o puxando pela manga da camiseta. - Shiu, Fulton. – sorriu e me puxou me abraçando de lado – Chegamos! Percebi onde estávamos; Uma sacada linda, que dava para ver a cidade inteira. Olhei abismado para aquilo. A cidade era pequena, mas a imagem que dava para ver era perfeita! Tudo detalhadamente visível.A barraca do senhor Melluan, de frutas, que sempre passávamos para pegar frutas depois do treino.A banca da senhora Saloan, que nos deixava ler a parte de Esportes do jornal nacional. Todos os momentos que vivemos, todos juntos, estavam claros ali. E eu não sabia como agradecer à ele.- Gostou? – riu indo até o parapeito e subindo nele, para começar a andar em cima dele. Eu apenas ri e o segui.- É foda. Como achou isso? – me segurei nele para não me desequilibrar. Minha labirintite era meu pior inimigo, tanto que foi duro eu aprender a andar de patins.- Eu me perdi no primeiro dia e acabei parando aqui. Bonito, não? – riu e pulou do parapeito, voltando para dentro do ginásio. Concordei com a cabeça, sentando no chão para olhar a paisagem com ele.Ficamos daquele modo por uns 10 minutos até ele me chamar. - Fulton, você já beijou? – corei fortemente e ele riu – Não precisa responder se não quiser, gazela.- Eu vou responder, veado! – o soquei e ele devolveu, fazendo uma guerra de socos começar. Depois dele me acertar no olho duas vezes e eu quase rasgar seu lábio com um soco, paramos rindo.- Seu idiota. – me empurrou de leve rindo e eu apenas mostrei a língua. – Que criança, cara! – eu ri de novo. Ficamos em silêncio. - Já que a gente ta sempre treinando ou saindo para zoar com todo mundo, eu não consigo ter tempo para pensar em garotas. – dou de ombros, sorrindo. – E ainda tem aquela merda de escola.- É verdade. – ele ri indo para trás até encostar as costas na parede – Mas eu tenho quase a sua idade e eu já beijei. - Você é mais solto, cara de pau e extrovertido Portman. Eu só me soltei por sua causa. – eu ri depois que ele fez uma cara engraçada. – É sério! Você é super manipulador sem nem ao menos saber disso.- Eu sou foda! – propõe um Hi5 e eu correspondo, rindo [n/a: hi5= o/\\o] - E humilde também. – riu pensando em como deveria ser... Beijar. Não apenas beijar, mas... beijar o Portman. - Não é tão legal quando não se gosta da pessoa. – ele diz do nada e segura em minha mão. – Não acho que seja legal. Eu posso ficar com várias garotas, mas acaba sendo tão sem sentimento que me enoja. Eu rio fraco, não sabendo onde ele queria chegar. Era estranho, ele nunca era tão ‘carinhoso’ daquele modo comigo. Nós nos batíamos, xingávamos e zoávamos mas nunca fomos... assim. - Cara, você é tão lerdo! – falou tão rápido que em um impulso, ele já havia puxado meu rosto para perto de seu rosto e nossos lábios já estavam colados. Certo, eu estou sonhando não é? É o Portman que está me beijando?! Ah meu Deus, é ele e isso é tão... Bom. Sua boca abriu e eu o acompanhei, como se já soubesse fazer isto fazia tempo. Sua língua adentrou a minha boca, e presumi ter que fazer o mesmo. Era tão estranho estar assim, mas era gostoso. Suas mãos estavam em minha cintura e eu coloquei uma das minhas mãos em seu rosto. Ele sorriu no meio do beijo – o que eu pude sentir pela proximidade em que nos encontrávamos – e me puxou para mais perto dele, nos fazendo tocar as barrigas. Ele fechou sua boca e eu fiz o mesmo, encostando minha testa na dele e o olhando.Ele riu e me abraçou de lado, encostando novamente na parede. - Agora você pode se gabar que já beijou. – deu de ombros, pegando em minha mão novamente.- Aé? E se perguntassem quem eu beijei eu teria que falar que beijei a Portgirl? – ri feito um idiota e ele me deu um soco no braço.- Sua gazela esquelética – eu o soquei novamente, dando inicio à uma nova ‘briga’. Pelo menos, agora meu problema não era mais querer beija-lo, e sim tentar esquecer que isto aconteceu. Se era possível? Não com aqueles lábios de anjo que ele possuía. E isso, por que ele era um Irmão Bash.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!
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