The Anthology Clock: Countdown Ten Days!
9 DANGER!!!!!!!!!!!!
アンソロジー時計
10日間のカウントダウン
09/12 – DANGER!!!!!!
A Cena: Uma mulher que perdera a filha misteriosamente e dois garotos com os dias contados. É, não dava para imaginar que o vírus estava por toda a cidade. Mas como? Se o rumor só circulava por aquele bairro?
Regina estava roendo as unhas mediante aquela situação. Eu tinha certa ansiedade em saber.
Nós estávamos sentados diante de um quadro, que ali tinha a palavra esperança, pensando no que fazer. Gabriel movera seus pés atravessando o tapete que havia no chão encerado recentemente. O rapaz queria ir embora. Sentia-se exausto. Mais um efeito colateral desta grande virose. Antes de irmos embora Regina perguntara:
- Meninos, vocês sabem de alguma coisa? – Nós simplesmente balançávamos vossas cabeças negativamente. Precisávamos mentir. Não podíamos contar o que sabíamos.
Segunda-Feira, 24 de Março de 1998
Sexto Dia
PÉSSIMO! Era dia de aula. Não tinha tempo para isso. A vida do Gabriel e a minha estava em jogo.
O dia estava nublado e o termômetro na parede do meu quarto marcava onze graus de temperatura.
O frio estava congelante; seria como se eu estivesse cheio de cubos de gelo derretendo sobre meu corpo. A rua de minha casa estava repleta de gente correndo; estavam fazendo um jogo para se esquentarem.
Às 12h25min eu havia entrando no ônibus para ser transportado ao colégio. Meu casaco verde com minha calça azul chamou bastante à atenção do motorista.
O carro era bem amplo. Enquanto todos conversavam alegremente, estava aflito. Ficava olhando através da janela, o mar tranqüilo e azul como sempre. Em pensar que nunca mais iria à praia. Parei com a lástima quando ouvia meu Celular tocar, era uma mensagem promocional; típico das operadoras não é? Mas isso me lembrou de ler aquele caderno.
Na capa azulada havia um nome. Seria o nome de quem o escreveu?
“Tadashi Hasegawa Personal”
Este era o título. Parecia ser um diário, para dizer a verdade. As folhas estavam um pouco rasgadas; devia ser antigo pela aparência.
No começo da leitura eu achei o conteúdo muito singular e ao mesmo tempo perplexo. Não conseguia captar o que aqueles textos diziam. Eram memórias muito obscuras.
Havia várias imagens de DNA e anotações cientificais. Fiquei perplexo. Estava muito confuso:
“01 de Janeiro: Estou muito feliz com meu relógio. Agradeço muito meu pai! Sempre quis ter um relógio digital.”
“21 de agosto: O Ácido Desoxirribonucleico é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus que, aliás, pode ser facilmente controlado pelo ADN. (DNA) O seu principal papel do DNA é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas e ARNS. Os segmentos de DNA que são responsáveis por carregar a informação genética são denominados genes. O restante da seqüência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.”
“25 de agosto: Tenho sorte de ter um amigo que me apóia que me dá carinho. Era a única pessoa que eu poderia confiar neste mundo! Eu sofri muito. As pessoas me chamavam de esquisito, de estranho... Tenho ódio das pessoas que me rodeiam. Sempre fui pisoteado Pelas pessoas. Ninguém nunca me entendeu. >>— Por T.H.”
- Um vírus geneticamente controlado pelo seu próprio DNA? Como?
Fiquei pasmo! O garoto era expert neste assunto.
Mas, este vírus... Não sei. O sofrimento que ele passou foi tão grande...
Tão imenso...
“Amo essa escola! Educational Center tinha um ensino muito avançado!”
- Educational Center? Então ele estudava lá?
17h20min
Já estavam terminando as aulas daquele dia. Gabriel estava sentado longe de mim naquele dia. Não sabia o motivo.
Meus pensamentos não estavam voltados para aquela causa. Não prestei atenção na aula. Fiquei lendo o diário de Tadashi. Nossa, mas como ele sofreu! Ninguém o entendia. Não sabia como se sentia. O que eu mais me surpreendi foi a falta de amigos. Era um garoto muito estudioso. Tirava altas notas no colégio. Seus pais tinham orgulho do menino.
Apesar destes aspectos positivos, o mesmo era triste. Não gostava de sua convivência. Era humilhado pelos adolescentes maiores.
Chorava e chorava e nada que se podia fazer. Eu o entendia. Já havia passado por tempos parecidos. Naqueles tempos ninguém era seu amigo de verdade.
Este se lastimava se achava esquisito.
Estava procurando a Professora de Biologia.
- Então você está me dizendo que um pertence de alguém pode está incubado com energias negativas junto a um DNA. Tudo o que a pessoa passou de ruim ficou conservado num relógio. Aquele que obtiver por mais de um minuto... Uma pequena quantidade do DNA passa para aquele que o tiver tornando-se um vírus; Sendo fatal no décimo dia. É isso? – Constatava a professora.
- Exatamente! – Confirmei.
- Isso é loucura. – Ela saiu andando.
- Você tem que me dizer como me livrar dele! Gabriel e eu morreremos senão fizermos nada. – Fui atrás dela.
- Deixa de besteiras. – Não acreditou.
- Conhecia Tadashi Hasegawa? – Eu saia gritando pelos corredores fechados.
- Sim. Já estudou aqui, mas está desaparecido há quinze anos atrás. Seus pais estão mortos. Agora estou indo.. – Era tudo o que eu precisava saber.
17h30min
Na rua do colégio estavam todos os estudantes se despedindo dos amigos antes de irem para as suas casas. Gabriel estava bem no meio.
- Oi Declan! – Ele veio até a mim.
- Está tudo bem Gabriel?
- Sim, quero lhe apresentar a minha amiga. – Tinha uma menina ao seu lado de mãos dadas. – Está é a Dulce!
- Olá Declan! Como vai? – Humildemente, Dulce apertara minha mão.
- Bem, obrigado. – Respondi.
- Dulce, tenho que ir com o Declan. Vemos-nos depois. – Esta se aproximara e deu um beijo em Gabriel que ficara sorridente.
- Até mais meninos! – Ela se despedia, porém, me jogou contra o gramado e também me deu um beijo. Mas foi um beijo diferente. Sentia nossas línguas se entrelaçando Rodeando minha boca. Esse é o famoso beijo de língua. Saí dali muito risonho.
- Quem é aquela garota?
- É a “beijoqueira” do colégio. Ela me disse que só beija garotos bonitos e charmosos. – Gabriel falou rindo.
- Pelo menos agora sei que sou bonito. – Demos boas gargalhadas.
Cinco minutos depois...
- Agora escuta! Temos que procurar Tadashi Hasegawa. – Alertava com a respiração ofegante.
- Quem é esse? – Perguntava completamente confuso.
- É o responsável por esse vírus!
- Nossa. – Este coçava o cabelo.
- Acho que ele quer ser encontrado, está desaparecido! Você contraiu o tal vírus porque está com seu DNA mesclado com o seu. – Neste momento, após eu dizer isso ele perdera os sentidos e levara uma queda. Sua cabeça estava sangrando.
Agachei-me e tentei acorda-lo. Gritava seu nome, o sacudia, não estava respirando.
- Por favor! Acorda, resista! Gabriel, amigo, por favor.
GABRIEEEEEEEEELLLL!
Continua...
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