AC 2 アンソロジー時計 — 最終目的地

Episódio 01: Que relógio?

Quinta-Feira, 21 de Maio de 1998

[Phillipi Couto] Dez... dez dias de vidas restantes! Fui salvo nos auge de meros dois dias ao entregar o Cartão-Chave para uma pessoa desconhecida. Pobre daquele senhor que morrerias.

Cada um por si. A vida é assim...

[Josh Ackles] Um novo mês se aproximara! Eu, como sempre, estava em mais um dia de trabalho.

Aquele dia estava bem agitado na delegacia de polícia. Estavam todos em uma reunião muito importante. Uma sala tradicional cheia de armários com papéis, documentos. Um ventilador no teto para refrescar, pois o calor era intenso. Como era ruim ficar sentado diante de cinco pessoas num dia como aquele. Com a caneta nas mãos anotávamos quaisquer informações. Pela janela, que tinha uma planta, eu conseguia ver o raiar do Sol; como era bonito ver! Estava cercado de nuvens. Trabalhadores caminhando pela avenida com celulares em mãos eram à vista de baixo. Cada um deles com terno e gravata. Acho que eram empresários!

A vida na cidade grande era aquilo! Na parede da minha sala havia um emblema que estava escrito: “A Justiça se encontra aqui!”. Era tosco, eu sei. O Waterworld já foi mais sério. Dhenypher que era uma detetive, também estava presente. Falávamos sobre um foragido da lei. Roubara mercadorias das lojas; típico desses ladrõezinhos de meia tigela. Não estão cansados de serem presos a cada dia?

Tudo ia a mais perfeita ordem! Serviram até um café. Porém, mudaram radicalmente o assunto:

Carlos: — Bom, ainda não sabemos o que causou a morte de Clark Anderson. – Tomara um copo d’água.

Josh: — Quem é esse? – Segurava uma régua.

Robson: — Ele trabalhava numa relojoaria. Foi encontrado morto em 29 de Março deste ano! – Assinara uns papéis.

Carlos: — Uma mulher viu como foi sua morte. Mas não disse nada até agora.

Josh: — Ela é suspeita ou testemunha? – Jogava meus cabelos para trás.

Kaíque: — Não sabemos.

Carlos: — O mais intrigante disso tudo foi que o caso dele é parecido com o duas estudantes que morreram há dois anos atrás.

Josh: — Interessante! Mas há algo de estranho?

Robson: — Todas as vítimas têm as inicias de uma pessoa marcada em seus braços. – Suspirou.

Josh: — Bom, e quais são? – Tomei um pouco de água.

Robson: — >— T.H. DNA <<

Josh: — Nunca vi um caso assim. – Então, Dhenypher entrou em nossa conversa.

Dhenypher: — Mas eu já! – Esta bate na mesa com força.

Kaíque: — Então conte a nós.

Dhenypher: — Já ouviram falar do relógio que mata?

Carlos: — Do que está falando? – O mesmo ficou muito confuso.

Dhenypher: — Oras! O relógio que aquele que o possuir morre dez dias depois. Não sei exatamente. Alguns garotos estavam falando sobre este assunto. Agente foi até numa ilha averiguar, mas o perdi de vista por algumas horas e os encontrei. O irmão dele também foi.

Carlos: — O que estavam procurando?

Dhenypher: — Não sei exatamente. Mas estávamos querendo saber sobre um dialeto esquisito. Nem me lembro, já foi há alguns meses atrás.

Robson: — Deixa de história, “minha filha”. Não perderemos tempo com esse boato.

Dhenypher: — Vocês são quem sabe! – Ela continuou a escrever.

Kaíque: — Deve ser um assassino em série.

Um relógio? Parecia ser bem interessante. Um relógio que mata? Isso era inacreditável, mas iria perguntar depois da reunião sobre o mesmo.

Sete horas se passaram e o Sol já estava se pondo. Como era bonito! O céu alaranjado coberto de nuvens. Eu sempre gostava de assistir o pôr do Sol numa montanha aos arredores da cidade.

Sexta-Feira, 22 de Maio de 1998

10h00min

Mas que transito movimentado! Assim, eu iria chegar tarde no jornal. Carros buzinando a todo momento. Aquele barulho era angustiante. Na minha frente estava o carro de Dhenypher, a detetive. Parecia muito nervosa. Assustei-me quando ela sacou a metralhadora pela janela e alertou:

Dhenypher: — ESCUTEM AQUI! Se vocês não andarem depressa eu meto bala em todo mundo, estamos entendidos? – A mesma fazia um escândalo colocando a munição.

Então, do outro lado todos disseram, morrendo de medo:

- SIM!

E o transito, na hora, continuou.

10h20min

Diante do meu computador do trabalho, eu ouvira muitos toques de telefone. Aquilo era uma bagunça. Ficava entediado. Para a minha sorte a Internet estava conectada. Poderia entrar no MSN. Não é só porque estou no trabalho que não posso me divertir um pouco.

Uma coisa que chamou minha atenção foi uma página na Internet sobre essas misteriosas mortes que estavam falando na delegacia no dia passado.

“Duas estudantes morreram subitamente; Havia em seus braços as iniciais “T.H. DNA”“.

“Em 29 de Março o dono de uma relojoaria faleceu pelos mesmos motivos.”

“Em 9 de Abril um aposentado faleceu dez dias depois da morte de seu amigo.”

“Em 15 de Maio um casal faleceu no mesmo horário.”

Fiquei espantado e mais curioso para saber do relógio. Parei para pensar: que tipo de relógio é esse?

No lugar onde eu trabalhava havia muitos armários, papéis jogados sobre o piso; na parede era cheia de propagandas. Todos trabalhavam sem descanso, escrevendo artigos, imprimindo fotos. O ar condicionado não ajudava muito a se refrescar. Estava um dia muito quente. O termômetro na parede marcava 40 graus!

12h40min – Hora do almoço

Fiquei em uma lanchonete perto do trabalho fazendo um lanche rápido. A rua já não estava tão movimentada como antes. Havia muitos prédios, grandes arranha-céus, nem conseguia ver o topo. Eu fiquei lanchando ali pensando no que ia fazer mais tarde. Tinha muita coisa para fazer.

Do meu lado sentou-se Dhenypher. Ela me viu pelo lado de fora do estabelecimento e resolveu ir me cumprimentar. Era uma pessoa muito gentil, afinal eu achava que só vivia mal-humorada.

Dheny: — Olá, como vai? – Sentou colocando sua bolsa na mesa.

Josh: — Vou bem, obrigado. Você é a Dheny, certo?

Dheny: — Me chamo Dhenypher Chase.

Josh: — Prazer! Josh Ackles. Sabe onde posso encontrar aquele relógio? – Me aproximei.

Dheny: — Só você acreditou. Legal. – Ela ria. – Não sei, mas eu tenho a cópia do Cartão-Chave que fica dentro dele.

Josh: — Um cartão chave? – Pensativo.

Dheny: — Aqui está! – Entregou-me.

Josh: — E o que tem nele? – Observava o cartão.

Dheny: — Olha, eu não sei. Você tem que engata-lo no computador para ver o que tem. – Explicou.

Josh: — Certo, eu vou ver.

13h50min – De volta ao trabalho

Entrei em uma sala sozinho para poder ficar mais à vontade. Era uma sala sem nada. Apenas um computador moderno e algumas cadeiras. Parecia ser uma zona de isolamento pois não havia nenhum janela.

O computador não estava reconhecendo. Será que estava quebrado? Mas com muitas tentativas, finalmente consegui abrir o maldito.

Havia um arquivo de vídeo lá de cinqüenta e nove segundos. Sentia uma ansiedade em vê-lo, mas não podia naquela hora. Tinha muito trabalho a fazer. Deixei para ver isso em casa.

17h50min – Tsuru-City

[Original (Autor)] Nos arredores da cidade grande, se encontrava Declan Galbraith e Mariah Redfield. Os dois estavam sentados em uma lanchonete fazendo um lanchinho. O menino parecia estar triste; dava leves suspiros enquanto comia seu Hot-dog. Ali, havia um televisor onde passava as notícias do dia. Mariah, que estava preocupada com sua expressão facial séria, resolveu tentar anima-lo.

Mariah: — Declan, o que foi? Você sempre fica animado Sexta-Feira pelo fato de não ter aula. – Ela sorriu.

Declan: — Não se preocupa, estou bem. – Este disse com uma lágrima saindo de seus olhos verdes.

Mariah: — Não quer desabafar amor? – Esta olhava diretamente aos seus olhos.

Declan: — Sabe às vezes me sinto que tudo o que eu faço é errado. – O mesmo é abraçado pela amiga que faz carinho em seus cabelos.

Mariah: — Por que diz isso, meu anjo? – As pessoas que passavam por perto admiravam o carinho que um tinha pelo outro.

Declan: — O senhor da relojoaria... Morreu por minha culpa! – Começara a chorar.

Mariah: — Não fique assim! Você não sabia! – Ela colocou a mão esquerda em sua perna.

Declan, então, escutara uns rangidos estranhos vindo ao leste. Sua cabeça começou a latejar de dor. Ele passava a mão na cabeça como se estivesse perdendo o controle. Mariah chamava pelo seu nome, mas ele parecia não escutar. O estudante começou a suar frio e seus olhos mudaram para a cor laranja.

Mariah: — DECLAN! DECLAN! O que está acontecendo? – Esta gritava pelo seu nome. – Seus olhos! Está laranja, está manifestando seus... – Foi interrompida.

Eis que o menino olhara para a televisão recitando um dialeto maléfico:

Declan: — “O Flagelo de um vírus! Ele voltará ao mundo... DEZ DIAS! Ajudem os duendes antes que isso acontece!”

Mariah prestava atenção nas palavras que o garoto dizia com seus olhos arregalados. A televisão saira fora do ar. Parecia que a força sobrenatural do menino estava interrompendo a transmissão. Quando Mariah deu por visto, parecia a imagem da gruta onde Tadashi foi morto.

Mariah: — Declan! Pare com isso. – Ela sacudira o garoto que caira desmaiado no chão soltando com hemorragia nasal.

Todos olhavam fixados para a televisão. Pareciam estar paralisados com toda aquela concentração de energia. Do televisor se escutava rangidos com sussurros. Na água da gruta uma mão começara a sair de dentro. ERA TADASHI SAINDO DA ÁGUA!

O que ele quer?

E quanto a Josh? Terás coragem de ver o conteúdo do cartão?

Descubra no próximo episódio.

Notas finais
Reviews , pleaseeee