Notas iniciais
Fortes emoções estão por vir Hunters, preparem-se e boa leitura *-*

Acordo assustada estou jogada no meio da floresta aos poucos vou recordando tudo o que aconteceu. Dean ainda está com aquelas vadias quando levanto disposta a ir atrás dele uma forte dor atinge minha barriga, olho minha calça esta suja de sangue.

– Não, não, não. – digo.

Toco em minha barriga e no silencio do lugar consigo ouvir as fracas batidas do coração de meu filho.

– Não.

Saiu o mais rápido que posso daquele lugar, escuto o barulho de sirenes olho para os lados mas a rua esta deserta o hospital só pode estar perto. Dito e feito entro no hospital gritando de dor e caiu no chão, rapidamente sou levada.

– Acalme-se querida o que aconteceu? – diz uma enfermeira.

– Meu filho, meu filho. – grito e me contorço.

– Ela perdeu muito sangue, está queimando em febre. Vamos rápido com isso. – diz o medico.

– Ela pode ter uma hemorragia. – diz outra enfermeira.

Grito mais alto ainda quando o medico aperta minha barriga.

– Ela está perdendo o bebe rápido gente preparem a sala ela vai precisar de cuidados especiais. Qual seu nome querida.

– Nina... Smith.

– Nina vamos te dar um remédio pra essa dor passar, ok?

– O que vão me dar? – a enfermeira injeta o liquido no soro. – O que é isso? – grito.

– Calma você vai se sentir melhor.

Tudo ao meu redor fica turvo e eu apago.

Acordo no susto o quarto esta completamente escuro e estou usando roupas de hospital. Sento na cama e já não sinto mais dor, no silencio do quarto tento ouvir as batidas do coração do meu filho mas não a nada.

– Não. – sussurro e choro. – Não.

– Achei que fosse tirar direto. – diz o medico acendendo o abajur.

– O que aconteceu?

– Eu sinto muito Nina, mas quando você chegou já era tarde de mais não havia mais nada que pudéssemos fazer. Eu sinto muito.

– Sempre a uma esperança. – digo em meio ao choro.

– Sim sempre a, mas esse caso foi critico seu próprio corpo tratou de expelir o feto. Eu sinto muito. Vamos deite, preciso fazer alguns exames e preciso de algumas respostas.

– Quanto tempo vou ficar aqui?

– Mais um ou dois dias.

Nem ferrando.

Depois de fazer os exames e de já estar medicada ele sai e eu finjo dormir. Alguns minutos depois arranco o soro e levanto devagar, minhas roupas estão limpas e dobradas em cima da poltrona visto-as e abro a porta e observo em volta ninguém nos corredores. Continuo andando, preciso de dinheiro. Passo na frente da sala em que as enfermeiras descansam, entro apavorada e com cara de choro, a cara de choro não foi forçada.

– Por favor meu pai ele está tendo um infarto.

– Qual quarto?

– 221, rápido por favor.

Elas saem correndo e eu aproveito para rouba-las. Mais de duzentos dólares, cartões e chaves de um carro. Perfeito, saio correndo mas diminuo o passo quando sinto dor e fico zonza. Chego ao estacionamento aperto o alarme e um carro pisca um Civic uau isso que é carro.

Dirijo até o subúrbio da cidade.

– Preciso de armas. – digo ao homem.

Depois de conseguir tudo o que preciso passo no motel para pegar o restante das munições, embora esteja com um pouco de dor e sonolenta estou pronta para meter o terror naquelas vadias.

Paro o caro um pouco afastado da fazenda, saiu e já dou de cara com um demônio rapidamente acabo com o desgraçado, me aproximo do porão esta tudo muito quieto, entro e Dean não esta lá, saiu novamente e vejo uma movimentação perto do lago. Ao chegar mais perto vejo Dean amarrado e sem camisa com bolsas cheias de sangue, ouço um rosnar bem perto olho em volta e nada quando olho para frente a um cão preto parado bem na minha frente, engulo em seco, dou um passo pra trás e atiro, outros vem atrás de mim e eu atiro aleatoriamente, mas nenhum dos tiros os acertaram. A dor em minha barriga só cresce e tenho vontade de chorar de gritar mas não posso, tento subir em uma arvore mas um dos cachorros arranha profundamente minha perna reprimo o grito e me segurando com uma das mãos atiro na cabeças dos dois cães.

Desço da arvore e olho minha perna vou mancando pronta pra atacar.

– Posso sentir o cheiro. – diz Lilith. – É uma mistura de demoníaco com angelical é de dar agua na boca. Eu vou busca-la.

Ela esta de costas aproveito a chance de atiro em suas costas.

– Não precisa já estou aqui.

– O que você fez sua vadia? – grita Ruby.

Como em magica ela esta em minha frente e me da um tapa, eu voou longe.

– Só por que é filha do Rei do Inferno acha que pode fazer o que quiser?

– Eu estou aqui por causa do meu namorado. Eu vim salva-lo e é isso que vou fazer.

Levanto determinada a bater nela, pelo menos do chute consigo esquivar e acerto um soco em seu nariz e uma joelhada no estomago. Olho em volta procurando a arma.

– Procurando isso?

– Natasha você é uma pessoa boa por que esta fazendo isso?

– Você já sabe, eu quero Castiel morto.

– Sua irmã esta procurando você feito louca.

Quando toquei em sua irmã pude ver que ela balançou.

– Natasha não se deixe levar ela gosta de manipular as pessoas, veja só o que fez e faz com os Winchesters.

– Não a escute Natasha você sabe que é verdade...

Ruby me acerta em cheio na cabeça e eu caio quase inconsciente no chão. Não posso fraquejar, preciso libertar Dean. Me obrigo a levantar e vou até Dean enquanto Ruby está falando com Natasha.

– Dean? Amor? – seguro seu rosto ele geme. – Eu estou aqui, vou te tirar daqui.

Arranco de seus pulsos as agulhas que estavam tirando seu sangue, desamarro as cordas e começamos a andar em passos lentos, ambos estamos feridos e fracos.

– Já chega vocês já foram longe de mais.

Ruby nos joga cada um em um canto pega a faca e passa no pescoço de Dean.

– Não! – grito.

E tento correr, mas Natasha segura meu pulso e faz um corte profundo o sangue escorre dentro de uma tigela e lá começa a dissertar um feitiço.

– É hoje – diz Ruby. – a libertação do nosso pai. Lúcifer esta de volta!

– Dean, Dean.

Não a mais movimento no corpo não o vejo respirar e nem gemer.

– Castiel! – grito. – Jev!

O feitiço se torna cada vez mais sombrio o vento começa a soprar forte e nuvens carregadas se aproximam. Por um milagre vejo Castiel pegando Dean e sumindo com o corpo dele, Jev vem ao meu encontro mas Ruby fez alguma coisa e o anjo some.

– E então? – pergunta à vadia quando se aproxima.

– Tudo certo, Lúcifer quer ver a filha.

– Hora de conhecer o papai.

Notas finais
DAM DAM DAAAAAAAAAAAAAAAAM!