Notas iniciais
Oi gente to eu aqui de novo repostando essa fic mais uma vez porque de novo achei erros e concertei, prometo que vai ser a última vez.
To bem nervosa porque essa fic é muito especial pra mim eu amo ela porque eu queria (e acho que alguns outros wolfies também iam querer) que fosse o ep.
Não vou mais enrolar, podem ler e espero que vocês amém ela do jeito que eu amo

enjoy!

Sentia os impulsos elétricos de Kira sobre o meu corpo. Doía mas a dor era suportável, como se estivesse varias agulhas sobre ele. De repente, a dor passou e um formigamento começou sobre as minhas pernas subindo cada vez mais. Tinha dificuldade de respirar e podia ouvir meu coração bater cada vez mais devagar. Então era essa a sensação de morrer?

Um gosto de metal se alastrou em minha boca e tudo começou a escurecer enquanto mal podia sentir ou ouvir meu coração.

— E então, ele vai ficar bem?_ ouvi a voz de Kira

— Sim, tudo ocorre perfeito, ele irá nos ajudar muito_ sra.Yukimura a tranquilizava

— Volte pra mim meu filho, só depois volte pra mim_ era minha mãe falando, mas sua voz ficava cada vez mais baixa como se ela estivesse se distanciando de mim e realmente estava.

E então foi a ultima coisa que eu ouvi antes de tudo se tornar um imensidão escura

[...]

— Ai meu deus, ele não esta respirando, não escuto seu coração e ele não tem mais pulsação_ Kira estava em desespero

— Claro, eu realmente acho que é isso que acontece quando a pessoa esta morta_ Lydia disse impaciente e recebeu um olhar severo de Stiles_ desculpa, má hora

— Kira, calma, era exatamente isso que era pra acontecer, ele nesse estado vai nos ajudar a chegar ao Benefactor, isso é apavorante pra mim também, mas é a nossa única chance, ele vai voltar_ Stiles disse a ela

— Temos que começar a agir, primeiro, o levar para o hospital_ a mãe da japonesa lhes dava as instruções_ Já esta em contato com os Hale?

— Sim_ Stiles confirmou_ os dois já estão aos arredores do hospital com Liam e Malia para caso aconteça algo

— Então vamos, preparada Melissa? Agora é com você_ sra. Yukimura tentava falar com a mãe de Scott

— Se é isso que tenho que fazer para salvar meu filho e os amigos dele, vamos lá. Vamos pegar o Benefactor.
[...]

No começo tudo era preto. Parecia que estava em um lugar vazio, um vácuo, mas um vento gélido percorria o lugar. Tinha a impressão de estar deitado e em alguns momentos sentia minha coluna reta, porém não minhas pernas. Não sei se ficaria desse jeito até me acordarem novamente – se acordassem – mas começava a me sentir desconfortável e incomodado.

Entrei em desespero porque começo a ter uma sensação de estar caindo, um vento soprava e tinha certeza de minhas roupas se mexiam, mesmo não as vendo. Parecia que não acabava eu caia e caia e não sentia nada a minha volta que simbolizava eu estar dentro de algum lugar ou que havia algo a minha volta. Finalmente parecia que tudo havia ficado parado porque finalmente consegui sentir algo gelado em minhas costas e estava em pé, porque sentia meus pés me darem sustentação. Comecei a tatear o lugar para ter certeza de onde eu estava e senti-me em um espaço pequeno, onde poderia caber uma pessoa em pé ou deitada, sem capacidade de muitos movimento. Forçava a parte em minha frente deduzindo ser a porta, mas nada acontecia, empurrei cada vez mais começando a ficar bravo e nada se movia, a porta parecia não ceder. Concentrei toda a minha força e levei meu punho a parte a minha frente e eu a vi simplesmente voar e bater na parede a mais ao fundo caindo no chão soltando um estrondo.

Realmente era uma porta, a porta de um armário de algum jogador de lacrosse. Olhei a minha volta e reparei o vazio vestiário do time e depois na porta completamente amassada no chão. Treinador provavelmente me mandaria fazer suicídios até meus pés ficarem em carne viva, mas no momento esse não era o maior dos meus problemas. Como eu fui parar no colégio? E porque estava dentro de um armário? Tudo era muito estranho e eu iria descobrir isso mais a fundo.

Andei cautelosamente em direção a saída do vestiário encontrando o corredor vazio. E deveria estar, porque era escuro la fora e parecia que uma chuva vinha devido as arvores que balançavam fortemente. Tudo parecia estar silencioso porem burburinhos eram possíveis de ser ouvidos da entrada de Beacon Hills High School, na área dos estacionamentos. Andei até o portão com certo receio do que iria encontrar já preparado para qualquer tipo de coisa que poderia me acontecer.

Empurrei as portas e apertei meus olhos devido a forte luz que entrou em contato com meus olhos. O Sol estava alto, mas não parecia ser mais que nove horas. O dia se encontrava quente e as pessoas andando por todos os lados exibindo marcas de bronzeados. Era verão e eu tinha a impressão que todos chegavam animados e abraçando uns aos outros pois não se viam há tempos. Primeiro dia de aula.

Parado perto da área do estacionamento das bicicletas avistei Stiles conversando com alguém. Com alguém não, ele conversava comigo. Eu estava diferente, com cabelos mais compridos e roupas desleixadas e Stiles também não era o mesmo. Cabelo ralo e blusas com piadas de nerds as quais não usava a muito tempo. Percebia que conversávamos sobre algo sério, pelo menos da minha parte, pois meu amigo parecia debochar de mim e rir de cada coisa que eu falava. Estava tentando puxar em minha memória o assunto da conversa e notei que constantemente colocava a mão em meu quadril como se algo me incomodasse.

Não existem lobos na Califórnia— consegui ouvir a distancia o que Stiles falava

O meu ataque. Falávamos sobre o meu ataque. A mordida, onde tudo começou.

Se você não acredita em mim em relação ao lobo, então nunca vai acreditar se eu te falar que eu achei a outra metade do corpo— eu disse e Stiles ficou perplexo.

Você esta me zoando?— ele parecia não acreditar e assenti confirmando o que eu vi e ele se empolgou soltando um grito como se tivesse ganhado o bilhete premiado

Bem que eu queria não ter visto, vou ter pesadelos por um mês

Ah Deus, isso é muito legal!— parecia que ele não dera ouvidos ao que o meu outro eu havia dito, estava muito empolgado pra isso. Devia ter tomado muito café antes de ir pra escola

De repente, Stiles começou a fixar o olhar em algo a nossa frente enquanto ainda conversava com o outro eu. Pareceu mais animado do que já estava. Tentei achar o que Stiles olhava e quando encontrei vi que se atendia por cabelos vermelhos e olhos claros.

Deve ser a melhor coisa que aconteceu nessa cidade desde o nascimento de Lydia Martin— ele a encarava enquanto passava_ Ei Lydia você está...

Ela ignorou Stiles e eu completamente, não ouvindo uma palavra se quer algo muito diferente da Lydia de agora.

Parecendo que vai me ignorar— ele completou antes dela sumir entre as pessoas na entrada.

Apenas ri me lembrando daquela época e entrei novamente na escola.
[...]

Olhava confuso para escuridão do corredor. Era totalmente impossível ele estar completamente sem ninguém, como se não passasse pessoas lá há muito tempo. Eu vi Lydia e muita gente entrando mas não tinha nada ali além de mim e armários por todos os lados. Estava nublado o tempo lá fora novamente, agora o céu estava mais escuro e o ar tinha a impressão de estar denso.

Parecendo perder total controle sobre minhas pernas corri até meu armário colocando a senha e o abrindo apressado fazendo muitos papéis caíram no chão. Abaxei-me para recolhê-los estranhando sua grande quantidade e o fato de não me recordar de tê-los colocado la. Folhas amarelas, formulários, fotos de corpos, tudo jogado com coisas escritas com caneta vermelha. Peguei uma foto escrito “Insignificante” atrás e quando a virei, Boyd estava abraçado com uma senhora a qual deduzi ser sua mãe. Um enorme X em vermelho estava em cima do seu rosto e em baixo estava escrito algo que antes não tinha visto: “Sua culpa”. Peguei outra escrito “Vadia”. Erika estava em um balanço rindo. “Sua culpa” estava lá também em baixo do X vermelho em seu rosto. Formulários da policia com casos de motivos sobrenaturais todos com “Tudo isso por sua culpa” e “Assassino” estampado por eles todos.

Estava suando e cada vez mais nervoso. Tudo despejava em cima de mim e a consciência havia finalmente tomado peso em minha mente. Pensei comigo mesmo que se não tivesse sido mordido muitas coisas teriam sido evitadas, muitas vidas estariam poupadas. E eu me considerando a pessoa que sempre se esforçava para ajudar os outros. Senti meus olhos arderem, meus dentes se afinarem e a transformação se completar. Dei um grito achando que extravasaria tudo, o que só me deixou pior e mais nervoso. Fiquei com falta de ar ao pegar mais uma foto ao qual no verso estava escrito “Fraca” e em baixo, no próprio verso com letras garrafais: “Seu maior erro”.

Temendo totalmente o que veria ao virar aquele pedaço de papel, tremendo compulsivamente e com um medo absurdo de aquilo me destruir ao olhar, algo me impediu. Alguém na verdade.

— Scott, para.

Notas finais
O que vocês acharam? Bom? Ruim? Péssimo? Médio?
Queria avisar que vai ser uma short-fic com apenas três capítulos e talvez um epílogo to pensando ainda...
Mal posso esperar para saber o que acharam
Comentem, c-o-m-e-n-t-e-m
XOXO
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.