Notas iniciais
Vivo escrevendo a história enquanto ouço a musica da Sally e It's Halloween, acho que isso me da inspirarão...

Aproveitem.

Os dois foram para o laboratório. Dr.Finkelstein pediu para Jack ficar esperando fora da sala, Jack não gostou disso, queria ficar com Sally e ver o nascimento de sua filha. É claro que Sally disse para ele não se preocupar e para obedecer ao doutor. Depois disso Jack ficou esperando fora da sala, andando de um lado para o outro, se levantando, sentando, ele não conseguia ficar quieto.

Quatro horas depois, a porta abre.

“Jack.” Chamou o Dr.Finkelstein.

“Doutor.” Disse Jack. “E então?”

“Parabéns Jack, o bebe é muito saudável e tenho que dizer, você tem uma linda filha.” Disse o doutor com um pequeno sorriso.

“S-será que posso ver minha filha?” Gaguejou Jack ansioso.

“Claro que pode.” Disse o doutor abrindo mais a porta. “Entre.”

“Sally?” Perguntou Jack entrando no laboratório.

“Jack, venha ver sua pequena filha.” Disse Sally numa voz suave e meio cansada. Ela estava deitada numa cama com uma pequena toalha que envolvia uma coisinha minúscula em seus braços.

Jack se inclinou para ver o rosto da pequenina.

“Ela não é uma graçinha?” Perguntou Sally tirando um pouco a toalha do rosto da bebe.

Seus olhinhos estavam fechados e em sua boca estava uma chupeta em forma de aranha. Na sua cabeça havia poucos fios de cabelo vermelho, a mesma cor que do cabelo da mãe. Como estava enrolada na toalha, pouco se podia ver de seu corpo. Mas já dava para perceber, ela tinha cabeça de esqueleto e corpo de boneca.

“Ela é linda...” Disse Jack.

“Quer segurar a sua filha Jack?” Perguntou Sally.

“Claro.” Respondeu ele já esticando os braços.

A pequenina ficava perfeita nos braços do pai como nos braços da mãe, ela era perfeitamente feita para os dois.

“Você já pensou em algum nome para ela?” Perguntou Sally sorrindo.

“Só alguns...” Respondeu.

“Conte-me eles.” Pediu Sally.

“Bem, eu pensei em Amy, Raven ou talvez Janet...” Disse Jack. Sally deu um sorrisinho tristonho. “Você não gostou de nenhum deles não é mesmo?”

“Bem... Na verdade... Eu pensava em algo que parecesse com os nossos nomes...” Disse ela. Jack fez uma careta estranha e ela riu. “Sim... Fico pensando o que poderia ser parecido com Jack e Sally... Ou talvez devemos escolher outro nome... Mas qual?”.

Os dois pensaram... Qual seria um nome perfeito para ela? De repente o Dr.Finkelstein entrou na sala com uma prancheta.

“Bem, parece que minha neta esta bem saudável.” Disse ele lendo os papeis. “Não há nenhum problema. A propósito eu fiz uma lista de alimentos que recomendo a ela.”.

Sally teve uma idéia.

“Dr.Finkelstein.” Disse Sally e o doutor se virou para ela. “O senhor se lembra aquela lista de nomes que fez a alguns anos atrás? O senhor ainda esta com ela?”

O doutor pensou, coçou seu cérebro um pouco.

“Acho que sim...” Disse ele e então gritou: “Igor!” O baixinho corcundinha entrou pela grande porta. “Vá encontrar a minha velha lista de nomes.”

“Sim mestre...” Disse ele saindo da sala.

Jack e Sally voltaram sua atenção para sua nova filha. Seus olhos ainda estavam fechados, eles ainda não sabiam se ela iria ter olhos como a mãe ou não. Suas mãos pareciam miniaturas das de sua mãe. Ela era muito linda.