Thalico- It's my life.
14 A Small Adventure
Notas iniciais
POV Nico
Perguntaram-me naquele mesmo dia, qual foi a maior merda que eu já fiz e imediatamente eu respondi, me apaixonar por Thalia Grace. Depois que sai do parque, eu fui até minha academia e falei da luta. Eles começaram a arrumar, depois, comecei a andar pela cidade, minha vida naquele momento estava confusa, com raiva, mas não como na época dos meus treze anos, nesses momentos eu queria ter alguém pra desabafar, mas ninguém me entenderia, fiquei rodando pela cidade até de madrugada.
Cheguei no Colégio Half-Blood, e me encontrei com o pessoal, mas minha cabeça não estava ali presente, o dia todo passei avoado, não prestava atenção em nada e em ninguém, no final da aula, bati na sala de química, e entrei.
–Sr. Anderson?
–Nico, entre por favor.-Entrei, e ele me apontou a cadeira.-Sente, e o que trás o rapaz aqui?
–Problemas Sr. Anderson.-Respondo.
–Por favor, me chame de Bill, que problemas?
–Sabe Bill, eu não viria aqui se não confiasse em você, eu vejo você mais do que como um professor, sabe esse mês você me apoiou, me ajudou e me aturou.
–Entendo Nico, também te considero mais do que um aluno, te considero um amigo.
–Professor, eu só estou com raiva, de tudo, da Thalia, do meu Pai, do Luke, do meu Pai e da minha vida.-Eu digo, ele levanta da cadeira dela, e vai pra frente da mesa, e encosta, e faz um sinal que eu prossiga.-Estou com raiva do porque tudo dá errado, do porque tudo acaba sendo estragado, e do porque eu não posso ser feliz pelo menos meia hora, o mundo me cansa Bill, as vezes dá vontade de fugir, jogar tudo pro alto e desistir...
–Ei, não fala assim garoto.-Ele me corta, ajoelha na frente da cadeira que eu to sentado, e põe a mão no meu rosto.-Você é forte, um ótimo lutador, um ótimo cantor, um ótimo guitarrista, um ótimo ator, um ótimo desenhista, um ótimo compositor, um ótimo escritor, você é incrível quantas pessoas não trocariam a vida só por um pouco do seu talento. Sem pensamento negativo, o pensamento negativo faz mal pra você, sua cabeça Nico, ela é....
–Problemática, eu sei.-Eu o corto.-Outra coisa que faz minha vida ser péssima, uma cabeça problemática era só o que me faltava, Bill, é isso que eu to cansado, sabe dessa vida ridícula que eu levo, problemática, infeliz, sem paciência, e que na maioria das vezes eu acabo parando no hospital, desculpa Bill, mas essa não é a vida que eu quero pra mim.
–Mas é a sua vida, você não pode escolher, mas você pode fazer ela mudar, você guardou ressentimento por muito tempo, Nico. De um tempo para o que vai acontecer, resolva seus problemas, você gosta da Thalia, e ela gosta de você, mas acontece que você não confia nela, ela pode ter te machucado, mas acredite, você pode consertar as coisas, começando pelo coração.
–Desculpa Bill, mas eu não posso, porque eu sou fraco.-E abaixo a cabeça.
–Você é mais forte do que pensa, garoto. E garoto, você, além de ser talentoso, tem a coisa quem muitas pessoas gostariam de ter. Liberdade. -Ele levanta, e me estende a mão.-Vem garoto, você tem que ir pra casa, mas não esqueça se precisar de alguém pra desabafar ou um amigo, sabe onde me encontrar, até amanhã.-Eu pego minha mochila, e chego na porta.-Nico.-Eu me viro.-Estou sabendo da luta entre você e o quebra-ossos, cuidado com ele, e mais uma coisa, você vai ter o melhor treinador.-Ele diz.
–Quem?-Eu pergunto.
–Eu.-Ele responde.-Até amanhã, anjo da morte.-Ele diz e eu sorrio, viro de costas e saio do colégio, vou até minha moto, sento nela, ligo, ponho o capacete, e vou para a casa da Annabeth.
POV Thalia
Estava na janela do meu quarto, olhando para fora, pensando no Nico e no nosso “relacionamento”. E vejo uma moto parando em frente a casa de Annabeth, que era na frente da minha, o motoqueiro se revelou e era ninguém mais ninguém menos que, Nico Gostoso di Angelo. Ele vai toca a campainha e Annabeth atende a porta, eles conversam um pouco e ele vira de costas com uma cara meio triste, mas ela segura o braço dele, e ela pega o telefone e começa a ligar pra alguém, e meu telefone toca. Não é possível. Pego e vejo, que é a Annie.
–Alô?
–Thals, te como você vir na minha casa rapidinho?
–Tá bom, porque?
–Nada demais, só não demora muito e se arruma com uma roupa legal.-E ela desliga, vou no meu gurda roupa, visto um short curto rasgado, uma camisa com o símbolo do Rolling Stones, e por cima uma camisa de manga quadriculada vermelha, com o contorno dos quadrados petos, uma toca cinza. E uma bota com um salto pequeno, ponho minha clássica maquiagem preta, peguei meu celular, minha chave e desço as escadas, atravesso a rua e a Annabeth me arrasta pra dentro da casa, e encontro Nico sentado/deitado no sofá de Annabeth encarando a garrafa de vodka na mão dele.
–Nicolas di Angelo, olha pra mim.-Diz Annabeth. Ele vira, olha pra mim de cima a baixo, e olha pra Annabeth.
–Você sabe perfeitamente bem que meu nome não é Nicolas, é só Nico.
–Tanto faz, e você não queria uma aprceira pra sua pequena aventura, aqui está ela.-Ela diz, e aponta pra mim.
–O que, pera, Annabeth Chase, que historia é essa?-Pergunto.
–Nico, ta afim de pegar a moto e ficar sem rumo até a tarde do dia seguinte, mas ele não quer ir sozinho, então ele me chamou mas eu sou medrosa, então ele me mandou arranjar uma parceira. E aqui está você.
–Topa, Grace?-Ele pergunta, vindo da boca dele quem negaria.
–Topo, di Angelo.-Eu respondo, ele levanta, pega a garrafa e um bastão de beisebol, que estava ao lado do sofá, ele põe a garrafa e ele põe no jardim, e bate com o bastão na garrafa e ela quebra em vários pedaço, ele solta o bastão no chão,e grita.
–Viva a minha liberdade.-Ele senta na moto põe o capacete.-Vem Grace, nossa pequena vai ser assim, com a roupa do corpo, com trezentos dólares e uma moto com o tanque cheio.-Eu vou até a moto ponho o outro capacete e abraço a cintura dele, e ele acelera a moto rumo a nossa pequena aventura, que eu admito, também precisava.
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