Notas iniciais
Alooooô galeeera ~de cowboy, alô galera de peão~ pegadinha da malandra u.u sem graça a propósito a não ser que alguém tenha rido, eu rio sozinha no meio da rua, então acontece... Deixa eu contar agora, que novamente estou comendo, pra variar, na verdade estava comendo porque agora a bolacha acabou, mas enfim... AAAH e tomei coca de tarde, em algum momento eu disse que amo coca? Sim eu amo. Parei, juro. #Mentira. Acontece que depois de tomar coca eu fico nesse estado superhiperativo por umas 12 horas. Nos meus dias normais eu sou só hiperativa mesmo... Agora vou parar de enrolar e dizer que trago mais um capítulo para vocês MUHAHAHAHA e que depois desse tem Luuuuuau *O* EITA VÉIO, a chapa vai tá quente mano (perceberam como estou do gueto nesse momento, efeito da coca, claro, porque normalmente sou super normal) ~Esse é o momento em que minha amiga e leitora Camila cai na risada, mas né...~ Eu escrevi mesmo normalmente e super normal? KKKKKKKKKKKKKKK oh G-zus. Agora, depois de meia hora enrolando: Boaaa leitura e devoreeeem! PS: Dedicado a minha nova leitora Bia! Como eu disse no comentário, obrigada por estar aqui!

Capítulo 17 — Marcus

O tempo pareceu parar por um instante, então a porta do bar abriu e Daniel deixou sua mão cair ao lado do corpo enquanto Nathália se aproximava dos dois.

—Ei, vocês estão aí. Por que estão fugindo da minha companhia, os dois? — Ela perguntou aquilo dirigindo uma sobrancelha levantada a eles, demorando-se um pouco ao perceber que Carolina vestia a jaqueta de Daniel.

—O clima não estava bom lá dentro. — Daniel deu de ombros.

Nathália fez uma careta e balançou a cabeça.

—Sei. — Ela olhou para Carolina que parecia totalmente distraída. — Vocês vão voltar lá para dentro ou ficar aqui?

—Estou fumando. — Daniel ergueu o cigarro, dentro do bar era proibido fumar. — E acho que vou embora depois.

—Eu... já vou entrar, logo. — Carolina disse.

—Ok então. — Nathália virou as costas e deixou os dois novamente sozinhos.

—Acho melhor entrar... — Ela disse evitando os olhos de Daniel. Aquilo era perto de mais, ele quase a tinha beijado há poucos minutos e ela não teria feito nada para impedir. Ela queria que ele a tivesse beijado. Queria sentir aqueles lábios pressionando os seus e esquecer o resto ao seu redor, só sentir o calor do corpo dele, dos seus braços enrolados ao seu corpo.

—Fique com a jaqueta. — Ele disse quando ela fez menção de tirá-la. — Estou bem assim.

—Eu não...

—Você me devolve amanhã, no luau. Vou levar tequila. — Ele sorriu torto.

Ela queria se afastar dele, mas era impossível não corresponder aquele sorriso de lado.

—Você decidiu ir então?

—Pode ser. — Ele deu de ombros.

—Por que você não cantou hoje? — Ela perguntou enquanto ele descia do muro e jogava o resto do cigarro fora.

—Você queria que eu tivesse cantado? — Novamente aquele sorriso. Daniel podia ser bem convencido quando queria, ela percebeu.

—Não, só fiquei imaginando o motivo.

—Hum. — Ele murmurou com seu sorriso torto.

—Então até amanhã, Daniel. — Disse se despedindo.

—Até amanhã, Carolina.

Ela entrou no restaurante e o deixou sozinho lá fora. Daniel colocou as mãos nos bolsos da calça e caminhou em frente ao restaurante, olhando para dentro ao passar pelas janelas de vidro. Viu Carolina voltando para a mesa e sentando-se ao lado de Mona e então foi para seu apartamento, subiu até a cobertura e deitou-se em uma cadeira olhando para o céu brilhante a quilômetros de distância. Sentiu a brisa fria da noite e pensou no calor do rosto dela, no modo como seus olhos se encontraram e como ele podia ver neles o quão doce ela era, mesmo que quisesse esconder isso de todas as maneiras.

Pensar nela fazia com que ele não pensasse em Tom e no quanto ainda sentia raiva do antigo amigo pelo tempo em que ele esteve com sua irmã. Ele era culpado por tudo de ruim que havia acontecido na vida dela, Amanda jamais seria a mesma e ele nunca perdoaria Tom.

Enquanto isso no bar os amigos combinavam os preparativos finais para o luau, Mona, Lucas, Marcus e Tom já haviam cuidado de praticamente tudo, Annabel, Jeni, Nathália e Carolina não fizeram muita coisa.

Mais de uma hora depois, todos na mesa já estavam bastante tontos, Carolina e Marcus eram os únicos que não haviam bebido e estavam bem ainda. Quando uma música mais agitada começou a tocar, Tom levantou da cadeira e chamou Carolina para dançar, ela foi dançar com ele e se arrependeu minutos depois de começar. Tom estava perto demais, um perto demais desconfortável, muito diferente de ter Daniel perto daquela forma.

—Tom, um pouco mais de espaço. — Ela falou tentando afastar ele.

—Está ótimo assim, gata. — Ele disse segurando mais firme na cintura dela. — Só acho que você devia tirar essa jaqueta, a jaqueta daquele cara não fica bem em você. Devia ser a minha.

—Tom. — Carolina tentou afastá-lo e desviou o rosto quando ele tentou beijá-la. — Já chega.

—Para de se fazer, Carolina, você quer desde que nos conhecemos na praia.

—Me solta! — Ela disse empurrando ele novamente.

—Tom, já chega. — Carolina ouviu a voz de Marcus e logo em seguida ele estava afastando Tom dela.

—Cai fora, Marcus.

—Já chega. Tá na hora de você ir embora, cara. — Ele disse encarando Tom.

—Vai a merda. — Tom retrucou, mas Mona também estava ali no mesmo instante.

—Tom. — Mona disse. — Você bebeu demais hoje, chega.

Tom olhou para todos, deu as costas e foi embora saindo com raiva dali.

—Desculpe por isso, Carol. Ele fica meio idiota quando bebe demais. — Marcus falou chamando-a de “Carol”, ela ergueu os olhos para ele, fazia tempo que não a chamavam assim.

—Obrigada. Ele estava sendo meio estúpido.

Mona estava olhando de modo concentrado para a porta por onde Tom havia saído, logo vendo que Carolina estava bem, deu as costas e voltou para a mesa. Marcus sorriu um pouco para ela.

—Ele consegue ser completamente estúpido. Você quer voltar a sentar?

—Não, acho que vou me despedir da galera e ir embora.

—Eu vou acompanhar você então.

Carolina agradeceu, não queria voltar sozinha sabendo que Tom tinha acabado de sair dali com raiva. Foram até a mesa dos amigos e se despediram. Depois saíram do bar e caminharam juntos até a casa de Carolina. Conversar com Marcus era extremamente agradável, era fácil esquecer os problemas e sorrir. Ele sempre tinha alguma piada para contar, ela percebeu. E era lindo também.

Notas finais
Comeeeeentem e me contem o que estão achando. Que tal o Marcus hein? Quem quer o Tom? E o Daniel? Tenho muitos planos para luau, porém, como não escrevi ainda e só estou formulando planos em minha mente maligna do mal (mente maligna do mal é ótimo, deixa minha antiga professora de português ver isso) então preciso saber o que estão achando das coisas por aqui. PS: Preparem a pipoca porque esse luau promete! ;x MUHAHAHAHAHAHAHAHAHA Beeijo gente cheirosa