Bella POV:

Eu me senti renovada depois do que aconteceu. Guardei o apanhador de sonhos e o lobo de madeira nos bolsos da minha jaqueta e me teletransportei para dentro do meu carro com minhas malas. Não queria lidar com nenhum dos outros agora.

Eu não dava a mínima que eles escutariam o carro saindo. Não é como se eles se importassem de qualquer forma. Eu tinha apenas uma parada para fazer antes de deixar de vez esse lugar horrível. Dirigi devagar, olhando cada casa, cada árvore como se fosse a ultima vez, e eu sabia que provavelmente era a ultima vez. Parei vinte minutos depois em frente à casinha vermelha onde eu sabia que apenas Billy Black estava. Normalmente eu poderia ter chegado ali em cinco minutos. Mais cedo se eu realmente quisesse, mas eu tinha tomado meu tempo.

Bati educadamente na porta colocando uma máscara sem emoção em meu rosto e esperei. Ouvi a cadeira de rodas se movendo pela casa e alguns minutos depois a porta foi aberta.

– Bella! – Billy exclamou surpreso em me ver.

– Bom Dia Billy. – Respondi educadamente, mas sem colocar emoção nisso.

– Bom dia. Entre querida. – Ele saiu do caminho me deixando entrar e eu agradeci com um aceno entrando na casa. Eu me sentia um pouquinho melhor ao sentir emoções que eu normalmente sentia vindo de Billy nesse instante. Ele não parecia com medo, hesitante ou com nojo. Ele parecia normal. – O que causou esta visita querida? Não é por mal, mas eu sei que você não viria se não fosse algo sério. – Ele falou quando tínhamos nos instalado na sala.

– Você está certo. – Eu assenti. – Eu vim porque eu preciso dos diários de volta. – Falei o olhando com firmeza.

– Você precisa? Agora? – Ele perguntou parecendo surpreso antes de balançar a cabeça como se pra limpar os pensamentos. – Para quê você precisa dos diários agora querida? Encontrou algum monstro ao redor da reserva? – Perguntou preocupado.

– Não. – Eu dei-lhe um leve sorriso, quase verdadeiro. Quase. ­– Eu simplesmente preciso deles de volta tio Billy. São importantes para mim e eu prometi à um amigo ser a garota da pesquisa, portanto eu vou precisar deles. – Falei tentando parecer verdadeira. Pareceu funcionar por sua expressão de entendimento.

– Oh, claro. Eu terminei o ultimo agora pouco. Foi uma leitura interessante. Louca e surreal, mas interessante. – Eu dei um sorriso amargo pra isso, mas logo o mascarei com um sorriso comum.

– Isso é bom. – Foi só o que eu respondi.

– Espere aqui querida, eu vou pegar a caixa para você. – Ele disse indo para seu quarto.

– Não preciso da caixa. Eu tenho outras, você pode ficar com essa, quero apenas os diários. – Eu disse em uma voz suave.

Ele pareceu surpreso novamente então sorriu.

– Obrigado querida. É muita generosidade sua. – Eu sorri como se dispensando o elogio e o esperei voltar com os diários, enquanto retirava um papel e uma caneta do bolso começando a escrever em velocidade sobrenatural. Quando ele voltou, eu já tinha a caneta guardada e o bilhete estava parcialmente escondido debaixo do controle da TV, que ele com certeza pegaria em breve, após a minha saída.

– Aqui está querida. Estão todos aqui, da mesma forma que você me entregou. – Ele falou com um pequeno sorriso ao me entregar. Sorri de volta, dessa vez verdadeiramente e peguei os diários colocando-os ao meu lado antes de lhe abraçar. Ele pareceu surpreso por um instante, antes de me abraçar de volta. Eu enterrei meu rosto em seu pescoço e apertei os braços ao seu redor enquanto ele fazia o mesmo. Dei um sorriso triste ao ver-me refletida num espelho do outro lado da sala. Meus olhos brilhando âmbar enquanto minhas mãos pressionavam contra tio Billy. Quando eu finalmente me afastei, meu rosto estava recomposto, meus olhos perfeitamente castanhos, como se nada tivesse acontecido.

Ele me deu um sorriso confuso, sem entender o porque do meu comportamento estranho, mas não perguntou nada.

Eu me afastei pegando os diários e falei.

– Obrigada por cuidar deles tio Billy. Acho melhor eu ir. – Ele assentiu concordando e insistiu em me seguir para a porta. Ele me acompanhou até perto do carro, observando enquanto eu guardava os diários no baú que estava no porta malas. Ele me olhava como se pudesse ver a minha alma e isso me incomodou um pouco. Ele parecia... Ver por trás da minha máscara. Ninguém nunca tinha visto por trás da minha máscara. Como ele fazia isso?

Eu fechei o porta-malas enviando um sorriso triste e hesitante, mascarado com conforto, para tio Billy, mas antes que eu pudesse sair ele se aproximou pegando meu braço. O olhei confusa, mas ele disse.

– Filha, eu quero que você entenda que independente de tudo, você ainda é minha afilhada e eu ainda a considero como minha própria cria. Eu amo você criança. E eu quero que você se lembre disso ok? Não importa toda essa besteira sobrenatural, você ainda é aquela menininha que vivia dançando comigo nos velhos tempos, ignorando os resmungos do seu pai rabugento. – Eu sorri tristemente com a lembrança sentindo lágrimas molhando meus olhos outra vez, e eu desviei o olhar, não querendo que ele me visse assim.

Ele me puxou, me fazendo olhar em seus olhos, ignorando as lágrimas e falou.

– Eu tenho orgulho de você criança, sim, eu fiquei assustado e hesitante ao descobrir sobre isso, mas qualquer um ficaria ao descobrir que o mundo que vivemos é totalmente diferente do que pensamos. Isso não muda o fato de que você ainda é minha afilhada preferida. – Eu sorri divertida e disse em tom brincalhão.

– Eu sou sua única afilhada. – Isso pareceu aliviar subitamente a tensão e ele sorriu revirando os olhos para mim.

– O que quer que seja criança! – Nós rimos por alguns segundos e eu o abracei novamente.

– Obrigado tio. Você não sabe o quanto suas palavras são importantes para mim. E saber que você se sente exatamente como diz ajuda bastante. – Ele sorriu de volta, não estranhando meu comentário sobre suas emoções, desde que ele leu todos os diários ele deve ter lido parte sobre a minha espécie e sabe todos os meus poderes, ou a maior parte deles, incluindo sentir as emoções.

– Não há de quê querida. – Ele respondeu. – Agora esse velho vai entrar para assistir um bom jogo na TV e relaxar um pouco. Já não sou como antes huh? – Ele brincou. Eu sorri. – Tchau querida. Até mais. – Ele disse se virando e começando a entrar em casa.

– Adeus Tio Billy. – Foi tudo que eu respondi antes de entrar no carro e partir.

Billy Black POV:

Entrei em casa sentindo uma sensação incomoda de que algo ruim estava prestes a acontecer e voltei a pensar sobre minha afilhada.

A leitura sobre sua espécie, e seus relatos pessoais sobre si mesma, me ajudou a entender muita coisa sobre ela. Eu principalmente entendi que ela ainda era minha afilhada e eu ainda a amava da mesma forma que antes. Meio anjo ou não.

A única coisa que tinha mudado é que ela também usava suas habilidades sobrenaturais para exterminar o mal desse mundo assim como os meninos, exceto que ela caçava não só sanguessugas, mas todo o resto das criaturas ruins.

Sua visita inesperada me surpreendeu. E sua atitude estranha também. Seu rosto não mostrava nada, mas seus olhos pareciam cansados... Velhos... Doloridos... Eu não comentei nada, porque ela parecia estar fazendo um esforço para não me deixar ver isso, e achei que ela queria um pouco de privacidade.

Quando ela me abraçou eu senti que algo estava errado. Ela parecia uma criança carente de colo e carinho. Mesmo que não demonstrasse isso. Eu a abracei de volta tentando fazê-la sentir por meio desse gesto que eu estaria aqui se ela precisasse, e recebi de volta uma sensação de paz e alivio ao mesmo tempo, estranhamente quase da mesma forma que eu me senti quando ela usou seus poderes para curar o corte em minha mão alguns dias atrás, exceto que a sensação foi mais forte nesse momento.

Enquanto ela guardava os diários no carro, eu senti uma súbita vontade de dizer a ela que nada que tinha acontecido importava, que eu ainda a amava independente de tudo. E foi isso que eu fiz. Ela parecia tão vulnerável com minhas palavras. A dor horrível em seus olhos quando ela desviou o olhar cheio de lágrimas... Eu me senti terrível apenas observando aquilo.

Eu senti um peso em meu peito sumir quando eu assegurei a ela que independente da porcaria sobrenatural ela ainda era como minha filha, e ao mesmo tempo eu senti uma aflição terrível quando me despedi... Como se não fosse vê-la por um bom tempo.

Balancei afastando esses pensamentos ruins e fui para a cozinha esquentando um pouco de café e colocando em uma xícara, antes de pegar alguns muffins que Jacob trouxe da casa de Sam e me dirigi à sala. Tentei equilibrar a xícara e o prato de Muffins enquanto pegava o controle da TV, mas essa droga não deu certo e os Muffins caíram, antes que eu pudesse impedir o café derramou também caindo diretamente em meu colo e eu soltei um grunhido de dor saltando da cadeira ao sentir a pele queimando.

Puta merda isso dói! Exclamei do chão... Espera? Do chão? Olhei em choque para a cadeira de rodas à minha frente em seguida para minhas pernas dobradas em minha frente e experimentei mexe-las lentamente. Senti lágrimas de alegria em meus olhos, já tendo esquecido completamente a dor do café quente em minha pele, na verdade eu gostava da sensação agora! Eu podia sentir!

Eu estava sorrindo como um bobo com esse pensamento até que olhei para meu lado onde alguns muffins, os restos da xícara de café, o controle da TV e um envelope branco dobrado com meu nome escrito em caligrafia cursiva que eu reconheci imediatamente. Isabella.

Peguei o envelope com cuidado olhando em dúvida para ele antes de criar coragem e lentamente abrir.

‘Tio Billy;

Quando você ler essa carta, você provavelmente já deve ter percebido que pode mover as pernas novamente estou certa? Eu achei que seria um presente adequado, não o suficiente para agradecer tudo o que você fez por mim, mas achei que lhe faria feliz.

Primeiro de tudo, eu gostaria de agradecer infinitamente por se sentir da forma que você fez. Quando eu bati em sua porta sentia-me como uma criança assustada novamente. Tinha medo de que você, assim como os outros tivesse medo, nojo ou desprezo por mim depois de descobrir meu segredo. Eu fiquei surpresa, mas imensamente feliz ao descobrir que você não só se sentia exatamente como antes para mim, mas ainda me tratava como se eu fosse apenas a sua afilhada. A garota desajeitada e humana que não sabia nada sobre o mundo real. Era uma ilusão é claro, mas ainda sim, ela me proporcionou momentos felizes que eu serei eternamente grata. Estava me sentindo quebrada ao bater em sua porta com o objetivo de pegar os diários e desaparecer completamente de suas vidas como todos parecem querer, e seu amor incondicional e imutável por mim me fez senti querida e amada como eu desejava ser. Você foi o pai que eu precisei e me deu forças para que eu me sentisse bem o suficiente para seguir em frente e não embarcar nessa viagem para a vida real sem me sentir como se não tivesse algo para continuar a lutar.

Os últimos dias se tornaram um inferno para mim, sentir como todos realmente se sentem em relação a mim, ver como seus comportamentos mudam bruscamente ao meu redor como acontece desde que minha identidade foi revelada, doeu em minha alma, e me fez perceber que La Push não é o meu lar. Nem é Phoenix ou qualquer lugar esquisito que Renné deseje morar. Meu lugar não é especifico. A partir de agora tudo que eu tenho é meu carro, minhas roupas e minhas armas. Minha vida é o meu trabalho, Matar monstros e proteger inocentes, assim como o pai de todos nos mandou, mas eu quero que você saiba que eu sempre vou amá-lo como o pai que você é para mim. Aquele que se importou e não me julgou. Eu serei por toda a eternidade grata à você, de uma forma que você não pode nem imaginar.

É triste saber que aqueles que você um dia considerou família podem de repente fazer você se sentir no inferno, mas eu acho que entendo. O que eu faço... O que eu sou, é algo que poucos podem aceitar. Apenas monstros e caçadores como eu podem entender realmente e aceitar esse fato. Há poucas pessoas com quem eu me importo, e uma delas é você. Sei o quando o acidente com tia Sarah o afetou, sei que não posso trazê-la de volta para você, mas se eu pudesse eu faria. Eu quero que você seja feliz, seja feliz por mim, e eu serei eternamente feliz com esse fato.

Não posso garantir que nos veremos novamente, eu ainda me sinto estranha nesse lugar, eu entendo que você considera essa reserva seu lar, mas ultimamente ela tem se tornado meu inferno pessoal e como eu disse anteriormente... Eu ainda não quero conhecer o diabo... Por favor não se culpe ou sinta triste por minha partida, não mude sua vida ou suas atitudes por minha causa, no fundo eu sempre soube que meu lar era a estrada. Sempre amei a sensação aventureira de liberdade que sinto antes de uma caçada, a emoção da batalha... Sei que não disse, mas uma das minhas características angelicais é o amor pela luta, acho que vem com o título... Em fim, obrigada por tudo, sei que você deve estar pensando que eu vou fazer besteira, entrar em depressão e tentar me matar ou algo assim, mas não se preocupe, tive tempo de chorar e lamentar pela morte da humana que fui, mas é hora de parar de negar quem eu sou e seguir em frente. Eu sou um Nefilin, uma caçadora, e é meu dever proteger os inocentes, e eu amo fazer o que eu faço. Voltar para essa vida ainda mais de forma permanente, sem me preocupar em voltar pra casa antes que Renné chegue em casa ou alguém perceba que eu saí... É refrescante, libertador. E é algo que me faz feliz, ficar presa em um só lugar não é pra mim, ainda mais quando se tem a eternidade para se viver. Então, não, eu não vou ser uma maricas e me detonar por algo tão tolo, vou seguir em frente e ficar bem, não se preocupe.

Espero que o conhecimento dos diários tenha ajudado em alguma coisa,

Amo você;

Sua sobrinha,

Isabella’

Continuei olhando para a carta sem realmente vê-la, o choque era a emoção principal que eu sentia. A dor era a segunda e a raiva era a ultima.

Enquanto eu absorvia o conteúdo da carta, sentindo lágrimas, de fúria e pesar caindo dos meus olhos eu vi um segundo papel dentro do envelope, o abri com medo, mas esperançoso de que ali tivesse um bilhete dizendo o quão bobo eu era, que ela não estava indo embora e isso tudo era só uma pegadinha de mal gosto. Mas meu coração afundou ao ler o bilhete.

Esses números de telefone, são de pessoas que não hesitariam em ajudá-lo se você tiver em problemas, o meu tipo de problemas. Esses contatos, são dados apenas a pessoas estritamente confiáveis, e nesse momento você é uma das pessoas que eu confio com minha vida. Eu gostaria de pedir que você mantenha-os para si mesmo, principalmente porque esses números são de emergência. Você deve perguntar por essas três pessoas Sam ou Dean, ou Bobby. Basta dizê-los que eu dei o contato e eles vão ajudá-lo se você precisar.

Mais uma vez, por favor, mantenha os números às escuras para os outros. E não tente me encontrar a não ser que seja caso de vida ou morte.

Aqui estão. 987-765; 956-457; 903-159; 914-930.’

Eu olhei para o papel, escutando então o barulho da matilha se aproximando da casa e rapidamente guardei o último papel dentro do bolso traseiro, somente à tempo de Jacob entrar na sala com os outros.

– Pai! – Ele gritou correndo para me ajudar. – O que aconteceu, você se machucou... – Ele se abaixou ao meu lado para me pegar e me colocar de volta na cadeira maldita mas eu bati em sua mão me afastando.

– Não toque em mim garoto! Nesse momento eu poderia matar todos vocês e não me sinto como olhar par suas caras estúpidas. – Eu cuspi com raiva lembrando do conteúdo da carta em minha mão. Apertei a carta pegando o envelope e me levantei vendo os rostos chocados de todos, principalmente meu filho.

– Pai o que...? Como...?

– Como? Bella usou seu poder para me curar, antes dela dar o fora dessa reserva porque vocês filhos da puta a trataram como monstro nos últimos dias. Era isso que vocês queriam? Ela foi embora? Pra sempre! Estão satisfeitos? Espero que estejam, porque eu nunca estive mais decepcionado com cada um de vocês do que estou agora. – Eu usei o tom que usava nas reuniões tribais para eles entenderem que eu estava falando sério aqui. Todos eles pareciam confusos, chocados e um deles, em pânico.

– O que? Ela foi embora? Como ela foi embora? Ela não pode... Como você sabe? O que ela disse? Quando ela foi? Nós precisamos achá-la! Ela não pode ir! – Paul estava em completo pânico.

– Cale a boca rapaz! – Eu repreendi. – Você tratou sua marca como merda e merece a dor que está sentindo agora. Nenhum de vocês vai atrás dela só para tratá-la como uma aberração novamente...

– Mas nós não... – Jacob começou.

– SILENCIO! – Eu gritei com raiva. – Nós não o quê Jacob Ephraim Black? Não sentiram-se diferente com ela? Não agiram estranho ao redor dela desde o que aconteceu? Não a trataram como se ela fosse o monstro do Dr Frankienstein?

– Mas ela machucou a menina... Ela é uma ass...

– CALADA! – Eu gritei me virando para Kim, a interrompendo. – Você não sabe de nada criança tola. A menina naquele dia, estava possuída por um demônio, os olhos pretos e a água benta foram a indicação. A menina verdadeira, foi aquela que chorou e foi confortada pela minha afilhada depois que o demônio estava morto. A menina verdadeira está com seus pais na sua casa sem nenhuma lembrança do acontecido. Então não venha me dizer o que minha afilhada é ou não é porque vocês julgam pelo que querem ver não o que realmente é. Isabella foi embora, e não tem planos para voltar. Se vocês tivessem prestando atenção, teriam percebido que ela tinha sumido há horas. Querem uma prova? Aqui está. A carta que ela deixou como tiro de despedida. Sinceramente se eu tivesse uma arma agora eu gostaria de atirar em cada um de vocês. – Joguei a carta em cima de Jacob que a pegou ainda de olhos arregalados no chão. – Quero esta carta de volta intacta quando terminarem de ler. E quero seus traseiros longe da minha casa antes que eu mude de idéia e decida que uma faca é uma boa arma. – Eu cuspi e pisei furiosamente para fora da sala, e batendo a porta do quarto trancada enquanto me dirigia para o banheiro.

Tomei um banho longo, o tempo todo, nunca escutando um ruído se quer da sala. E logo me deitei pensando em minha afilhada e rezando para que em qualquer lugar que ela esteja, ela estivesse bem.

Fim do Capitulo.


Notas finais
Toma filhos da puta! Quem aí além de mim e o Billy quer matar toda essa cambada de malditos? Eu gostaria de convidar os Volturi, e todos os vilões cruéis para picá-los em pedacinhos... Se eu fosse a Bella eu dava uma de Voldemort e tacava um Avada Kedavra nesse monte de Putas e Putos! Principalmente Charlie e Paul! Que droga! Pra onde será que Bella vai agora huh?E a carta? O que vocês acharam da atitude do Billy com o pacote? Kim é uma vadia não? Eu não me sinto muito agradável para ela ultimamente, não sei como Jared agüenta... O que vocês acharam da carta da Bella para Billy? E do bilhete com os números de Sam, Dean, Bobby e... Em fim, o que vocês acham que vai ser a reação de todos ao lerem a carta e finalmente perceberem os desgraçados que são? O que vocês acham que e Billy leu nos diários sobre a espécie da Bella? A dúvida sobre quem é Kally ainda continua não é? Quem vocês acham que ela seja realmente? Hmmm Mistério... rsrs, espero que continuem gostando da fic!

Bjs e até a próxima!