Thalico- It's my life.
3 No Shopping
Notas iniciais
POV Nico
Botei minha camisa do Green Day, meu jeans Preto e minha jaqueta. Peguei minha chave, meu óculos escuros e meu óculos normal.Peguei minha moto, sai da garagem vi meu pai sair e sussurei:
–Idiota.-Acelerei a moto e fui para a casa da Annabeth. No caminho meu Iphone toca, paro no acostamento (sou responsável).Ohei era Annabeth.
–Annabeth?
“Nico, a Thalia está aqui ela e o Luke brigando, ela ta chorando...” — Disse ela, que cara babaca eu sempre, SEMPRE fui apaixonada por ela e aquele babaca fez isso. –“Ela ta muito mal, compra você um terno ta.”.
“Annabeth vai, não quero atrapalhar vocês”-Era thalia ao fundo
–Thalia não precisa, eu vou sozinho e compro um vestido para a Annabeth.
“Vem Nico”-Disse ela com aquele tom autoritário dela que eu tanto amo, que nunca me conformei em perder para aquele babaca do Luke.
–To indo.-Desligei, voltei para a rua e 5 minutos depois la estavam , Thalia enchugando o olho e Annabeth a consolando, elas viraram para mim e eu tirei o capacete e botei o óculos.
–Oi.
–Oi.-Responderam as duas. Cheguei perto de Thalia para ver como ela estava.
POV Thalia
–Está tudo bem?-Ele perguntou, com a voz calma não a voz raivosa que teve comigo que teve comigo na sala de aula.
–Não.-respondi.
–Veja pelo lado bom você descobriu que ele é um idiota, e que não viu a garota maravilhosa que estava ao lado dele.- disse ele, aquilo foi uma indireta? Não faço idéia só sei que ele estava lindo naquela jaqueta de couro e a camisa da minha banda favorita Green Day. Olhei para aquele rosto perfeito e por impulso o abracei. Pensei que ele iria me afastar como fez com o Leo, mas não, aquele olhar surpreso se transformou em um olhar carinhoso o mesmo que ele olha para Annabeth, ele retribui o abraço , passou a mão gelada como neve no meu cabelo e murmurou alguma coisa que não pude escutar pois só escutava o coração dele, já que minha cabeça estava em seu peito por ele ser mais alto que eu, que batia acelerado.
–Obrigado Nico.
–De nada Thalia.-Ele me soltou, ele abriu aquele sorriso torto e fofinho.
–Eu já vou obrigado Annie.-eu disse e sai andando e percebi que queria estar sempre nos braços de Nico di Angelo.
POV Nico
–Vamos Annie.-Peguei a mão dela e levei até a moto, dei um capacete pra ela e botei o meu sentei na moto e ela me abraçou pela cintura e fomos para o shopping, no caminho contei a ela sobre o dinheiro que meu pai havia me dado e a briga e ela como sempre desaprovou.
–Para de brigar com seu pai ele ta tentando se legal.
–Devia ter tentado ser legal quando eu tinha 8 anos, não ter me evitado.
–Nico eu amo seu jeito sabia?
–Que jeito?
–Esse jeito protetor que você tem comigo e com a Thalia. Você dizendo “Eu to aqui, eu vou estar sempre aqui.”.
–É meu jeito. .-Continuamos a viajem em silencio, entrei no estacionamento, parei a moto e descemos.
Entramos no shopping e ela me deu um leve puxão(lê-se me jogou na loja).
–Olha este vestido Nico que lindo!-Disse ele, era um vestido vermelho meio longo com um decote que vai até a china.
–Não.-respondi rápido.
–Porque?-perguntou ela um pouco chateada.
–Simplesmente porque esse decote é do tamanho do universo.-Respondi. Acho que sou exagerado.
–E daí?
–E daí que eu não quero um bando de garoto olhando para a minha irmã.-Era assim que nos tratávamos como irmãos e eu admito sou um pouco protetor(lê-se exageradamente superprotetor).-Vamos em outra loja.-Fomos a 3 lojas e odiei todos os vestidos que ela experimentou ela estava me estapeando. Decidimos comprar meu terno.
–Nessa?-Perguntou Annabeth.
–Sim.-Entramos na loja e a atendemte pega 3 ternos, visto o primeiro e um terno de cinza, me sinto um pinguim de tão apertado.
–Você ta lindo!-disse Annabeth.
–Pode ser, mas eu não consigo me mecher.-Eu respondi, ela riu e me empurrou pra vestir o outro. Um terno verde VERDE . Fala serio Annabeth, verde. Saio com aquele terno verde completamente ridículo. Annabeth riu.
–Isso não tem graça.-Digo irritado.
–Tem sim. –Ela disse abafando o riso.
–Cadê o outro?-Pergunto.
–Aqui.-disse a atendente, ela me entregou um terno azul marinho, com um colete também azul marinho e uma gravata azul alguma coisa.
Entro, mudo de roupa e saio e vejo a Annabeth, a atendente e a caixa de boca aberta.
–Estou bem?-Pergunto com um sorriso.
–Ótimo.-Responderam as três ao mesmo tempo, dou uma risada.
–Vou levar. –Volto tiro o terno, visto minha roupa novamente. Pego 150 dólares da carteira e entrego. Pego a sacola com o terno e quando me viro bato em alguém.
–Desculpe.-Falei, segurei sua mão e o ajudei a se levantar era Percy.-Foi mal primo.
–Sempre né Nico.
–Percy, porque você...-Thalia entrou e me viu apertando a mão do Percy.
–Oi Thalia, tudo bem?
–Sim, o que você está fazendo aqui?-Perguntou ela.
–Vim comprar um terno com Annabeth.-Respondi, Annabeth estava segurando minha mão(lê-se esmagando).-Acho que você deveria saber.
–Ah sim eu havia me esquecido, o Percy me chamou para ajudar ele com o terno também eu vou com ele.-Annabeth apertou mais forte minha mão, acho, só acho que ela está com ciúmes. Thalia segurou a mão do Percy, Thalia estava tentando me fazer ciúmes? Se ela tentou estava conseguindo, mas não queria dar o gostinho e manti meu olhar calmo. Segurei Annabeth contra o meu corpo, como um abraço. Thalia não ficou com ciúmes, mas Percy ficou.
–Já vou indo, tchau. -disse Annabeth, ela entendeu meu jogo. Saímos da loja e dei um beijo na cabeça de Annabeth porque sabia que eles estavam olhando. Entrei em uma loja de vestidos, para escolher um para Ananbeth. Ela escolheu um.
–Horrível. -Eu disse.
–Escolhe um você?-Disse ela muito irritada.
–Tudo bem.-Respondi, andei pela loja e vi um vestido azul, com uma alça só, muito bonito.-Este.
–Azul, pra combinar com seu terno!-Exclamou ela, pela cara dela ela amou o vestido.
–Também, a cor favorita de um certo garoto é azul.-Estava falando do Percy, Annabeth nutre uma queda por ele desde que ambos tinha 12 anos. Ela abriu um sorriso de orelha a orelha.- Experimenta.
–Ta bem.-Ela entrou na cabine, cinco minutos depois ela sai e meu queixo vai no chão.
–Vo-Vo-Você está linda. -Gaguejei e ela riu.
–Eu vou levar. -Ela entrou na cabine tirou e entregou a atendente. Fiz questão de pagar.
–Vai pagando vou entregar meu óculos. -Sai da loja e fui na loja da frente.
–Boa tarde. -Disse o atendente.
–Boa tarde, vim entregar este óculos e pegar o outro. -Mostrei o óculos.
–Seu nome?
–Nico di Angelo.
–Ah sim, aqui está. –Ele me entregou o óculos e eu dei o outro óculos. Experimentai ficou perfeito, e admito muito melhor que meu antigo. Sai da loja e vi Annabeth saindo da loja. Fomos para outras lojas, para meu novo guarda roupa. Depois que compramos, fomos cortar meu cabelo e depois para a praça de alimentação. Compramos no MCDonalds e sentamos
–Valeu. -Disse
–Por quê?-Perguntou ela.
–Por ser sempre tão legal comigo, você é uma da poucas pessoas que é.-Respondi, ela me abraçou pelo pescoço e me deu um beijo na bochecha.
–Não é Zeus?-Perguntou ela. Avistei um homem com uma barba cinza, cabelos pretos e um terno risca giz. Era meu tio Zeus. Ele avistou eu e Annabeth.
–Oi Nico. Oi Annabeth.-Disse ele.- Posso sentar?
–Claro. -Ele puxou a cadeira e sentou com seu café.
–Como estão vocês?
–Estou bem. -Respondeu Annabeth.-Ele que não está, brigou com Hades.-Olha para Annabeth com o olhar mais mortífero que pude fazer. O telefone dela tocou.-Licença.
–Sério?-Perguntou Zeus para mim.
–Sim. -Respondi.
–Por quê?
–Porque ele me evitou por 8 anos e agora quer fazer as pazes.
–Vocês se parecem muito.
–Eu não me pareço com aquele canalha.
–Parece sim, os mesmos olhos pretos, o mesmo cabelo muito preto e rebelde. A mesma pele pálida e o mesmo corpo gelado.
–Prefiro acreditar que me pareço com meu avô.
–Tudo bem, mas sabia que você é o orgulho dele.
–Orgulho? Quantas vezes ele já me disse que sou o desgosto.
–Seu pai dizia que a coisa que mais amava em Maria di Angelo era o nariz dela e você é o único que tem.-ele apertou meu nariz, é verdade já reparei, meu nariz era diferente do de Bianca e do Dylan(meu irmãozinho caçula, ele está na casa de minha avó materna.).-Fora a orelha que vocês três tem.
–Grande coisa.
–Nico, você é muito maduro, independente. Hades queria ser você quando jovem. O nosso pai o tratou assim como ele trata você. Depois de um tempo seu pai, ficou revoltado assim como você, mas ele não consegui se tornar independente, nosso pai, por este motivo deixou a maior parte da empresa para mim, porque dos três eu consegui ser mais independente. Mesmo eu sendo adotado e seu pai o mais velho.-Ele disse, sim Zeus é adotado, não tenho nenhum parentesco com Jason e Thalia, não de sangue.
–Então ele estava me evitando pelo fato de ele estar tentando me fazer o sócio majoritário das empresas Olimpo?
–Sim
–Pois fez isso pra nada, eu não quero a empresa, eu quero ser musico.
–Queria que o Jason fosse decidido como você!
–O Jason é um menino, deixa ele crescer.-Zeus botou a mão no meu rosto.
–Nico, nós não escolhemos família você fala do seu pai, mas o meu me abandonou na porta de uma casa. -Aquilo me fez ficar muito mal. Zeus mesmo o pai dele tendo feito isso, adotou o sobrenome Grace.
–Quando tempo durou o teste com vocês?
–O de Poseidon 6 meses, Hades 2 anos e eu 3 anos.
–Por que você mão fez os teste com o Jason?
–Eu acho isso idiotice. -Eu ri, estava acostumado a meu tio estar serio, até em churrascos da família. -Poseidon também.
–Valeu tio.
–De nada garoto, recomendo você ir falar com seu pai depois me liga.
–Valeu tio.
–Bom baile. -Ele disse e olho para Annabeth que falava nervosa ao telefone.-Juízo.-Eu ri
–Somos apenas bons amigos.
–Sei, seu pai e maria também eram bons amigos e olha você aqui.
–Fala serio, tio.
–Tchau Nico.-Ele levantou e foi embora, 5 minutos depois Annabeth sentou na mesa.
–Tenho que ir embora, minha mãe...
–Tudo bem, é Atena né?-Ela riu, saímos do shopping deixei ela em casa e fui para o escritório do meu pai, parei a moto, desci subi o elevador e e lá estava eu na sala de espera.
–Boa tarde Nico.-disse a secretaria do meu pai.
–Boa.
–Vou avisar ao seu pai. -Ela discou um numero no telefone. -Sr. di Angelo, seu filho Nico está aqui e quer falar com você.-Houve uma pausa.-Tudo bem, o senhor quer um café, um suco ou uma água?-Outra pausa. — Tudo bem. -Ela desligou. –Pode entrar Nico.
–Hades?
–Entra Nico, senta. -Sentei na cadeira de frente para a mesa dele e na frente dele. –Então?
–Eu descobri o porquê você me ignorou durante nove anos.
–Qual é?
–O teste retardado que meu avo fez com você e com meus tios.
–Qual deles te falou?
–Zeus, e você fez por nada, porque eu não quero a droga desta empresa.-Estava falando alto, nem me importava com a secretaria ela já estava acostumada.
–Nico você vai ser o presidente sim querendo ou não.
–Eu não vou, você não manda em mim. Eu quero viver da musica. –Eu gritei.
–Eu mando sim eu sou o seu pai.-Ele gritou
–Eu não tenho pai, tenho um homem que me ignorou por nove anos por fazer um teste idiota.
–Era preciso. -Ele gritou
–Não, não era. Vocês haviam decidido antes de eu nascer que eu seria o sócio majoritário. -Eu gritei
–Eu descido o que você vai ser!
–Não vai não eu vou viver da minha musica e não dessa empresa idiota, eu não queria ter nada haver com essa empresa e odeio o sobrenome di Angelo.
–Não fala assim do seu avô.
–Eu tenho nojo de fazer parte dessa família.
–Você é um desgosto, não tenho nenhum pingo de orgulho de você Nico.
–Que ótimo mostrando quem realmente você é, você não tinha nenhuma razão por me ignorar por 9 anos, 9 longos anos. E agora tentar me comprar. Eu tenho nojo de ser seu filho. -Estava gritando muito.- NOJO. – Levantei da cadeira, rápido e ia saindo.
–Volta aqui, Nico.
–Fala com as paredes.- Bati a porta, sai correndo desci pelas escadas pois não tinha saco para pegar elevador. Peguei minha moto, fui em alta velocidade, parei minha moto, entrei em casa joguei as bolsas no quarto sentei na cama, botei a mão no rosto.
–Não chora Nico, não vale a pena.- sussurrei para mim mesmo.-Ele era meu herói, que idiota que eu fui. –Comecei a chorar ignorando qualquer coisa.
–Nico.-Era minha mãe e minha irmã.
–Fala.-Manti minha voz firme.
–Você ta bem?
–Porque não estaria.
–Tem uma pessoa querendo ver você.
–Manda ir embora.
–Vai me mandar ir mesmo.-Reconheci a voz era Dylan, limpei os olhos, que nunca ficam vermelhos quando choro e abri a porta e peguei Dylan no colo.
–Meu garoto, como é que se ta?
–To bem Nico.
–Que ótimo maninho.-Botei ele no chão.
–Nico, acho melhor você tomar banho e se arrumar para o Baile.
–Tudo bem já vou.-Peguei minhas coisas e fui para o banho.
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