Notas iniciais
Nessa crônica trouxe um pouquinho de comédia.

Medo do escuro é papo furado. Desde quando alguém tem medo de não ver nada? Medo de altura é papo furado. Desde quando alguém tem medo de ficar lá no alto e quase tocar no céu? Ou tocar em uma nuvem de algodão? Ou tocar em um arco-íris de papel?

Medo é um papo que todos papeiam. “Tenho medo de aranha”, “Tenho medo de barata”. A maioria desses medos é invenção de sua mente. Desde quando aquela criaturinha peçonhenta milhões de vezes menor que você te faria mal?

Fobia é papo sério. Fobia é uma coisa pior que medo. Fobia é fobia, isso não se discute. Existe fobia de palhaço, de aranha, de barata, de panela de pressão... Mas tudo o que se sabe sobre as fobias é que quando você tem uma, você deve evitar tudo aquilo que se relacione à ela. Por exemplo, quem tem fobia de panela de pressão deve ficar longe de feijão.

Um dia, minha amiga estava no banheiro se arrumando para um jantar chique. Colocou seu melhor vestido, seu melhor sapato e foi se maquiar. Assim que estava passando um pouco de cor em suas bochechas branquelas, sentiu um pequeno e estranho movimento em sua perna. Olhou para baixo e não era nada mais nada menos do que uma barata (daquelas que voam ainda). Sua visão começou a escurecer e seu corpo começou a ter calafrios, não conseguia se mexer, seus músculos estavam se contraindo. Começou a gritar até que sua então sua mãe chegou para socorre-la matando a pauladas aquele inseto maldito.

Fobia é diferente de medo. Medo passa, já a fobia não. Raramente apenas com tratamento. Meu maior medo nesse momento é que vocês descubram que a minha amiga do parágrafo acima na verdade sou eu.

Notas finais
Espero que tenham gostado, não se esqueçam do review, hein! :D
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.