Notas iniciais
Oiii! Mais uma fic huh?
Espero que essa faça tanto sucesso como as outras e entretenha vocês nas horas vagas e entediantes!
Alguns avisos:
O Pai de Charlie era Quileute, ou seja Charlie é meio Quileute e Bella tem um quarto de sangue Quileute. Há uma mudança na linha do tempo, Jake, Quil, Seth e Embry já estão transformados quando Bella chega, e Charlie sabe o segredo da tribo.
Sem mais delongas... Boa leitura!

Bella POV:

Suspirei cansada e sonolenta enquanto descia do avião observando o céu nublado. Nunca pensei que voltaria para morar com Charlie. Eu não via Charlie há anos. A última vez foi quando eu tinha quatro anos e tinha ido passar o verão com ele em Forks. Nós nos falávamos quase sempre por telefone até que eu completei onze anos e minha vida ficou mais agitada.

Depois de todo o procedimento padrão do aeroporto com os passageiros, eu finalmente pude pegar minhas malas e sair para o estacionamento onde Charlie tinha dito que estava me esperando.

Quando eu liguei pedindo para morar com ele, Charlie ficou mais que surpreendido, e incrivelmente feliz. Eu me senti mal por negligenciá-lo durante tanto tempo e fiquei feliz que ele prontamente aceitou minha proposta. Renné e Phil tinham decidido que eu tinha ficado tempo demais sozinha em Phoenix e desde que eles viajavam tanto era melhor pra eu ir morar com Charlie, eu aceitei, pois sabia que Renné se sentia mal por me deixar sozinha sempre que Phil tinha que viajar.

Eu fiquei surpresa ao descobrir que Charlie tinha se mudado para a casa de seu pai em La Push alguns anos atrás, embora ainda fosse chefe de policia de Forks. Eu me lembrava vagamente de passar as tardes na praia brincando com o filho do melhor amigo de Charlie, infelizmente, eu não conseguia lembrar o nome de nenhum dos dois, embora ainda me lembrasse de seus rostos.

Caminhei através das inúmeras pessoas, familiares e passageiros, ignorando todos os olhares em minha direção, até a saída do aeroporto saindo para o estacionamento. Procurei ao redor pela caminhonete vermelha de Charlie e a encontrei um segundo depois do outro lado do estacionamento. Percebi Charlie caminhando em minha direção com um largo sorriso no rosto e sorri um pouco envergonhada lembrando-me novamente que o tinha negligenciado em minha vida por anos.

Ele não parecia nem um pouco chateado com isso, simplesmente correu em minha direção e me abraçou com força.

- Bells! – Ele chamou animadamente se afastando um pouco e sorrindo novamente. – Você está tão grande querida... E tão linda! Nem parece aquela garotinha tímida e desastrada que era quando mais nova! – Eu sorri carinhosamente para ele e falei.

- Obrigado. Eu também senti sua falta papai. – Ele sorriu e pegou uma das minhas malas, enquanto eu insisti em carregar a outra, e ele me guiou para a caminhonete.

A viagem se passou em um silencio mutuo e confortável. Eu estava pensando em como minha vida mudaria a partir de agora. Eu não queria envolver Charlie nas partes mais perigosas da minha vida, não queria colocá-lo em risco, por isso minhas saídas ficariam mais difíceis, eu teria que ser mais sorrateira para não deixá-lo desconfiado.

- Chegamos. – Charlie falou me tirando dos meus pensamentos. Olhei pela janela percebendo que já estávamos na reserva. Eu nem tinha visto Port Angeles ou Forks durante o passeio, mas eu poderia visitar depois. Saí do carro junto com Charlie que foi direto para o porta-malas retirando as duas malas que eu tinha trago. Peguei uma delas, a mesma que tinha carregado no aeroporto enquanto ele levava a outra, não que eu não pudesse carregar as duas facilmente, mas isso o faria desconfiado.

Ele me levou para a casa familiar que eu passava os fins de semana dos verões junto com Charlie e meu avô que tinha falecido quando eu tinha sete anos. Charlie me mostrou meu quarto, que tinha paredes roxas, com uma cama de casal num canto, uma mesa de cabeceira, uma escrivaninha perto da janela, algumas prateleiras na parede, e duas portas que levavam para um banheiro e um closet.

Charlie disse que jantaríamos na casa de Billy Black, a quem eu agora me recordava ser o melhor amigo de Charlie e pai do meu melhor amigo de infância Jacob Black. Charlie parecia ansioso para que eu encontrasse Jacob e seus amigos, tão ansioso que quase me fez desconfiada, mas antes que eu pudesse perguntar algo ele saiu para me deixar arrumar minhas coisas no quarto avisando que eu devia estar pronta às sete horas.

Passeia as horas seguintes arrumando todas as minhas coisas no meu novo quarto, arrumando minhas roupas no closet, meus cremes e material higiênico no banheiro, livros e CDs nas prateleiras da parede, e algumas fotos na escrivaninha e mesa de cabeceira.

Só terminei de arrumar tudo quando já eram seis e meia, por isso tomei um banho rápido antes de ir me arrumar. Coloquei uma bota de couro marrom sem salto que facilitava a locomoção, uma legging preta simples, uma blusa de mangas longas preta, com uma gola alta e meio folgada que não se apegava ao meu pescoço, mas caia frouxo ao redor da minha garganta. Coloquei um cordão de prata que dava duas voltas ao redor do meu pescoço dando a impressão de que eu usava dois cordões, um maior que o outro. Eu usava também um anel de prata com uma pedra branca que combinava com minhas unhas pintadas também de branco. Uma maquiagem escura e básica nos olhos, lápis, rímel e sombra, passando apenas um gloss de menta transparente nos lábios.

Não amarrei os cabelos nem nada, apenas os deixei cair naturalmente ao meu redor. Olhei para o relógio percebendo que já eram sete horas e corri pegando minha jaqueta de couro e minha bolsa com carteira e celular, mesmo que eu fosse apenas para a casa dos Black nunca se sabe quando vai precisar. Caminhei para o Closet rapidamente e puxei a maleta preta que ocupava quase toda a maior e mais alta prateleira do closet escondida atrás de algumas caixas de sapato colocando o código para abertura e pressionando meu polegar no sensor de digitais. A maleta se abriu e eu imediatamente peguei alguns dos objetos mantidos ali os escondendo em minhas roupas antes de fechar a maleta e escondendo-a novamente.

Desci as escadas em alta velocidade encontrando Charlie quase transbordando e animação e ansiedade na sala, não se preocupando que eu estava quase dez minutos atrasada.

- Você está linda querida. Pronta? – Perguntou ele alegremente enquanto caminhava para a porta balançando as chaves de casa distraidamente.

- Obrigada papai, você também está ótimo. Estou pronta. – Falei contente enquanto o seguia.

- Nós vamos a pé mesmo, afinal ele mora apenas dois quarteirões daqui... Espero que não se importe. – Charlie disse pra mim.

- Não me importo. Vamos. – Eu disse quando o vi fechar a porta. – Hmm, papai? – Chamei lembrando-me de algo.

- Sim Bells? – Ele respondeu alegremente.

- Será que eu poderia pegar a caminhonete emprestada para ir à Port Angeles amanhã? – Perguntei.

- O que você vai fazer em Port Angeles, Bells? – Perguntou franzindo o cenho.

- Eu preciso comprar um carro, sabe, pra você não ter que ficar me levando pra todo lugar. – Eu disse soando levemente indiferente.

- Oh, claro... Precisa de dinheiro? – Perguntou.

- Não precisa. Eu tenho o suficiente. – Phil e Renné tinham me presenteado com um cartão sem limites quando eu tinha 14, Renné tinha dito que toda adolescente merecia ter um desses para se divertir no shopping e Phil apenas tinha comentado que eu podia gastar quanto quisesse, segundo ele, o dinheiro não faria falta afinal eles tinham o suficiente para nem saber com o que gastar tudo. Eu tinha sido hesitante em usá-lo no inicio, mas depois eu relaxei um pouco usando quando necessário.

Charlie assentiu para a minha resposta e caminhamos o resto do caminho em silencio, até chegarmos a uma casa vermelha aconchegante, que trazia flashes de lembrança da minha infância. Eu podia escutar as conversas e risos masculinos vindos de dentro da casa, e sabia que eu seria a única menina no meio de todos os homens.

Eu iria bater na porta, mas antes que fizesse Charlie se adiantou abrindo e entrando sem nenhuma preocupação. Arqueei uma sobrancelha levemente para isso, mas dei de ombros e o segui, esperando que isso não irritasse os proprietários.

Ele seguiu diretamente para a sala, onde estavam sete caras enormes seminus, todos incrivelmente musculosos e bonitos.

- Boa Noite rapazes. – Charlie cumprimentou animadamente.

- Boa noite chefe! – Foi à resposta coletiva que ele teve.

- Onde está Billy? – Charlie perguntou.

- Na cozinha. – Uma voz masculina e rouca respondeu.

- Oh, eu vou vê-lo, você pode ficar aqui com os meninos ok, Bells? – Charlie perguntou se virando pra mim. – Tenho certeza de que vocês se darão muito bem. – Eu apenas assenti com um sorriso pequeno e me virei de volta para os meninos enquanto Charlie saia para a cozinha.

Todos eles estavam me analisando de boca aberta.

- Bells? – Um dos grandões chamou em uma voz chocada. Olhei para ele franzindo a testa tentando colocar seu rosto com um nome antes que a imagem de um menino magro com olhos castanhos, cabelos negros longos e um sorriso feliz, me veio à mente.

- Jake? – Perguntei incrédula. Puta Merda! Se ele não tivesse sorrindo exatamente como eu me lembrava eu nunca o teria reconhecido. Ele tinha músculos em lugares que eu nem sabia que era possível, seus cabelos estavam curtos, ele usava apenas um calção, que deixava a mostra seu corpo perfeito. Ele tinha uma tatuagem no braço e não parecia quase em nada com o garoto magricela que eu me lembrava.

Ele pulou do sofá correndo pra mim e me abordando em um abraço de urso animado. Ele me rodou no ar enquanto eu ria de sua atitude.

- Uau! O que você anda comendo garotão? Está fazendo grande efeito... – Eu sorri o analisando de cima abaixo assim que ele me pôs pra baixo.

- Eu não sou o único! Você está tão grande! Embora ainda continue baixinha. – Eu rolei os olhos para ele e coloquei um bico.

- Eu não tenho culpa se você é um gigante! Qualquer um parece baixo pra você! – Ele riu me abraçando novamente e me puxando para mais próximo dos outros.

- O que você disser querida. – Ele zombou. – Estes são Embry Call, — Ele apontou para um dos gostosos seminus que sorriu e assentiu para mim, ainda me verificando de cima a baixo parecendo gostar do que via. — Quil Ateara, — Ele apontou para o seminu bronzeado que estava sentado ao lado de Embry. Quil também me verificava, mas eu não podia ver nenhum interesse luxurioso ou algo assim. Ele parecia simplesmente curioso e animado. — Jared Cameron. – Apontou para outro dos gostosões, sentado numa poltrona sozinho. Ele sorriu e acenou para mim, verificando-me da mesma forma que Quil fazia. – Seth Clearwater. – O que parecia ser o mais jovem do grupo, embora não menos gostoso, acenou e sorriu largamente para mim, parecendo muito feliz e animado, embora tivesse me verificado um pouco antes dos cumprimentos. – Sam Uley. — Ele era de longe o mais alto e mais musculoso de todos, com uma aura de imponência ao seu redor. — E Paul Lahote. –– Jake apontou para o último dos gostosos que estava me secando descaradamente com um sorriso no rosto. Eu sorri e o analisando dos pés a cabeça. Ele tinha os cabelos curtos e espetados completamente negros, seu corpo era grande e musculoso, ele usava calções jeans folgados que deixavam à mostra o inicio do V de seus quadris, seu abdômen era cheio de gominhos fortes e perfeitos, sua pele em um tom lindo bronzeado meio avermelhado, e seus olhos eram negros como breus, tão profundos que eu me senti puxada para eles, observando quase hipnotizada.

Jake me acotovelou discretamente e eu mordi o lábio, envergonhada, ao perceber que estava encarando por um tempo. Paul continuou me olhando de uma forma quase... Em transe, então Jared zombou o dando um soco no lado fazendo-o rosnar e acordar de seu estado hipnótico... Chequei se tinha deixado minha aura muito à mostra para causar essa reação, mas não. Minha aura estava perfeitamente normal, em um nível que passava imperceptível para os outros, a aura parecia quase humana. Somente um especialista nisso poderia dizer que tinha algo escondido por trás dela.

- É um prazer conhecê-los meninos. – Eu falei em uma voz cantante e animada ignorando totalmente o que tinha acabado de acontecer. Ele provavelmente era apenas um daqueles caras que ficam assim ao ver alguma garota bonita.

- O Prazer é nosso. – Embry disse sorrindo enquanto mexia as sobrancelhas e eu não tive como não acompanhá-lo. Outro rosnado emergiu de Paul e eu o olhei desconfiada percebendo que ele tremia ligeiramente. Jared o socou novamente sorrindo como se soubesse de um segredo obscuro, o que fez Paul o encarar com raiva antes de seguir o olhar de Jared em minha direção. Assim que seu olhar encontrou o meu ele pareceu envergonhado e temeroso, em seguida ele desviou o olhar. Estreitei levemente os olhos para sua atitude antes de voltar-me para Jake.

- Então garotão, vamos ficar em pé a noite toda? – Zombei. Ele sorriu para mim e se jogou no sofá ocupando quase todo o espaço com todo o seu tamanho monstruoso. Eu rolei os olhos e levantei suas pernas me sentando antes de baixá-las novamente.

- Então Bella, porque se mudar pra cá? – Quil perguntou. Embry o acotovelou o fazendo resmungar um ‘Ai’ e sussurrar “O que?”. Embry apenas rolou os olhos enquanto Paul parecia querer socar e agradecer Quil ao mesmo tempo.

Eu ri para suas travessuras e respondi.

- Minha mãe sentiu que não podia mais me deixar sozinha em casa para viajar com seu marido, e pensou que fosse uma boa idéia me mandar para morar com meu pai.

- E você não queria vir...? – Embry questionou, meio afirmando, meio perguntando.

- Inicialmente não. Mas depois eu pensei que fosse bom para passar um tempo com Charlie. Depois de tantos anos longe, vai ser bom uma reaproximação. – Eu dei de ombros e eles assentiram.

- Você vai pra escola da reserva? – Seth perguntou esperançoso.

- Não. Eu me matriculei na escola de Forks. – Seth fez um biquinho enquanto Paul parecia que alguém tinha tirado seu presente de natal.

- Por quê? – Perguntou Paul em uma voz chorosa que me fez rir.

- A escola da reserva não tem as classes avançadas que eu preciso. – Eu falei.

- Classes avançadas? Em que matéria você tem classes avançadas? – Jared perguntou interessado.

- Bem... Em quase todas. Eu só não tenho aulas avançadas em Musica e Ginásio. – Todos eles me olharam impressionado e eu me remexi um pouco desconfortável. Não é como se eu fosse um gênio ou algo assim, a escola de Phoenix tinha apenas um programa de ensino mais avançado que o daqui.

- O jantar está na mesa! – Gritou uma voz masculina, que eu assumi ser de Billy, vinda da cozinha. Todos os meninos se levantaram correndo pra cozinha como se os cães do inferno estivessem perseguindo-os e eu segui atrás rindo de seus maneirismos. Quando eu entrei na cozinha todos os rapazes já tinham se sentado e estavam começando a se servir enquanto Billy e Charlie riam já com seus pratos cheios.

- Venha Bells, sente ao meu lado. – Jake chamou com a boca cheia. Eu franzi o nariz e falei.

- É melhor não Jake, eu não quero correr o risco de ser soterrada com toda a comida que está caindo da sua boca... – Eu ri junto com os rapazes e Billy falou.

- Sente ao nosso lado Bella, é longe o suficiente dos meninos para você não estar em risco. – Eu ri para ele.

- É bom ver você novamente Billy. – Eu falei me sentando ao seu lado e colocando um pouco de comida em meu prato.

Em sua maioria o jantar passou sem conversas, desde que todos estavam ocupados de mais devorando suas comidas. Eu terminei de comer antes que os outros e só passei a observá-los comer. E eu vou te dizer algo, esses meninos comem o suficiente para alimentar um exército! Como eles conseguem ter esses corpos perfeitos com toda essa gordura e massa? Eles devem fazer academia ou algum tipo de esporte...

Voltei meu olhar para Paul, o que me irritou minimamente, durante todo o jantar meus olhos sempre pareciam escorregar em sua direção. Ele comia muito, como todos os outros, mas eu podia perceber que seus movimentos eram um pouco mais controlados, como se ele tivesse se esforçando para não parecer um porco total como os outros faziam. Os outros pareciam perceber isso, o que provou que este não era seu comportamento normal, e continuavam a lançar olhadas zombeteiras e divertidas para ele que apenas bufava mastigando sua comida.

Enquanto eu os observava, deixei minha mente vagar para as perguntas que vinha me perturbando desde que os conheci. Estávamos na cidade mais fria e chuvosa do país. Com vários graus abaixo de zero, como esses rapazes conseguiam andar por aí como se estivessem prestes a tomar uma onda numa praia ensolarada? Eles não pareciam nem sentir o frio ao redor, é claro, eu também não sentia, ou melhor, eu não me sentia incomoda por isso, mas eles faziam parecer que estávamos no meio da Califórnia! Eu também tinha percebido que Jacob tinha a temperatura anormalmente quente. 108 graus Celsius! Como diabos ele conseguia manter isso sem ter seus órgãos cozinhando ou desmaiar? Eu sabia que não podia ser doença. Era fisicamente impossível para um humano atingir essa temperatura. Além disso, Jacob parecia perfeitamente normal. Olhei para os outros, nenhum deles parecia ser mal, é claro, muitos deles não pareciam ser mal. Mas estaria minha teoria correta? Eles não são humanos? E se não forem? O que eles eram? Eram perigosos? Machucavam inocentes? Charlie fazia parte disso? Quem mais sabia disso?

Por hora, decidi manter minha suspeita para mim mesma, não podia confrontá-los, eu estava em menor número e não sabia quantos eles eram. Além disso, se minha teoria estiver errada, o que é uma possibilidade de 10% em 100, eles vão me achar louca e provavelmente tentar me enviar para um hospício. Eu iria continuar a fingir ser a pessoa mais normal do mundo, ou pelo menos humana, e continuar a observá-los por um tempo. Eu teria que descobrir o que eles eram e se eles eram perigosos. A última parte seria mais fácil do que a primeira, mas eu faria isso. Precisava chegar em casa e olhar para os diários. Quem sabe contenha alguma informação que me ajude a desvendar esse mistério escrita em suas páginas. Eu poderia também, discretamente tirar informações deles, mas teria que ter o máximo de cuidado, eles não poderiam desconfiar de nada ou eu poderia estar em perigo.

Fim Do Capitulo.

Notas finais
Então o que acharam do primeiro capitulo? Devo continuar?
Bjs e até a próxima!