Notas iniciais
Povo lindo! ~le chove adagas~ Calma eu não sou a Cel! ~le chuva para~ Bem, então vocês devem estar se perguntando, quem sou eu Todos: Na verdade, não Mas eu vou falar do mesmo jeito, eu sou a Mylla, irmã mais nova e mais gata da Cel(convencida) digamos que eu também acompanhava essa história, infernizei a Cel até os últimos minutos, ela se irritou comigo, eu me irritei com ela e eis que ela me nomeia co-autora de não uma, não duas, mas, sim três histórias. E como ela está se recusando a escrever lá vai eu. Eu sei que vocês queriam a Cel, acreditem eu também queria, ficar lá aguardando o próximo capítulo, tentando imaginar o que vai acontecer no próximo e tal, mas, o que temos agora será apenas eu, por isso quero as opiniões de vocês sobre o capítulo. A história! —------------------------------------------------------------------------------------ *Atualização*: Hey povo lindo! Todos: É a Mylla ou a Cel? Cel: Sou eu! A diva! A Cel di Angelo! ~chovem adagas, machados, lanças, monstros e semideuses furiosos enlouquecidos~ Não sei se vocês sabem, mas eu estou reescrevendo a fic! Sim! Cel di Angelo está tentando resolver seu probleminha com o bloqueio criativo tem quase dois anos e eu arrumei a solução! Vou reescrever a fic. Então tenham paciência que a Cel aqui é só uma. Me aguardem só mais um pouco que eu volto com capítulos novos. Me deixem reescrever esses pra me libertar do bloqueio e escrever mais! Não se esqueçam de que continuo amando vocês! ♥

Ya'll mount past slow mo

In another head trip.

Come then now do not correct it,

Let's get ignant let's get hectic.

— Black Eyed Peas, Let's Get It Started

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Apartamento da Thalia, New York,noite de 20 para 21 de Outubro de 2013

Pov Thalia

Se o jeito que Nico saiu do meu apartamento me deixou atordoada? Um pouco.

Um pouco?, minha consciência disse sarcasticamente. Tá mais pra um “É claro”.

Tá bom. É claro! (Satisfeita, consciência?)

Passei a noite inteira revirando na cama, sem conseguir dormir. O que acontecera? Por que Nico correra daquele jeito? Seria algum problema com a família? Um amigo?

Finalmente, às oito da manhã, desisti. Já não aguentava mais ficar na cama e me levantei.

Tomei um banho quente ainda com a cabeça cheia, e assim continuei enquanto preparava um copo de leite com chocolate e biscoitos. Quando sai da cozinha me joguei direto no sofá da sala, então os pensamentos que eu tanto tentava reprimir invadiram minha cabeça.

Já fazia muito tempo que ele saíra. Ele poderia ter se metido em confusão ou até mesmo estivesse com problemas, mas, se fosse isso, por que não contar a mim?

Vocês se reencontraram a pouco tempo. Minha consciência não conseguia ficar calada.

Eu sei, pensei. Mas ele não poderia confiar em mim pra dizer qualquer coisa?

Talvez sim. Pessoalmente, penso que não. Pelo menos não ainda. Convenhamos, Thalia. Vocês eram crianças. Muita coisa mudou entre vocês.

E como minha consciência só estava me dando conselhos inúteis, resolvi pegar um livro qualquer na estante pra ler. Descobri alguns minutos depois ter pegado Divergente. Realmente era muito bom o livro e assim que descobri como era cada facção, eu me identifiquei, invariavelmente como uma pertencente à Audácia. Quando estava indo para o último capítulo do livro, resolvi preparar algo para comer.

Olhei pela janela do apartamento. Era quase por-do-sol.

Não havia percebido como o tempo passara rápido. Nico não havia retornado ao meu apartamento, muito menos Percy ou Annabeth. Olhei para o pequeno calendário colado à porta da geladeira e logo ri de mim mesma. Era óbvio, hoje era segunda-feira, provavelmente todos estavam trabalhando.

“Thalia, sua vagabunda, vai trabalhar!” vocês devem estar pensando. Para a informação de vocês, eu tenho um trabalho e ele vai muito bem, obrigado. Eu tinha uma agente, Reyna Avila Ramirez-Arrelano, mas ela não havia ligado. Pelo menos eu esperava, já que meu celular esteve do meu lado durante toda a tarde. Imaginei se não o deixara por acidente no silencioso, mas estava com preguiça demais para conferir.

Olhei para o relógio no canto da cozinha. Seis da tarde. Ainda estava muito cedo para o jantar, mas eu não havia comido nada depois do café, então, peguei o resto do pacote de bolachas e uma garrafa de refrigerante na geladeira.

Depois de lanchar, tomei um banho relaxante, tentando expulsar minhas preocupações com Nico, o que obviamente não funcionou.

Então uma ideia absurda – pelo menos uma que eu imaginava ser absurda – passou pela minha cabeça. E se aquela mensagem fosse de outra?. Eu poderia ser amiga de infância de Nico, mas nenhum de nós tocou no assunto “namoro” enquanto conversávamos. E se ele estivesse namorando e em um momento forte, como no show, ou de carência, como na hora que ele fez manha pelo machucadinho em seu pé, viu que eu estava ali, sozinha e estonteada pela sua aparência?

Poderia ser aquilo, eu poderia ser apenas mais uma, uma garota pro fim de semana. Porque não?

Mas ele tem aquele sorriso tão fofinho..., começou minha consciência.

Os fofinhos e que parecem mais inocentes são os mais perigosos, respondi.

Resolvi que ficar em casa sem fazer nada e com apenas a minha consciência pra me fazer companhia era um destino cruel, então resolvi sair. Vesti uma calça jeans, blusa de frio do Ramones e salto alto, tudo preto, fiz a maquiagem pesada, peguei um cartão colocando-o no bolso da calça e sai do apartamento.

A neve cobria tudo de branco do lado de fora, mas mesmo com o frio do inverno, resolvi ir andando, eu não estava bem o bastante para dirigir, muito menos com neve. E assim fui pelas ruas frias de New York em busca de um restaurante qualquer para jantar, tomando uma leve geada e com alguns flocos de neve caindo e se derretendo em meu cabelo.

Aeroporto de New York, 20 de Outubro de 2013.

Pov Nico

Pouco depois de sair do apartamento de Thalia, eu fui direto para o aeroporto. Aquilo não estava acontecendo, simplesmente não podia, era absurdo. Agora que eu estava tão bem, agora que eu estava me apaixonando novamente por uma garota, o passado volta para me assombrar. Porque justo ela? Poderia ser Héstia, Júniper, ou até mesmo Katie com quem eu, mesmo depois do término do namoro, mantinha uma amizade, mas porque ela tinha que ser tão fofa, tão amigável, tão leve com a vida?

Saindo de meus últimos pensamos, eu a vi, cabelos longos e negros, seu corpo cheio de curvas, uma blusa branca simples, calças e blusa de frio no jeans azul-claro e um cachecol verde. Eu não poderia fugir agora, ela estava acompanhada de minha irmã, Bianca, que se vestia igual a ela só que os jeans eram negros como seus olhos, iguais aos meus, e o cachecol roxo. Não, eu não poderia fugir agora. E não pude nem dar mais um passo, pois seus olhos se prenderam em mim. Até aquele momento ela não fora tão real, era realmente ela...

Notas finais
É maldade acabar o capítulo aqui? Não né? ~le chove adagas~ Calma! Estou apenas seguindo instruções da Cel, e ela disse, corte o capítulo nos momentos em que mais houver suspense e achei que essa seria a hora exata. Quem vocês acham que são essa garota? E porque o Nico tem tanto medo dela? O que será que a Bianca veio fazer em New York, enquanto poderia estar curtindo a vida na França? Isso vocês saberão só no próximo capítulo. Gente é meu 1° capítulo aqui, por favor digam o que acharam e o que precisa ser melhorado. Esqueci algo? Ah é, o ritual... Recomendações? Tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares? ~beijos com gostinho de Andy "Sixx" Biersack *OMFGs*