Tentação.

1 Capítulo Único - Tentação.


Notas iniciais
Olá! Faz um tempinho que eu não escrevo, não é? Essa história foi uma diversão que eu tive enquanto morria de tédio na sala de aula, acabei aprimorando e resolvi postar. Se houver feedbacks positivos, talvez eu poste algumas outras que fiz :) Não há exatamente uma história, é apenas uma cena de Lemon. Boooooooa Leitura!

— Você tem outra escolha?

— Tenho, mas vou optar por seguir o seu desejo. Quando pretende fazer isso?

— Agora. – Sorrio

— O que?!

— Vem comigo.

Pego-o pelo braço e arrasto-o em direção ao banheiro. Era a hora perfeita, não havia ninguém naquele bloco além das inspetoras escolares que observaram nossos movimentos enquanto corríamos pela escola. Assim que chegamos, empurro-o para dentro do box.

— Cê tá maluco? – Ele indaga, me olhando fixamente.

Tranco a porta atrás de mim.

— Estou, muito.

Coloco o loiro contra a parede e o beijo enquanto exploro suas penas e sua bunda com as mãos. Subo levemente minhas mãos pelo seu corpo tirando lentamente sua camiseta do uniforme.

Abner morde o lábio inferior, encarando-me.

— Já te disse que essa sua mania me seduz? – Pergunto.

O garoto morde novamente o lábio com um sorriso provocativo.

— Ah, garoto safado. – Suspiro.

Levanto suas pernas e o apoio na parede, beijando-o novamente e em seguida sento sobre o vaso sanitário de forma que ele fique sobre o meu colo.

— Você vai ser um bom garoto?

Abner sorri.

— Imagino que sim, mas, você sabe como são os selvagens, não é? – O loiro diz essa ultima parte em meu ouvido.

Em seguida, desce os lábios ao meu pescoço, dando-me pequenas mordiscadas e chupadas enquanto fazia leves movimentos de vai e vem nas minhas pernas, hora e outra me beijava e quicava lentamente sobre minhas pernas, aproximando seu corpo ao meu, transmitindo-me calor. Esse garoto sabia realmente como me excitar, mas já estava querendo poder demais, e eu não lhe daria isso.

Seguro firmemente seus cabelos, puxando sua cabeça para trás e deixando o pescoço bem exposto, trazendo-o mais próximo da minha boca.

— Agora é minha vez. – Sussurro em seu ouvido.

Mordo sua orelha e seu pescoço por diversas vezes, deixando algumas marcas que provavelmente ficariam roxas. Subo levemente aos seus lábios, beijando-os e mordendo-os. Senti sua pele calorosa se arrepiar e seus movimentos se tornarem mais frequentes, eu conseguia perceber a elevação em sua calça. Enfim, ele havia se excitado.

E falando em excitar, eu já estava nessa frase desde que o menor sentara em meu colo, aqueles movimentos eram realmente pra acabar com qualquer um. Agora que minha meta estava concluída, eu enfim me sentia livre pra torna-lo meu.

— Levante-se. – Eu disse em tom imperativo.

Abner obedece.

Abro o zíper de minha calça deixando meu volume claramente á mostra. Coloco a mão por dentro da cueca e retiro meu membro pra fora. O garoto exprime uma pequena face de espanto.

— O que foi? – Pergunto.

— Acho que... é um pouco, grande demais pra mim. – O loiro responde um tanto quanto sem jeito.

Sorrio. Não tinha como aquilo ficar melhor.

— Quer chupar?

— Ah... – Abner cora levemente. – Eu adoraria.

Uma sensação prazerosa de prazer percorre meu corpo. O garoto que eu mais desejara estava ali, de joelhos, pagando um boquete pra mim. E como era majestoso em seus movimentos, sentia sua língua percorrer toda a extensão de meu pênis, desde a cabeça rosada, agora encharcada de saliva, até os testículos. Abner olhava diretamente para mim, seus olhos verdes me encaravam maliciosamente, quase me intimidando. A cada vez que a boca dele deslizava em meu membro, eu o colocava mais e mais para dentro empurrando sua cabeça contra meu pênis até que estivesse completo em sua boca. O garoto me olha novamente, tirando lentamente meu membro de sua boca. Ao terminar, lambe o lábio superior, deliciando-se.

Se essa era a primeira vez dele fazendo isso, com certeza o loiro sabia o que estava fazendo, me provando mais uma vez que sabia sim como me excitar.

O garoto senta no meu colo e me beija. Tira minha camiseta lentamente e levanta-se, deixando seu pênis á altura do meu rosto. Entendo claramente seu desejo, e o cumpro de minha forma. Empurro-o contra a porta do box e o beijo, me ajoelhando em seguida. Tiro sua calça e percebo o quão excitado realmente estava. Era bem maior do que eu esperava até, e isso não era nada ruim. Abaixo sua cueca e o chupo, utilizando a língua para lhe dar maior prazer, assim como ele fez comigo. Ouço Abner soltar alguns gemidos e sua pernas ficam bambas. Aumento a intensidade de minha ação com mais velocidade repetitivas vezes até que o loiro deixa-se gozar em minha boca. Olho para cima, uma gota escorre gentilmente do canto da minha boca.

— Desculpa. – Abner me levanta e limpa minha boca, colocando o líquido branco de volta. – Acho que me empolguei.

Engulo a substância pastosa e sorrio. Tinha um gosto doce, um tanto quanto amargo, mas era bom.

Viro o garoto de costas para mim. Mordo seu ombro fazendo-o gemer, seu pescoço agora marcado com as mordidas de antes e então sua orelha. Agarro seu cabelo, trazendo sua cabeça pra mais perto de mim e sussurro em seu ouvido:

— Estamos dentro do banheiro da escola, não se esqueça disso. Os guardas e as inspetoras estão rondando por ai, se você gemer alto demais eles virão ver o que está acontecendo, e então você sabe bem o que vai acontecer com a gente...

Instantaneamente Abner cora.

Do bolso de minha calça agora no chão retiro uma camisinha e a abro, embalando-a em meu pênis.

— Você está pronto? – Sussurro.

— Desde que te conheci.

Posiciono-me bem e então lhe penetro lentamente pela primeira vez. Antes que ele possa gemer, tampo sua boca com a mão abafando o som a uma altura que apenas eu pudesse ouvir.

— Eu te amo, Abner. E estou colocando todo o meu amor dentro de você.

Abner reprime um gemido. Sua pele estava começando a ficar vermelha.

Retiro a mão de sua boca e a levo ao seu tórax, e a outra em seu membro. Percebo que ele já estava excitado novamente e então começo a masturba-lo. Faço o movimento de vai e vem do meu quadril lentamente enquanto acaricio seu mamilo.

— Já pode ir mais rápido se quiser.

Atendo seu pedido. Penetro-o com mais velocidade, mas não tão rápido. Abner poderia querer que eu chegasse logo ao ponto, mas estávamos em uma situação delicada, eu não poderia entrar em êxtase e nem machuca-lo. E era claro que ele estava sentindo dor, eu podia sentir o quão tenso estava e como se forçava a segurar os gemidos de dor. Permaneço calmamente até essa tensão o deixar, queria que ele se adaptasse a mim, e com um pouco de tempo percebo que penetro-o mais fácil, o que significava que eu poderia penetrá-lo com vontade. Estoco-lhe fortemente, de forma que empurro seu corpo com força contra a porta, fazendo-o gemer. As penetrações seguintes eram compostas de estocadas fortes e rápidas, que coraram o rosto do loiro de um tom forte de vermelho, eu tentava reprimir o seus gemidos, mas o garoto não fazia nem mais a mínima força pra isso, gemia deliciosamente a cada vez que meu pau se enterrava nele.

Ouço o barulho da porta do banheiro se abrindo e encostando-se à parede. Tampo a boca do menor nesse exato momento, pedindo em seu ouvido para que ele ficasse quieto. Diminuo bruscamente a velocidade com que lhe penetro, ele já não gemia mais. Passos ecoam no banheiro, a porta do box ao lado se abre e bate bruscamente na parede fazendo barulho. A inspetora havia entrado no local.

Eu não deveria, mas, apesar da situação complicada, fazer disso uma pequena tortura com Abner me parecia uma ideia perfeita. Se fossemos pegos assim, nus, no meio do ato no banheiro da escola provavelmente seríamos expulsos, mas a adrenalina talvez pudesse valer a pena. Enfio meu pênis fundo em Abner, forçando um gemido baixo dele, mas o suficiente pra que a inspetora ouvisse.

— Quem está aí? – Ela pergunta com voz em tom imperativo.

Ele me encara feio, como se pedisse ajuda e me condenasse pelo que fiz.

— Sou eu, Abner, segundo colegial, por que você tá aqui dentro? – Quando ele começa a falar não consegue esconder o quão ofegante estava.

— Ouvi alguns barulhos estranhos... Você tá bem? Parece que está passando mal...

— Eu tô passando muito mal – Abner sussurra pra mim sorrindo. – Meu Deus do céu, como eu tô mal, alguém me ajuda, por favor.

Sorrio.

— Abner? – Ela retorna a chamar.

— Desculpa! Hã, eu tô bem. – Dou-lhe mais uma dose de prazer, interrompendo-o com o próprio gemido. – Vou ficar, não se preocupe. Só é algo um pouco estranho acontecendo com o meu... – Ele geme novamente. – Estômago.

— Tem certeza? Parece que você precisa ir pro hospital ou algo assim, não quer mesmo que eu chame seus pais?

— Não! – Ele exclama um pouco alto demais. – Quero dizer, relaxa. Qualquer coisa eu te aviso, ok? Poderia por favor não deixar com que ninguém mais entrasse aqui? Digo, eu não gostaria que ninguém acabasse me vendo nessa situação...

— Tudo bem, então... – Ela responde, saindo do banheiro e fechando a porta.

Abner respira fundo e inspira, olhando pra mim.

— Juro pra você que ainda te mato.

— Eu também te amo. – Sorrio.

— Bom. – Ele diz. – Agora estamos sós. Pode ser você mesmo, capitão delicia. – Era realmente necessário me chamar assim?

Recomeço o movimento em que estávamos antes. Digo para trocarmos de posição e ele aceita. Sento-me na privada e o olho com o sorriso convidativo, Abner senta em meu colo, e então começa a “cavalgar”. Abraço-o fortemente para controlar seu movimento como quem estivesse dizendo “vamos com calma, rapaz, você quer que eu goze logo?”. Mordo seu pescoço e ele me responde com um gemido prazeroso. Pouco a pouco liberto-o de meu abraço, permitindo com que ele possa se movimentar melhor e com quanta velocidade preferir. Beijo-o, explorando a parte exterior de sua boca, mordendo seus lábios enquanto masturbo-o. Abner encosta a cabeça em meu peito. Percebo como ele estava ofegante, e como até mesmo eu estava. Mas a adrenalina e o desejo mantinham-me aceso, em chamas ardentes de prazer. E apesar de nosso cansaço, tanto eu como ele queríamos continuar.

Abuso de nossa posição levando minha mão á sua bunda e apalpando-o com força, impulsionando seu movimento de subida, fazendo-o descer e escorregar com mais facilidade. Abner gemia em meu ouvido, chamava pelo meu nome e clamava por mais. Se isso não era o suficiente para satisfazê-lo perfeitamente, eu sabia bem o que se passava na mente do loiro.

Peço para que Abner se levante e em seguida me levanto também, conduzo-o a ficar bem apoiado sobre a privada. Com o menor ali, de quatro pra mim, tudo era ainda mais excitante.

Tiro a camisinha, aquilo já estava me incomodando.

Abaixo-me a altura de seu bumbum e o acaricio com a minha língua, deixando-o molhado e mais escorregadio. Mais á frente Abner geme levemente. Provoco-o penetrando-o com os dedos, mas não resisto muito tempo á minha própria vontade. Enfio meu membro em seu ânus lentamente e aumento a velocidade do movimento de forma rápida, ele já estava corado novamente, o rosto era quase como um tomate, e ainda assim, sua expressão demonstrava prazer. Eu lhe dei fortes estocadas, em alguns momentos ele não conseguia suportar e acabava por não consegui abafar os gemidos altos. Dessa forma, eu cheguei ao ápice, e antes que pudesse avisar ou até mesmo retirar meu pênis por completo, deixei-me explodir de prazer.

— Desculpe... – Acabei por brincar com a situação, da mesma maneira como ele fez comigo. — Acho que foi dentro.

Abner sorri, sentando-se sobre a tampa da privada para se limpar.

— Relaxa, o importante é que foi bom pra mim. – Ele toca meu rosto, trazendo-me para perto dele. – E pra você?

Seguro suas bochechas, apertando-as e beijando-o em seguida.

— Foi ótimo. – Sorrio, beijando-o novamente.

Abner me responde mordendo sensualmente o lábio inferior, sorrindo em seguida.

— Eu te amo.

Notas finais
Comentem o que acharam! :D
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!