Thalico - Serial Killer
25 Have you met me?
Notas iniciais
Três meses atrás...
— Abra bem os olhos, Pipes — Apolo disse e a garota logo o fez.
— Está tudo bem com ela? — Silena perguntou passando os dedos finos nos cabelos da mais nova — dessa vez ela realmente me assustou. Ela ficou gritando o nome dele e tudo mais sabe. Mas agora ela está bem, não é?
— Eu não tenho certeza — o médico disse suspirando — pode nos deixar a sós por um momento? Preciso conversar com a Piper.
— Claro — a morena se levantou, deu um beijinho na testa da irmã e logo saiu da sala acenando para o médico.
Assim que a garota desapareceu na porta Apolo lançou um olhar reprovador para a garota deitada no estofado branco que se limitou a fazer um bico. Apolo por um momento viu Afrodite naquela menina. Mãe e filha eram absurdamente parecidas, principalmente nos gestos involuntarios. Aquilo era decididamente irritante para o médico, um grande golpe baixo.
— Deveria ter vindo antes — ele afirmou.
Tudo bem que vir de Nova York até Los Angeles era cansativo. Mas aquilo se tratava da saúde da garota. Uma saúde frágil e perigosa, não apenas para ela. Porém Piper se recusava a encontrar seu médico, o único no qual ela confiava o sufiente para contar o que havia consigo. Ele não a colocaria atrás das grades como os outros. Ele era como um pai. Mas ainda assim ela não iria.
Não iria até a noite anterior quando fizeram, finalmente, o funeral Luke Castellan. Ela se segurou durante toda aquela semana, mas por fim, a crise chegou e Silena pegou o primeiro avião com a mais nova para a California.
— Por que? Pra eles descobrirem o que eu fiz? — ela perguntou se sentando e olhando para as mãos no colo — estou bem, obrigada.
— Piper, não foi você — o loiro disse se sentando em frente à paciente — se alguém descobrir...
— Eu vou ser presa, Apolo — ela o cortou, finalmente mantendo um olhar direto com o homem — ninguém vai acreditar em mim, não conte nada sobre isso a ninguém, ouviu?
— Está bem — o médico suspirou — vou te receitar algo pra ajudar a manter isso controlado, sim?
— Não vai acontecer de novo — a garota engoliu em seco.
— Não podemos garantir — Apolo acariciou a mão da garota — vamos Pipes, é pro seu bem. Você me disse que não aconteceria de novo. E olha como você está agora. Olha como ele está agora.
— Mas... — a morena engoliu as lágrimas e suspirou pesadamente — tudo bem.
Atualmente
— Apolo voltou pra Nova York — Afrodite comentou distraidamente acariciando o cabelo da filha mais velha que estava deitada em sua perna direita.
Silena e Piper se entreolharam. Aquilo não era bom. Apolo sabia demais. Sabia de coisas que ninguém sequer imaginava. Enquanto ele permanecesse em LA tudo estaria bem, porque, naquele caso, a distância era sinônimo de bem estar. Ele era como uma bomba relógio, quanto mais perto, mais perigoso.
— Pra ficar? — Piper perguntou se ajeitando na cama.
— Não sei dizer — Afrodite suspirou — espero que não. Sabemos bem como ele é... Problemático.
As garotas soltaram risadinhas e a mãe logo as acompanhou dando tapinhas na pernas dessas por caçoarem de si. Havia uma diferença entre o problemático a qual Afrodite se referia e o qual as filhas se referiam. O maior problema com Apolo perto da mais velha era os dois pararem bebâdos numa cama, já Piper e Silena, ele sabia de crimes cometidos, tinha provas de cada um deles, enquanto Apolo permanesesse calado, tudo estaria bem.
— Problemático, sei — Silena disse naquele tom malicioso.
— Ele vai vir nos visitar, mamãe? — Piper perguntou com um tom pouco curoso, como se não quisesse nada.
— É provável — a mais velha disse — Apolo gosta muito de nós.
De fato, Apolo e Afrodite sempre foram grandes amigos, tinham histórias juntos. As garotas tinham um amor inexplicável pelo médico, como por um pai, pois este fora muito presente quando Afrodite se separara de Tristan McLean. Além da confiança que levou Piper a contar o pior de seus segredos ao psiquiatra.
— Tomara que venha — a mais nova forçou um sorriso brincando com os dedos da irmã, que tinha aquele fundo de olhar preocupado para si — estou com saudades.
A minha ideia
De aniquilação é muito simples
Eu implantarei
Dentro dele algumas dinamites
— Lar doce lar — Thalia abriu a porta do apartamento para logo em seguida olhar desgostosamente para o lugar — isso aqui tá um lixo.
— Realmente — Nico riu abraçando a morena por trás — vamos chamar alguém pra limpar, sim?
— Parece ótimo — ela afirmou.
— Coloque as roupas pra lavar e vá lá pra casa, vou ligar pra alguém vir — o moreno disse pegando o telefone e deixando um selar na bochecha da namorada antes de sair porta a fora discando um número.
Thalia suspirou e seguiu até a lavanderia arrastando a mala, sorriu ao constar que a maior parceira de sua vida era aquela máquina, ela resolveria todos seus problemas logo, logo. Depois de jogar toda a roupa pra lavar separou um conjunto de roupas novas e seguiu até a casa do namorado, não sem antes deixar as chaves reserva do apartamento em baixo do tapete empoleirado.
— Nico — cantarolou batendo na porta e sem resposta girou a maçaneta surpresa por estar aberta — um dia é assaltado e pergunta por que... Se bem que...
Thalia soltou uma risadinha, sentia pena da alma que sonhasse em roubar algo do di Ângelo. Girou a chave e jogou a muda de roupas no sofá antes de olhar em volta, tudo em perfeita ordem. Frustrante. Não tinha pensado na possibilidade de demorar tanto pra voltar pra casa, portanto não se preocupara em deixar alguém encarregado de dar uma limpa nos móveis para quando voltasse.
— Nico! — chamou pelo namorado quando percebeu a falta de movimentação no apartamento — será que ele tá no banho?
Andou pelo corredor e conseguiu ouvir o som da água da banheira enchendo confirmando onde o moreno estava. No entanto quanto mais se aproximava, mais escutava a voz rouca do namorado como se falasse com alguém. A morena franziu a testa confusa, seriam assuntos do trabalho? Mas tinham acabado de sair de lá! Pronta pra invadir o banheiro e implorar que o namorado ao menos descansasse da viajem antes de voltar aos negócios, parou com a mão na maçaneta.
— Ele vai fazer, Rachel — escutou Nico dizer.
— Rachel? — Thalia se perguntou. Não se lembrava de nenhuma Rachel, não relacionada a Nico, nem nenhuma citação sobre si, mas se conteve encostando o ouvido na porta.
— Temos que eliminar pelo menos 5 deles ainda essa semana — ouviu Nico afirmar desligando a torneira — se Annabeth ajudar Percy a se livrar daquela praga do Ethan metade dos nossos problemas serão resolvidos... Eu sei, também não confio neles, mas Jason e Clarisse vão estar logo atrás se eles amarelarem... Quero o Valdez na sala do Michael, ele entende de máquinas melhor que ninguém... Ele não é problema, só ameaçar chegar perto da McLean que ele se treme todo. Óbvio que ele não sabe o que ela fez com embuste do... Não foi manipulação, já conversamos sobre isso, ela fez porque é louca... Uhum... É, estou pensado nisso, talvez nos separar em grupos pequenos seja melhor do que atacarmos juntos, pode ser arriscado, mas não chamaremos tanta atenção e acabaremos com isso mais rápido...
— Amor — Thalia sussurrou abrindo a porta — cheguei. Trabalho?
Nico sorriu fazendo um sinal de espera ainda ouvindo o que Rachel dizia no telefone e mexendo a cabeça confirmando. A namorada observou o peito desnudo do namorado, era tão pálido, os cabelos caindo no olho que inconscientemente ele tirava do rosto. Sentado no chão ao lado da banheira, só de jeans... Puta merda, Nico di Ângelo era um deus. A garota estava tão perdida nos pensamentos que só percebeu que havia esquecido tudo o que o moreno dizia quando viu o namorado se levantando sorrindo malicioso.
Como se respira mesmo, Thalia Grace? Não sei, ninguém me ensinou. Ela riu com o pensamento idiota.
— Parece ótimo. Ruiva, Thalia chegou, mais tarde conversamos sobre como vamos nos separar. Até depois — Nico desligou e foi até a morena puxando-a pra si com as duas mãos no pescoço pálido — vamos tomar um banho, bebê.
O moreno selou os lábios da namorada enquanto deslizava a jaqueta pra longe dali, ao mesmo tempo que Thalia desafivelava o cinto do garoto e seus dedos trabalhavam no zíper. Logo estavam nus deitados na banheira deixando a água morna levar o cansaço embora.
— Quero te mostrar uma coisa — Nico disse mordiscando a orelha da garota entre suas pernas se aproveitando da posição para apertar a cintura da garota que gemeu em protesto — está doendo?
— Não é nada — ela afirmou — devo ter batido em algum lugar. Vai me contar o que vai me mostrar?
— Não mesmo — ele sorriu sacana deixando um selar no rosto dela — feche os olhos amor, e não abra até que eu diga, certo?
— Combinado — ela murmurou ansiosa fechando os olhos azuis.
Nico se levantou da banheira e se secou rapidamente observando as reações fofas da namorada balançando a cabeça de um lado pro outro e estremecendo com a temperatura da água abaixando. O moreno ajudou a morena a ficar de pé e a se secar para enfim começar a andar com ela pelo apartamento em direção ao quarto.
— Estão fechados? — Nico perguntou e Thalia assentiu freneticamente — boa menina.
Era claro que ela não mentia, pois assim que ambos entraram a garota não demonstrou nenhuma reação a nenhum dos objetos. Quando ela abrisse os olhos a história seria outra.
— Posso abrir? — ela perguntou.
— Ainda não — ele mordiscou a orelha dela levando-a para o fundo do quarto — confia em mim, Lia?
— Sim — ela disse confusa.
— Então abra — ele mordiscou a orelha dela enquanto a garota arregalava os olhos — pensei em inovarmos um pouco hoje.
— Nico... — ela murmurou.
A frente da garota correntes vinham de todos os lados e em cima da cama vários "brinquedinhos" estavam espalhados. Thalia olhou para o namorado nervosa, Luke nunca tinha lhe mostrado nada disso, mas Nico parecia familiarizado com a pratica.
— Eu sei que parece estranho, assim do nada — ele beijou o pescoço da morena enquanto dizia baixinho — podemos fingir que você não viu nada se não quiser, mas o que acha de tentarmos? Prometo te fazer subir pelas paredes.
— Isso não vai me machucar? — ela questionou receosa virando-se para o namorado.
— Não — ele disse convicto — se me permitir tentar e quiser parar eu também vou entender.
— Então tudo bem — ela forçou um sorriso. Nico soube que ela estava receossa, aquele olhar lhe dizia muita coisa, uma delas é "estou com medo".
— Não precisa ter medo, amor — Nico abraçou a cintura fina apertando a carne macia e beijando alguns pontos no ombro direito — me diga pra parar de não estiver gostando, tudo bem?
A garota assentiu e se deixou levar pelos beijos subindo pelo pescoço e rosto. Logo ambos se encontravam num ósculo intenso, Nico puxou as coxas nuas da garota pra sua cintura e começou a se roçar nas mesmas, Thalia gemeu em deleite quando suas costas bateram contra a parede e logo ouviu o som das correntes tilintarem.
— Confie em mim — o garoto murmurou puxando uma das cordas de metal para enrosca-lá no pulso esquerdo da garota — não vou te machucar.
Thalia estremeceu quando a segunda corrente se enrolou no pulso direito, mas se deixou levar pelo beijo quente do namorado que tirava a toalha do corpo dela, em pouco tempo o garoto a deixou no chão e se abaixou a frente da morena, mordiscou a pele das coxas, enquanto os dedos trabalhavam nas outras correntes prendendo os tornozelos em uma distância considerável um do outro.
— O que vai fazer? — ela perguntou engolindo em seco.
— Vou cuidar muito bem de você, Grace — o sobrenome da garota saiu arrastado pela boca do garoto quando ele apertou a última corrente no tornozelo esquerdo da mesma ao mesmo tempo em que ele mordia fortemente a pele da coxa esquerda fazendo a morena gemer baixinho — gosta assim?
— Uhum — ela deixou escapar.
— Vamos testar as correntes — ele disse se afastando alguns passos — tente vir até mim.
Thalia arrastou o pé direito andando um pouco pra frente, mas assim que moveu o esquerdo para frente as correntes fizeram com que o corpo se atirasse para frente com brusquidão, completamente preso. Ela rosnou de insatisfação e o moreno riu se sentando na cama alisando um bullet cor de rosa e um chicote.
— O que deveríamos fazer primeiro, Grace? — ele perguntou retoricamente — acho vou te vedar.
— Nico... — ela reclamou vendo-o se debruçar na cama até o pedaço de pano.
Ele balançou a peça rindo com o biquinho da namorada e pegou o chicote ao se levantar.
— Você vai gostar — ele afirmou passando as fitas de couro levemente sob a derme das pernas da morena — você vai gostar muito.
Nico tomou os lábios da garota puxando o pescoço para si com uma das mãos enquanto a outra apertava a cintura da garota que logo reagiu ao contato gemendo desgostosa enquanto se afastava para trás com velocidade.
— Quer que eu pare? — ele perguntou preocupado se aproximando mais devagar.
— Não, é só minha cintura — ela disse sorrindo de canto — está tudo bem, continue.
Nico resolveu não questionar desceu os beijos pela clavícula mordiscando a pele, logo se encontrava apertando o pano preto tapando a visão da garota que rosnou em descontentamento por não poder prever nenhum movimento do garoto.
— Isso vai ter volta, di Ângelo — ela ofegou.
O moreno soltou uma risadinha levando os dedos até o sexo pulsante da morena e massageando a área lentamente sentindo o quão molhada Thalia estava com apenas alguns estímulos. Ele a tinha na mão. E sabia disso. Bateu na coxa direita e mordeu a pele entre o pescoço e clavícula e voltou a enfiar dois dedos na morena ao mesmo tempo que deslizava as faixas de couro no outro lado do corpo. Sem mais nem menos estalou o chicote na nádega esquerda da garota e ela gemeu alto com o ato repentino.
— Está enxergando alguma coisa, meu amor? — ele perguntou raspando os dentes na pele pálida do pescoço de Thalia.
— Não — ela afirmou se contorcendo nas correntes — Nico... Mais.
O moreno balançou o chicote antes de acertar com força na coxa direita de Thalia enfiando mais um dedo na garota completando o terceiro. Ela gemeu em satisfação. Nunca havia praticado aquilo, mas descobrira ser um fetiche extremamente delicioso. Sua lubrificação escorria pelas pernas trêmulas seguras pelas correntes.
— Você quer mais bebê? Eu vou te dar mais... — ele disse deixando um beijo nos lábios vermelhos.
Bateu com o chicote duas vezes na nádega esquerda fazendo com que a morena se contorcesse ainda mais fazendo o tilintar alto das correntes ecoar pelo quarto. Ele viu Thalia morder fortemente os lábios para evitar gemer alto, ela não mudaria nunca, sempre negaria o prazer que ele lhe proporcionava até que estivesse no limite. Nico jogou as faixas de couro pra longe e se abaixou na altura dos seios endurecidos dela antes de tomar um deles com a boca sem parar de massagear o meio de suas pernas. Thalia quase gritou, mas o orgulho a impediu do ato fazendo com que saísse um gemido longo de satisfação quando Nico mordeu o bico rosado repetindo o processo no outro.
— Vamos tentar outra coisa, sim? — ele voltou a cama pegando o bullet e espalhando o lubrificante no mesmo.
— O que você vai fazer? — ela perguntou quando o viu chegar por trás de seu corpo.
— Relaxe — ele pediu levando o bullet a entrada lubrificada enfiando-o pouco a pouco fazendo com que o corpo de Thalia se contorcesse em espasmos de prazer — está gostoso?
A morena sequer conseguir responder balançando a cabeça em afirmação com os lábios ficaram abertos em um grito mudo. Nico ligou a vibração tirando e retirando o brinquedo da entrada da namorada a abraçando por trás roçando o membro duro e sua bunda, logo sentiu a garota rebolar em busca de mais contanto e em um ritmo frenético ele lambia e chupava, marcando a pele do pescoço branco.
— Nico... — ela finalmente gemeu alto com o corpo entrando em colapso.
— Ainda não, amor — ele tirou o brinquedo de dentro dela que gemeu em reprovação e se afastou — ainda não terminamos.
— Por favor — a ouviu implorar.
Nico tirou a venda da namorada e a viu com aquelas orbes azuis dilatadas, deixando lágrimas finas escorrem pelo rosto liso. Uma visão que para Nicolas era particularmente excitante.
— Eu vou te chupar — ele comunicou se abaixando a frente da morena apertando a carne das coxas sem deixar de encarar a Grace — quero que olhe pra mim enquanto faço isso, se eu te pegar de olhos fechados vamos ter um problema.
— Certo — ela suspirou observando Nico se posicionar entre suas pernas.
O moreno começou a lamber e chupar o clitoris pulsante da garota que começou a gemer baixinho se requebrando em busca de mais contato. Sem parar de encara-la ele enfiou três dedos de uma vez fazendo-a gritar e quase fechar os olhos se não fosse pelo tapa em sua cintura machucada trazendo um dor dilacerante.
— Não feche os olhos! — ele ordenou logo voltando a chupa-la.
Thalia sentia aquele músculo molhado se movendo por sua entrada e a cada minuto queria voltar a gritar. Estava no limite, chorando, excitada demais pelos estímulos tanto anteriores quanto os daquele momento. Sentia Nico a chupando, lambendo e rodeando seu ponto de prazer enquanto os dedos a fodiam e quando os mesmo encontram um lugarzinho dentro de si ela não aguentou. Puxou as correntes com força enquanto gritava aos quatro vento o nome do namorado se desfazendo na boca do mesmo que continuava com os estímulos prolongando o prazer da morena.
— Me solta vai — ela murmurou manhosa, bamba nas correntes se recuperando do orgasmo.
Nico riu constando que Thalia era sempre uma pessoa diferente quando excitada, aquilo enlouquecia a mente nada pura do garoto. Assim, ele soltou as correntes dos pés da morena, que suspirou ao sentir a língua do moreno se mover pela derme da perna esquerda em beijos molhados, chegando a cintura ele pode analisar mais de perto aquele machucado estranho, roxo e verde, do tamanho de uma bola de golfe, alguns filetes avermelhados eram extremamente evidentes parecidos com veias dilatadas, deveras estranho, e com certeza bastante questionador, que tipo de queda Thalia teria tido pra arranjar uma contusão tão ruim?
— Dói muito, amor? — ele perguntou tocando com a ponta dos dedos o machucado vendo-a estremecer com o contato — deveríamos passar uma pomada.
— Não precisa — ela murmurou rouca — logo, logo some, não se preocupe.
Nico balançou a cabeça esquecendo daquilo por hora, se a própria Thalia dizia estar bem, ele não contestaria mais. Continuou subindo os beijos pelo abdômen dela até chegar nos seios, uma das mãos apalpou a carne das nádegas dando beliscões e leves tapas deixando a mesma avermelhada, enquanto a outra apertava um dos seios com força e sua boca trabalhava chupando e mordiscando o outro com força. Sem parar de apalpa-lá o moreno chupou a pele da clavícula e pescoço vendo que havia deixado diversos chupões na garota, era uma bela imagem.
— Vem cá, bebê — ele ajudou a morena circular sua cintura com as pernas e logo soltou um braço este que em questão de milésimos correu pelo pescoço do garoto, este que foi puxado para um beijo desesperado — quer ir pra onde, Lia?
— Cama, agora — ela pediu ofegante.
O moreno soltou a última corrente e em pouco tempo já estava atirando a namorada contra a cama. Jogando os brinquedos para o lado Thalia passou os dedos pela esfera branca com um sorriso malicioso crescendo em seus lábios.
— Minha vez de brincar — ela sussurrou no ouvido do moreno que riu assentindo e se sentando na cabeceira da cama.
Thalia pegou as tiras vermelhas de seda, se sentou nas coxas pálidas do namorado e amarrou os pulsos mesmo um no outro e depois na cama, prendendo-os para cima. O nó estava deveras fraco, mas Nico resolveu não acabar com a brincadeira da morena ali. Ela deixou um selar na boca dele e logo se viu arranhando e chupando a pele, deixando marcas que durariam dias para sumirem. Antes que Nico percebesse o que estava acontecendo o anel peniano deslizou em seu membro fazendo-o resmungar.
— Você está com tantos piercings — ela comentou passando a língua pelo o que o garoto tinha na boca — eu gosto muito deles, e das tatuagens também, você é como... Um corpo celeste — ela riu passando os dedos sob a derme desenhado com um sistema solar pintado a não muito tempo — tão bonito de se ver. Ah, Nico, eu vou te engolir todinho, até você pedir pra me foder.
E com essas palavras Thalia começou a lamber e chupar a glande, tomando cuidado ao circular o anel com a língua quando chegava a base. O membro batia na garganta da garota que gemia fazendo com que as cordas vocais dessem uma sensação ainda mais gostosa para os dois. Nico começou a mover o quadril em busca de mais contato, sentindo-se agoniado por culpa daquele objeto que o impedia de se derramar na boca da morena.
— Lia — ele gemeu quando sentiu a namorada acariciando deus testículos — me solta.
E ela riu, simplesmente, enfiando o membro grosso ainda mais fundo em sua garganta. Nico se sentiu atordoado por um momento, havia se esquecido como Thalia era atrevida, nunca que ela iria lhe obedecer num único pedido.
— Por favor... — ele gemeu e se sentiu feliz ao vê-la sorrir satisfeita e retirar aquela peça incomoda de seu membro inchado — senta em mim.
— Com prazer — ela lhe mordeu a bochecha antes de sentar-se com a bunda no colo do garoto fazendo com que o membro apenas roçasse na morena que começou a mexer o quadril provocando um atrito gostoso para ambos.
Nico mal percebeu quando seus próprios dedos desfizeram o nó mal feito, foi questão de segundos para suas mãos apoiarem Thalia sobre si e penetra-la.
Logo o quarto se encheu de gemidos manhosos de ambas as partes, a garota rebolava em uma velocidade impressionante no colo do moreno fazendo com que este acertasse pontos deliciosos dentro de si. Nico virou-se deitando por cima da garota e voltando a estoca-la, por mais que a vida sexual de ambos era ativa, cada vez mais parecia que Thalia se apertava. As paredes do interior da garota apertavam fortemente o garoto que gemia deleitoso com a sensação de seu membro sendo espremido pelo interior quente e molhado.
Eles trocaram arranhões, mordidas e beijos, a pele acima do peito de ambos eram uma paleta entre o vermelho e o azul, se viram em tantas posições que quando se aproximavam do ápice Nico sentia seus joelhos tremerem na cama. Thalia estava com as pernas rodeadas na cintura do namorado apoiada na parede, enquanto Nico de joelhos na cama mantinha o ritmo frenético dentro dela.
— Nico! — o grito de Thalia poderia ser motivo de reclamação dos vizinhos no dia seguinte, mas quem ligava? Ela com certeza não, pois seu ponto de prazer estava sendo acertado diversas vezes — ah! Aí! Mais forte!
— Assim? — ele se empurrou com tudo pra dentro da garota.
Os cabelos negros grudavam nos corpos suados e brilhantes, os corpos cansados, porém excitados demais para que parassem, foi assim que Nico sentiu a morena tremer de forma absurda em seus braços e a beijou deixando os gemidos serem abafados pelas bocas coladas. Em sintonia ambos chegaram ao orgasmo, se desmanchando nos lençóis negros e gemendo palavras incoerentes.
Quando o corpo do rapaz amoleceu ele se deitou com a namorada ainda em seu colo, esta ria e ele a olhou sem entender antes desta começar a deixar selares por todo o rosto pálido do moreno.
— Isso foi demais — ela afirmou saindo de cima do namorado e deitando no peito nu e soado dele fazendo uma careta — precisamos de um banho.
— Round 2 no chuveiro? — ele sorriu malicioso para a garota que se deixou bater no braço do moreno antes de lhe deixar um longo beijo nos lábios.
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