Notas iniciais
Hey pessoas lindas! De boas aqui, escrevendo esse chapter ouvindo Falling In Reverse novamente. Mais um capítulo pervs, embora tenha ficado meio estranho, eu estou tentando mudar o meu jeito de escrever O.o Sem mais blá blá blás ~le eu fazendo cover de Mr. D~, ao capítulo. Enjoy

Acordei com dor de cabeça. Abri os olhos e vi que estava em um quarto estranho. Braços fortes me envolviam e eu estava nua. Senti uma respiração quente no meu cabelo, perto da nuca. Os lençóis negros que estavam nos envolvendo estavam uma bagunça. Cortinas pesadas cobriam as janelas.

Que ótimo, onde eu estava agora?

Tentei me lembrar do que acontecera noite passada e as lembranças voltaram como um tapa. Eu cantara a música BGC com o Nico e o resto da banda. Eu fora para o bar e provocara Nico. Então fui para a pista de dança. Nico me abraçou por trás e nós fomos para o apartamento dele e do apartamento para o quarto. E nós transamos.

Deuses, eu havia cedido e transado com o Nico de novo!

E não só uma vez, pelo o que eu me lembrava.

Eu quase me bati. A gente discutia, discutia, discutia e acabava transando de novo. Não importava quantas vezes eu dissesse a mim mesma "Ele é problema, sua idiota!", eu continuava cedendo. Eu queria que ele não fosse tão gostoso ou tão bom na cama, diminuiria bastante os meus problemas. Mas não. Ele tinha que ser um gato, 1,80m de pura gostosura, badboy, rockeiro, com aquela personalidade arrogante, convencida e canalha, e além de tudo, perfeito na cama. Nem Luke havia me feito gemer tanto quanto Nico fazia. Eu transara com o Nico duas vezes e nas duas ele havia me dado os melhores orgasmos da minha vida.

Por que o destino tinha que ser tão cruel?

Senti-o se mover atrás de mim e me perguntei se deveria fingir que estava dormindo só para ver sua reação. Ele iria sair, como um canalha de verdade? Ou iria me acordar primeiro, como um cavalheiro? Duvidei da segunda opção, mas fechei os olhos e normalizei minha respiração com muito custo.

Senti-o apoiar-se sobre um cotovelo e observar o meu rosto. Ou eu pensava que ele estava fazendo isso. Senti seus dedos fazerem carinho no lado do meu rosto, tirando alguns fios de cabelo e os prendendo atrás da minha orelha. Ele se inclinou e beijou minha testa, murmurando logo em seguida em meu ouvido.

– Thalia? – perguntou.

Ele não era um canalha? Por que eu estou surpresa?

– Thals – tentou de novo.

Fingi acordar e abri os olhos. Olhei para seu rosto e ele estava sorrindo. Um sorriso radiante. Eu nunca o havia visto sorrir sinceramente, ele sempre sorria daquele jeito convencido. Mas esse sorriso era diferente e me fez sorrir também.

– Bom dia, love – disse ele.

– Bom dia – respondi.

– Temos que acordar – ele disse com preguiça. – Já são quase três da tarde – ele apontou para o celular na mão dele.

Gemi em desaprovação e me levantei. Me virei para vê-lo e (eu juro que não olhei para lá de propósito!) notei um volume em sua cueca. Desde quando ele dormia vestido e eu dormia nua? Ele sorria maliciosamente agora. Eu havia me esquecido de que estava nua e só lembrara agora.

– Eu vou tomar um banho – eu disse rapidamente, me segurando para não me atirar em cima de Nico de novo.

Entrei no banheiro correndo. Mordi meu lábio até rir da minha própria rajada de impetuosidade e então me meti no jato de água quente. Sei que banhos frios são mais tradicionais, mas eu estava gostando do calor e tranqüilidade que o banho trouxe. Molhei meus cabelos, e procurei pelo sabonete.

– Farei isso por você – Nico disse afastando a cortina e entrando no chuveiro comigo. Ofeguei um pouco parecido com um chiado. Ele havia descartado sua cueca. Ele também estava disposto, no mesmo ânimo que eu me encontrava naquele momento. Você realmente poderia ter certeza com o Nico. Eu estava envergonhada, horrorizada e absolutamente pronta para pular em cima dele.

Enquanto eu permanecia imóvel, paralisada por ondas conflitantes de emoção, Nico pegou o sabonete de minhas mãos e ensaboou suas próprias mãos, colocou o sabonete de volta ao seu lugar e começou a lavar meus braços, subindo um pouco para acariciar minhas axilas, e na região em volta, sem tocar meus seios, que praticamente tremiam como filhotinhos que desejavam ser acariciados.

– Você fica com mais alguém na escola? – perguntei, temendo a resposta, mas precisando quebrar aquele silêncio.

– Rachel. De vez em quando a Drew – disse ele. – Mas nenhuma foi como você.

– Explique melhor – pedi. Eu já queria sair daquele chuveiro chorando.

POR QUE? Você nem tem nada com ele!

Quantas vezes vou ter que te mandar calar a boca, conciência?

– Nenhuma me dá prazer como você – explicou ele. – Elas são patricinhas mimadas, putas oferecidas. Nenhuma realmente faz o meu estilo. Mas você me deixa louco.

– Então porque você fica com elas? – perguntei sem entender.

– Porque você faz questão de me deixar na seca – ele disse, passando uma mão em um movimento circular sobre meu abdômen. – Vire-se, gata.

Virei de costas para ele e ele começou a trabalhar sobre elas. Seus dedos eram muito fortes e cheios de habilidade, e, quando Nico terminou, eu tinha os ombros mais relaxados e limpos de toda New York.

Meus ombros eram a única parte que estava relaxada. Minha líbido subia e descia. Eu realmente faria isso de novo com o cara que acabara de confessar que ficava com outras garotas?

Parece cada vez mais provável que você faria.

Cala a boca, conciência.

Se o homem que estava comigo no chuveiro fosse o Nico que eu conhecia, eu teria a força para me afastar. Eu teria o mandado sair no minuto em que ele entrou. O verdadeiro Nico vinha com o pacote completo de cafagestismo e galinhagem, algo de que eu não tinha, e nem queria ter, compreensão e interesse. Este era um Nico diferente... sem a personalidade com que eu já tinha me afeiçoado, de um modo perverso... mas era um Nico bonito e gostoso que me desejava, que estava ávido por mim, em um mundo que frequentemente me avisa que poderia seguir muito bem sem mim. Minha mente estava prestes a se desligar e meu corpo estava prestes a assumir o controle. Pude sentir uma parte do Nico pressionada contra mim e ele não estava tão perto. Wow! Nossa! OMFGs!

Ele passou xampu em meus cabelos em seguida.

– Está tremendo porque tem medo de mim ou porque me quer? – ele perguntou com malícia.

Pensei sobre isso. Os dois. Mas eu não estava prestes a ter uma longa conversa sobre os prós e contras. O debate interior havia sido suficientemente difícil. Ah sim, eu sei, não haveria momento melhor para ter uma longa conversa fiada com o Nico sobre os aspectos morais de transar várias vezes com alguém que você não ama. E talvez não houvesse outro momento para estabelecer regras sobre ficar atento ao fato de ele não ser gentil comigo, nem mentalmente, nem fisicamente. Não que o Nico fosse me espancar, mas sua virilidade (como os romances de Annabeth chamavam aquilo – neste caso os populares adjetivos "ágil" e "pulsante" poderiam ser também aplicados) era uma perspectiva intimidante para uma mulher relativamente inexperiente como eu. Eu me senti como um carro que só havia sido manobrado por um motorista... um carro que seu novo comprador em potencial estava determinado a levar para o circuito Daytona 500*.

Oh, pro inferno com esses pensamentos.

Eu peguei o sabonete da saboneteira e ensaboei meus dedos. Quando me aproximei mais dele, eu meio que dobrei o Sr. Feliz contra o abdômen de Nico, assim eu poderia chegar as mãos em volta dele e colocar meus dedos sobre aquele traseiro maravilhoso. Não podia olhar para seu rosto, mas ele me deixou saber que estava satisfeito por eu responder. Ele abriu as pernas gentilmente e eu o lavei muito cuidadosamente, de maneira bem minuciosa. Ele começou a fazer pequenos barulhos, a mover-se para frente. Comecei a acariciar seu peito. Fechei meus lábios em volta de seus mamilos e chupei. Ele gostou muito disso. Suas mãos se apertaram atrás da minha cabeça.

– Morda um pouco– ele sussurrou e eu usei meus dentes. Suas mãos começaram a se mover sem descanso sobre qualquer parte da minha pele que elas pudessem encontrar, acariciando e provocando. Quando me afastei, ele decidiu retribuir e se inclinou sobre mim. Enquanto sua boca se fechou em meu seio, sua mão deslizou por entre minhas pernas. Dei um suspiro profundo e me movimentei um pouco. Ele tinha dedos longos.

Quando me dei conta, o chuveiro estava desligado e ele estava me secando com uma toalha branca e fofa e eu o esfregava com outra. Então nos beijamos por um tempo, mais e mais.

– A cama – ele disse, um pouco dissonante e eu assenti. Ele me carregou e depois nós entramos em uma espécie de emaranhado, comigo tentando puxar a colcha enquanto ele só queria me colocar sobre a cama e prosseguir, mas eu fiz à minha maneira porque estava frio demais em cima da cama. Uma vez que nos arrumamos, me virei para ele e recomeçamos de onde tínhamos parado, mas intensificando o ritmo. Seus dedos e sua boca estavam ocupados delizando pela superfície do meu corpo, e ele segurou fortemente minha coxa com uma das mãos. Eu estava tão excitada por ele que estava surpresa que chamas não cintilassem das pontas de meus dedos. Curvei meus dedos ao redor de seu membro e o acariciei. De repente, Nico estava sobre mim, prestes a penetrar. Eu estava estimulada e completamente pronta. Coloquei minhas mãos entre nós para colocá-lo no lugar certo, esfregando a ponta dele no meu sexo enquanto o fazia.

– Ah, Thalia, você me deixa louco – ele disse roucamente e empurrou.Embora eu tivesse certeza de que estava preparada e eu sofresse de tanto desejo por ele, gritei com o impacto.

Após um momento, ele disse:

– Não feche os olhos. Olhe para mim, love – a maneira que ele disse "love" foi como uma carícia, como se ele estivesse me chamando por um nome que nenhum outro homem usou antes ou usaria depois. – Me observe – ele disse em meu ouvido e saiu de mim. Tentei atraí-lo de volta, mas ele começou a me beijar descendo pelo meu corpo, fazendo paradas estratégicas e eu estava levitando de prazer quando ele chegou lá embaixo. Sua boca era talentosa, seus dedos tomaram o lugar de seu membro e então, de repente, ele olhou ao longo do meu corpo para ter certeza que eu estava assistindo (eu estava).

Ele virou seu rosto para a minha intimidade, encostando seu nariz nela, seus dedos estavam se movendo constantemente agora, mais e mais rápido, e então ele me mordeu. Devo ter feito um barulho, tenho certeza que fiz, mas no segundo seguinte eu estava flutuando na onda mais poderosa de prazer que já senti. E no minuto que a brilhante onda retrocedeu, Nico estava me beijando na boca novamente e pude sentir meu gosto. Então ele estava novamente dentro de mim e aconteceu mais uma vez. Ele chegou ao seu ápice logo depois enquanto eu ainda sentia tremores. Ele gritou algo, fechou seus próprios olhos e então desmoronou em cima de mim.

Após alguns minutos, ele ergueu a cabeça para olhar para baixo. Desejei que ele dissesse alguma coisa, como o Luke sempre fazia depois do sexo (eu nunca o pedi, ele sempre o fez e era tranqüilizador). Afastei esse pensamento. Nunca tinha feito como ninguém exceto o Luke e o Nico, e acho que era natural pensar nisso, mas a verdade é que doía me lembrar do meu status anterior de "um único homem", que se foi para sempre quando eu comecei a transar com o Nico.

Me puxei de volta para O Momento, que era bom o suficiente. Acariciei o cabelo deNico, prendendo um pouco atrás de suas orelhas. Seus olhos nos meus estavam intensos, e eu sabia que ele estava esperando eu falar.

– Eu queria – comecei. – poder guardar orgasmos numa jarra para quando eu precisasse deles, porque eu acho que tive uns extras.

Os olhos deNico arregalaram-se e de repente ele riu. Aquilo soou muito bom, aquilo soou para mim como o verdadeiro Nico. Me senti confortável com aquele deslumbrante mas desconhecido estranho, após ter ouvido aquela risada. Ele rolou sobre suas costas e me suspendeu facilmente até que estava sentada sobre ele.

A luz do banheiro se propagou pelo lado direito de seu rosto. Seu cabelo se espalhou pelo travesseiro, negro e brilhante.

– Você já transou com mais alguém além de mim? – perguntou ele.

– Já – respondi. – Eu te contei que o Luke era meu namorado.

– Mas tem garotas que não transam com os namorados, pelo menos não nos primeiros meses de namoro – disse ele.

– É – eu concordei. – Mas nós namoramos por quase dois anos. Então eu já transei com ele, se isso responde a sua pergunta.

Ele apenas olhou para o nada, talvez pensando em o que fazer com aquela informação.

– Estou com frio – eu disse gentilmente, e ele me deixou deitar ao lado dele, colocando as cobertas sobre nós. Me apoiei sobre um cotovelo e ele deitou de lado, então estávamos nos encarando.

– Você é daqui mesmo? – perguntou ele. Conversa casual? Com o Nico?

– Não, sou de São Francisco – respondi meio confusa.

– Por que você veio aqui pra New York? – perguntou ele.

– Deixe-me pensar. Acho que foi porque eu brigava muito com meu pai e com a minha madrasta. E você, veio pra cá por quê?

– Me conte sobre sua família, depois falamos sobre mim.

Outro pequeno choque: o Nico que eu conhecia se importava primeiramente consigo mesmo, relacionamentos vinham em… oh, eu não sei, em décimo lugar. Isso era definitivamente estranho. Eu disse a ele:

– Bem, eu brigava muito com minha madrasta e quase sempre meu pai a defendia, então eu e Jason...

Isso tomou um pouco mais de tempo que eu pensei, e, quando eu acabei com minha história, Nico me falou:

– Vou te fazer esquecer tudo isso que você já passou, ok? – as mãos de Nico estavam ocupadas novamente. Ele se agarrou a um seio, extraindo um gemido agudo de mim, e ele sugou e lambeu intensamente. Doloroso e muito excitante... Senti como se ele tivesse extraindo de muito abaixo. Eu arfei e me sacudi na excitação, e ele de repente levantou minha perna para poder entrar em mim. Não foi um choque tão grande dessa vez, e foi mais lento. Nico queria que eu o olhasse nos olhos; isso obviamente acendia seu desejo.

Eu estava exausta quando acabou, embora eu mesma tivesse aproveitado imensamente. Eu tinha ouvido bastante sobre homens que não ligavam se a mulher tinha tido prazer ou talvez esse tipo de homem presumia que se ele tinha tido prazer, a parceira dele também. Mas nenhum dos homens com quem estive tinham sido assim. Eu não sei se isso é porque eles eram "bem dotados" ou porque eu era sortuda ou ambos. Nico tinha me feito muitos elogios e eu percebi que não tinha dito nada para ele que indicasse minha admiração. Aquilo dificilmente parecia justo. Ele estava me abraçando e minha cabeça estava em seu ombro. Eu murmurei em seu pescoço:

– Você é tão bonito.

– O que? – ele estava claramente surpreso.

– Você disse que achava meu corpo bonito – claro que este não tinha sido o adjetivo que ele usou, mas eu estava envergonhada para repetir suas palavras verdadeiras. – Só quero que você saiba que penso o mesmo sobre você.

Eu podia sentir seu peito movendo enquanto ele ria, só um pouquinho.

– De que parte você gosta mais? – ele perguntou, sua voz provocando.

– Oh, seu traseiro – eu disse instantaneamente.

– Meu... traseiro?

– Ahã.

– Eu teria pensado em outra parte– ele disse com um sorriso malicioso.

– Bem, essa é certamente... adequada – eu disse a ele, enterrando meu rosto em seu peito. Sabia que tinha escolhido a palavra errada.

– Adequada? – ele pegou minha mão e a colocou sobre a parte em questão. Imediatamente começou a se animar. Ele passou minha mão nele e eu amavelmente o rodeei com meus dedos. – Isso é adequado?

– Talvez eu devesse ter dito graciosamente amplo.

– Graciosamente amplo. Eu gostei – ele disse. Ele estava pronto novamente, e honestamente, não sabia se eu conseguiria. Eu estava tão exausta a ponto de imaginar se estaria andando engraçado depois. Eu indiquei que ficaria contente com outra alternativa, ao deslizar deitando-me na cama e ele pareceu satisfeito em retribuir.

Após outra rodada extraordinária, eu pensei que cada músculo do meu corpo tinha virado gelatina. Eu não falei mais sobre os meus pais, sobre o meu passado ou sobre qualquer coisa desagradável. Nós sussurramos algumas palavras sinceras (da minha parte, pelo menos), elogios mútuos e logo eu estava acabada. Não sei o que o Nico fez o restante do dia, porque caí no sono.

Eu tinha muitas preocupações me esperando no dia seguinte; mas graças ao Nico, por algumas horas eu simplesmente não me importei.

Notas finais
*Daytona 500 é a principal prova da NASCAR, disputada desde 1959 percorrendo 200 voltas em uma distância de 500 milhas (805 km) no circuito de Daytona International Speedway na cidade de Daytona Beach, na Flórida. Essa prova é conhecida nos Estados Unidos como The Super Bowl of NASCAR em referência a final do Futebol Americano e como The Great American Race (A Grande Corrida Americana). Desde 1995 sua audiência na TV americana é maior que qualquer outro evento esportivo, superando inclusive as 500 milhas de Indianápolis, uma das provas automobilísticas mais tradicionais do mundo. Sim, eu assisto corrida de carros kkkkkk eu gosto muito e principalmente amo carros *mejulguem*, mas minha praia são motos *mejulguemmaisainda*. Outro dia tava tendo aqui na minha cidade um raxa autorizado de corrida de siamesas *OMFGs* eu quase morri assistindo *O*. O que acharam do capítulo, huh? kkkkkkk é praticamente só hentai, porra! kkkkkkkkk Mas notaram a diferença do modo como eu escrevi? A Thalia tendo vergonha, o Nico sendo mais atencioso... Vocês preferem desse jeito ou do outro? Sinceramente, eu prefiro o Nico um badboy, mas fica a critério de vocês. ~NO MÍNIMO 10 REWIEWS PARA O PRÓXIMO!!! (Acham que mereço todos esses rewiews? Também aceito recomendações. Que tal tiros na testa? Declarações de amor? Planos para dominar o mundo? Talvez planos terroristas? Bombas nuclares? Convulsões no teclado? Piadinha toc toc? Eu respondo!) You know you love me, xoxo. ~beijos com gostinho de Benjamin Burnley *OMFGs*