The Anthology Clock: Countdown Ten Days!
6 Gabriel contraiu um vírus?
アンソロジー時計
10日間のカウントダウン
06/12 – Gabriel contraiu um vírus?
Eu não poderia hesitar de ir a aquele hospital. Algo me dizia que aquela menina poderia saber de algo.
Durante o caminho fui reparando que o Gabriel estava estranho e cansado.
Um pouco pálido, mas sem exageros.
- Você está bem? Parece cansado. – Eu perguntei.
- Ah, sei lá, estou com uma dor de cabeça. – Explicou massageando a cabeça com as mãos.
- Quer ir no posto de saúde? – Coloquei minhas mãos sobre seu ombro e depois uma no pescoço.
- Como você está gelado!
- Estou bem, sério meu amigo. – Ele relutou. Parecia ter certeza de que estava bem...
- Tudo bem então, qualquer coisa me fala. – Estávamos os dois parados no meio da rua. Via que havia uma lanchonete em nosso caminho. Pensei que pudesse levá-lo até lá para beber alguma coisa. Talvez ele ficaria melhor.
- Não quer tomar um suco ou algo assim? Trouxe 3$ comigo. – E nós dois caíramos a boas gargalhadas.
Minutos depois...
Já era 14h, havíamos pedido um suco. Estava com um pouco de sede e como não tinha mais dinheiro, perguntei:
- Deixa eu beber um pouco deste suco? O final? – Perguntei com um tom sorridente.
- Claro. – Respondeu e me deixou tomar o resto.
14h59min
Quando olhei para os olhos daquela menina conseguia enxergar o desespero em seus pensamentos.
Estava em prantos, completamente isolada deste mundo.
A conseguia ver pelo vidro da janela de seu quarto.
- Cindy? – A doutora a chamava. – Tem uns amigos querendo vê-la. – Esta saira de seu quarto com seu olhar fixado para o chão. Quando tocara sua mão, sentia uma presença maléfica e devastadora percorrendo meu corpo. Era a energia do pensamento. Conseguia senti-la. Alguma coisa a assustou demasiado.
Ainda sem fala, Esta se senta suavemente diante de Gabriel em uma cadeira.
Eu abrira a mochila de Gabriel e perguntara:
- Sabe da onde veio este relógio? – Perguntei colocando o relógio em mãos. Marcava 15h07min. Mas a mesma não respondia. – Você esteve com Mariah em vinte e oito de Fevereiro não foi? – Eis que Gabriel tomara o relógio de minha mão e distes:
- Por favor, precisamos saber. – Este disse bem calmo. Ao pegar o relógio, os números ficaram vermelhos e Gabriel ficara pálido novamente. Em mais uma tentativa de fazê-la falar, o mesmo segurou as mãos dela. Notei que ela ficou assustada e finalmente ouvimos sua doce voz que falastes:
- Gabriel, durma, sonhe.. Ele vai te contar. Dez dias e você terá a resposta. – Uma lagrima escorria em seu rosto. Cindy abrira a mão de Gabriel que estava assustado.
- Quem vai me mostrar? – Este apertara com força as mãos de Cindy.
- Agora não! – Com as mãos de Gabriel abertas ela lê um caractere Japonês que dizia: — “T.H. DNA”
Com os olhos arregalados eu pegara o relógio com uma luva e o guardei na mochila.
- Gabriel, amigo, você não tem muito tempo! – Olhei pensativo para o mesmo. Ele começou a sentir falta de ar. Fiquei muito preocupado.
- Ajuda! Por favor, ele não consegue respirar. – Gritava e gritava, mas ninguém vinha. Já saberia o que tinha que fazer.
CONTINUA NO PRÓXIMO CAPÍTULO QUE SERÁ:
“Keycard”
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