Notas iniciais
Oieee! Então... Mais um capitulo huh? Estão gostando da história?
Em fim, obrigado à:
Bianca Cullen Riddle
giovana0914
Bell
daialf
Lizzie Black Stark
biaventura
Hannah Ariel
Raabe
Nanys Salvatore
ceciliajardim
Sabrina Tomlinson Masen Riddle
AnaBeatrizSA
Kamoon
amando
Mury Motta
Sarah Salvatore Riddle
Lara Malfoy Everdeen Potter C
Gaby Black
&
Dressa_Dini
Por continuar a comentar e acompanhar a fic me incentivando a escrever novos capitulos!
Boa Leitura

Bella POV:

Na manhã seguinte, eu acordei cedo, antes mesmo que Charlie, e saí em direção à Port Angeles na caminhonete depois de deixar o café da manhã pronto para quando ele acordasse.

A viagem durou duas horas, o que me irritou profundamente. A caminhonete velha não passada dos 50 km por hora, e eu amava velocidade, além do mais, a certeza de que eu teria chegado lá em um quarto do tempo que tive com a caminhonete se tivesse ido correndo, ou mesmo em alguns segundos se quisesse realmente chegar lá imediatamente, irritava a merda fora de mim. Mas eu tinha que ser cautelosa. Não queria causar muitas perguntas em Charlie. Era melhor deixá-lo fora dessa vida. Era muito mais seguro para ele.

O vendedor da concessionária que tinha em torno de vinte ou vinte e um anos, me guiou mostrando-me os carros para venda, e irritando-me com seu flerte indiscreto. Caminhamos por entre os carros por cerca de quinze minutos antes que eu o vi. Era um Audi s5 Rieger completamente negro, com um designer perfeito. Somente olhando era perceptível que esse carro tinha uma potencia incrível e eu simplesmente amei isso.

- Eu quero esse. – Eu falei interrompendo o monólogo do vendedor que eu nem ao menos estava prestando atenção. Ele olhou para o carro que eu apontava e virou-se para mim.

- Este é um carro muito caro... – Começou a falar. Ele provavelmente estava julgando pela caminhonete de Charlie.

- Isso não é problema. Eu vou pagar com o cartão. Agora me diga mais sobre este carro enquanto caminhamos para o escritório onde possamos completar a venda. – Falei em uma voz plana já começando a andar para o escritório. Ele correu atrás de mim falando sobre o carro, e me irritando, tanto com suas menções da quantia que o carro custava, quanto pelo flerte ainda constante.

Ele começou pegando vários papeis em uma mesa onde um outro vendedor estava sentado nos olhando com curiosidade.

- Qual carro? – O Vendedor perguntou para o que estava me servindo.

- Audi s5 Rieger. – Respondeu o vendedor entre animação e hesitação. Eu quase ri da expressão do outro vendedor, ele parecia prestes a ter um orgasmo antes que percebesse que não era ele que tinha feito a venda, ou seja, não era ele quem ganharia todos os lucros disso.

Eu peguei todos os documentos necessários em minha bolsa incluindo o cartão dourado que fez os olhos dos dois vendedores se arregalarem como pires, obviamente a cor do cartão deixava obvio que era sem limites. Eu assinei todos os papeis, sem ter que me preocupar com algum responsável ter que assinar qualquer coisa, desde que eu tinha feito Renné assinar um documento que dizia que eu era permitida a falar por mim perante a lei, se necessário. Ou seja, eu podia assinar os papeis de compra sem problemas. Eu era emancipada, e tinha um fundo de faculdade cada vez maior, o dinheiro que eu vinha juntando desde que tinha onze anos, parte dele era dado pela minha mentora, Kally, que tinha vivido no mundo humano por onze anos antes de me achar e tinha juntado uma boa fortuna, e a outra parte era o que Renné, Charlie e até mesmo Phil depositavam. Juntando tudo isso eu tinha dinheiro o suficiente para um bom tempo, mas como Phil e Renné insistiam, era meu fundo de faculdade e eu não poderia simplesmente sair gastando-o, por isso eu tinha um cartão sem limites à minha disposição.

Após todos os papeis terem sido acertados eu fiquei olhando entre a caminhonete e o meu carro, em duvida de como levá-los sem dirigir um deles. Por fim eu liguei a caminhonete ao meu bebê e dirigi para a estrada, mantendo a velocidade baixa para não estragar a caminhonete de Charlie. Além do mais, eu podia dar uma volta com mais velocidade mais tarde.

Cheguei em La Push uma hora e meia depois, reduzindo em uma hora o tempo de viagem e estacionei meu bebê em frente a casa de Charlie antes de separar a caminhonete do meu bebê e estacioná-la na garagem. Eu tinha que arranjar um lugar para estacionar meu bebê, desde que as duas vagas na garagem só cabiam a viatura e a caminhonete. Talvez eu pudesse falar com Charlie para mandar aumentar a garagem...

Por agora é melhor apenas esperar ele chegar para conversarmos sobre isso. Entrei na casa vazia pegando o bilhete de Charlie na geladeira avisando que estaria em casa para o almoço, decidi cozinhar para o almoço e testar algumas receitas novas. Olhei na dispensa para ver se tinha tudo o que queria e fiquei satisfeita ao perceber que tinha.

Levei tudo pra cozinha e comecei a preparar os pratos.

Por volta das 10:30 alguém bateu na porta e eu gritei para entrar, afinal, ninguém era louco de assaltar a casa do chefe de policia. Segundos depois Paul apareceu com um sorriso hesitante no rosto.

- Olá Paul. Como está? – Perguntei com um leve sorriso em meu rosto enquanto voltava a preparar a massa da torta de frango que eu estava a meio caminho de preparar.

- Bem, E você Bella? – Perguntou ele sentando-se perto do balcão onde eu estava.

- Ótima. – Falei sorrindo.

- De quem é aquela belezinha ali fora? – Ele perguntou lançando uma olhada sonhadora para a porta me fazendo rir.

- Minha. – Respondi sorrindo para sua expressão embasbacada. — Comprei essa manhã. – Acrescentei.

- Legal! – Disse animadamente, em seguida caímos em um silencio confortável enquanto ele parecia perdido em pensamentos. – Então... Huh, vai haver uma fogueira nesta sexta... – Ele começou me fazendo olhá-lo arqueando uma sobrancelha. – E eu realmente vim aqui para perguntar se você gostaria de ir. – Eu sorri para isso. Era agradável de sua parte me convidar.

- Certo... Mas, o que vocês fazem exatamente nessas fogueiras? – Perguntei pensando nas duas outras fogueiras que eu tinha ido em Phoenix que eram basicamente, musica, bebida e pegação, com o objetivo único de encher a cara e ir pra casa com alguém pra transar.

- Bem, nós apenas nos sentamos ao redor da fogueira contando velhas lendas da tribo, conversando, comendo... Os anciões, todos os meninos e suas namoradas estarão lá. Até mesmo seu pai, então eu achei que talvez você gostaria de participar... – Ele disse bagunçando os cabelos nervosamente.

- Parece bom, muito diferente das outras fogueiras que eu fui, mas bom. – Eu disse com um sorriso.

- Como assim diferente? – Ele perguntou com curiosidade.

- Bem, as outras fogueiras que eu fui em Phoenix, são basicamente uma festa na praia ao redor de uma fogueira, com muita bebida, musica, e pessoas que só estão ali para encher a cara e fazer sexo com alguém. – Seus olhos se arregalaram enquanto ouvia minha resposta e eu ri de sua expressão cômica.

- Você... – Ele não completou, fazendo uma careta que aumentou meu riso.

- Nada disso, uma amiga da escola me arrastou algumas vezes, mas não é a minha coisa... – Eu dei de ombros. – Mas então... Porque você não chama os outros rapazes para vocês almoçarem aqui? – Seus olhos se iluminaram enquanto ele olhava para o forno cheio antes que ele perguntasse.

- Tem certeza? Não queremos incomodar nem nada... – Eu ri descartando sua desculpa.

- Chame-os. Eu gosto de cozinhar, e será um prazer ter todos vocês aqui. – Ele saltou de sua cadeira sorridente antes de correr pra mim depositando um beijo em minha bochecha e correr para fora gritando.

- Você é demais Bella! – Olhei por alguns segundos para o lugar que ele desapareceu, ainda sentindo o toque de seus lábios em minha pele e sorri divertida antes de voltar a cozinhar. Faria o dobro desde que eu tinha visto que os garotos comiam como loucos na noite anterior e queria garantir que todos estivessem satisfeitos.

[...]

Quando Charlie chegou todos os meninos já estavam esperando. Pensei que ele poderia ficar chateado ou algo assim por não ter avisado, mas ele ficou animado com a presença dos meninos, e é claro, Billy, que tinha vindo mais cedo junto com Jacob, segundo ele todos os fins de semana a tarde ele e Charlie passavam um tempo assistindo jogos na TV, quando não iam pescar é claro. Eu não me importei, adorei cozinhar para todos eles e ter a casa cheia. Durante o tempo em que os meninos estiveram aqui, eu percebi que todos eles tinham a temperatura elevada como Jake, confirmando algumas das minhas suposições, mas como eu tinha decidido, deixei isso de lado, não comentando nada pra eles.

Eu não tinha encontrado nada nos meus diários sobre alguma espécie que eles pudessem ser, mas eu ainda não tinha tido tempo para olhar em todos, afinal eram dez diários completamente cheios de anotações e era chato ficar procurando por horas alguma coisa que combinasse com o que eu descobri.

Depois do almoço, Sam, Jared e Quil seriam para ver suas meninas, segundo Paul. Jake, e Embry disseram que tinham coisas a fazer na floresta, o que me fez ainda mais desconfiada, mas com Paul, Seth, Charlie e Billy aqui eu não poderia segui-los. Paul e Seth passaram a tarde me fazendo perguntas sobre a minha vida em Phoenix, até que eles tiveram que ir embora com a desculpa de ‘fazer dever de casa’. Charlie levou Billy pra casa depois do jantar e eu não tive tempo pra fazer nada porque eu tinha que arrumar as coisas para a escola na manhã seguinte.

[...]

Na manhã seguinte acordei cedo novamente, mas desta vez Charlie já estava acordado. Eu preparei o café para nós dois em silencio sonolento, antes de subir para me arrumar.

Vesti uma calça de couro preta de fácil mobilidade, botas pretas sem salto que iam até os meus joelhos, uma blusa preta simples com mangas longas, e minha jaqueta preta por cima. Deixei meus cachos secarem naturalmente, passei uma maquiagem básica, rímel, lápis e um pouco de sombra nos olhos e um gloss de menta nos lábios.

Peguei minha bolsa e desci. Charlie já tinha saído, portanto, comi meu café rapidamente antes de pegar as chaves do meu bebê e fechar a casa.

Procurei entre os CD’s que tinha colocado no meu bebê ontem à noite e peguei um dos meus preferidos com diversas musicas de Rock N Roll. Dei play ao rádio e sorri como o som delicioso e arrepiante da guitarra tocou nas caixas de som ecoando até mim. Liguei o carro acelerando em direção à Forks.

(N/A: Escolham uma musica que vocês gostem! A Minha é Demon’s Eye – Deed Purple)

A viagem se passou rapidamente enquanto eu cantava junto com a musica. O estacionamento do Forks High estava cheio, rolei levemente os olhos quando os alunos pararam o que faziam para olhar meu carro passando, os vidros escuros impediam que eu fosse vista, o que me divertiu, eu podia sentir a massa de curiosidade e inveja emanando dos adolescentes humanos, mas logo minha diversão passou ao perceber que eu seria o centro das atenções por um bom tempo. Eu não era somente a filha perdida do chefe Swan, eu era a garota nova numa cidade que quase nunca muda. E para piorar, meu carro era facilmente o mais caro dali, a maioria tinham vans, caminhonetes ou carros usados. O único carro remotamente novo ali era um Volvo prata no canto do estacionamento. Eu odeio Volvos... Droga! Eu devia ter comprado um carro que chamasse menos atenção, a caminhonete de Charlie devia ser uma indicação de que os outros carros seriam antigos... Mas o único carro antigo que eu aceitaria era um clássico como um Impala ou algo assim... Eu amava velocidade e os carros eram bons com isso...

Bem, agora não dá pra mudar nada, então... Agora é encarar tudo isso, uma hora eles se cansam da novidade. Estacionei ao lado do Volvo, devido a ser a única vaga descente livre. Desliguei o som e sai do carro com minha mochila na mão. As emoções predominantes agora eram Luxúria da parte masculina e inveja da parte feminina. Ignorei todos, desde que não conhecia ninguém e fui para a secretaria pegar meu horário.

A secretaria continuou a me fazer perguntas que eu educadamente respondia sem dar nada de mais, enquanto separava meus papeis. Ela me entregou os horários, um mapa da escola e uma folha dizendo que meus professores deveriam assinar e que eu tinha que trazer isso pra ela no final das aulas.

Usei o mapa para chegar no prédio três, onde teria a primeira aula de Inglês, eu sabia que não havia um programa de aulas avançadas, mas eu tinha enviado e-mails para meus professores novos, falando sobre o nível das minhas aulas e eles prometeram separar alguns matérias mais avançados para mim.

[...]

As primeiras aulas foram completamente frustrantes. O material avançado que os professores me deram eram assuntos que eu já tinha estudado um ano e meio atrás, e acredite, é avançado em comparação ao assunto da turma normal. A professora de inglês me deu uma lista de 50 livros que eu deveria ler para as aulas, e eu já tinha lido a maioria deles. Em Cálculos, o professor ainda não tinha chegado em Trigonometria III, o nível que eu iria iniciar esse ano em Phoenix, ele ainda estava no meio do nível I, o professor, que me deixou fazer cálculos mais avançados separadamente da turma durante a aula e me disse que eu poderia ter aulas sobre Trigonometria III com ele depois do fim das aulas a partir da próxima segunda feira, Quando ele disse isso em frente a turma, eu me senti meio irritada com os olhares de admiração dos meninos e de ódio das meninas. Aparentemente o Sr. Write era muito desejado pelas alunas e nunca tinha dado aulas particulares antes. Eu não estava dando em cima do professor ou algo assim, eu só queria terminar meus estudos de forma descente. E se tivesse que ter aulas particulares eu teria!

Na aula de Espanhol minha irritação era palpável. A professora não poderia falar Espanhol fluentemente e algumas palavras que ela ensinava estavam completamente erradas. Kally, minha mentora, tinha insistido que eu aprendesse vários idiomas por isso eu sabia um total de cinco línguas. Inglês, Espanhol, Francês, Italiano e Russo.

Eu quase corri para fora da sala quando o sinal do almoço tocou, ignorando uma garota chamada Jéssica que sentava ao meu lado em Espanhol, que continuava a tagarelar incansavelmente.

Eric gritou meu nome para todo o refeitório ouvir assim que eu entrei no cômodo fazendo todos se virarem para me olhar. Suspirei cansadamente enquanto Jéssica me puxava para a mesa em que Eric e mais algumas pessoas estavam e me sentei sem me preocupar em pegar nada pra comer, não estava com um pingo de fome.

Eric me apresentou aos outros, Mike, Tyler, Lauren, Ben e Ângela, e todos eles, além dos dois últimos continuavam a tagarelar para mim que só respondia com pequenos sons monossílabos sentindo uma dor de cabeça pulsar em minha mente.

Jéssica parou de falar subitamente olhando para algo nas minhas costas e eu notei que o refeitório estava mais silencioso que o normal. Segui seu olhar e imediatamente me arrependi.

Droga! O que eles estavam fazendo aqui?

Fim do Capitulo.

Carro da Bella!

\"\"

Notas finais
Entããao... Como foi esse capitulo? Parece que os Cullens vão fazer uma aparição huh? Próximo capitulo Bella se lembra da sua história com os Cullen...
Até a próxima!