Notas iniciais
Oieee lindas *-*
Obrigado pelos reviews!!! Amei demais, demais, demais...
Essa one possui hentai, leve na minha opinião, mas hentai;
Também, ela se passa no nosso "mundo", nada de ninjas, nem de Konoha.
Não esqueçam de deixar junto do review, o casal para o capítulo bônus, ok?

Boa leitura!
P.S. Não consegui revisar. Sorry!

Ele se encontrava descontrolado, os dois copos espatifados no chão comprovavam tal fato; tentara, por duas vezes, beber do seu melhor whisky importado, e esquecer os problemas, se afundar em um mar infinito de álcool; porém, logo as lembranças dela o atingiam, e ele, cego pela raiva, atirara o objeto que segurava em direção a parede oposta a mesa onde se encontrava sentado. A notícia do casamento de Sakura, o havia abalado mais do que ele gostaria de admitir; e agora, o loiro era um verdadeiro caos de sentimentos.

Naruto tremia dos pés a cabeça; estava em um perigoso estado de fúria, tinha pena do coitado que atravessasse seu caminho naquele dia. Como ela havia tido a coragem de aceitar se casar com Uchiha Sasuke? Ele estava ciente de estar vivendo um triângulo amoroso com seu sócio, e melhor amigo desde sempre, e a advogada da empresa que comandava como diretor executivo. Entretanto, quando as coisas haviam fugido de controle, e tudo pendido para um casamento aonde ele não era o noivo? O loiro não sabia; mas aparentemente era isso que havia acontecido. O Uzumaki cerrou com mais força os punhos já fechados, contando até dez; precisava se acalmar. Sentia, também, uma dor de cabeça terrível; deveriam ser os chifres, pensou irônico, mesmo sabendo que jamais fora o único tanto na cama quanto no coração da rosada, sorriu amargo por isso.

Ali, começando a esfregar, com movimentos circulares, as têmporas, em uma tentativa vã de controle, Naruto inquiriu a si mesmo se era tolice continuar a lutar por Sakura; seria, obviamente, se ele não a amasse; mas amava, e como amava aquela mulher de cabelos rosas. Ele sabia, mesmo que fosse lá no fundo, que ela o correspondia, exatamente, na mesma intensidade; e isso era o que, principalmente, o estava incomodando. E tomado pelas suas divagações, sentimentos, e claramente, pela auto destruição que, com certeza, viria após a futura conversa; o Uzumaki ordenou furiosamente a sua secretária, que fizesse o que fosse preciso para trazer a advogada para aquela sala, onde ele se encontrava com a mais intensa cara de poucos amigos da história.

O pior, o loiro tinha certeza, era que Sasuke não gostava dela como ele; dera a notícia do matrimônio dos dois, sem ter qualquer brilho apaixonado nos olhos ônix; o moreno fora duro e seco, Naruto percebia, não só para demonstrar ao rival quem vencera, como por ter na Haruno apenas um delicioso e suculento pedaço de carne. E mesmo que ela amasse igualmente os dois, ele não conseguia acreditar, que uma mulher tão perspicaz como Sakura, fosse tão cega ao ponto de não enxergar quem verdadeiramente correspondia aos seus sentimentos.

Sendo o homem confiante que era, Naruto esperava apenas uma coisa: fazê-la mudar de ideia; afinal, se a união fosse por qualquer outro motivo que não amor, ele sabia, poderia dar-lhe tudo, era tão rico e poderoso quanto o amigo, talvez até mais bonito e engraçado, e possuía um coração enorme, lugar onde apenas ela habitava. Ele a confrontaria em um primeiro momento, acusando a com todos os questionamentos que rondavam sua mente, só para depois, bombardeá-la com seu amor e seus sonhos, fazendo por fim, Sakura entender que era ele o homem com quem ela deveria se casar e construir uma família. Apesar de no início a relação ser somente carnal e estritamente sexual, o loiro foi se apaixonando, dia após dia; a flor de cerejeira era exatamente o que sempre sonhara, era linda e delicada, tinha os cabelos mais lindos do mundo, esmeraldas como cor das íris, intensa, provocadora, carinhosa, era mandona também, e conseguia tudo o que queria dele, porque com ele era assim: ela não pedia, mandava.

– Sr. Uzumaki? A Srta. Haruno já está aqui. — a voz da secretária soou no alto falante do telefone, fazendo o loiro endurecer mais o olhar e a postura.

– Mande a entrar! — ordenou com a voz gélida, não estava ligando para qualquer tipo de trivialidade, estava furioso, então pareceria como tal. O Uzumaki, então, se levantou da majestosa cadeira, abotoando o terno Armani feito sob medida para o corpo másculo e bronzeado, escorando-se em frente a sua mesa; o coração batia tão rápido, que se não fosse a idade e os hábitos saudáveis, o homem de personalidade poderosa, poderia enfartar.

– Naruto! O que foi? — Sakura disse em tom normal ao passar pela porta, a mulher, como de costume, passou a chave na fechadura. O loiro sentiu o corpo inteiro se incendiar; não havia visto a mulher ainda, e esta, se encontrava deslumbrante; vestia uma saia lápis preta, justa, que batia no meio das coxas bem tornadas, saltos altíssimos da mesma cor, e uma blusa de seda vermelha frente única, o cabelo longo, se encontrava em um coque mal feito, com alguns fios soltos, maquiagem marcante; e por um momento, o homem se esqueceu completamente o que fazia, o que sentia, e quem era.

– Você vai mesmo se casar com Sasuke? — ele inquiriu com a voz fria e melodiosa, já desperto do transe em que se encontrava anteriormente.

– Vou. — ela respondeu olhando para um ponto qualquer atrás do loiro, a passos largos ela se aproximava dele, que possuía as pernas cruzadas e as mãos juntas. Naruto sentiu seu corpo inteiro fraquejar, seu coração morreu por meros minutos, voltando a bater pelo ódio que agora culminava em seu peito. Tudo era loucura agora, ele só pensava em um jeito, nem que fosse mínimo, de não se descontrolar por completo.

– Por que? — ele vociferou, agarrando com força o braço da rosada.

– Eu não tenho que lhe dizer o porque. Essa decisão é minha! Só cabe a mim saber os motivos. — a Haruno retrucou já alterada, ela estava nervosa; afinal, como dizer para o homem que se ama que ela irá se casar com outro?

– É claro que tem! — o loiro explodiu em cólera, invertendo as posições, e prendendo a entre a mesa e o seu corpo másculo, sentiu Sakura tremer com a proximidade, e sorriu debochado; a libido começava a tomar conta do Uzumaki, que resolveu, que se assim ela queria, assim seria, contudo, teriam uma merecida despedida, em cima daquela mesa, como fora da primeira vez.

– Por acaso é o sexo? — ele sussurrou já perto do ouvido de Sakura, que sentiu o seu interior se agitar, não podia negar, o iria querer sempre.

– Porque eu tenho certeza que eu sou melhor. — agora lentos beijos eram distribuídos pelo pescoço alvo e livre.

– Não. — ela tentou ser firme, voz decidida e olhar penetrante; porém, falhou quando sentiu uma mão máscula apertando o seu seio direito; gemeu involuntariamente.

– É o dinheiro, Sakura? — Naruto continuou com os beijos, mordiscando agora o ombro exposto da Haruno, enquanto acariciava ambos os seios médios com as mãos. Estava se deixando levar pelo momento, esquecendo-se da cólera que sentia a pouco, deliciando-se na loucura que era aquela mulher. Estava brincando com fogo, porém, sempre fora assim, provocações e mais provocações, e um sexo insano de tão gostoso depois.

– Não. — a rosada respondeu em um gemido rouco, as mãos apoiadas na mesa, a cabeça inclinada para trás, pernas abertas, convidando o, desejando o .

– É o poder? A influência? — o homem apertou lhe as coxas, sentando a na ponta da mesa gélida de madeira italiana. Sakura fechou os olhos, se aproveitava de todo e qualquer toque, ficava a mercê dele em momentos como aquele.

– Não.

– A cor dos olhos então? — sugeriu o loiro, descendo decote abaixo, passando a língua nos mamilos já aparentes através da do tecido fino da blusa.

– Não trocaria o azul dos seus olhos por nada. — Sakura respondeu sensualmente, agarrando com uma das mãos, os cabelos da nuca do homem, fazendo o encará-la. O fogo das safiras rasgando a alma da mulher, que o beijou enlouquecida.

Os lábios se moviam de início lentamente, aproveitando, saboreando, e depois, tudo se tornou urgente, uma língua explorando a outra, mãos em todos os lugares possíveis, gemidos roucos e agudos, respiração descompassada; ambos eram puro tesão; os corpos fervilhando de excitação, querendo mais proximidade e contato. Quando o ar se fez necessário, se afastaram poucos centímetros, testas coladas, sorrisos sacanas, olhares libidinosos, desejo, loucura; estavam se deliciando na memorização de cada detalhe, de cada milésimo de segundo; se afundando na alegria de serem um do outro.

– Aposto que são os cabelos. — Naruto interrompeu calidamente o gostoso silêncio sexual.

– Você é perfeito! — a rosada respondeu a mais pura verdade, voltando a tomar os lábio carnudos do loiro para si.

No instante seguinte, o Uzumaki retirou as mãos da escultura a sua frente, e com apenas um movimento, jogou tudo o que havia em cima da mesa no chão, um estrondo alto ocorreu, até o notebook havia ido de encontro ao chão. Como que entendendo o convite, Sakura tomou impulso e deitou sobre a madeira e alguns papeis que sobre ela estavam; o loiro veio logo em seguida, já estava sem o blazer, gravata desalinhada, cabelo bagunçado, a mulher mordeu os lábios o deixando fora de si. Puxando violentamente a Haruno para mais perto, Naruto arrancou a delicada blusa, abocanhou o seio esquerdo, chupava e fazia movimentos circulares com a língua, apalpava com a mão livre, o seio direito, a mulher gemia e puxava os fios loiros, ela se contorcia de prazer; aquele homem a levava a loucura. Após revezar os seios de Sakura em sua boca, o homem, a empurrou de encontro a mesa, a deitando por completo, e em um movimento rápido, rasgou a saia preta que a mesma usava, revelando a calcinha vermelha, que ele tanto adorava; ficando louco de desejo, o loiro não se aguentou, e rasgou a peça intima também, colocando dois dedos na cavidade húmida da rosada, que clamava por ele. Fazendo movimentos de vai e vem, ele começou a sentir a ardência de ter as unhas perfeitamente pintadas da mulher lhe arranharem costas, pescoço, tórax, pouco se importava para as marcas de amanhã, ela já havia marcado o seu coração, o que eram arranhões e mordidas roxas perto disso?

Quase chegando ao primeiro ápice da relação, Sakura gemeu exigentemente o nome de Naruto; o queria dentro dela, deslizando muito mais do que dedos, queria o membro dele para satisfazê-la. Entendendo o recado, o Uzumaki, retirou as calças e a cueca box que vestia, e sem aviso prévio, penetrou com força entre as pernas da mulher, que gemeu alto, se regozijando de prazer e espasmos. As estocadas foram ficando cada vez mais fortes, e ele se sentia eufórico, insano, aquela mulher fazia tudo com ele, o fazia perder a razão, o controle, tudo; ela tomava tudo dele. Entretanto em meio a todo o esplendor daquele ato descontrolado de fúria, amor e, despedida; Naruto se deu conta de que ainda não tivera a resposta para a pergunta que martelaria em sua cabeça para sempre. Ainda com movimentos rápidos, ele quebrou o beijo ardente que realizavam, e ofegante, a encarava.

– Se eu sou perfeito; porque dizer sim a ele? — ele insistiu, soltando um som desconhecido pela boca, tamanho era o prazer que sentia.

– Porque você não me ama. — Sakura respondeu casualmente, sentindo seu corpo inteiro vibrar de dor e prazer. Admitir para o Uzumaki que ela o amava assim, tão abertamente, era suicídio; as lágrimas vieram, mas ela as fez voltar, era forte, sempre fora.

– Somos apenas isso. — ela concluiu sentindo seu coração afundar em desespero, enquanto indicava que ele só a procurava para transarem.

Naruto ficou em choque. Então ela achava que ele não a amava; em que mundo será que ela vivia? Todos percebiam o quão apaixonado ele era, o quão louco de ciúmes ele ficava; apenas ela, então, não percebia que ele, Uzumaki Naruto estava entregue nas delicadas mãos que ela possuía? Isso fora demasiado engraçado de se ouvir, ainda mais, quando ele expressava seu amor por ela enquanto a tomava para si, em beijos e gemidos. Sexo? Só isso o que ela enxergava de todas as coisas, que ele fazia, dizia? A ironia era tamanha, que ele não conseguiu controlar a risada gutural que escapou de seu interior; ele era pura felicidade agora. Entretanto, lágrimas tristes rolaram dos olhos da Haruno, que achava que ele debochava de seus sentimentos.

– Não chore. — o loiro pediu limpando a água do perfeito rosto.

– Você acha engraçado meus sentimentos? — ela rebateu magoada, virando o rosto.

– Não. Acho engraçado o fato de eu te amar do jeito que amo, e você aceitar se casar com outro por pensar que isso não existe. — ele respondeu em um sussurro, segurando o queixo da rosada, que estava em completa surpresa.

– Você me ama? — Sakura perguntou esperançosa, tinha medo de que ele estivesse brincando, como tantas outras vezes.

– Sim. — ele disse já contra os lábios dela.

Tomados pela felicidade que sentiam; o casal continuou o que estava fazendo; sentiam tudo em dobro agora. Deixaram de realizar uma despedida, para fazer uma promessa. Os corpos suados, ficavam cada vez mais perto da explosão de prazer que um orgasmo traz. Naruto ia cada vez mais rápido, entrava e saia, emitia sons desconexos, respiração acelerada, boca no pescoço de Sakura, ele mordia, e ela gemia o seu nome; sentia a sensação de calor, de preenchimento, de ardência, de prazer, tudo ela sentia, até que seu ápice veio com tudo, e ela gritou, sim, gritou, o nome dele, aquilo era demais, maravilhoso ela pensava. Mais algumas estocadas, e foi a vez do Uzumaki se derramar dentro da Haruno, mordendo o lábio inferior da rosada. Eles se encaram então, verde no azul, homem e mulher, tudo estava a mostra agora, milhares de pensamentos. Perguntas? Milhares. Certezas? Uma; se amavam incondicionalmente.

– Deixe o! Case-se comigo Sakura! — Naruto exigiu, tocando de leve o rosto da rosada. Estava inseguro; ela podia muito bem não ter acreditado nos sentimentos dele. Tudo poderia desmoronar com apenas uma palavra.

– Sim! — Sakura respondeu de todo coração, invertendo as posições, e com sorrisos radiantes, eles começaram de novo.

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Deixem reviews, é muito bom saber a opinião de vocês!
Críticas e ideias são bem vindas!
Não esqueçam do casal para o capítulo bônus!
Vejo vocês em breve...
xoxo