Teseu Cardoso é os Deuses
1 O mar fala comigo
Notas iniciais
Olá Semideus , eu sou Teseu e fiz um livro sobre minhas aventuras
-Anderson –gritei – vamos para a praia minha mãe disse que podemos ir
Anderson meu amigo e visinho
- já vou cara to pegando umas coisas – retornou ele
Ele veio com uma bolsa que devia ter roupas de banho e coisas de praia ele usava uma bermuda florida é uma camisa branca com estampa de uma canoa ,seus cabelos estavam bem penteados como sempre e seu rosto cheio de espinhas ,ele também trazia uma prancha
Fomos até minha mãe e ela nos levou a praia , eu adoro a praia e o lugar que mais gosto no mundo
-Teseu você arrumou o quarto ?
-sim mãe , mas por favor não toque em assunto de escola
-está bem – disse ela
Passamos pela avenida e seguimos direto e pude ver a placa onde se lia “praia da costa a 800 metros”
ao chegarmos minha mãe estacionou o carro e nos 3 fomos a praia , minha mãe ficou na sombra de um coqueiro e pois algumas coisas La para ela se bronzear no sol
- Teseu vamos brincar
- sim
Fomos ate a Margem da água e entramos , eu já disse que amo o mar e a praia ? brincamos muito e depois eu sai da água e Anderson continuou a brincar com sua prancha ele tentava surfar mas sempre caia da prancha
Eu peguei um graveto e comecei a desenhar na areia , eu gosto de desenhar e escrever coisas na areia
Eu escrevi “Eu te amo “ não que eu ame alguém mas gosto de escrever
Por um segundo uma onda veio do mar , eu realmente não imaginaria que ela chegasse ate ali , ela cobriu minha frase com água por uns 4 segundos e depois foi saindo , eu não lembro de ter algas vindo junto com a onda mas eu juro que onde estava o “eu te amo agora” ainda havia o “eu te amo” mas agora havia uma nova e perfeita palavra escrita com algas ao lado do meu te amo agora estava escrito “eu te amo também” o também escrito com algas , eu sinceramente fiquei um tanto assustado com aquilo mas desloquei a atenção aos gritos que pareciam ser do meu amigo Anderson
- Socoro – gritou Anderson
Ele estava aparentemente se afogando e sua prancha estava partida no meio e ele estava se afogando , eu tinha de ajudá-lo
Corri ate ele e por um segundo achei que estivesse caminhando na água , chegei ate ele e puxei ele ate uma parte quebrada de sua prancha ele estava meio apavorado e não disse nada , ate então que pude ver o motivo de seu terror , ao lado do outro lado da prancha a uns 50 centímetros abaixo da água estava ele um pequeno talvez filhote tubarão branco , eu me apavorei também fui puxando a prancha com Anderson em cima ate que ouvi algo como um pensamento em minha voz mas não era meu era como se fosse telepatia algo que dizia como
“ não vou te machucar chefe” , lembra da parte do apavorado ? eu estava apavorado em dobro agora , empurrei a prancha e pude sentir Anderson me ajudando ele estava agora mais consciente e me ajudava a irmos ao razo da praia
Chegamos em segurança mesmo com o susto Anderson deitou na areia respirando feito louco
- agente ia morrer , cara oque foi aquilo ? – disse Anderson
- eu não sei , era um tubarão , cara ele quebrou sua prancha
- to nem ai só sei que ta mos vivos
- mas mano não conta a minha mãe isso não ta , se ela souber nunca nos trará mas a praia
- certo , não vou dizer mas como explicamos o sumiço da prancha a ela ?
- eu acho que ela nem viu
Falamos com minha mãe e ela concordou em ir embora pois tava perto do almoço , ela não tocou no assunto da prancha ao chegar em casa eu e Anderson almoçamos ,e só então lembrei das algas na praia , bem eu não achei aquilo nada normal , mas vou tentar esquecer
-Teseu , vem Ca – alguém me chamou em casa as 14:30 da tarde , aparentemente o Anderson
Abri a porta e fui ver quem era
- eae Anderson
-eae , topa ir comigo levar esses livros de volta a bibiotecla ?
- okay vamos
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