The Anthology Clock 2 Final Destination
3 Declan está em perigo
AC 2 アンソロジー時計 — 最終目的地
Episódio 03: Declan está em perigo!
Sábado, 23 de Maio de 1998
10h00min
Lado B da cidade: A delegacia
[Josh] Mais uma vez estava naquele cenário. Detetives e repórteres foram chamados lá para designar cada um para seus devidos afazeres. Cada um iria fazer uma parte para descobrir a causa da morte do dono da Relojoaria. Iriam ser duas pessoas designadas ao serviço. Para mim aquilo ficava cada vez mais interessante. O que me desanimava era aquela gripe insuportável. O barulho do ponteiro do relógio encima do emblema era angustiante; queria que parasse. Fiquei por cinco minutos fazendo um desenho de uma régua. Mas, uma coisa estranha foi que minha vontade era de desenhar um relógio e uma forma de DNA. Ficou bom! Dei leves tossidas. Dhenypher ficara me observando com preocupação. Depois de muito tempo O delegado começara a reunião:
Delegado: — Bom dia senhores! Por favor, se retirem da sala. Quero falar apenas com o senhor Josh Ackles e a senhora Dhenypher Chase. Obrigado! – Todos obedeceram sem cerimônias. Saíram em hierarquia fazendo comentários. Fiquei pensativo: será importante o ele queria dizer?
Dhenypher: — SENHORA? – Gritou. – Está me chamando de velha seu velho pançudo? – Sacara uma arma.
Delegado: — Quer dizer, senhorita! – Este corrigiu com medo.
Josh: — Nossa. – Eu ria.
Delegado: — Bom, meus caros colegas, preciso que vocês investiguem. Os dois servem muito bem para essa missão. – Ele piscara o olho sorrindo.
Josh: — Mas senhor! Eu sou um repórter e ela uma detetive. Como...? – Fui interrompido pela Dheny.
Dhenypher: — Tudo certo! – Esta sacara sua metralhadora apontando para cima. – É nova! Dizem que esse modelo mata mais rápido. – Se levantara da cadeira.
Delegado: — Legal. – Este suava com um pouco de medo.
Josh: — E o que temos que fazer? – Me levantei. Notei que eu estava muito gelado.
Delegado: — Ora, é muito simples. Este garoto... – Mostrara a foto de um menino. – [...] Ele deve saber de alguma coisa!
Dhenypher: — Eu o conheço. – Colocara as mãos sobre a imagem. – Sabe?
Delegado: — Seu nome é Declan... Declan Gosetsuke Galbraith. Ele conhecia-o.
Josh: — Temos que interroga-lo? – Senti a sensação que este menino tinha a resposta de tudo.
Delegado: — Exato! Façam de tudo para fazê-lo falar; nem que tenham que usar a violência.
Josh e Dhenypher: — Pirou? Não podemos machucar esta criança inocente. – Advertimos. Ao bater da porta parecera Thales! Um amigo de trabalho.
Thales: — Mas eu posso. – Disse com um sorriso maldoso.
Delegado: — O.K. Acompanha eles.
Domingo, 23 de Maio de 1998
08h50min
Lado A da cidade – Casa de Declan Galbraith
[Phillipi] DING DONG! A campainha tocara! Conseguia escutar do meu quarto. Quem seria a esta hora da manhã? Eu durmo apenas de cueca, então coloquei uma bermuda azul. Com meu rosto sonolento descia às escadas vagarosamente em direção a porta. Mas que sono!
Phillipi: — Olá, posso ajudar? – Abrira a porta e saudei as três pessoas.
Thales: — Bom dia. Somos do AST: Agencia Social de Tsuru-City. – Mostrara o cartão.
Phillipi: — O que querem?
Josh: — Pedimos desculpas ao incomodá-lo à esta hora da manhã. Queremos interrogar Declan Gosetsuke Galbraith. É irmão dele, creio eu.
Phillipi: — Olá Dheny! – Saudei-a.
Dhenypher: — Oi, como vai? Está mais gostoso do que nunca. – Ela dizia indiscretamente. Senti um pouco de vergonha.
Phillipi: — Ah, valeu. Vou chamá-lo.
09h10min
Estávamos todos no quarto do meu irmão. Mesmo na cama ele conversava com agente.
Phillipi: — Oi mano. Desculpa acordar-te. Estes senhores vieram te fazer algumas perguntas. – O ajudei a levantar, estava muito fraco. A hipotermia estava forte. – Então, sobre o que se trata?
Thales: — Podemos ficar a sois com seu irmão um pouco? – Este perguntara seriamente. Senti certa antipatia por ele.
Dhenypher: — É sobre o caso do relógio. Fica frio! – Esta piscara o olho para mim.
Phillipi: — Certo, mas não exagerem. Está doente. – Eu saira.
[Original] Então, começaram com as perguntas:
Thales: — Então meu chapa. De onde conheceu aquele senhor? – Perguntara friamente.
Declan: — Em sua loja. O pedi para abrir um relógio. Dentro havia um cartão. – Este tossia.
Josh: — Mas que tipo de cartão?
Declan: — De dados.
Dhenypher: — Bom esse cartão está com Josh. – Ela ficara pensativa.
Declan: — Verdade? – Josh pegou no ombro de Declan que sentira uma energia destrutiva no mesmo. Meio nervoso, Declan sussurrou: — Ainda restam sete dias.
Josh: — Para quê? – Perguntou impressionado.
Então Thales, sem paciência, interrogou:
Thales: — Já me disseram que o relógio mata em dez dias depois do primeiro contato. Da onde ele veio? – Forçou. Declan parecia incomodado.
Declan: — Por favor, vai embora! – Ele tossiu sangue.
Thales: — Por que não quer me dizer! Fala desgraçado! – Sacudira o menino violentamente.
Dhenypher: — Está maluco? O menino está doente!
Thales: — Não quero nem saber. – Este sacara um revolver apontando para o estudante. Declan estava de cabeça baixa.
Josh: — Enlouqueceu? – Gritou com raiva.
Thales alertou, mas Declan ficara quieto sentado em sua cama tremendo. Eis que o previsto aconteceu! O mesmo deu um tiro no peito do estudante que desmaiara sangrando.
Dhenypher, então, bateu em Thales. O chamou de vândalo.
Dheny: — MALUCO! – Esta pegara o estudante no colo; estava sangrando muito.
A televisão ligara sozinha novamente e aparecia a imagem da gruta onde Tadashi foi morto. As vozes sussurravam: “O Plágio de um vírus! Salve os duendes e eles o ajudarão.”.
Thales: — Que porra é essa? – Olhava assustado.
Aconselharia Thales não olhar a sua volta. Tadashi estava bem atrás dele e as únicas palavras que o espírito disse foi: “Declan... amigo...”.
Neste momento Thales caira no chão asfixiado.
Dhenypher: — Meu Deus! – Esta lhe verificou. ESTAVA MORTO! – Bem feito. – Ela pisara no cadáver.
Josh: — Vamos levar Declan para o hospital.
Todos saíram correndo.
Thales foi morto pelo próprio Tadashi.
O menino-fantasma fez para ajudar o amigo.
Próximo episódio: Gabriel com poderes?
Continua...
Fale com o autor